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Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de Pernambuco

2014

2015

2016

  • Janeiro

    • GVT PROPÕE MUDANÇA DA JORNADA DE TRABALHO

      Desde o ano passado, que a GVT colocou em discussão uma proposta para alteração da jornada de trabalho. Segundo a empresa, se trata de uma alteração individual, que será feita aos trabalhadores nacionalmente, e cada empregado terá a liberdade para aceitar ou recusar.

       

      Atualmente, o empregado tem jornada de 40 horas semanais (de segunda a sexta). A empresa propôs implantar jornada de segunda a sábado com as mesmas 40 horas semanais para as atividades de campo e algumas áreas administrativas que dão suporte a esse setor.

       

      A GVT garantiu ao sindicato que não haverá represália para os que preferirem manter a jornada de segunda a sexta, ou seja, ninguém será punido ou demitido por esse motivo. O sindicato orienta o trabalhador a ouvir a proposta e esclarecer suas dúvidas para então tomar a decisão.

       

      Trabalhador, caso você sofra alguma pressão denuncie ao sindicato.

       

    • PRESIDENTE DO TST É CONTRA TERCEIRIZAÇÃO

      Em resposta aos questionamentos do Supremo Tribunal Federal sobre a súmula 331 que limita a prática da terceirização, o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Barros Levenhagen, a defendeu categoricamente.

       

      Segundo ele, ao criar este instrumento que impede a terceirização de atividades-fim, o TST assegurou "a igualdade de condições de trabalho e de salários" e ajudou a solucionar conflitos trabalhistas.

       

      A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) move uma ação contra a súmula 331 e quer que o STF declare inconstitucional a interpretação de que serviços terceirizados só podem ocorrer em três situações específicas - trabalho temporário, segurança e conservação e limpeza - e em uma hipótese geral- quando os serviços se relacionam à atividade-meio do empregador.

       

      Não podemos esperar outra coisa do agronegócio, bem como do empresariado em geral.  Eles querem a todo custo aprovar o PL 4330 que escancara a terceirização para todos os setores da atividade econômica e produtiva, inclusive serviços públicos. O projeto só não foi aprovado até agora devido à luta sem trégua do movimento sindical, particularmente os setores liderados pela CUT. A entidade conseguiu impedir a votação por pelos menos duas vezes e continua em estado de alerta.

       

      O Sinttel que vive o drama da terceirização e da precarização do trabalho (redução de salários e benefícios, jornadas exaustivas e muita pressão) nos diversos setores da categoria, inclusive, em atividades fins, luta junto com a CUT para conseguir que o PL 4330 seja rejeitado. Uma luta de Davi contra Golias, mas o movimento sindical tem o apoio de grande parte dos tribunais regionais e de vários juristas.

       

      A SÚMULA

       

      A Súmula 331 foi editada em 1994. É o único instrumento legal que trata a terceirização trabalhista e traça limites jurídicos para as relações e os direitos trabalhistas.  O relator do caso é o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que, em dezembro, solicitou que o TST justificasse a aplicação da tese, e a resposta do presidente do órgão, ministro Levenhagen, foi protocolada no final de dezembro.

       

      Para Levenhagen , a súmula tem o objetivo de preservar princípios constitucionais como do valor social do trabalho e da isonomia laboral."A terceirização de serviços se qualifica como fenômeno genuinamente econômico, em que o seu indisfarçável objetivo é o de proporcionar maior rendimento para as empresas, com a confessada redução dos custos de mão de obra", declarou o presidente do TST.

       

      Além do processo movido pela Abag, a corte ainda reconheceu repercussão geral de um processo sobre a terceirização de call center em empresas de telefonia (ARE 791.932).

       

      A Procuradoria Geral da República já classificou como fraude a terceirização de atividades-fim. Segundo parecer do órgão, países como Alemanha, Espanha e França consideram que só existe a relação empregatícia direta entre quem presta o trabalho e quem se beneficia dele.

       

      Fonte: Sinttel-Rio

       

    • CSU APRESENTA MÍSERO REAJUSTE

      A data-base do Acordo Coletivo de Trabalho da CSU é 1º de janeiro e, por conta disto, a diretoria do Sinttel vem cobrando insistentemente um posicionamento da empresa referente à contraproposta da pauta de reivindicações já entregue.

       

      Na primeira rodada de negociação, a empresa ofereceu apenas um reajuste de 6% nos salários e nos benefícios, ou seja, um percentual abaixo da inflação do período.  De imediato, a diretoria do sindicato não aceitou este mísero reajuste que nem chega perto das reivindicações da categoria.

       

      A proposta apresentada é um desrespeito aos diversos trabalhadores que dão o suor e se empenham diariamente para o desenvolvimento da empresa. A oportunidade que a CSU tem de reconhecer a dedicação dos seus funcionários é neste momento de negociação e o sindicato precisa da união dos trabalhadores para cobrar uma proposta que ao menos contemple reajustes acima da inflação.

       

      A CSU terá mais uma oportunidade para reconsiderar o que propôs em uma nova rodada de negociações que já está marcada para o início da próxima semana.

       

    • ESTÁ CHEGANDO A HORA

      O clima de folia já se faz presente nas ruas com a concentração de blocos por vários espaços da cidade. O Carnaval se aproxima e a diretoria do Sinttel está organizando os preparativos para o 9º Ligados na Folia, que é a maior prévia carnavalesca dos trabalhadores em telecom. A festa vai acontecer no próximo dia 07, no Clube Internacional, a partir das 21h.

       

      Este ano a agitação vai ficar por conta de Patusco, Orquestra Raízes, Ressaca Elétrica e, para não deixar ninguém desaminar nos intervalos, o som vai rolar solto com DJ David. Novamente, a festa vai ser exclusiva para os sócios do sindicato e cada um terá direito de levar um acompanhante.

       

      A partir da próxima semana, começaremos a distribuir os ingressos nas empresas. Se você ainda não é sócio, não se preocupe, pois haverá fichas de sindicalização no ato da entrega.

       

      Os comes e bebes terão o mesmo precinho especial de sempre. Confira abaixo alguns valores:

       

      Ice – R$ 3,00

      Cerveja – R$ 2,50

      Guaraná – R$ 2,00

      Água – R$ 1,00

      Petiscos (coxinha, espetinho, pizza, hot dog) – R$ 2,50

       

    • PROVIDER, ASSEMBLEIA DISCUTIRÁ

      PROPOSTA DO ACORDO

      Depois de três rodadas de negociação, onde a Provider apenas apresentou números negativos e índices de reajustes abaixo da inflação, finalmente foi possível chegar a uma proposta que pudesse ser levada para apreciação dos trabalhadores. As reuniões tiveram início no ano passado, pois a data-base da categoria é 1º de janeiro.

       

      Proposta final

       

      O piso salarial ficou em R$ 788,00 e os que recebem acima deste valor também terão seus salários reajustados em 6,23%. Com relação ao auxílio creche, foi possível alcançar correção de 6,23% para os filhos com até 24 meses. Para o benefício da alimentação, o reajuste foi de 8% e chegaram ao valor mensal de R$ 140,40.

       

      Estes foram os pontos principais apresentados pela diretoria da Provider. Diante disto, o sindicato convoca os trabalhadores para decidir em assembleia. Sua presença, como sempre, é muito importante. Participe!

       

      Assembleia Provider

      Local: auditório do Sinttel

      Quarta-feira, dia 28, às 17h

       

       

      *A sede do Sinttel fica localizada na rua Afonso Pena, 333 – Boa Vista (próximo à Universidade Católica).

       

    • SERVICOB, PROPOSTA APROVADA

      Foi aprovado na tarde de ontem (28 de janeiro), em assembleia, o Acordo Coletivo de Trabalho da SERVICOB. A diretoria do Sinttel esteve na sede empresa para informar como se desenrolou o processo negocial e esclarecer as dúvidas dos trabalhadores.

       

      Passam a valer para o pessoal com carga horária de 6h, o piso salarial de R$ 788,00 (reajuste de 8,8%). Para os trabalhadores que ganham acima desse piso, o salário também foi reajustado em 8,8%.

       

      O tíquete para os que tem jornada de 8h terá um valor unitário de R$ 16,00. Uma conquista bastante importante deste acordo foi o tíquete para o pessoal com carga horária de 6h que, pela primeira vez, irá receber o benefício no valor de R$ 100,00. Já o auxílio creche teve um reajuste de 10% e será pago aos trabalhadores com filhos com até 24 meses de idade.

       

      Outra conquista que não poderia deixar de citada foi o desconto de 3% no vale transporte, quando o normal é descontar 6%. Vale lembrar que todos os reajustes tiveram ganho real, já que a inflação do período foi de 6,23%.

       

    • TRABALHADORES DE TELECOM VÊEM

      DIFICULDADES EM 2015

      Os empregados do setor de telecomunicações terão um 2015 difícil, dada a previsão de redução no número de operadoras com a eventual compra ou fusão envolvendo a TIM. A tendência é que fiquem apenas três empresas de telecom no Brasil.

       

      Com o ritmo fraco da economia e a consolidação do mercado o setor provavelmente passará por dificuldades. O ramo de telecom emprega mais de 1 milhão de pessoas no país, incluindo funcionários de empresas de call center.

       

      Em caso de fusão da TIM, os trabalhadores que seriam mais afetados seriam os dos grandes centros urbanos. A operadora está em vários Estados, mas a grande concentração é em São Paulo e Rio de Janeiro.

       

      Claro, Oi e Vivo empregam diretamente em média 30 mil pessoas cada uma. A TIM, embora seja a segunda maior em telefonia celular, tem menos de 10 mil funcionários, por ter uma menor operação no negóciofixo.

       

      Com informações da Revista Exame

       

    • CAMPANHA SALARIAL PROVIDER

      As negociações para renovação do Acordo Coletivo com a Provider já começaram e a diretoria do Sinttel esperava que a empresa apresentasse uma proposta que ao menos contemplasse as reivindicações da categoria. Até o momento, aconteceram duas reuniões e, em ambas, os representantes só se lamentaram. A Provider alega inúmeras dificuldades financeiras. Todavia, o trabalhador não pode ser responsabilizado por causa destes problemas.

       

      A proposta inicialmente apresentada pela empresa de reajuste salarial foi de 6% nos salários e nos benefícios para quem recebe acima do piso. A proposta foi rejeitada pelo sindicato e a empresa precisa oferecer algo melhor em reconhecimento ao esforço e à dedicação dos trabalhadores.

       

      Uma nova rodada de negociação está marcada para acontecer no início da próxima semana.  Vale ressaltar que o sindicato tem a missão de negociar. Porém, no final, quem decide são os trabalhadores em assembleia.

       

      Por outro lado, ficou garantido o pagamento na próxima folha salarial de R$ 788,00 para os operadores, o que significa 8,84% de reajuste.

       

    • CONTAX SANTO AMARO 24H PARADA

      Trabalhadores da Contax (site Santo Amaro) não poderão ser transferidos para outros prédios durante a interdição do Ministério do Trabalho. As atividades no site só serão retomadas após o cumprimento das exigências do MTE.

       

    • CSU APRESENTA PROPOSTA FINAL

      Na segunda rodada de negociação, realizada na última semana, aqui em Recife, foi possível avançar em alguns pontos importantes e arrancar dos representantes da CSU algumas mudanças em relação aos itens anteriormente negociados. Ao final da reunião, foi apresentado o que a empresa considera sua proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      Com o objetivo de analisar a proposta negociada, os trabalhadores estão convocados para participar das assembleias que acontecerão nesta terça-feira, 27 de janeiro. Abaixo, confira os principais pontos da proposta:

       

      - Piso salarial de R$ 788,00;

      - Para quem recebe acima do piso, o reajuste será de 6,5%;

      - Auxílio-creche 144,00;

      - Tíquete: R$ 6,60 para o pessoal que trabalha 6h e R$ 11,70 para os que trabalham 8h;

      - Portador de necessidades especiais: 25% do piso salarial.

       

      Assembleias

      Nesta terça-feira, 27 de janeiro, no auditório do Banco do Nordeste, no prédio Apolônio Sales

      1ª assembleia às 10h

      2ª assembleia às 14h

       

    • ACORDO APROVADO NA CSU

      Nesta terça-feira (27 de janeiro), por um placar de 116 votos a favor e 49 contra, os trabalhadores da CSU decidiram, em assembleia, pela aprovação do Acordo Coletivo 2015. Para que todos pudessem participar e deliberar os itens negociados, a diretoria do Sinttel realizou duas assembleias, sendo uma pela manhã e outra no período da tarde.

       

      Pela proposta, o piso salarial ficou em R$ 788,00. Os trabalhadores que ganham acima deste valor tiveram um reajuste de 6,5% (a inflação do período foi de 6,23%). O tíquete será de $ 6,60 para o pessoal que trabalha 6h e R$ 11,70 para os que trabalham 8h. O auxílio creche passou de R$ 135,00 para R$ 144,00 e, a partir agora, se estende para empregadas com filho até 36 meses de idade. É importante lembrar que a data base da categoria é 1º de janeiro e o pagamento do reajuste será retroativo a esta data.

       

  • Fevereiro

    • CAMPANHA SALARIAL CONTAX 2015

      Desde o mês de novembro, o Sinttel e a Fenattel negociam com a empresa a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015 e uma proposta de PPR. As dificuldades foram diversas e as propostas iniciais apresentadas pela empresa não contemplavam as reivindicações e, para piorar, argumentos e números negativos foram utilizados com o propósito de atrasar as negociações e, consequentemente, não reajustar os salários e benefícios em janeiro (mês da data-base).

       

      “Nosso maior objetivo este ano era fazer com que o valor do VR/VA, salários e alguns outros benefícios fossem superiores ou iguais ao da Convenção Nacional, diminuindo assim as diferenças existentes entre os estados”, afirmou o diretor do Sinttel, Edilson Santana.

       

      Com relação ao PPR, desde o início não existia nenhum sinal de recebimento. A empresa vinha negando com o argumento de que o ano de 2014 foi ruim, os resultados foram negativos e, portanto, não teria por que pagar. Só na penúltima reunião, a empresa cedeu e concordou em fazer o pagamento, porém com critérios de faltas injustificadas que excluíam a maioria dos trabalhadores de receber o benefício, além de não contemplar aqueles, que mesmo tendo trabalhado em 2014, já foram desligados.

       

      Foi com este clima que mais uma negociação aconteceu na última terça-feira (03). A reunião começou pela manhã e só acabou após às 21h. O esforço valeu a pena porque os valores do VR/VA e auxílio creche tiveram seus percentuais reajustados bem acima da inflação. Está garantindo também um PPR com os mesmos critérios e percentual do ano passado e, ainda, a retirada de quatro meses (ou seja, as faltas porventura ocorridas nos meses de fevereiro, abril, junho e dezembro não serão computadas, além das semanas em que ocorreram as greves dos rodoviários e da PM). A proposta contempla ainda o abono de cinco dias/ano para acompanhamento de filhos com até 12 anos de idade.

       

      “Consideramos que esta proposta foi um avanço significativo e a própria direção da empresa reconheceu ser importante valorizar seus milhares de empregados, assim como a persistência de todos os sindicatos e da nossa federação. Agora, a decisão estará nas mãos de cada trabalhador que participará democraticamente das assembleias”, declarou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão.

       

      Mais uma vez, a mesa de negociação foi composta por representantes dos três principais estados do Nordeste (Bahia, Ceará e Pernambuco) e contou com a coordenação da Fenattel. Como ainda existem algumas particularidades regionais não definidas, não temos ainda uma data concreta para as assembleias. Só temos a certeza que será na próxima semana, visando garantir o pagamento do PPR para o dia 13 deste mês (nesta segunda-feira, informaremos o dia e o horário das assembleias).

       

      Confira abaixo os principais itens do acordo coletivo e PPR 2015:

       

      Itens do Acordo Coletivo de Trabalho:

       

      -Piso Salarial: 788,00;

      -Demais salários serão reajustados em 6,23%;

      -VR/VA 180h: de R$ 4,50 para R$ 5,31 (reajuste de 18%);

      -Tíquete 220h: reajuste de 6,23%;

      -Auxílio creche: de R$ 158,34 para R$ 171,80 (reajuste de 9,2%);

      -Acompanhamento de filhos: de 2 dias/ano (com idade de até 8 anos) para 5 dias/ano (filhos de até 12 anos).

       

      Proposta de PPR

       

      Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00.

      Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de 90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      -50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      -Exclusos do recebimento da PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

      Pagamento: A PPR será paga em uma única parcela, no dia 13/02/2015.

       

      Demitidos sem justa causa ou a pedido poderão solicitar o recebimento através de carta de próprio punho nos locais onde trabalharam no prazo de 60 dias corridos a partir da realização da assembleia.

       

    • ASSEMBLEIA CONTAX

      O Sinttel convoca todos os trabalhadores da Contax para participarem de assembleia que será realizada nesta quinta-feira (12) no CTC (antiga FAUPE), entre 10h e 17h. Serão discutidos a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015 e o Programa de Participação nos Resultados 2014. Haverá, simultaneamente, assembleias na sede do Sinttel (localizado na rua Afonso Pena, 333 Bairro – Boa Vista /próximo à Universidade Católica).

       

    • ORELHÃO PODE VIRAR PEÇA DE MUSEU

      Na última semana, a Anatel realizou em Brasília uma audiência pública para discutir a substituição do cartão dos orelhões. As concessionárias querem a troca dos cartões indutivos pela chamada calling card. A Anatel, por sua vez, diz que a discussão é motivada pelo fato de a Interprint/Valid, única fabricante existente, ter informado que encerraria a produção dos cartões indutivos em dezembro de 2014, "em função dos baixos volumes adquiridos pelas prestadoras e dos preços praticados". Para a fabricante, a baixa produção torna os cartões economicamente inviáveis. A pergunta a ser feita é: por que as prestadoras adquirem um número tão baixo de cartões?

       

      É bom lembrar que os cartões utilizados hoje possuem tecnologia derivada de anos de estudo do CPqD (Centro de Pesquisa da Telebrás), em época anterior à privatização do setor. Chegou, inclusive, a ser exportada para a China. Até hoje, quase vinte anos depois de sua criação, os cartões indutivos respondem infinitamente bem às demandas dos usuários.

       

      No sistema calling card, o usuário adquire o cartão, raspa para visualizar o número e disca para a operadora usando o mesmo teclado atual do orelhão, uma vez que o novo sistema será virtual. Como os chips de celulares, o cartão tem um "pin", número de identificação do usuário.

       

      Lamentavelmente, as operadoras conseguiram criar uma quase unanimidade em relação ao telefone público, visto como obsoleto, um instrumento que ninguém utiliza. Com isso, sucatearam toda a rede de orelhões (TPs), implantada basicamente com recursos públicos. Não há manutenção, nem incentivo para que as pessoas os utilizem. Não é à toa que na semana passada a Anatel baixou uma cautelar para que a Oi melhore a qualidade de sua rede de orelhões.

       

      Por outro lado, nem a Anatel e muito menos as operadoras, divulgam para a sociedade que uma ligação de um telefônico público para um telefone fixo é cerca de 700% mais barata do que um celular pré-pago para o mesmo telefone fixo.

       

       TP COM PONTO WI FI

       

      Outro aspecto é a modernização dos telefones públicos. Em Nova York, o telefone público serve como ponto wi-fi, possibilitando o acesso à banda larga. Em Londres, muitos telefones públicos possuem um espaço para que os cidadãos possam recarregar a bateria do seu celular. Ou seja, várias medidas que facilitam a vida do cidadão.

       

      Na consulta pública sobre a renovação dos contratos de concessão há uma cláusula obrigando as operadoras a implantarem backhaull com fibra ótica em todos os municípios, em troca da redução do número de orelhões. As prestadoras, convenientemente, concordam com a redução dos TPS, mas não com a obrigação do backhaull. Defendemos a realização de uma consulta pública mais ampla, que leve em consideração a modernização da ainda rede existente de telefones antes que os orelhões, financiados com recursos públicos, virem peças de museu.

       

      www.institutotelecom.com.br

       

    • LIGADOS NA FOLIA 2015, EXPLOSÃO DE ALEGRIA

      Foi ao som de muito frevo, maracatu e caboclinho que os trabalhadores em telecom se esbaldaram neste último sábado (7) para curtir mais um baile de carnaval promovido pelo Sinttel. O Ligados Folia teve sua primeira edição em 2006 e, de lá para cá, a festa anima e interage toda a categoria, tendo como palco da festa o Clube Internacional.

       

      O Ligados na Folia reuniu cerca de 10 mil foliões que dançaram ao som de Patusco, Ressaca Elétrica e Orquestra Raízes. Baile de carnaval que se preze não pode faltar irreverência e a animação da festa não foi diferente das edições anteriores. Os trabalhadores deixaram o estresse do trabalho de lado e se divertiram fantasiados ou não até o dia amanhecer.

       

      A festa não tem pista e nem camarote e a única diferença entre os trabalhadores é a empresa em que trabalhamos, como bem disse o folião e trabalhador Fábio Freitas

       

    • COM VOTAÇÃO RECORDE, ACORDO DA

      CONTAX É APROVADO

      A proposta de Acordo Coletivo 2015 e do Programa de Participação nos Resultados 2014 da Contax foi aprovada por uma maioria esmagadora dos trabalhadores presentes às assembleias. Até chegar à proposta final foram necessárias quatro exaustivas reuniões. Vendo que sem avanços sequer assembleia faríamos, a empresa se viu obrigada a ceder e resolveu pôr fim ao impasse. Só então foi possível avançar e arrancar uma proposta digna.

       

      Para que um maior número de trabalhadores pudessem votar, a diretoria do sindicato disponibilizou urnas em sua sede e no centro de treinamento da Contax durante todo o dia. Ao final, a proposta negociada foi aprovada com 7.129 votos. Do total de votantes, 451 disseram não, 143 votaram nulo e 31 em branco.

       

      “A proposta negociada não atendeu a todas as nossas reivindicações, mas contém avanços e a decisão de aceitar foi feita livremente pelos trabalhadores em assembleia”, enfatizou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão. Destacamos a seguir os itens onde houve avanços:

       

      Principais itens do Acordo Coletivo:

       

      -Piso Salarial: R$ 788,00;

      -Demais salários serão reajustados em 6,23%;

      -VR/VA 180h: de R$ 4,50 para R$ 5,31 (reajuste de 18%);

      -Tíquete 220h: reajuste de 6,23%;

      -Auxílio creche: de R$ 158,34 para R$ 171,80 (reajuste de 9,2%);

      -Acompanhamento de filhos: de 2 dias/ano (com idade de até 8 anos) para 5 dias/ano (filhos de até 12 anos).

       

      Proposta de PPR

       

      - Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00;

      - Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de 90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      -50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      -Exclusos do recebimento da PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

      - Pagamento: A PPR será paga em uma única parcela, no dia 13/02/2015.

       

      * Demitidos sem justa causa ou a pedido poderão solicitar o recebimento através de carta de próprio punho nos locais onde trabalharam no prazo de 60 dias corridos a partir da realização da assembleia.

       

  • Março

    • DATAMÉTRICA, ASSEMBLEIA DISCUTIRÁ PROPOSTA

      Em reunião realizada na última sexta-feira (27) com os diretores da empresa, finalmente, foi possível avançar nas propostas. As negociações começaram no final do ano passado e pareciam que não iam acabar nunca. Mas, felizmente, o bom senso prevaleceu e o que era impasse acabou se tornando um denominador comum.

       

      A proposta final tem como parâmetro que tanto os salários quanto os benefícios sejam corrigidos acima da inflação (que foi de 6,23% no ano). A proposta também traz a solução de alguns problemas que vinham infernizando o dia a dia do trabalhador, como o VT e o VA/VR parcelados.

       

      Assim, todos os trabalhadores estão convocados para participar das assembleias que acontecerão na próxima quarta-feira, 04 de março. Para que ninguém fique de fora, serão realizadas duas assembleias simultâneas na sede da empresa em Olinda e no sindicato. A primeira assembleia irá começar às 10h e a segunda às 16h.  Veja abaixo a proposta final negociada entre as direções do Sinttel e da Datamétrica:

       

      - Piso salarial de R$ 788,00 (8,8% de reajuste);

      - Salários acima do piso (7,3% de reajuste);

      - VA/VR reajustado em 10% e não haverá mais parcelamento. Será pago integral;

      - Vale transporte só poderá ser parcelado, no máximo, em duas vezes;

      - Os salários e benefícios reajustados serão retroativos a 1º de janeiro e a diferença será paga na próxima semana;

      - Passará a ser aceito atestado médico de outros planos de saúde (seja como titular ou dependente);

      - Em até 90 dias será formada uma comissão sindicato/empresa para formular um programa de participação nos lucros ou resultados de 2015.

       

    • LINHAS MÓVEIS TERÃO NONO DÍGITO A PARTIR DE

      31 DE MAIO

      Pernambuco e mais cinco Estados receberão o nono dígito a partir do dia 31 de maio. A mudança visa aumentar a oferta de números de telefone para linhas móveis, segundo determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

       

      Pernambuco (81 e 87), Paraíba (83), Piauí (86, 89), Ceará (85 e 88), Alagoas (82) e Rio Grande do Norte (84) terão que adicionar “9” à frente dos números de celular no dia 31 de maio. Como toda a mudança, algum transtorno é esperado na hora de digitar tantos números. Por isso as operadoras estão com ações para ajudar na transição.

       

      A Oi disse por meio de sua assessoria que vai completar as ligações realizadas com oito dígitos. No entanto, o usuário vai ouvir uma mensagem avisando da adição do 9 à frente do número. A operadora também vai oferecer um canal de atendimento exclusivo para tratar do assunto, com profissionais de T.I, engenharia e relacionamento.

       

      A operadora ainda dispõe de um aplicativo para iOS e Android para ajudar na mudança. Ele inclui automaticamente o 9 na frente dos telefones gravados na agenda.

       

      A Vivo também contará com um aplicativo para atualização automática (iOS e Android). A empresa disse que está fazendo comunicação na fatura e estenderá a divulgação para os seus canais de relacionamento, como Call Center, lojas, redes sociais e no site.

       

      Os clientes que possuem o serviço Vox Fácil, terão a atualização automática do 9° dígito, pois os equipamentos serão adaptados sem nenhum custo pela Vivo. A Claro também possui um aplicativo para inclusão do nono dígito nas lojas da Apple e Android.

       

      Histórico

       

      O acréscimo do nono dígito ocorreu em julho de 2012 e no interior do Estado (DDDs de 12 a 19), em 25 de agosto de 2013. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, com códigos DDDs 21, 22, 24, 27 e 28, a inclusão do dígito ocorreu em 27 de outubro de 2013.

       

      Em novembro 2014, os estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima(DDD 91 ao 99), também tiveram acréscimo do nono digito. Até 2016, todos os números de celular do Brasil, exceto rádios, terão o 9°dígito.

       

      http://bit.ly/1ER4hL4

       

    • OPERADORAS DE TV, TELEFONE E INTERNET

      TEM NOVAS REGRAS

      As operadoras de telefonias fixa, móvel, banda larga e TV por assinatura deverão ser mais transparentes em relação às informações das contas e de cobranças ao consumidor, a partir desta terça-feira (10).

       

      As regras, que foram definidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), obrigam que as operadoras tenham área exclusiva em seus respectivos sites para os clientes com acesso a dados, como condições do contrato do serviço, mecanismo de comparação entre preços e franquias e relatório detalhado dos serviços contratados.

       

      O sufoco de ficar ouvindo musiquinha de telemarketing para cancelar uma assinatura também é coisa do passado. A partir de agora, o cliente terá a opção de encerrar serviços pelo site da empresa,  de forma automática. Tudo tem que ter fim em, no máximo, dois dias úteis.

       

      “São medidas positivas para transparência com o consumidor. E as empresas têm condições de cumprir, já que elas são do ramo da tecnologia”, explica a assessora técnica do Procon-SP, Fátima Lemos.

       

      “Com o consumidor cada vez mais dependente da telecomunicação, é preciso que o serviço seja mais eficiente e tenha mais qualidade”, avalia. “Nisso, é importante a informação sobre o que o cliente está utilizando”.

       

      A intenção da Anatel é fazer com que os serviços melhorem, já que das mais de duas milhões de queixas registradas pela Agência no ano passado, 41% foram sobre telefonia celular. No Procon-SP, das dez empresas que tiveram mais reclamações em 2013, quatro são de telecomunicações.

       

      “Cabe também ao consumidor reclamar sobre dificuldades no serviço para o Procon e para a Anatel”.

       

      Em setembro, entra em vigor outras regulamentações, como a de uma única central telefônica para quem contrata combo de telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura.

       

      Fonte: Site Anatel

       

    • TELEGRINGOS COLHEM LUCROS E SEMEIAM

      DESEMPREGO

      Nos últimos dias, a Embratel, uma das controladas de Carlos Slim no Brasil, demitiu cerca de 60 executivos, notadamente gerentes de contas. A porta da rua permanece escancarada: uma nova temporada de cortes está programada para abril.

       

      Na Telefônica/Vivo, o Dia D é 20 de março, quando deverá ser anunciada uma curiosa mudança no alto-comando da companhia. Na empresa, no entanto, os olhos estão todos voltados a quem chega e não a quem vai. Segundo uma fonte ligada à companhia, o cartão de visitas da nova diretoria será uma navalhada.

       

    • TELEFÔNICA RENUNCIA DIREITOS NA TELECOM ITÁLIA

      PARA COMPRAR GVT

      Para concretizar a aquisição da GVT, a Telefónica renunciou formalmente aos direitos associados à sua participação na Telecom Italia, com o objetivo de cumprir as determinações da Agência Nacional de Telecomunicações.

       

      A Anatel já autorizou a compra, mas impôs algumas exigências para a concretização do negócio, como a saída da operadora espanhola do controle da dona da TIM Brasil. O CADE julga o processo nesta quarta-feira (25).

       

      Em comunicado divulgado na última sexta-feira (20), a Telefónica disse que, "segundo o determinado pela Anatel, a Telefónica se compromete publicamente diante de seus próprios acionistas e o mercado em geral, a cumprir com a renúncia de seus direitos políticos mencionada anteriormente em relação à Telecom Italia".

       

      A Telefónica tem uma participação de cerca de 14,8% na Telecom Italia, e prevê usar parte dessas ações para pagar a compra da operadora de banda larga GVT, depois que as relações entre as partes se deterioraram em meio à competição pela consolidação do setor de telecomunicações no Brasil. A rivalidade surgiu uma vez que a Telecom Italia controla no Brasil a TIM Participações e a Intelig.

       

      Além de exigir da Telefónica a renúncia a seus direitos na Telecom Italia, a Anatel estabeleceu uma série de condições à Vivendi para aprovar a venda da GVT à companhia espanhola. A Telefónica entrou em contato com nove bancos para gerir um aumento de capital de 3 bilhões de euros (3,2 bilhões de dólares) em relação à sua aquisição no Brasil, segundo disse na quinta-feira (19) uma fonte familiarizada com o assunto.

       

      Via Convergência Digital

       

    • TERCEIRIZADAS DA GVT - DESMANDOS COM TRABALHADORES

      Já virou moda entre as terceirizadas buscar formas para reduzir seus custos e com as empresas que prestam serviços para GVT não é diferente. A QUALYTEC, TECNOMULTI, R2T e JCB não estão disponibilizando as folgas semanais para seus trabalhadores como manda a lei. Eles estão trabalhando de domingo a domingo e, para piorar ainda mais, não recebem o pagamento das horas extras.

       

      Os problemas entre as três terceirizadas são comuns e a novidade agora diz respeito aos trabalhadores que exercem mais de uma função (técnico multifunção), ou seja, trabalhadores que instalam simultaneamente (TV+VOZ+ADSL). Estes profissionais, conforme acordo assinado, têm direito a um salário diferenciado. Saibam mais dos desrespeitos que estão acontecendo em cada uma delas:

       

      QUALYTEC – Descumpre quase todos os itens da convenção coletiva, além de atrasos e parcelamentos no pagamento dos salários. Sem falar que existem trabalhadores sem carteira assinada e os que possuem vínculo empregatício não têm direito a plano de saúde. Até quem é demitido sofre para receber as verbas rescisórias que tem direito.  A empresa ainda não efetua o pagamento do agregamento dos veículos.

       

      TECNOMULTI – Por não disponibilizar por completo os EPIs aos trabalhadores, acidentes de trabalho são comuns e a empresa tenta esconder o fato. Receber o salário em dia é outra preocupação dos trabalhadores porque isso nunca acontece. Não existe nenhuma vontade por parte da empresa em implantar o plano de saúde. Outra aflição é em relação ao auxílio-combustível, já que - na maioria das vezes - os trabalhadores precisam mendigar pelo benefício para conseguirem trabalhar.

       

      R2T – A empresa não vem cumprindo a convenção coletiva na cláusula que diz respeito ao fornecimento de empréstimo aos funcionários com carro agregado para quitação do IPVA.

       

      JCB  – A situação dos trabalhadores não é diferente dos demais, pois eles também recebem salários atrasados, o vale- alimentação pago está abaixo da Convenção Coletiva e o pior ainda não possuem plano de saúde.

       

      “Essas denúncias partiram dos trabalhadores e, só assim, vamos poder acionar o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para fazer uma fiscalização e acabar com essas irregularidades. Também vamos denunciar a GVT por descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho”, enfatizou o diretor do Sinttel, Lamartine Vasconcelos.

       

    • IMPASSE COM A DATAMÉTRICA TERMINA E ACORDO

      ESTÁ APROVADO

      A última rodada de negociação entre a diretoria do sindicato e da Datamétrica aconteceu no final de fevereiro e, só então, foi possível chegar a um entendimento. As negociações começaram no final do ano passado e pareciam que não iam acabar nunca.

       

      Como o bom senso prevaleceu, o impasse acabou terminando em um denominador comum e a diretoria do sindicato convocou os trabalhadores para apreciarem a proposta em assembleia de deliberação.

       

      Para que ninguém ficasse de fora, foram realizadas quatro assembleias, sendo duas na sede do sindicato e outras duas na sede da empresa. No total, 545 trabalhadores aprovaram os itens negociados, 19 disseram não e apenas 1 voto de abstenção.

       

      “Esta foi a campanha salarial mais demorada da história da Datamétrica, mas a espera valeu a pena. A proposta negociada e, agora, aprovada por centenas de trabalhadores ficou acima da inflação nos salários e nos tíquetes (com pagamento retroativo a 1º de janeiro). Tamém resolvemos diversas pendências que prejudicavam a todos”, finalizou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão.

       

    • CLARO, FUSÃO E CONFUSÃO

      Com a fusão entre Claro, NET e a Embratel, a pressão para cima dos trabalhadores só aumentou. Os transtornos vão desde as demissões de terceirizados, assim como a de funcionários que sempre ajudaram a construir o que a empresa é hoje, até a intenção da criação de escala de trabalho.

       

      Em Pernambuco, os trabalhadores se vêem obrigados a bater metas, elevar receita, conquistar clientes e manter a qualidade da rede. Tudo isso, sem os recursos necessários. “Nós não temos funcionários suficientes para atender a demanda, por isso o grande volume de hora-extras”, disse o diretor do Sinttel e trabalhador da Claro, Clayton Borges.

       

      A intenção da Claro, para diminuir as horas-extras, é implementar uma escala de trabalho que irá abranger os finais de semana. Isso só prejudicará a qualidade de vida dos trabalhadores, já que terão que modificar suas rotinas de trabalho e pessoal.

       

      Caso isso seja implementado, será necessário um adendo no contrato de trabalho e o sindicato indica que os trabalhadores não assinem este documento. O Sinttel repudia firmemente qualquer tipo de redução de custo, onde quem acaba pagando a conta são os trabalhadores.

       

    • TRABALHADORES VÃO ÀS RUAS EM DEFESA DE

      DIREITOS E DA PETROBRÁS

      A Central Única dos Trabalhadores convoca trabalhadores e militantes para um ato nacional em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da Petrobrás e da Reforma Política. O ato está marcado para o dia 13 de março, em todo o país, e exige o fim das Medidas Provisórias 664 e 665, editadas pelo governo federal em 30 de dezembro de 2014, e que alteram direitos dos trabalhadores.

       

      Além da garantia dos direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo de muitos anos de luta, o ato também tem como foco a defesa da Petrobrás, que sofre forte campanha de desvalorização pela mídia. A terceira bandeira é pelo Plebiscito sobre a Constituinte Exclusiva e Soberana para reforma do sistema político. "A CUT não deixará que os trabalhadores sofram o ônus de medidas fiscais pensadas para a economia. Também não permitirá que a Petrobrás, patrimônio do povo brasileiro, seja desconstruída por vontade de especuladores internacionais. Para defender os direitos de todos os brasileiros vamos às ruas!", afirma Vagner Freitas, presidente nacional da CUT.

       

    • TELEINFORMAÇÕES DIFICULTA NEGOCIAÇÕES

      Desde o início do ano, a Teleinformações não honra com o que prometeu e, como todos sabem, a empresa não vem pagando o vale-alimentação. Vale lembrar que a diretoria do Sinttel, em seu segundo Acordo Coletivo (2014), conquistou este benefício com o empenho de todos os trabalhadores.

       

      O compromisso era para que a empresa começasse a pagar o benefício no início de 2015, o que não ocorreu. O sindicato fez várias denúncias ao Ministério do Trabalho e a empresa foi intimada a prestar esclarecimentos à Justiça por diversas vezes. Finalmente, a empresa aceitou dialogar com o sindicato, mas - até agora - não aconteceu nenhum avanço considerável para os trabalhadores.

       

      Já aconteceram três reuniões e a Teleinformações se nega a cumprir o que foi acordado. O pior é tentar enganar o sindicato com propostas que só privilegiam a empresa a obter mais lucro. Uma das propostas apresentadas pela empresa foi reajustar os salários abaixo da inflação para quem recebe acima do piso, além de atrelar o pagamento do vale-alimentação a metas de vendas e outros indicadores.  Como se não bastasse, a Teleinformações ainda quer reduzir o valor do vale para R$ 2,50/dia algo que nem ao menos começou a pagar.

       

      “Não existe nenhum acordo com as diversas empresas do nosso segmento que adote tais práticas. Por isso, não abriremos mão desta conquista e vamos até as últimas consequências para garantir todo o retroativo e o pagamento imediato do vale-alimentação”, declarou o diretor jurídico do Sinttel, Carlos Eduardo Veras.

       

      Nesta quinta-feira (19), haverá mais uma reunião e a diretoria do sindicato espera que a Teleinformações tenha bom senso e apresente uma proposta que contemple as reivindicações dos trabalhadores. “O nosso recado já foi dado para os representantes da empresa: não aceitaremos nenhum reajuste abaixo da inflação e nem tão pouco o atrelamento a metas ou qualquer outra proposta para pagamento do vale-alimentação. Exigimos também o pagamento de todo o retroativo do vale”, concluiu Eduardo.

       

    • SINTTEL EM PROL DA LUTA CONTRA O PL 4330

      Às vésperas da votação do Projeto de Lei 4330, as centrais sindicais intensificaram a luta contra o Projeto de Lei 4330/2004, que precariza ainda mais as relações de trabalho e escancara a terceirização no Brasil.

       

      A proposta, bancada pelos empresários, está novamente na agenda da Câmara dos Deputados. Por determinação do presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), foi colocado na pauta de votação do dia 07 de abril.

       

      Para ampliar o debate sobre tema, na tarde desta quinta-feira (26/03), a CUT Pernambuco e as demais centrais sindicais (CTB, UGT, CSB, Força Sindical e Nova Central) participaram de Seminário sobre Trabalho e Terceirização no Brasil: Empregos x Precarização do Vínculo. O evento foi realizado no Sindicato dos Bancários de Pernambuco, no bairro da Boa Vista, centro do Recife.

       

      As palestras foram ministradas pela auditora-fiscal do Trabalho, Cristina Serrano; pelo desembargador do Tribunal Regional do Trabalho de Pernambuco, Fábio Farias; e pelo diretor da Contraf-CUT e integrante do Fórum em Defesa dos Trabalhadores Ameaçados pela Terceirização, Miguel Pereira.

       

  • Abril

    • OI PROMOVE MIL DEMISSÕES EM TODO PAÍS

      A diretoria da Fenattel se reuniu na tarde de ontem, em São Paulo, com a direção da Oi para discutirem os resultados da empresa em 2014 e o seu planejamento para 2015. A empresa não teve bons números no ano passado e o resultado líquido consolidado foi muito ruim (R$ 4.4 bi negativos).

       

      Do ponto de vista operacional, 2014 foi um ano perdido e o que salvou foi uma pequena melhora nos indicadores do último trimestre. “Nós insistimos que os erros de gestão não poderiam ser jogados nas nossas costas e que as mudanças na presidência e na diretoria, por óbvio, trariam problemas de descontinuidade administrativa”, ressaltou o presidente do Sinttel-PE e membro da Fenatttel, Marcelo Beltrão.

       

      O pagamento do Placar também foi cobrado e a empresa confirmou para o próximo dia 17 de abril. Apesar dos problemas acumulados em 2014, a Oi cumpriu o acordo do Placar na íntegra e os números oficiais indicam que é o melhor valor já pago de todo o setor de telecom.

       

      Com relação a este ano, a empresa assegurou que está tomando atitudes para retomar o caminho do crescimento. Em contrapartida, anunciou o desligamento de aproximadamente mil trabalhadores em todo o país (sendo metade somente no Rio de Janeiro). A direção da Fenattel rebateu afirmando que este formato de reestruturação poderia aprofundar ainda mais a crise e não o contrário.

       

      A direção da Oi alegou que existe uma sobreposição de pessoal e seria necessário um ajuste para reduzir o quadro dos atuais 18.000 para 17.000 trabalhadores. Para piorar, ainda afirmaram que por ser um número pequeno não fariam nenhum plano de incentivo.

       

      “Nós fizemos questão de falar que tratar bem do empregado é muito importante para o hoje e também para o amanhã de qualquer empresa e algum tipo de proteção social seria muito importante”, enfatizou Marcelo.

       

      Como forma de minimizar os inevitáveis problemas que sempre ocorrem nestes momentos, a diretoria da Fenattel formulou uma proposta para a Oi. No início da manhã de hoje, a proposta foi oficializada após o aval do presidente e atendeu parcialmente às nossas reivindicações. Confira abaixo a proposta final válida para todo país:

       

      - 4 meses de plano de saúde;

      - 3 meses de seguro de vida;

      - Pagamento do Placar junto com os demais trabalhadores em 17/04;

      - Adicional de 0,10 salários por ano trabalhado (além do já previsto no acordo coletivo e na legislação).

       

    • NOVE MOTIVOS PARA SE PREOCUPAR COM A

      NOVA LEI DA TERCEIRIZAÇÃO

      O número de trabalhadores terceirizados deve aumentar caso o Congresso aprove o Projeto de Lei 4.330. A nova lei abre as portas para que as empresas possam subcontratar todos os seus serviços. Hoje, somente atividades secundárias podem ser delegadas a outras empresas, como por exemplo a limpeza e a manutenção de máquinas.

       

      Entidades de trabalhadores, auditores-fiscais, procuradores do trabalho e juízes trabalhistas acreditam que o projeto é nocivo aos trabalhadores e à sociedade. Nesta terça-feira 7, a polícia reprimiu um protesto das centrais sindicais contra o projeto, em frente ao Congresso Nacional.

       

      Descubra por que você deve se preocupar com a mudança:

       

      1- Salários e benefícios devem ser cortados

      O salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos empregados formais, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).  No setor bancário, a diferença é ainda maior: eles ganham em média um terço do salário dos contratados. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, eles não têm participação nos lucros, auxílio-creche e jornada de seis horas.

       

      2- Número de empregos pode cair

      Terceirizados trabalham, em média, 3 horas a mais por semana do que contratados diretamente. Com mais gente fazendo jornadas maiores, deve cair o número de vagas em todos os setores. Se o processo fosse inverso e os terceirizados passassem a trabalhar o mesmo número de horas que os contratados, seriam criadas 882.959 novas vagas, segundo o Dieese.

       

      3- Risco de acidente deve aumentar

      Os terceirizados são os empregados que mais sofrem acidentes. Na Petrobrás, mais de 80% dos mortos em serviço entre 1995 e 2013 eram subcontratados. A segurança é prejudicada porque companhias de menor porte não têm as mesmas condições tecnológicas e econômicas. Além disso, elas recebem menos cobrança para manter um padrão equivalente ao seu porte.

       

      4 - O preconceito no trabalho pode crescer

      A maior ocorrência de denúncias de discriminação está em setores onde há mais terceirizados, como os de limpeza e vigilância, segundo relatório da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Com refeitórios, vestiários e uniformes que os diferenciam, incentiva-se a percepção discriminatória de que são trabalhadores de “segunda classe”.

       

      5- Negociação com patrão ficará mais difícil

      Terceirizados que trabalham em um mesmo local têm patrões diferentes e são representados por sindicatos de setores distintos. Essa divisão afeta a capacidade deles pressionarem por benefícios. Isolados, terão mais dificuldades de negociar de forma conjunta ou de fazer ações como greves.

       

      6- Casos de trabalho escravo podem se multiplicar

      A mão de obra terceirizada é usada para tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Casos como esses já acontecem em setores como mineração, confecções e manutenção elétrica.

       

      7- Maus empregadores sairão impunes

      Com a nova lei, ficará mais difícil responsabilizar empregadores que desrespeitam os direitos trabalhistas porque a relação entre a empresa principal e o funcionário terceirizado fica mais distante e difícil de ser comprovada. Em dezembro do último ano, o Tribunal Superior do Trabalho tinha 15.082 processos sobre terceirização na fila para serem julgados e a perspectiva dos juízes é que esse número aumente. Isso porque é mais difícil provar a responsabilidade dos empregadores sobre lesões a terceirizados.

       

      8- Haverá mais facilidades para a corrupção

      Casos de corrupção como o do bicheiro Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos. Em diversos casos menores, contratos fraudulentos de terceirização também foram usados para desviar dinheiro do Estado. Para o procurador do trabalho Rafael Gomes, a nova lei libera a corrupção nas terceirizações do setor público. A saúde e a educação pública perdem dinheiro com isso.

       

      9- Estado terá menos arrecadação e mais gasto

      Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários para empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado. Ao mesmo tempo, a ampliação da terceirização deve provocar uma sobrecarga adicional ao SUS (Sistema Único de Saúde) e ao INSS. Segundo juízes do TST, isso acontece porque os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais com maior frequência, o que gera gastos ao setor público.

       

      Fontes: Relatórios e pareceres da Procuradoria Geral da República (PGR), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e de juízes do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Entrevistas com o auditor-fiscal Renato Bignami e o procurador do trabalho Rafael Gomes

       

    • ATENÇÃO TRABALHADORES DEMITIDOS DA CONTAX

      O prazo para os trabalhadores demitidos sem justa causa ou a pedido solicitarem o recebimento da participação no lucros da Contax se encerra no próximo dia 13 de abril. Trabalhador, caso ainda não tenha solicitado, procure a empresa onde trabalhou e apresente documento escrito solicitando o benefício.

       

      Veja abaixo o valor e as condições para recebimento do benefício:

       

      - Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00;

      - Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de

      90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      - 50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      - Exclusos do recebimento do PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

       

    • SINTTEL REALIZA ASSEMBLEIA COM OS

      TRABALHADORES DA TELEINFOMRAÇÕES

      O Sinttel realizará nesta sexta-feira (17) de abril, assembleia de apreciação para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho da Teleinformações. As assembleias serão realizadas na sede do sindicato, na rua Afonso Pena, 333, às 10h e às 15h:30.

       

      Sua presença, como sempre, será muito importante.

      Participe! como sempre, será muito importante.

      Participe!

       

    • VEJA QUAIS DEPUTADOS VOTARAM A FAVOR DA TERCEIRIZAÇÃO

      A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira 22, por 230 votos a favor e 203 contra, emenda aglutinativa alterando alguns pontos do projeto que regulamenta a terceirização, o PL 4.330/04. A emenda manteve no texto-base a possibilidade de terceirizar a atividade-fim, o que permite que empresas possam subcontratar para todos seus setores de atividade.

       

      A emenda foi aprovada com apoio de partidos como, por exemplo, PSDB, PMDB, DEM, PSD e Solidariedade, entre outros, enquanto que PT, PCdoB, PSB, PV, PDT, Pros e Psol ficaram contrários à proposta.

       

      Os que continuaram votando a favor do PL 4330:

       

      Mendonça Filho (DEM) - Sim

      Kaio Maniçoba (PHS) - Sim

      Eduardo da Fonte (PP) - Sim

      Fernando Monteiro (PP) - Sim

      Fernando Coelho Filho (PSB) - Sim

      Bruno Araújo (PSDB) - Sim

      Jorge Côrte Real (PTB) - Sim

      Augusto Coutinho (SOLIDARIEDADE) - Sim

      Silvio Costa (PSC) - Sim

       

      Os que recuaram e, agora, votaram contra o PL 4330:

       

      Anderson Ferreira (PR) - Não

      Betinho Gomes (PSDB) - Não

      Carlos Eduardo Cadoca (PCdoB) - Não

      Daniel Coelho (PSDB) - Não

      Gonzaga Patriota (PSB) - Não

      Jarbas Vasconcelos (PMDB) - Não

      João Fernando Coutinho (PSB) - Não

      Luciana Santos (PCdoB) - Não

      Raul Jungmann (PPS) – Não

       

      Os que votaram contra o PL 4330 desde o início:

       

      Luciana Santos (PCdoB) - Não

      Ricardo Teobaldo (PTB) - Não

      Tadeu Alencar (PSB) - Não

      Zeca Cavalcanti (PTB) - Não

       

      Com informações da Carta Capital

       

    • CAMPANHA SALARIAL DOS PRESTADORES

      Aconteceu no último dia 27 de abril, em São Paulo, a primeira rodada de negociação para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho 2015/2016 das prestadoras de serviço em telecom. A campanha envolve trabalhadores da Huawei, Icatel, Nokia, EGS, Nesic e Alcatel, entre outras, com datas base em 1° de abril.

       

      Nesta primeira reunião, o sindicato patronal e as empresas apresentaram uma proposta indecorosa de reajustar em 4% os salários e os benefícios. A Comissão Nacional de Negociação das Prestadoras, que tem como um dos integrantes o diretor do Sinttel, José de Anchieta, recusou de imediato o que foi proposto pelos patrões.

       

      Na próxima rodada de negociação - que acontece nos dias 14 e 15 de maio -  o sindicato espera uma proposta digna e que atenda às reivindicações da categoria. Entre os itens da pauta estão: INPC integral mais 5% de aumento real, piso salarial por função, plano de saúde unificado extensivo aos dependentes, adicional de periculosidade de 40%, fim dos descontos e punições abusivas, entre outros.

       

      É importante ressaltar que as principais reivindicações dos trabalhadores são baseadas em reuniões realizadas em todo o país. Hoje, a conduta dos patrões é reduzir custos a qualquer preço para atender às pressões das operadoras. O trabalhador que se esforça diariamente não pode pagar por isso.

       

    • 07 DE ABRIL, DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O PL 4.330

      A CUT, Centrais Sindicais, Movimentos Sociais e populares vão à luta contra a aprovação do PL 4.330, do empresário e ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), hoje, apadrinhado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que libera a terceirização em todas as atividades empresariais.

       

      Dia 7, em Brasília, sindicalistas de vários estados vão ocupar o Congresso Nacional, para impedir a aprovação do PL 4330 que tira direitos dos trabalhadores, piora as condições de trabalho, saúde e renda. Em nossa pauta: Atos Públicos em todo o País para impedir a votação do Projeto de Lei 4330/04, da terceirização, e conscientizar a sociedade sobre o prejuízo que esse PL representa para a classe trabalhadora; os protestos também serão em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores, da Petrobrás e das reformas política e agrária, da democratização da comunicação e do combate à corrupção.

       

      No Recife, Ato Unificado, com concentração, a partir das 15h, no Parque 13 de Maio, em Santo Amaro/Recife. Sua presença é muito importante.

       

      Atualmente, 12,7 milhões de trabalhadores (6,8%) do mercado de trabalho são terceirizados. E os empresários querem ampliar ainda mais esse contingente de subempregados. O dossiê “Terceirização e Desenvolvimento: uma conta que não fecha”, produzido pela CUT em parceria com o Dieese, mostra que os terceirizados ganham menos, trabalham mais e correm mais risco de sofrerem acidentes, inclusive fatais. Em dezembro de 2013, os trabalhadores terceirizados recebiam 24,7% a menos do que os que tinham contratos diretos com as empresas, tinham uma jornada semanal de 3 horas a mais e eram as maiores vítimas de acidentes de trabalho. Dos 10 maiores grupos de trabalhadores em condições análogas à de escravos resgatados entre 2010 e 2013, 90% eram terceirizados.

       

      O que consta no PL 4330 e o que os empresários defendem:

       

      - Terceirização sem controle;

      - Acaba com a atividade Fim das empresas;

      - Terceirização no setor público de forma a acabar com o concurso público;

      - Não define responsabilidades nem solidária e nem subsidiária;

      - Fim das categorias profissionais;

      - Fim da CLT e do regime Estatutário;

      - Criação do regime PJ (Pessoa Jurídica);

      - Fim de todos os direitos sociais e trabalhistas com férias, 13º salário, licença maternidade entre outros;

      - Enfraquecimento da previdência pública. Trabalhador terceirizado não tem perspectivas de aposentadoria devido a alta rotatividade neste setor;

      - Condições de trabalho precarizante com alto índice de doenças e acidentes de trabalho.

       

      Nós queremos realmente regulamentar

       

      A CUT defende o PL 1621/2007, elaborado pela Central e encampado pelo deputado Vicentinho (PT-SP), que propõe a regulamentação da terceirização desde que haja igualdade de direitos entre terceirizados e efetivos (saúde, ambiente de trabalho, plano de saúde, tíquete refeição etc.), a proibição da terceirização na atividade-fim e a responsabilização da empresa tomadora de serviços, quando a terceirizada deixar de cumprir suas obrigações, como depositar o FGTS e pagar homologações.

       

      Vamos cobrar dos deputados federais e senadores de Pernambuco a dizer NÃO ao PL 4.330/2004, verdadeiro atentado à dignidade do trabalhador brasileiro! E por entregar direitos tão duramente conquistados pela sociedade brasileira, o PL 4.330/2004 deve ser integralmente rejeitado. É nosso dever dizer NÃO a este Projeto de Lei. Juntos somos fortes

       

    • PL 4.330 VEJA QUEM VOTOU CONTRA E A FAVOR

      O Projeto de Lei 4330/2004, que regulamenta a terceirização, foi aprovado nesta quarta-feira (8) por 324 votos a favor, 137 contra e 2 abstenções, pelo plenário da Câmara dos Deputados. Na próxima semana, serão votados os destaques para, então, o PL seguir para apreciação do Senado.

       

      No caso da aprovação do projeto de lei, as condições dos cerca de 12,7 milhões de terceirizados (26,8% do mercado de trabalho) vão piorar, além de ampliar a possibilidade de estender esse modelo para a atividade-fim, a principal da empresa, o que é proibido no Brasil. Fragmenta também a representação sindical e legaliza a diferença de tratamento e direitos entre contratados diretos e terceirizados.

       

      Vejam abaixo quem foram os deputados federais de Pernambuco que votaram sim ou não ao PL da terceirização:

       

      Anderson Ferreira             PR                 Sim

      Augusto Coutinho             Solidariedade  Sim

      Betinho Gomes                PSDB              Sim

      Bruno Araújo                   PSDB              Sim

      Carlos Eduardo Cadoca     PCdoB            Sim

      Daniel Coelho                   PSDB             Sim

      Eduardo da Fonte             PP                 Sim

      Fernando Coelho Filho       PSB               Sim

      Fernando Monteiro           PP                 Sim

      Gonzaga Patriota              PSB               Sim

      Jarbas Vasconcelos           PMDB             Sim

      João Fernando Coutinho    PSB               Sim

      Jorge Côrte Real               PTB                Sim

      Kaio Maniçoba                 PHS               Sim

      Luciana Santos                 PCdoB           Não

      Mendonça Filho                DEM              Sim

      Pastor Eurico                   PSB                Sim

      Raul Jungmann                 PPS                Sim

      Ricardo Teobaldo              PTB               Sim

      Silvio Costa                     PSC                Sim

      Tadeu Alencar                  PSB               Não

      Wolney Queiroz               PDT               Não

      Zeca Cavalcanti                PTB               Não

       

      Total Pernambuco: 23

       

    • 15 DE ABRIL, DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO CONTRA PL 4.330

      No dia 15 de abril, quarta-feira, em todo o país, todos os trabalhadores estão sendo convocados para paralisar suas atividades. Todos contra a terceirização sem limites! Vamos intensificar nossa luta e não deixar que acabem com os nossos direitos, como concurso público, férias, 13º salário, FGTS.

       

      Estamos diante de um verdadeiro retrocesso na história das conquistas da classe trabalhadora. Nesta semana, o projeto será submetido a emendas na Câmara dos Deputados e, posteriormente, encaminhado para o Senado. Em todo esse processo a CUT intensificará a luta e a pressão no Congresso e nas ruas. Considerando a gravidade da situação, conclamamos nossas bases para participar, neste 15 de abril, do Dia Nacional de Paralisação contra o PL 4330.

       

      As respostas da classe trabalhadora e dos movimentos sociais aos patrões serão nas ruas. Vamos parar o Brasil!

       

    • CAMPANHA NACIONAL UNIFICADA DAS PRESTADORAS

      A primeira reunião para renovação do Acordo Coletivo das prestadoras serviço (Icatel, Huawei, Nokia, Nesic e Alcatel) acontecerá no próximo dia 27 de abril. A data-base foi 1º de abril e as negociações envolverão dirigentes de todos os sindicatos do país. Pernambuco estará representado na mesa pelo diretor José de Anchieta

       

      O que queremos:

       

      - Aumento real de salário com valorização do piso salarial;

      - Melhoria no ambiente de trabalho, saúde e segurança do trabalhador

       

      Trabalhadores, fiquem atentos, pois maiores informações serão informadas após a reunião em nosso site e redes sociais.

       

    • DEBATES MARCAM O DIA 28 DE ABRIL

      Nesta terça-feira, 28 de abril, o auditório do Senac foi o palco de discussões sobre terceirização para lembrar o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. O seminário foi promovido pelo Movimento 28 de abril, que congrega várias instituições que atuam na área de saúde do trabalhador, entre eles a CUT, o Sinttel e diversos outros sindicatos.

       

      A programação do seminário começou com debate sobre a situação no setor elétrico, através da palestra “Terceirização e Morte na Celpe”, realizada por Alcedina Leal, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em seguida, a auditora Cristina Serrano, também do Ministério do Trabalho, abordou o tema: Terceirização, assédio moral e adoecimento nos call centers de bancos e teles.

       

      A atuação do Sinttel em denunciar as irregularidades contribuiu com fiscalização do MTE que resultou em uma pesquisa sobre as condições de trabalho dos funcionários da Contax. Entre 2013 e 2014, os auditores levantaram dados alarmantes e níveis epidêmicos de adoecimento com destaque para transtornos mentais, doenças osteomusculares, perda auditiva, distúrbios vocais e doenças do sistema urinário. Ao final do debate, o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão, recebeu a pesquisa das mãos de Cristina Serra.

       

    • NEGOCIAÇÕES DA REDE EXTERNA NÃO EVOLUEM

      Após duas rodadas de negociações, nada evoluiu. Os patrões continuam com o mesmo discurso das duas primeiras reuniões e nenhuma proposta do lado patronal foi formalizada com tantas lamentações. A diretoria do sindicato entende a atual situação financeira do país, mas os trabalhadores não podem pagar por isso.

       

      Devido à resistência do sindicato em não aceitar qualquer coisa, os patrões resolveram tirar do bolso a primeira proposta. Eles tiveram a capacidade de oferecer míseros 7% de reajuste nos salario e nos benefícios, assim como o não pagamento do PLR.  “É inadmissível aceitar uma proposta tão pífia. Da nossa parte colocamos que não era possível aceitar uma proposta muito abaixo do nosso pleito”, declarou o diretor do Sinttel, Eugênio Melo.

       

      Os patrões vão ter mais uma oportunidade de reverem sua proposta inicial na próxima reunião, que ficou marcada para o dia 13 de maio. Caso eles não apresentem uma proposta decente, não vai haver a menor condição de um acordo e uma greve geral não está descartada, a qual irá paralisar os serviços de telefonia do estado de Pernambuco.

       

      “Nós que damos o suor para que as prestadoras de serviço das operadoras tenham lucros precisamos ser recompensados. Não vamos engolir essa conversa fiada de crise e exigimos o pagamento do PLR”, finalizou Eugênio.

       

  • Maio

    • CECUT 2015, SINTTEL CONVOCA ASSEMBLEIA

      A diretoria do Sinttel convoca os trabalhadores para participarem da Assembleia Geral Extraordinária nesta terça-feira, dia 05 de maio, na sede do sindicato, a partir das 17h. Na ocasião, haverá um debate sobre as teses do 14º Congresso Estadual da Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CECUT-PE) e do 12º Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CONCUT), com análises da conjuntura política nacional e internacional; e as políticas organizativas e sindicais que orientam as ações da Central e suas entidades filiadas. Também será feita a escolha dos representantes que irão participar do Congresso.

       

    • COM O TEMA ASSÉDIO MORAL, SINTTEL PARTICIPA DE DEBATE

      O programa “Opinião Pernambuco”, realizado pela TV Universitária na noite de ontem (12), discutiu o tema “assédio moral” e foi apresentado por Andreia Rocha, que contou, ainda, com a participação dos seguintes convidados: Melícia Carvalho (Procuradora do MTE), Kaliani Rocha (psicóloga da UFPE) e do assessor de saúde e psicólogo do Sinttel, Maurício Barbosa.

       

      O conceito de assédio moral, sua repercussão na saúde do trabalhador e as consequências negativas foram alguns dos temas discutidos no debate. Conforme Maurício Barbosa, existem diversos casos de perseguições e sofrimento mental que, em sua grande maioria, acontecem no ambiente do call center. Outro fato interessante é que o assédio moral é mais frequente entre as minorias, como negros, homossexuais e gestantes.

       

       O sindicato tem lutado constantemente contra esse mal que tanto adoece os trabalhadores e ações são realizadas com o objetivo de conscientizar a categoria e encorajar as pessoas para denunciarem. Nossa diretoria de saúde tem se empenhado para atender a todos que são vítimas do assédio, oferecendo a devida orientação e o modo de como proceder nas diversas situações em que os trabalhadores são expostos.

       

      Vale ressaltar que o assédio moral é caracterizado quando a vítima é submetida a situações constrangedoras e humilhantes no ambiente de trabalho, além disso para se fazer a denúncia é importante que o trabalhador reúna provas, como testemunhas ou gravações. Lembrando que a legislação permite gravações entre o empregado e o empregador. Trabalhador, não fique refém do empregador e denunciar os abusos.

       

    • REDE EXTERNA TERÁ ASSEMBLEIA NESTA QUINTA-FEIRA ÀS 19H

      Desde o final de abril, a diretoria do sindicato se reúne com representantes das empresas de rede externa tentando encontrar um ponto de equilíbrio para renovar a Convenção Coletiva de Trabalho em boas condições.

       

      As lamentações dos patrões começaram desde o início que alegavam o momento muito ruim e que a situação das empresas contratantes está de mal a pior. Em todas as ocasiões, eles só falavam em crise e usaram isso para tentar justificar reajustes abaixo da inflação e até mesmo não-reajuste dos veículos. Muito menos pagar qualquer valor a título de PLR.

       

      Mesmo havendo alguma verdade no choro deles, o sindicato não aceitou que o peso da crise recaísse nas costas dos trabalhadores e as pressões foram muitas para que os representantes patronais recuassem e apresentassem uma proposta digna. Não foi nada fácil, mas com muito jogo de cintura por parte da diretoria do sindicato, os patrões tiveram que melhorar sua proposta anteriormente apresentada na mesa de negociação.

       

      Cabe, agora, a você, que trabalha na rede externa, decidir pela aprovação ou pela rejeição da proposta. A assembleia acontecerá na próxima quinta-feira (21), às 19h, no auditório do sindicato.

       

    • PPR 2014 RENDERÁ ATÉ 2,02 SALÁRIOS

      Os representantes da operadora TIM apresentaram à Comissão Nacional de Negociação dos Trabalhadores (Fenattel) o valor apurado no Programa de Participação nos Resultados (PPR/2014). Os números apresentados revelam que os trabalhadores conseguiram atingir as metas do programa.

       

      Ao todo, a média final foi de 106,48% significando pagamento de 2,02 salários de Participação nos Resultados e isso sem considerar os aceleradores individuais. Os números alcançados demonstram que os trabalhadores conseguiram ir além das metas e índices previstos.

       

      Explicando melhor

       

      Se os trabalhadores atingissem 100% do PPR isso daria em torno de 1,9 salários. Considerando os aceleradores individuais, os valores das duas parcelas somadas poderão chegar a 2,77 salários. Vale lembrar que a antecipação de 1,5 salário já foi paga em 30/11/2014.

       

      É importante considerar que o PPR integral é pago aos trabalhadores de acordo com os critérios de elegibilidade. Ficou definido que a data de pagamento da segunda parcela será em 29 de maio. Confira a seguir os valores a serem recebidos na segunda parcela sem considerar eventuais deduções do PPR do imposto de renda sobre a tabela vigente.

       

      DEMAIS ÁREAS

      1,27 superou amplamente as expectativas

      0,95 superou as expectativas

      0,74 atendeu às expectativas

      0,52 não atendeu às expectativas

       

      CALL CENTER

      1,27 salário nota média maior que 95

       

      1,06 salário nota média entre 90 e 94,9

      0,84 salário nota média entre 85 e 89,9

      0,74 salário nota média entre 80 e 84,9

      0,52 salário nota média abaixo de 80

       

    • OS REFLEXOS DA TERCEIRIZAÇÃO NO SETOR

      DE CALL-CENTER

      Na última reunião da Comissão Tripartite do setor de Teleatendimento, dia 19, em Brasília, no Ministério do Trabalho e Emprego, a Comissão da Fenattel (formada por dirigentes da entidade, e representantes de vários sindicatos do país) colocou na mesa um documento com dados do que representa a terceirização para os trabalhadores do teleatendimento em todo o país. Veja a seguir dois trechos do documento da Fenattel que evidenciam a grave situação do teleatendimento depois da terceirização.

       

      "(...) A partir de fatos, denúncias, pesquisas, atuação sindical de Norte a Sul do país, constatamos e podemos afirmar com certeza que a natureza da relação das empresas de teleatendimento (Call Centers) com seus clientes, dada a ingerência dos contratantes sobre o desempenho, metas e scripts para os empregados das contratadas, bem como a interferência direta na Gestão dessas empresas (contratadas), é a raiz do adoecimento e dos afastamentos dos teleatendentes do trabalho e que, perversamente, as empresas cortam direitos, PPR (Participação nos Resultados) dos que sucumbem, o que os obriga a trabalhar doentes.

       

      Para fazer valer as metas improváveis, a contratante impõe a presença de seus fiscais nos locais de trabalho da contratada. As consequências dessa prática estão nos efeitos da pressão psicológica e física sobre os teleoperadores, controle de tempo de ida ao banheiro, script de texto, metas abusivas, corte de direitos coletivos e benefícios, interferência nos atestados médicos públicos e privados, redução dos períodos de afastamento legal para evitar INSS e a estabilidade pós alta médica, constrangimentos a gestantes, assédio moral (haja visto diversas condenações no TST), atuação de back Office (escutas) e censura da análise entre outras condutas desumanas e que ferem as normas do trabalho decente (...)"

       

      A comissão tripartite é constituída de representantes dos trabalhadores (Fenattel e Sindicatos), Associação Brasileira de Telesserviço - ABT (representante das empresas) e Ministério do Trabalho e Emprego, que contou com vários representantes.

       

    • SINTTEL COMPROMETIDO NO COMBATE AO ASSÉDIO MORAL

      O Dia Nacional de Luta Contra o Assédio Moral - celebrado no dia 2 de maio - é mais um momento para ressaltar a importância do combate a prática no ambiente de trabalho e quanto os trabalhadores são vítimas deste tipo de agressão diariamente.

       

      O assédio moral sempre existiu, mas hoje é bem maior com a precarização das relações de trabalho. No assédio moral, a vítima é submetida a situações constrangedoras e humilhantes no ambiente de trabalho. As humilhações sofridas podem desenvolver doenças físicas e mentais, como estresse, doenças cardíacas, neurológicas, síndrome do pânico, depressão, entre outras.

       

      O setor de teleatendimento é um dos líderes em denúncias de assédio moral e a diretoria do Sinttel desaprova qualquer tipo de abuso cometido nas relações de trabalho. Não só nesta data, mas todos os dias. É preciso combater a conduta que, na maioria das vezes, é a política da empresa.

       

      O assédio é muito difícil de ser comprovado e isso acaba desestimulando as denúncias e os trabalhadores precisam ser instruídos para que seja comprovado o abuso. Pensando nisso, a diretoria do Sinttel esteve em frente às empresas para entregar cartilhas de conscientização sobre o mal que tal conduta provoca na saúde dos trabalhadores.

       

      O trabalho é meio e não fim de vida!

       

    • PLENÁRIA REALIZADA PELA CUT CONTA COM

      PARTICIPAÇÃO DO SINTTEL

      Na tarde de hoje (14), diversas entidades filiadas participaram de plenária sindical na sede da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE). O encontro teve como objetivo organizar a mobilização geral do dia 29 de maio: Dia Nacional de Paralisação e Manifestação contra a Terceirização e as Medidas Provisórias (MPs) 664/2014 e 665/2014, que alteram a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

       

      Com atual conjuntura ainda mais conservadora do Congresso Nacional é importante que a classe trabalhadora esteja unida contra qualquer tipo de retrocesso às leis trabalhistas. O Sinttel tem participado das mobilizações em apoio a defesa dos direitos que foram conquistados com muito esforço ao longo de todos esses anos.

       

    • IGUALDADE DE SALÁRIOS E BENEFÍCIOS

      Pela primeira vez este ano, a Comissão Nacional de Negociação da Fenattel reuniu-se com os representantes da Claro/Embratel para iniciar a negociação do Programa de Participação nos Resultados - PPR 2015.

       

      Até o ano passado, havia formas diferentes de negociação, mas a partir da fusão das empresas Claro e Embratel no Grupo América Móvil no Brasil não há por que negociar índices, reajustes e benefícios diferenciados.

       

      Mas essa não é a intenção dos representantes da empresa. Na negociação de 2014, a empresa firmou o compromisso de rediscutir os valores praticados no programa alimentação em abril de 2015, com objetivo de equalizar as diferenças. Porém, em relação ao vale refeição, ainda existem valores diferentes em vários estados brasileiros.

       

       Trabalhadores querem respostas

       

      A equiparação dos valores praticados nos benefícios (auxílios-alimentação, creche, reajustes etc) mais o PPR 2015 são prioridades para os trabalhadores. Esses foram os dois temas que a Comissão quis definir nesta primeira reunião.

       

      Os trabalhadores cobram soluções urgentes, pois convivem com as diferenças lado a lado. A empresa, por sua vez, não apresentou proposta para nenhum deles, alegando que ainda não tem definição, querendo ganhar tempo ou empurrar com a barriga.

       

      Entretanto, seus representantes apresentaram outras propostas para tentar equalizar algumas cláusulas dos acordos da Embratel e Claro. Para surpresa da comissão, todas as propostas eram para precarizar o que já existe hoje. A empresa quer unificar, mas por baixo e ganhar em cima do trabalhador de novo.

       

      De imediato, a comissão mostrou sua indignação sobre todos os pontos apresentados pela Claro/Embratel, acrescentando que todas as cláusulas dos acordos coletivos têm validade até 31/08/15 e que os sindicatos, juntamente com os trabalhadores, não aceitarão a PRECARIZAÇÃO que se está pretendendo.

       

      Quanto ao PPR e à equalização do vale refeição, a empresa informou que está discutindo internamente e que na próxima reunião programada para o dia 08 de junho apresentará uma contraproposta.

       

    • ENCERRADA A CAMPANHA SALARIAL DA REDE EXTERNA

      O auditório do Sinttel ficou lotado, na noite de ontem, com a presença de 510 trabalhadores de diversas empresas da rede externa que não deixaram de participar da assembleia de deliberação para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho(CCT) 2015/16. Diferente de outras assembleias, essa teve uma representação maior de mulheres.

       

      Depois de meses de negociações e de propostas rejeitadas, finalmente a negociação avançou e, por ampla maioria, a CCT foi aprovada. Mais uma vez, o esforço da diretoria do Sinttel foi decisivo para que os patrões recuassem e apresentassem uma proposta decente. Foram quatro rodadas de muita luta e negociação entre o sindicato e as prestadoras de serviços de rede (RM R2, Tecnomut, Serede, JCB e Protele), que resultaram em avanços significativos e ganhos reais para o trabalhador.

       

  • Junho

    • OI, VIVO E CLARO - IMPÉRIOS EM ASCENSÃO

      O processo de consolidação das três irmãs - Grupo Oi, Grupo Claro (Embratel, Net, Claro) e Grupo Telefônica (Telefônica do Brasil/Vivo e GVT) - avança celeremente, transformando essas operadoras em verdadeiros impérios. A receita da Vivo, por exemplo, está orçada em cerca de R$ 40 bilhões. Mas o impacto dessa consolidação, até aqui, tem sido negativo para os trabalhadores do setor, alvos de demissões em massa. O Mesmo cenário de demissões se repete na Oi e na Claro S.A. O que nos leva a questionar: qual a contrapartida social dessas consolidações?

       

      Em 1916, o então presidente da AT&T, Theodore Vail, dizia: "nós reconhecemos uma responsabilidade e um dever de nossa parte em relação ao público o que é algo diferente e maior que a obrigação de outras empresas de serviços públicos não tão entrelaçadas à vida cotidiana da comunidade."

       

      No entanto, 100 anos depois, parece que as operadoras de telecomunicações não se dão conta das suas enormes responsabilidades sociais. Não são apenas empresas para distribuir lucros aos seus acionistas, mas são a base de uma sociedade que tem na informação a sua principal mercadoria. Não há como pensar cultura, educação, trabalho, entretenimento sem pensar numa empresa de telecomunicações, principalmente na infraestrutura de banda larga.

       

      O Governo Federal deu um bom exemplo mantendo o orçamento do Banda Larga para Todos. E esperamos que isso signifique que as promessas de campanha da presidenta Dilma vão se tornar realidade:

       

      1) banda larga como infraestrutura estratégica e essencial para o desenvolvimento do país.

      2) velocidade de 25Mbps por acesso, com 90% de atendimento, basicamente através de fibras ópticas, em parceria com as atuais empresas operadoras num prazo de 4 anos.

      3) apoio à Telebrás para ser o braço do governo nas implantações, principalmente para os pequenos provedores e com intuito de regular a competição.

      A presença do engenheiro Jorge Bittar na presidência da Telebrás é uma expectativa muito positiva para que a empresa tenha um papel estratégico na universalização da banda larga no Brasil.

       

      A Campanha Banda Larga é um Direito Seu tem insistido com o Governo na necessidade da implantação de um fórum nos moldes do Fórum Brasil Conectado que possa estabelecer entre Governo, empresas e sociedade civil um debate sobre qual o melhor modelo para responder as demandas da sociedade.

       

      O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, tem um papel estratégico, pois ele pode convocar imediatamente o FBC, apresentar a proposta do governo e dialogar com a sociedade civil e as operadoras. Dessa negociação poderá surgir um novo modelo para as telecomunicações brasileiras, em particular para a banda larga.

       

      Leia mais em  www.institutotelecom.com.br

       

    • 14º CONGRESSO ESTADUAL DA CUT COMEÇA HOJE

      Começa hoje e vai até o próximo sábado, dia 13, o 14º Congresso Estadual (CECUT) “Educação, Trabalho e Democracia, Direito Não Se Reduz, Se Amplia”, em homenagem ao companheiro Manoel Santos, Mané de Serra, falecido recentemente. O CECUT acontecerá, no Centro de Formação e Lazer (CFL) do Sindsprev, na BR-101/Norte Km 12, Guabiraba, no Recife.

       

      Mais de 300 delegados devem participar do evento, sendo que 17 vão representar o Sinttel-PE. É importante salientar que todas as discussões acontece num momento oportuno para debater temas, como a terceirização e a ameaça à democracia. Com isso, os delegados vão sair mais enriquecidos para defender ainda mais classe trabalhadora.

       

      A abertura do evento será com presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas, às 19h, que fará uma análise de conjuntura juntamente com o secretário geral da entidade, Sérgio Nobre. A programação também contará com a participação de Carmem Foro (vice-presidenta da CUT Nacional) e de Jaci Afonso (secretário de Organização Sindical da CUT Nacional).

       

      O Congresso Estadual da CUT serve ainda de preparação para o 12º CONCUT, previsto para acontecer entre os dias 13 e 16 de outubro, em São Paulo.

       

      A expectativa dos dirigentes do Sinttel e que sejam traçados planos consistentes para que o movimento sindical saia fortalecido e retome a dianteira em defesa dos direitos dos trabalhadores.

       

    • VIVO, NEGOCIAÇÕES DO PPR

      No último dia 22, a Comissão Nacional da Fenattel se reuniu com os representantes da Vivo para discussão do PPR/2015.  As negociações não avançaram porque a empresa informou que ainda não foram definidas as metas corporativas. Os dirigentes sindicais cobraram rapidez nesta definição, pois os trabalhadores precisam saber quais serão as regras do PPR deste ano. Uma nova reunião está marcada para o dia 2 de julho.

       

    • ENTENDIMENTO SOBRE PLACAR 2015

      Após duas rodadas de negociação, a Comissão de Negociação da Fenattel chegou a um entendimento com a diretoria da empresa sobre o Programa de Participação nos Resultados (Placar 2015).

       

      As bases do programa que já contam com alguns anos de acúmulo e debates foram mantidas, mas foi possível avançar e mexer em dois pontos que causavam dificuldades ao conjunto dos sindicatos e à federação: O prêmio ser diferenciado por região do país e o Delta EVA.

       

      O primeiro nos causou uma dificuldade enorme este ano, que apesar do bom prêmio pago, o fez com uma grande variação por regional da empresa (em uma determinada região pagou 3,2 salários em outra pagou 2,2).

       

      Já o segundo sempre foi uma imposição dos acionistas e a comissão nunca concordou (até porque sempre foi muito difícil explicar o fato dele não poder ser calculado mês a mês como os demais indicadores e quase sempre causou surpresas desagradáveis).

       

      Após os debates e a insistência da comissão em tornar o programa verdadeiramente nacional e unificado, juntamente com o esforço em acabar com o Delta EVA, os representantes patronais cederam parcialmente e concordaram com parte importante das propostas.

       

      Assim, foi finalizado as negociações para definição do Placar 2015 com avanços significativos de aprimoramento do programa. O Placar 2015 contará com cinco indicadores unificados nacionalmente (veja abaixo) e os demais pontos do ano passado (como elegibilidade, data de pagamento etc.) estão mantidos. Encerrada as negociações, o Sinttel convoca os trabalhadores para participarem de assembleia nesta quinta-feira (11) às 14h, no auditório da empresa.

       

      -Dívida Bruta (peso de 30%);

      -Opex (peso de 30%);

      -Receita (peso de 15%);

      -Ebitda (peso de 15%);

      -Reclamações Anatel (com o peso de 10%).

       

      Demissões

       

      Apesar de não fazer parte da pauta, mas como os boatos de novas demissões têm circulado em vários estados, os dirigentes sindicais aproveitaram para cobrar uma resposta, a qual foi negada de forma taxativa esta probabilidade.

       

    • NEGOCIAÇÕES CLARO S.A.

      Na última rodada de negociação entre a Comissão Nacional da Fenattel e o grupo Claro S.A. (Embratel, Claro e NET), realizada entre os dias 9 e 11 de junho, em São Paulo, não aconteceram avanços nas negociações do reajuste do vale refeição e do PPR.

       

      A empresa não apresentou nenhuma proposta de reajuste para o vale refeição, como era esperado. Para o PPR da Claro e da Embratel foram apresentados valores diferentes de pagamentos e a comissão rejeitou de imediato.  O diretor do Sinttel e integrante da comissão, Gilberto Oliveira, disse que a proposta tem que ser uma só para todos os trabalhadores.

       

      Uma nova rodada de negociação está marcada para os dias 02 e 03 de julho.

       

  • Julho

    • SINTTEL PROMOVE PRIMEIRO ENCONTRO LGBT

      DA ENTIDADE

      Nesta terça-feira (30), o Sinttel promoveu o I Encontro sobre Saúde e Direito da População LGBT no Mercado de Trabalho. A abertura contou com a participação do presidente Estadual da Fundacentro, além dos representantes do Centro de Combate à Homofobia.

       

      O encontro reuniu diversas pessoas; entre eles, trabalhadores em teleatendimento, integrantes do movimento LGBT e de diversas outras categorias. Paula Danielly, diretora de saúde do Sinttel, abriu o evento e explicou a importância desta reunião de ideias e pessoas para a categoria, pois faz com que o debate acerca do tema se torne mais profundo, diário e tratado da maneira devida, pesando a legislação que afasta discriminações e o dever social de respeito ao indivíduo, seja quem for. O presidente da Fundação, Túlio Gadelha, acrescentou ao discurso que o encontro promovido pelo Sinttel é de extrema importância, pois o momento é de discussão e de inclusão da população LGBT no mercado de trabalho, sem quaisquer distinções.

       

      Na mesa de debates, os palestrantes se fizeram presentes por meio dos integrantes do Centro de Combate à Homofobia. Hugo Felipe, o coordenador, fez explicações quanto às definições de gêneros, sexualidade e a história das siglas que definem o público LGBT. Para a população LGTB em Teleatendimento é uma oportunidade de emprego tal qual para qualquer outro trabalhador que, de alguma forma, sente-se fora do padrão social.

       

      O Centro mantém contato com seu público-alvo por meio de ramal telefônico e de atendimento via web. Essa abertura dada às pessoas é o pontapé inicial para que denúncias sejam feitas e direitos sejam respeitados. É um trabalho em conjunto: o sindicato protege os direitos trabalhistas dos empregados, quem quer que sejam; o Centro faz seu papel social; e a própria população ganha voz na sociedade, seja por meio de seus representantes sindicais, seja por meio de entidades que têm como finalidade a extinção de atos discriminatórios, sejam nas ruas, sejam no ambiente de trabalho.

       

      Por sua vez, Laura Kerstenetzky, advogada do Centro de Combate à Homofobia expôs algumas decisões proferidas por juízes brasileiros concedendo danos morais a trabalhadoras transexuais que sofreram assédio moral devido à sua identidade de gênero, demonstrando que, embora ainda omissa a lei, o Judiciário está atento ao que ocorre.

       

      Para fechar o evento da forma mais concreta e ilustrativa do problema que foi o centro do debate, tivemos o depoimento da trabalhadora Heymilly, que contou sua difícil experiência no mercado de trabalho. Ela, diga-se, embora tenha sido premiada diversas vezes por sempre ter bons resultados na empresa, não era respeitada quando pedia para ser chamada pelo seu nome social; contou que, enfim, decidiu entrar com um processo contra a empresa por assédio moral.

       

    • ARRAIÁ DO SINTTEL 2015, SUCESSO DE PÚBLICO

      E ANIMAÇÃO

      O mês mais festejado em todo o Nordeste acabou e levou com ele o forró, as fogueiras, os fogos e toda aquela animação que tomou conta da região durante todo o mês de junho. Para encerrar os festejos juninos, os trabalhadores em telecom se esbaldaram no Arraiá do Sinttel 2015.

       

      A chuva que caiu durante todo o sábado não espantou os trabalhadores e não sobrou um espaço vazio dentro do Clube Internacional. Foram mais de 10 mil pessoas forrozando ao som da Banda Aquarius, Banda Capital do Sol, Banda Sedutora e do DJ Davi nos intervalos. A multidão não se cansou e a festa terminou com o dia já claro, como manda a tradição!

       

      Foi, sem dúvidas, uma das melhores festas promovidas pelo Sinttel e, por isso, as lembranças vão ficar na memória de cada um que participou da festa. Na lembrança e, é claro, nas imagens captadas pelo sindicato e por cada um que compareceu e fez questão de tirar fotos e selfies, onde não só apareciam os trabalhadores, mas a notória festa individual que, somada, fez do São João do Sinttel se abrilhantar por contar com a categoria mais animada. A diretoria agradece a presença de todos e ano que vem tem mais, trabalhadores.

       

      Nunca nos cansamos de dizer que a existência do sindicato não se resume à assistência prestada a todo e qualquer trabalhador. Estamos sempre dispostos a recebê-los quando assim for necessário. Mas não queremos parar por aí: a intenção do Sinttel é também de fornecer aos seus sindicalizados propostas de descontração, reunião de pessoas que, embora de empresas diferentes, estão ligadas pela mesma causa, pelo mesmo trabalho.

       

      É sempre bom ver os trabalhadores interagindo entre si e contando, no meio de todos, com os diretores e funcionários do Sinttel que, além de trabalharem duro pelas questões mais importantes relativas aos contratos de trabalho, também se empenham em levar felicidade para a vida de cada um.

       

    • DEVO, NÃO PAGO, FUI CLARO

      A CLARO insiste em não cumprir o compromisso de equalização do VR numa CLARA demonstração de DESRESPEITO aos trabalhadores e suas entidades de classe. Como condição para concluir o processo negocial e fazer aprovar sua proposta de Acordo Coletivo 2014/2015, a CLARO prometeu “rediscutir os valores praticados no programa alimentação em abril de 2015, com objetivo de equalizar as diferenças entre as regionais”.

       

      Assim, depois de manter o valor do VR dos trabalhadores da Embratel em R$ 29,95, trocando a não concessão de reajuste por um abono, o que levou apenas os trabalhadores da Claro em São Paulo para aquele patamar. Todos os demais empregados da Claro ficaram com valores abaixo de R$ 29,95. Firmou-se, contudo, o compromisso de acertar tudo em abril passado.

       

      Três meses e três reuniões de negociação depois a empresa insiste em desdizer o que disse antes, não honrando o compromisso assumido com os trabalhadores e formalizado em carta proposta.

       

      A Comissão Nacional de Negociação da FENATTEL e dos sindicatos filiados para a América Móvil, repudia com veemência essa postura desrespeitosa da CLARO para com seus trabalhadores, que já estão amargando com essa “esperteza” um prejuízo de até R$ 696,80. E em se confirmando a pretensão da empresa de continuar enrolando esse debate, o prejuízo só vai ficando maior até a data base (1º de setembro).

       

       A empresa precisa tratar seus trabalhadores com SERIEDADE e RESPONSABILIDADE, negociando com os representantes sindicais as formas de eliminar as diferenças de valores praticados em todo país.  Afinal, esse foi um compromisso assumido em assembleias com os trabalhadores, compromisso esse que exigimos que seja cumprido.

       

      Os trabalhadores da CLARO devem demonstrar toda sua indignação com a postura desrespeitosa da empresa. Este é o momento de cerrar fileiras, de mobilizar e acumular forças para a próxima campanha salarial, que promete ser das mais duras.

       

    • SINDICATO ESTREIA O SINTTEL MÓVEL

      A diretoria do sindicato iniciou uma ação que chega para ficar. É o Sinttel Móvel que irá até as empresas para atender as demandas do trabalhador, assim como prestar assistência jurídica, assistência à saúde, registrar denúncias, esclarecer dúvidas, promover ações de sindicalizações, entregar informes, panfletos, jornais e cartilhas.

       

      Os trabalhadores das empresas Provider e Tivit foram os primeiros a receberem a ação. Durante o dia inteiro, diretores e delegados do Sinttel esclareçam diversas dúvidas. A proposta é fazer um rodízio periódico de atendimento para ficar mais perto de você, trabalhador. Fique atento e participe conosco desta importante iniciativa de informação na defesa dos direitos da classe trabalhadora.

       

    • AMANHÃ É DIA DE SINTTEL MÓVEL

      O Sinttel Móvel é mais uma ação do sindicato para acompanhar o trabalhador ainda mais perto. Diretores vão ficar de PLANTÃO, em frente aos locais de trabalho, juntamente com uma equipe das áreas jurídica, saúde e comunicação para registrar denúncias e receber sugestões. ouvir e tirar suas dúvidas. Amanhã, o Sinttel Movél vai até à Teleinformações para ouvir e tirar as dúvidas dos trabalhadores. Trabalhador bem informado é consciente de seus direitos.

       

    • 04 DE JULHO - DIA DO TELEATENDENTE

      Diariamente, milhares de cidadãos/empregados/indivíduos trabalham falando ao telefone com pessoas em todo o Brasil, seja para vender produtos ou prestar atendimentos variados. Hoje, dia 04 de julho, comemora-se o Dia do Teleatendente e o Sinttel parabeniza todos esses companheiros e companheiras pelo seu dia.

       

      Assim, 4 de julho é a data oficial do trabalhador de teleatendimento. Neste dia, temos que comemorar e, principalmente, refletir sobre a necessidade de redobrar a nossa organização para lutar pela aprovação do Projeto Lei 2.673/07, do Deputado Jorge Brittar, que regulariza a profissão de teleatendente. Precisamos continuar fortes para que, juntos, continuemos avançando nas conquistas por melhores salários, condições de trabalho e fortalecimento categoria .

       

      É importante continuarmos firmes brigando contra o PL 4.333, que sob o pretexto de regulamentar a terceirização no país, acaba por legalizar a fraude e a precarização do emprego.

       

      Salve o Dia 4 de julho, Dia dos trabalhadores (as) em Teleatendimento!

       

    • AUDITÓRIO DO SINTTEL E PALCO DE OFICINA

      DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

      Tendo como objetivo capacitar representantes, organizações e grupos da sociedade civil, o Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom) realizou a Oficina da Mídia Democrática nesta última terça-feira (07).  A formação foi aberta ao público e aconteceu no auditório Sinttel e teve participação de pessoas interessadas na regulamentação dos artigos constitucionais que versam sobre radiodifusão no Brasil.

       

      Um dos principais assuntos abordados foi sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática, que faz parte da campanha “Para Expressar a Liberdade" e que pretende, entre outras coisas, proibir políticos com mandato de serem concessionários de rádio e televisão, estipular cotas de conteúdo local nas transmissões, além de garantir a complementaridade entre os sistemas público, estatal e privado de comunicação. Para que seja apresentado no Congresso Nacional, o projeto precisa reunir mais de 1,3 milhão de assinaturas em todo o Brasil.

       

      De acordo com a jornalista Cátia Oliveira, integrante do Fórum e do Coletivo Intervozes, o debate é importante para que mais indivíduos e entidades possam contribuir para fortalecer a luta pela democratização da comunicação.

       

      “Atualmente existe uma concentração de poder nas mãos de poucas empresas que controlam tudo o que é prejudicial à democracia. Precisamos nos conscientizar de que podemos e devemos fazer alguma coisa para mudar essa situação”, analisou o sociólogo Renato Feitosa, também integrante do Fopecom e do Centro de Cultura Luiz Freire.

       

      Na oficina, ainda foram definidos pontos e ações de coletas de assinaturas para a Lei da Mídia Democrática, assim como estabelecidas metas a serem atingidas nos próximos meses.

       

    • VIVO REVÊ POSIÇÃO E NEGOCIA PPR 2015

      Depois de várias rodadas de negociações, a Vivo finalmente teve o bom senso e apresentou os indicadores e as metas para o pagamento do Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PPR). Isso só foi possível devido ao empenho da Comissão da Fenattel em não aceitar atitudes unilaterais da empresa que a todo momento afirmava não ser possível realizar o pagamento.

       

      Em reunião realizada no dia 14 de julho, a empresa recuou e indicou que as regras para pagamento serão iguais ao do PPR anterior. O target será de 2,2 salários caso 100% das metas sejam atingidas, podendo chegar até 2,75 salários. A pedido da Comissão, a empresa apresentou os resultados do 1º semestre. Os números estão bastante razoáveis e próximos dos 100%. Mas, vale lembrar que o resultado final será fechado em 31 de dezembro.

       

      Com as negociações encerradas, a Vivo se comprometeu a realizar o adiantamento de 1 salário nominal no próximo dia 27. Já o pagamento do resultado anual acontecerá até o dia 31 de março de 2016.

       

    • HOMENAGEM DO SINTTEL AO COMPANHEIRO

      VITO GIANOTTI

      Na sexta-feira (24), o movimento social ficou órfão – ou mesmo sequer conseguimos denominar nosso sentimento de tristeza, porque Vito não era nossa cria: era justamente uma das figuras paternas que ajudava a conduzir nosso trabalho. Para isso, o vocabulário não nos dá uma palavra, mas o sentimento de perda independe de nomenclatura. O companheiro de luta, Vito Gianotti, nos deixou prematuramente e sem aviso prévio. Nascido na Itália, ele escolheu o Brasil para viver e lutar em prol dos trabalhadores. Aqui se firmou, se identificou e foi devidamente reconhecido em vida.

       

      Ao desbravar o país em defesa da comunicação, impulsionou a mídia em diversos sindicatos.  Foi operário, dirigente sindical, educador e comunicador popular. Nos últimos tempos, era coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), o principal centro de treinamento e produção em comunicação popular e sindical do país.

       

      Vito Giannotti foi um exemplo de generosidade, simplicidade, militância e de luta em favor dos oprimidos. Sua perda deixa um grande vazio para a defesa das lutas sociais. A diretoria do Sinttel lamenta sua partida tão repentina. Mas seu legado continua, vivo, tanto quanto sua presença que nos há de acompanhar ao longo do tempo. Como gostava de falar, sem censura e com bastante veemência: “A luta continua, porra!”. E continua. Obrigado, Vito.

       

    • SINTTEL PROTOCOLA DENÚNCIA NO MTE CONTRA TELEINFORMAÇÕES

      A Teleinformações não se cansa de descumprir os itens do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Tem sido assim desde que a empresa se instalou em Pernambuco para prestar serviço à Vivo. As coisas pareciam que iam melhorar depois que o primeiro ACT foi assinado, mas pouca coisa mudou e as reclamações só têm aumentado diariamente.

       

      A diretoria do Sinttel já se reuniu diversas vezes com os representantes da empresa para cobrar soluções, contudo obteve apenas promessas e nenhuma definição foi tomada para que os problemas fossem solucionados.

       

      Desde que o ACT deste ano foi fechado, a empresa se comprometeu em pagar os R$ 91,00 de vale-alimentação e, até agora, nada dos trabalhadores receberem o valor acordado. Já passamos da metade do ano e a Teleinformações ainda não pagou a parcela de R$ 9,10 que deveria estar sendo incorporada ao valor do vale até o fim do ano. Para piorar, a cada mês que passa o valor da recarga do vale-alimentação está baixando.

       

      Os problemas não param por aí

       

      Os trabalhadores que entram de férias não estão recebendo os pagamentos devidos, descumprindo o prazo previsto no artigo 145 da CLT.  Ainda conforme outras denúncias, a Teleinformações não disponibiliza o relatório de vendas realizadas pelos trabalhadores, assim como não vem realizando o respectivo pagamento da remuneração variável. As horas-extras também não estão sendo pagas e nem computadas no contracheque, descumprindo as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      O sindicato cansado das promessas por parte da empresa protocolou uma denúncia no Ministério do Trabalho e Emprego e uma mediação acontecerá no próximo dia 04 de agosto. Contamos com sua presença, trabalhador!

       

  • Agosto

    • PROVIDER NÃO CUMPRE SUAS OBRIGAÇÕES

      Em delicada posição há alguns meses e vendo a situação se agravar, não restou outra opção para Provider senão a de requerer judicialmente o deferimento do processamento de sua recuperação judicial.  A medida foi a saída encontrada pela empresa para não decretar falência e assim superar a crise que considera passageira, uma vez que vislumbra maneiras para se manter aberta.

       

      Tudo começou quando a empresa perdeu contratos importantes e deixou de receber os pagamentos por parte de alguns contratantes. O resultado disso foram diversas demissões tanto em Recife como em Caruaru. Os trabalhadores demitidos ou que pediram demissão ficaram sem receber as verbas rescisórias.

       

      Além desses, muitos outros problemas estão acontecendo. Pensando em encontrar uma solução para diminuir as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores, o Sinttel pediu uma definição para que o Ministério do Trabalho se pronuncie e uma mediação foi marcada para ser realizada nesta terça-feira (04).

       

    • SINTTEL ESCLARECE DENÚNCIAS AOS

      TRABALHADORES DA RM

      A diretoria do Sinttel vem recebendo denúncias graves de trabalhadores da RM que caracterizam assédio moral. As principais queixas dizem respeito a cobranças de supervisores referentes ao cumprimento de metas, realização de serviços que expõe o trabalhador a riscos quanto à segurança do trabalho, assim como erros de pagamentos nos contracheques das horas extras.

       

      Em relação ao cumprimentos das metas, os trabalhadores estão sendo pressionados a ultrapassar os resultados. Todo trabalhador sabe que é preciso alcançar sua meta, porém os supervisores alegavam que o horário de largada só aconteceria depois que essas metas fossem ultrapassadas. Todos sabem o quanto é perigoso para o trabalhador da rede realizar serviços em postes no período de chuvas e a supervisão da RM preocupada em alcançar os resultados negligenciava estes riscos.

       

      Esta semana em reunião com a RM foram apresentadas todas as denúncias para que a empresa tomasse um posicionamento. “É inadmissível que os trabalhadores corram riscos com a finalidade de atingir qualquer tipo de resultado”, enfatizou o diretor do Sinttel, Eugênio Melo.

       

      Já sobre as horas extras a empresa alegou que houve um erro de sistema, o que acabou gerando transtornos e alguns trabalhadores receberam menos do que deveriam. A RM garantiu que a correção destes valores ocorrerá ainda este mês.

       

      Depois de cobrar da RM soluções das denúncias, a diretoria do Sinttel se reuniu com os trabalhadores do setor oeste. O encontro também contou com a participação de um gerente da área. O representante garantiu que nenhum trabalhador deve submeter-se a nenhuma atividade que o coloque em risco.

       

      Só com a colaboração dos trabalhadores é possível que o sindicato cobre da empresa melhorias nas condições das trabalho.

       

    • VIVO-GVT, TRABALHADORES NÃO MERECEM TÃO POUCO

      Em reunião realizada no último dia 14 de agosto, a Vivo/GVT, manteve a proposta anterior para o PPR. Com a habitual ganância de lucrar em cima dos trabalhadores, ela quer pagar 0,25 de salário para os 11.500 trabalhadores da GVT. Para os demais 6.500, a empresa quer manter os mesmos targets do PPR/2014 que varia de 2,15 a 5 salários.

       

      Se os trabalhadores da Telefônica/Vivo receberam em julho/2015 um adiantamento de 1 salário, por que para o pessoal da GVT a proposta é bem inferior?

       

      Os patrões salientaram ainda que os trabalhadores que recebem o target de 0,25 salários também contam com o PIV e chegam a receber 4,40 salários durante o ano. Entretanto, tal informação não foi confirmada pelos trabalhadores, um vez que a grande maioria reclama que as metas são inatingíveis.

       

      Você, trabalhador, sabe quantas pessoas ganham 40% de uma salário por mês de PIV? Na mesa de negociação, o sindicato sempre se posicionou contra este modelo de PPR atrelado ao programa de variáveis (PIV).

       

      PIV – Programa de Incentivos Variáveis que a empresa oferece para quem vende produtos e serviços, assim como para área operacional que instala e dá manutenção. Ele envolve setores como lojas; atendimento e área operacional; relacionamento com clientes e áreas que estão ligadas à qualidade e à produtividade que alavancam os ganhos da empresa.

       

      PAD – Programa de Avaliação de Desempenho = PPR (Programa de Participação nos Resultados). Aplicado a todos os trabalhadores com target de salário linear. É um programa para dividir igualitariamente, em termos salariais, os resultados da empresa entre os trabalhadores.

       

      O sindicato vai lutar até o fim pela unificação dos targets para 2,2 salários, pois os trabalhadores da Vivo e da GVT já estão trabalhando juntos e fazem parte da mesma empresa. Uma nova reunião foi solicitada e o sindicato espera que a empresa tenha uma postura mais flexível.

       

    • CLARO EVITANDO REUNIÃO NACIONAL DE NEGOCIAÇÃO

      A FENATTEL e o Sinttel denunciam a situação inaceitável criada pela Claro que continua evitando realizar a reunião nacional que estava prevista para o primeiro trimestre e foi adiada por diversas oportunidades.

       

      Mesmo com a troca do RH, nada muda, porque a opção da empresa é a de tentar empurrar goela abaixo a sua gestão antissocial. Com isso, soma-se aos adiamentos sucessivos e a recusa de cumprir o que havia prometido no ano passado, que era a equalização do VA-VR.

       

      As empresas concorrentes já negociaram e até já pagaram as parcelas e adiantamentos aos seus empregados. O modelo da Claro é não marcar reunião de negociação para praticar uma concorrência desleal e tentar se viabilizar retirando recursos dos trabalhadores.

       

      O Sinttel aguarda o imediato agendamento da reunião adiada e, caso isso não ocorra na próxima semana haverá convocações de mesas redondas em todos os estados, além de avaliar possíveis denúncias ao MPT. Basta de desrespeito aos trabalhadores e aos dirigentes sindicais que os representam em todo país.

       

    • SINTTEL REALIZA SEMINÁRIO DE TELEATENDIMENTO

      Em evento promovido pelo Sinttel, dirigentes e delegados sindicais da entidade participaram do Seminário de Teleatendimento para discutir sobre as especificidades do setor. O tema da discussão foi Contribuições para construção da pauta nacional de reivindicações dos trabalhadores.

       

      O seminário aconteceu durante o dia inteiro, no auditório do SINDPD, e a abertura do evento foi feita pelo presidente do Sinttel-PE, Marcelo Beltrão. “Em Pernambuco, o setor de teleatendimento é formado em sua grande maioria por jovens. Nosso estado tem uma das maiores bases do país, por isso é muito importante trazer elementos que contribuam para que uma pauta de reivindicação contemple mais conquistas e busque melhorar os salários e as condições de trabalho”, destacou Beltrão.

       

      Com o intuito de aprofundar os debates, o evento contou com palestras apresentadas por profissionais que conhecem a fundo as questões pertinentes ao teleatendimento. Quem iniciou o seminário foi Jackeline Natal, supervisora Técnica do Dieese, que fez um panorama sobre a conjuntura econômica e os impactos na categoria de teleatendimento. Em seguida, foi a vez da advogada Gisele Menezes, que apresentou informações jurídicas relevantes para construção da pauta de reivindicações. Para encerrar, os dirigentes presentes tiveram a oportunidade de assistir à palestra ministrada por José Hélio, Educador - Fundacento/PE, que trouxe diversas reflexões sobre a necessidade de se criar mecanismos que contribuam para a garantia da saúde e segurança do trabalhador.

       

      Após as apresentações dos palestrantes, coube ao secretário geral da Fenattel, Luis Antônio Souza, a orientação dos trabalhos à tarde. O objetivo foi extrair dos delegados e dirigentes os pontos mais importantes que irão compor a pauta nacional de reivindicações. O seminário contou também com a participação de Antônio Toschi, assessor da Fenattel.

       

      A partir dos painéis técnicos apresentados, os delegados e dirigentes ficaram com a tarefa de construir eixos e linhas gerais para a formatação da pauta nacional de reivindicações dos trabalhadores em teleatendimento. “Na próxima campanha salarial, teremos que olhar com bastante cuidado para questões de adoecimentos nos locais de trabalho. Tenho certeza que os demais sindicato do país irão eleger este ano como o ano da saúde do trabalhador”, finalizou a diretoria do Sinttel, Danielly Morais.

       

    • VIVO-GVT, TRABALHO IGUAL PPR IGUAL

      No último dia 05 de agosto, a Comissão da Fenattel (da qual faz parte o diretor do Sinttel, Anchieta Couto) se reuniu com os executivos da Vivo/GVT para tratar do PPR/PAD 2015 dos trabalhadores da GVT.

       

      Os dirigentes foram enfáticos ao afirmar que não admitirão trabalhadores de 1ª e 2ª categorias na mesma empresa, visto que, de acordo com o próprio presidente, só existe uma empresa, a Vivo. Vale lembrar que ela é a operadora mais rentável do Brasil.

       

      O que veio por parte da empresa

       

      A Vivo/GVT com sua habitual ganância em aumentar o lucro dos seus acionistas propõe manter o mesmo modelo de PPR/PAD de 2014 em relação aos valores, ou seja, cerca de 10 mil trabalhadores da GVT receberiam nesta primeira parcela entre R$ 100,00 a R$ 115,00 aproximadamente. Isto é valor de PPR a ser pago pela maior operadora de telecomunicações do país?

       

      É importante ressaltar que o atraso das negociações se deve exclusivamente à empresa que, como nas negociações da Vivo, não apresentou as metas e objetivos para o ano de 2015. A Comissão da Fenattel endureceu as negociações e reivindicou que o PPR/PAD da GVT tenha, no mínimo, o mesmo target da Vivo, ou seja, 2,2 salários. Trabalhador da GVT, não se deixe enganar. Igualdade de direitos e garantia do princípio da isonomia: trabalho igual, PPR igual!

       

      Independentemente do andamento das negociações, o pagamento que é efetuado habitualmente em agosto deve ser mantido. Foi deixado claro para a empresa que os trabalhadores já contam com estes valores.

       

      Diante do impasse nas negociações e visto que a proposta da empresa está muito abaixo das reivindicações da categoria, uma nova reunião ocorrerá no próximo dia 14 de agosto.

       

    • SINTTEL DISCUTE DIRETRIZES PARA O ELACS

      Aconteceu, na tarde da última sexta-feira (14), uma reunião na CUT para discutir as diretrizes do 10º Encontro Latino-Americano e Caribenho de Sindicalistas (ELACS). A plenária teve como pauta apresentar o encontro que acontecerá entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro, no Rio de Janeiro. É a primeira vez que nosso país vai sediar o evento.

       

      O objetivo do encontro é compartilhar experiências em conjunto com os trabalhadores da América Latina e do Caribe para aprofundar os debates e discutir a redução dos direitos dos trabalhadores.

       

      Este é um momento em que os trabalhadores estão sentido o maior peso das medidas. Um exemplo disso é o Projeto de Lei 4330 que sob o pretexto de regulamentar a terceirização no país, acaba por legalizar a fraude e a precarização do emprego. O PL foi aprovado na Câmara dos Deputados ignorando uma consulta popular.

       

      A diretora da CUT e do Sinttel, Paula Danielly, participou da mesa e falou da importância desse encontro para a classe trabalhadora. “A nossa categoria é uma das mais prejudicadas com a terceirização mesmo com a conquista de alguns benefícios através do esforço do movimento sindical.  A CUT e o Sinttel estão juntos com os trabalhadores para tentar diminuir esses impactos na vida do trabalhador”, finalizou Danielly.

       

    • VIVO-GVT ANUNCIA NOVA REESTRUTURAÇÃO

      A Vivo/GVT apresentou ao Sinttel no dia 21 de agosto, o plano de reestruturação da empresa devido à compra da GVT. O RH da empresa informou que será preciso efetuar a eliminação de cargos duplicados.

      Para efetuar a redução necessária em seu quadro de trabalhadores, a empresa abrirá um Processo de Demissão Voluntária (PDV). Com o intuito de minimizar o impacto econômico dos trabalhadores envolvidos nesse processo, o sindicato negociou um pacote de benefícios:

       

      Indenização adicional para Telefônica/VIVO/GVT

       

      TEMPO   DE CASA (anos)                               Nº SALÁRIOS

      0-5                                                                   1

      6-9                                                                   2

      10-14                                                                3

      15-16                                                                5

      17-18                                                                6

      19-20                                                                7

      21-22                                                                8

      23-24                                                                9

      ACIMA DE 25                                                      10

       

      Para Trabalhadores origem Telefônica/VIVO

      - Plano de Saúde: Extensão de 120 dias da assistência médica/odontológica

      - Doação do aparelho celular

      - Não desconto do valor residual do auxílio alimentação

       

      Para Trabalhadores origem GVT

      - extensão até 30 de setembro/15 da assistência médica/odontológica

      - Não desconto do valor residual do auxílio alimentação

       

      O período para inscrição é de 25 a 26 de agosto. Mais informações serão divulgadas pela empresa. Vale lembrar que cada caso será analisado pelo RH, o pedido poderá ou não ser aceito e todos receberão uma resposta sobre a solicitação.

       

      O sindicato, por princípio, é contra demissões. Entretanto, diante de um processo irreversível como a fusão de empresas, na qual há sobreposição dos cargos, buscou ao máximo uma alternativa para abrandar o impacto na vida dos trabalhadores.

       

    • FENATTEL LUTA PELA REGULAMENTAÇÃO DA

      PROFISSÃO DE TELEATENDENTE

      A luta dos trabalhadores em telecom pela regulamentação da profissão de teleatendente foi intensificada a partir do 4º Congresso Nacional da FENATTEL, realizado em São Paulo em 2013.

       

      Depois de sete anos parado no Congresso Nacional, na comissão de Ordem Econômica, o PL 2673/2007 (de autoria do Dep. Jorge Bittar PT- RJ) foi alvo de um abaixo assinado nacional que reuniu mais de 130 mil assinaturas em todo país.

       

      As assinaturas foram impulsionadas por uma intensa coleta em Pernambuco, Bahia, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Santa Catarina. Na ocasião, o então presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), recebeu a delegação da FENATTEL, coordenada pelo presidente Almir Munhoz, e oficializou a entrega do abaixo assinado aos líderes dos partidos.

       

      Designado o Relator, duas conquistas foram alcançadas no ano de 2014 com a aprovação na Comissão de Ordem Econômica, depois de sete anos, e a entrada na Comissão de Constituição e Justiça, onde o então relator, deputado Eli Correa Jr, deu parecer favorável.

       

      Este ano, nova legislatura, e a FENATTEL através da Diretora Executiva de Teleatendimento, com companheira Iara Martins, atuou com firmeza e habilidade junto aos deputados desta Comissão e o novo relator, Valmir Prascidelli (PT-SP), confirmou o voto favorável e garantiu a entrada do PL na pauta.

       

      Na quinta feira (20), mais uma etapa foi concluída, de uma luta que ainda não terminou. Foi aprovado o projeto que regulamenta a profissão de teleatendente a jornada e as condições de trabalho. O PL irá beneficiar milhares de trabalhadores em todo o país que enfrentam péssimas condições de trabalho.

       

      Agora, o PL segue para o Senado, onde a diretoria da FENATTEL e do Sinttel vão se empenhar para sensibilizar os parlamentares para o gigantesco alcance social do projeto que poderá melhorar a vida de mais de um milhão de jovens no país inteiro.

       

  • Setembro

    • PROVIDER DESCUMPRINDO OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS

      Já passamos da metade do ano e a situação da Provider está piorando a cada dia. Não é novidade para ninguém que a empresa não honra com as obrigações trabalhistas e muito menos com o que foi acordado com o sindicato.

       

      A Provider é uma das empresas terceirizadas que prestam serviço ao Governo do Estado responsáveis pelo atendimento na FUSAM. Como é de conhecimento de todos, trabalhadores terceirizados de setores como segurança, educação e saúde estão cobrando que o governo pague os contratos firmados com as empresas que prestam serviços.

       

      Mais uma vez, os trabalhadores procuraram a diretoria do Sinttel para relatar denúncias referente aos atrasos no pagamento dos salários e benefícios, não recolhimento de FGTS, entre outras obrigações trabalhistas. O SINTTEL protocolou denúncias no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e entrou com um pedido de mediação para que a empresa dê explicações.

       

      Na segunda-feira (31), a Provider compareceu à mediação no Ministério do Trabalho e Emprego e confirmou que não tem condições de realizar o pagamento porque está aguardando a quitação dos contratos por parte do governo do Paulo Câmara (PSB). Os representantes da empresa afirmaram que uma reunião aconteceria na terça-feira (1º) e que esperavam sair com solução para o entrave.

       

      Amanhã às 10h, o sindicato se reunirá com os trabalhadores para discutir o encaminhamento dessas questões, assim como uma deliberação de uma greve. Para que os trabalhadores não fiquem desamparados. O Sinttel oferece suporte jurídico para os associados que entram com ações judiciais. Os trabalhadores junto com o sindicato exigem o cumprimento das obrigações trabalhistas da Provider, afinal a responsabilidade direta é do tomador de serviço.

       

    • VIVO-GVT, NEGOCIAÇÕES COMEÇAM E EMPRESAS

      SINALIZAM DIFICULDADES

      A Comissão Nacional de Negociação da Fenattel iniciou as negociações do Acordo Coletivo 2015/2017. As reuniões aconteceram no último dia 15 e 16 de setembro. Como já era esperado, as empresas mostraram um cenário de dificuldades em todos os aspectos nessa primeira rodada.

      Fazendo referência a uma crise que não é dela, pois no primeiro semestre os seus resultados foram positivos, os representantes da empresa não economizaram em apontar diversas dificuldades com o intuito de criar um cenário bastante desfavorável e desastroso para justificar um acordo ruim para os trabalhadores/as.

       

      Não é nenhum segredo que hoje a Vivo conta com 106, 4 milhões de acessos e uma receita operacional líquida que subiu 5,4%, atingindo R$ 10,4 bilhões.

       

      A Comissão enfatizou, também, que os responsáveis pela façanha da Nova Vivo, que é um verdadeiro poderio das telecomunicações, são os diversos trabalhadores e trabalhadores que diariamente contribuem para seu crescimento.

       

      “É importante lembrar que foi a Vivo que comprou a GVT e, portanto, não aceitamos nenhum tipo de precarização no Acordo Coletivo deste ano, sem esquecer que nosso pleito é que o nivelamento das cláusulas seja feito com base no acordo que ofereça as melhores condições”, relatou o diretor do Sinttel, Anchieta Couto.

       

      A pauta de reivindicações é composta por 105 cláusulas que foram debatidas durante as reuniões. As conformidades foram as mínimas possíveis. Com isso, novas reuniões foram agendadas para 29 e 30 de setembro.

       

      A Comissão de Negociação e os trabalhadores não desistirão em lutar para conquistar um Acordo Coletivo vantajoso para a categoria.

       

      Vale lembrar que em 2015 ainda teremos acordos separados, pois a fusão do CNPJ está prevista para ocorrer em abril de 2016.

       

      VAMOS LUTAR POR UM ACORDO DECENTE.

      JUNTOS SOMOS FORTES!

       

    • PROVIDER, TRABALHADORES EM ESTADO DE GREVE

      Antes do ato programado pelo Sinttel para acontecer na manhã desta quarta-feira (02), a Provider entrou em contato com a diretoria do sindicato na tentativa de evitar uma greve. A empresa informou que teve uma longa reunião com o Governo do Estado, o qual garantiu o pagamento dos valores atrasados do contrato da FUSAM até o próximo dia 11 de setembro.

       

      Com isso, a empresa garantiu ao sindicato que até o fim desta quinta-feira (03) os pagamentos em atrasos serão realizados. O sindicato realizou assembleia para repassar as informações dadas pela empresa e, na ocasião, recebeu a confirmação por parte dos trabalhadores de que os benefícios já haviam sido efetuados, porém a empresa ainda está em débito com os salários de julho e agosto.

       

      Os trabalhadores com a participação do sindicato decidiram decretar estado de greve, isto é, se até o fim desta quinta-feira, a Provider não cumprir com suas obrigações trabalhistas a greve será instaurada de fato. O sindicato também não vai aceitar que a empresa desconte os dias em que os trabalhadores estiveram mobilizados para exigir o pagamento dos salários e benefícios.

       

      A diretoria do Sinttel está junto com o trabalhador para garantir os seus direitos e não vai mais aceitar nenhuma desculpa da empresa para não honrar com seus compromissos. Se até a última hora do dia 03 de setembro, o valor não estiver depositado corretamente na conta de cada trabalhador a greve estará instaurada. A Provider precisa aprender de uma vez por todas que não são os trabalhadores que devem pagar a conta por causa da sua má administração.

       

  • Outubro

    • PREPARE-SE QUE A BOLA VAI ROLAR

      Trabalhadores das mais diversas empresas jogando de lado a lado, em uma competição que pretende estimular a prática esportiva e, ao mesmo tempo, promover um momento de integração. Esta é a 6ª edição do Torneio de Futebol Society do Sinttel

       

      Reúna já os colegas para participar deste torneio que promete ser um dos melhores e mais animados dos últimos anos! Forme também a sua torcida! Serão dois dias de intensa disputa, com espírito desportivo, descontração e muita festa.

       

      Como em todas as edições anteriores ao torneio, as fichas de inscrição devem ser enviadas para o e-mail: sinttel-pe@uol.com.br (baixe o link abaixo e pegue sua ficha). A inscrição deve constar o nome do responsável pela equipe e o número de telefone. As regras são iguais a do ano passado e cada equipe deve ter no máximo 10 jogadores inscritos. É importante ressaltar que as inscrições só estarão validadas após recebimento de e-mail de confirmação. As regras são iguais a do ano passado e cada equipe deve ter no máximo 10 jogadores inscritos.

       

      O torneio acontece nos dias 22 e 29 de novembro, na quadra society do Clube Internacional. Para maiores informações entre em contato pelo telefone 3320-8666, pelo facebook e pelo whatsapp (81) 971157216. As inscrições começam no dia 30 de outubro e se encerram dia 13 de novembro. As tabelas serão disponibilizadas a partir do dia 17 de novembro.

       

    • VIVO-GVT, REPÚDIO À FORMA DE NEGOCIAR

      Dando continuidade às negociações, dirigentes de diversos sindicatos do país se reuniram com a Vivo/GVT no último dia 15 de outubro. A reunião começou com os representantes da empresa querendo dar as cartas ao empurrar sua vontade goela abaixo dos sindicalistas.

       

      De forma arbitrária, a corretora TCS (Telefônica Corretora de Seguros) unilateralmente informou à ABET, gestora do PLAMTEL, que este não seria mais o plano de saúde da Telefônica/Vivo dos trabalhadores de São Paulo.

       

      Além da iminente perda de qualidade do plano médico, que é o benefício mais valorizado pelos trabalhadores por assegurar uma boa assistência para suas famílias, a forma de atuação da Vivo nessa questão foi deprimente e traiçoeira, pois foi feito à revelia do Sindicato.

       

      Diante disso, a bancada sindical de São Paulo se retirou da reunião e foi solidariamente acompanhada pelos sindicatos dos demais estados do Brasil, entre eles o Sinttel-PE. As negociações foram suspensas e os dirigentes exigiram da empresa esclarecimentos sobre o assunto. A próxima reunião está agendada para terça-feira, 20 de outubro.

       

      Não permitiremos que mexam em nossos direitos

       

      Trabalhador, temos de resistir a esse ataque aos nossos direitos. Precisamos nos mobilizar e protestar contra essa atitude arrogante e descabida. Qualquer atitude antissindical é repudiada pelo sindicato. O Sinttel juntamente com os trabalhadores exigem da Vivo garantias legais de transparência e compartilhamento de todas as questões que envolvem os mais de 35 mil funcionários. Aguardem novas informações do Sinttel.

       

    • SINTTEL-PE NO ENCONTRO NACIONAL DE TELEOPERADORES

      Entre os dias 06 e 08 de outubro, aconteceu o 1º Encontro Nacional dos Teleoperadores, em Atibaia, São Paulo. O evento, organizado pela Fenattel (Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecomunicações), reuniu dirigentes dos sindicatos de telecomunicações do Brasil filiados à federação, entre eles representantes do Sinttel-PE.

       

      No primeiro dia, a diretoria executiva da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações deu início à Assembleia Geral da Fenattel 2015 com o Seminário de Negociação Coletiva.

       

      As discussões do dia 07 ficaram em volta do setor de teleatedimento e teve a participação da auditora do trabalho de Minas Gerais, Odete Cristina Pereira Reis, que apresentou dados sobre auditoria realizada em empresas de teleatendimento e ainda falou sobre a terceirização, jornada de trabalho e as diversas irregularidades encontradas no setor. Em seguida, o representante da UNI Américas, Alan Sable parabenizou o grupo pela organização dos sindicatos e ressaltou que o Brasil está à frente da organização dos teleoperadores no mundo.

       

      Ainda no segundo dia do encontro, os sindicalistas apresentaram os itens definidos nos seminários estaduais realizados nos meses de setembro e outubro. As pautas regionais foram debatidas até a construção de um documento nacional.  A formação de uma pauta única terá força nas negociações por melhores condições de trabalho e, com isso, vai evitar o jogo sujo de algumas empresas que mudam de estado para pagar menores salários.

       

      O próximo passo da campanha salarial nacional será levar a pré-pauta nacional para a aprovação dos trabalhadores em assembleias estaduais. Após esta etapa, a pauta será entregue para as empresas e as negociações terão início. As principais bandeiras de luta, além de aumento real, são: igualdade de salários e condições de trabalho, PPR digno, fim do assédio moral e sexual e o fim da alta rotatividade.

       

      Com o tema “Unir, resistir e mobilizar para garantir conquistas sociais em defesa da democracia e do estado de direito”, a assembleia da Fenattel elegeu a nova diretoria da entidade no último dia do encontro. O presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão, será o diretor de comunicação da federação e terá como suplente Anchieta Couto também diretor do sindicato.   Foi apresentado ainda o Programa Nacional de Lutas para os próximos quatro anos do setor de telecomunicações.

       

      A federação aprovou também uma moção de apoio à democracia e à governabilidade, onde é contra qualquer tentativa de golpe. Também consta no documento a posição contrária da Federação ao ajuste fiscal do governo. Além disso, aprovou moção de repúdio ao Programa Zorra Total, da TV Globo, que ridiculariza a função do teleoperador, que, na realidade, tem uma rotina exaustiva e cheia de pressão, assim como uma moção de apoio aos auditores fiscais do trabalho.

       

    • CLARO-EMBRATEL, PROPOSTA DE PPR APROVADA

      No último dia 29 de setembro, a diretoria do Sinttel realizou assembleia de apreciação do PPR/2015 com os trabalhadores da Claro e da Embratel. A votação foi secreta e, por ampla maioria, a proposta foi aprovada.  Assembleias também foram realizadas nos demais estados filiados à FENATTEL.

       

      A base de cálculo para o adiantamento do PPR/2015 será o salário base de 30 de junho de 2015. A seguir os avanços conquistados:

       

      - Aumento do adiantamento de ½ para 1 salário;

      - Fim da regionalização, ou seja, a possibilidade de ganhos será igual para todos trabalhadores;

      - A meta global não prejudicará as metas específicas (unidade/área), ou seja, as metas serão independentes;

      - O pagamento da primeira parcela do PPR será paga em 7 de outubro;

      - Inclusão de pagamento proporcional para os trabalhadores que pedirem demissão

       

      A Comissão da Fenattel informou aos representantes da empresa que para o PPR/2016 todas as diferenças deverão ser equalizadas, bem como melhorar os targets e os itens de elegibilidade. O objetivo é que nenhum trabalhador seja excluído e todos tenham os mesmos direitos.

       

    • TIM NÃO PROPÕE REAJUSTE

      Acabou agora a pouco mais uma reunião que seria de negociação salarial, pois a direção da TIM apresentou uma proposta indecente. Já aconteceram outras reuniões e, nem de longe, a empresa demonstrou interesse em reajustes decentes.

       

      Só para que fique claro, a TIM manteve o atual acordo da forma que está, ou seja, sem nenhum mísero reajuste e, para piorar, a validade seria por mais um ano. Isso mesmo, não haverá reajuste nos salários, nem nos tíquetes e nem no auxilio creche etc. Absolutamente nada! Foi proposto também a renovação dos aparelhos celulares em novembro e o adiantamento de 1,5 salário à título de PPR em dezembro.

       

      É um absurdo a TIM apresentar uma proposta desta e a última tentativa de melhorá-la será no próximo dia 05 de novembro, quando acontecerá mais uma reunião. Porque se não melhorar, a gente vai parar.

       

    • O SINTTEL E VOCÊ JUNTOS NESSA CAMPANHA

      Para lembrar a importância da prevenção ao câncer de mama, uma doença que - infelizmente - ainda mata muitas mulheres, a direção do Sinttel vai até à porta das empresas em apoio à campanha Outubro Rosa.

       

      O mês de outubro é marcado pela cor rosa e a iniciativa nasceu do movimento internacional que é realizado em vários países com o objetivo de chamar a atenção para a prevenção ao câncer de mama e estimular a participação da população, empresas e entidades.

       

      São mais de 50 mil casos da doença registrados por ano só no Brasil. O papel do Sinttel, como entidade, ao apoiar a campanha, é chamar atenção sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.

       

    • VIVO-GVT CRIA DIFICULDADES NAS NEGOCIAÇÕES

      Na segunda rodada de negociações, a Vivo/GVT apresentou uma proposta para o Acordo Coletivo 2015/2016 que está muito abaixo das expectativas dos trabalhadores e do porte de uma grande multinacional.

       

      A proposta de 6% não repõe o poder de compra dos salários corroídos pela inflação de quase 10% ao ano — a serem aplicados somente em janeiro/2016 e com faixas salariais. Esse reajuste será apenas para quem ganha até R$ 4.000,00. Aqueles que ganham acima disto terão um valor fixo de R$ 240,00.  Essa pífia proposta causa achatamento salarial, perda do poder de compra e transferência de renda dos assalariados para os acionistas. Simples assim!

       

      A empresa ainda prevê congelamento do vale--refeição para os trabalhadores administrativos da Vivo, bem como reajuste de 6% para os demais trabalhadores a partir de janeiro/2016. É de conhecimento de todos o quanto está mais caro para alimentar-se fora de casa.

       

      O presidente da Vivo afirmou à revista Exame de 28/09 que: “temos que capturar o que há de melhor nas duas companhias”. Os 38 mil trabalhadores ficam felizes com essa preocupação da empresa e esperam que isso também seja aplicado nos salários, benefícios e condições de trabalho.

       

      A FENATTEL reivindica que todos os trabalhadores sejam tratados de forma igualitária. Afinal, foi isso que declarou o presidente da Vivo na mesma entrevista: “Hoje já somos uma organização sob um único comando e com metas e objetivos comuns e claros para todos”.

       

      Os sindicatos têm a consciência que vivemos um processo complicado de fusão de duas grandes empresas. Além disso, o Brasil atravessa uma crise que atinge a economia e muito dela tem natureza de um ataque especulativo. Porém, o setor de telecomunicações não foi afetado como os setores produtivos e a Vivo tem condições de apresentar uma proposta que valorize seus trabalhadores.

       

      Para evitar qualquer tentativa de precarização, é muito importante que os trabalhadores fiquem unidos e mobilizados com o sindicato. Não dê ouvidos a boatos! Siga a orientação do sindicato.

       

  • Novembro

    • TIM APRESENTA CONTRAPROPOSTA

      Na última terça-feira (24), as negociações entraram pela noite na sede da TIM, no Rio de Janeiro. Após seis rodadas de negociações, a empresa finalmente saiu de sua inércia ao reformular seu posicionamento e avançar em sua contraproposta para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      Como proposta final a TIM apresentou um posicionamento que mesmo sem atender por completo as reivindicações da Fenattel e dos sindicatos, tem condição de ser levado às assembleias, nas quais os trabalhadores terão a palavra final. A grande maioria dos empregados (que recebem até R$ 4.000,00) terão reposição integral do INPC, ou seja, 9,88%. Vale destacar que os bancários obtiveram praticamente a mesma coisa, na mesma data-base, com uma greve de 20 dias.

       

      O reajuste será aplicado no salário de dezembro e a empresa pagará também um abono de 60% do salário em 15 de dezembro e mais 50% em 15 de janeiro. Na segunda semana de dezembro, serão pagas a antecipação do PPR (1,5 salário) e o 13º salário corrigido.

       

      Já em relação ao vale-alimentação será corrigido em 10% com pagamento retroativo à 1º de setembro. O auxílio-creche será reajustado em 11% e chegará a R$ 350. O auxílio PNE aumentará para R$ 600. Metade do 13º de 2016 será pago antecipadamente para todos os empregados em fevereiro. A troca dos aparelhos celulares será realizada até o dia 20 de dezembro.

       

      Os trabalhadores com salários superiores a R$ 4.000,00 não terão seus salários reajustados neste momento, entretanto terão 02 abonos compensatórios importantes (1 de 60% do salário em 15 de dezembro e outro de 01 salário em 15 de janeiro.

       

      Esforço foi para avançar mais

       

      “Não faltou esforço da nossa parte para conseguirmos um percentual de reajuste para os trabalhadores que recebem salários superiores à R$ 4.000,00, mas, neste caso, terminamos conquistando um abono equivalente à 1,6 salário”, disse o presidente do Sinttel e integrante da comissão, Marcelo Beltrão. Foi confirmando ainda um acordo de voltar à mesa de negociações em abril do próximo ano para rediscussão de um percentual de reajuste salarial para este grupo.

       

      ASSEMBLEIA, na próxima quinta-feira, 03 de dezembro

      11h às 12h - CRC

      15h - Piedade

       

    • DEFINIDOS OS TIMES DO TORNEIO DE FUTEBOL

      DO SINTTEL

      A bola rolou no gramado society do Clube Internacional na manhã deste domingo, 22. Trabalhadores de quase todas as equipes em telecom entraram em campo para disputarem a primeira fase do tradicional Torneio de Futebol do Sinttel.

       

      Os últimos confrontos foram definidos e das 56 equipes que entraram em campo, 28 se classificaram e formarão com as 04 equipes do interior do estado um total de 32 equipes que decidirão o título de campeão.Haverá ainda as disputas das equipes femininas.

       

       Times classificados:

       

      - 9 equipes da Contax

      - 4 equipes da RM

      - 5 equipes da Datamétrica

      - 4 equipes da Teleinformações

      - 1 equipe da Oi, GVT, Tecnomute, Provider, Vivo e Tim

       

      Acesse o link abaixo e confira mais fotos

       

      http://on.fb.me/1HiGGHm

       

    • BENEFÍCIO PIOR QUE ANTES, REAJUSTE MENOR QUE NUNCA

      Como diz o novo slogan da Vivo, “maior que antes, melhor que nunca”. Mas não é isso que acontece quando diz respeito aos salários e benefícios dos trabalhadores. Em nova rodada de negociações, ocorrida no último dia 17, o que se viu foi o de sempre: a empresa querendo levar vantagem.

       

      A Vivo quer retirar dos trabalhadores direitos adquiridos como auxílio creche para homens, ao invés de ampliar o empréstimo de férias para todos quer excluí-lo, reduzir a idade de 7 para 6 anos no auxílio creche e congelar o VR para os trabalhadores da Vivo Adm. Além disso, ainda oferece 60% da inflação do período como reajuste.

       

      E a maldade não para por aí

       

      A empresa quer pagar aos trabalhadores de campo da GVT um piso salarial inferior ao que é praticado nas empresas terceirizadas que prestam serviços para a própria Vivo.

       

      Descumprimento do acordo ao impor BE FLEX

       

      A empresa mais uma vez atropelou as negociações e divulgou a implantação do Pacote Inteligente (BE FLEX). Como o Acordo Coletivo 2014/2015 ainda está em vigência, a empresa jamais poderia propor mudanças nas relações de trabalho que estão asseguradas em cláusulas do Acordo.

       

      A Comissão da Fenattel, da qual faz parte o diretor do Sinttel, José de Anchieta, conseguiu bloquear a adesão que começaria no dia 16 de novembro e reafirmou que qualquer alteração no modelo de fornecimento dos benefícios só poderá ser feito após a realização das assembleias com os trabalhadores. Para a Vivo, unificar significa retirar direitos. E isso nós não aceitaremos. A filosofia do lucro máximo com custo mínimo precisa acabar.

       

      Proposta recusada pelo sindicato

       

      • Reajuste: 6% para salários até R$ 6 mil. Acima de desse valor, incorporação de R$ 360 sem proporcionalidade (Especialistas, gerentes e diretores estão excluídos do reajuste)

       

      • VA/VR:

      > Vivo Adm: congelar e pagar um abono de R$ 587,72 em tíquete

      > Vivo Lojas e GVT Adm e rede externa: reajuste de 6% em setembro

      Em agosto de 2016 unificar VA/VR com o da Vivo em R$ 816,28 somente para o administrativo

       

      • Auxílio creche até 6 anos e auxílio babá até 3 anos:

      > Vivo Adm: R$ 461,64

      > Vivo Lojas: R$ 207,45

      > GVT: R$ 461,64 (reduzir de 7 para 6 anos)

       

      • Concessão de celular para GVT Adm e Campo em janeiro de 2016;

      • Excluir cláusula de empréstimo de férias;

      • Estender banco de horas para GVT

       

      Próxima reunião de negociação está agendada para acontecer no próximo dia 25

       

    • CLARO-EMBRATEL, PROPOSTA VERGONHOSA

      A primeira reunião aconteceu nos dias 10 e 11 de novembro depois de a Claro-Embratel protelar ao máximo o início das negociações.  Como se não bastasse este atraso, a empresa teve a indecência de oferecer 6% de reajuste salarial, índice muito abaixo da inflação, que já supera os 10% e muito inferior ao INPC de outubro, data base da categoria, que foi de 9,88%.

       

      E não parou por aí

       

      Eles querem unificar o Acordo Coletivo por baixo e impor aos trabalhadores tanto da Claro quanto da Embratel, cortes de conquistas sociais importantes. A proposta foi rejeitada, mas a categoria precisa se mobilizar e cobrar reajuste pelo INPC, ganho real e a garantia das suas conquistas.

       

      Além do reajuste indecente, o grupo propôs manter congelado o valor do vale refeição. Um absurdo inaceitável. Isso significa que os trabalhadores da Embratel ficarão pelo segundo ano consecutivo sem reajuste no benefício e os da Claro, além de não ter o benefício reajustado também não terão o mesmo unificado pelos valores praticados hoje na Embratel. Vale ressaltar que o grupo se comprometeu em unificar esse benefício em março deste ano e não o fez.

       

      Proposta indecorosa

       

      Não há como os trabalhadores permanecerem pelo segundo ano recebendo vales refeição diferentes (numa mesma sala um empregado recebe um valor e seu colega recebe outro, inferior). Isso é um disparate! Trabalhadores de um mesmo grupo sendo discriminados, tratados de modo diferente. A Claro e a Embratel são hoje Grupo Claro S.A, portanto, é inaceitável que continuem sendo tratados de modo desigual.

       

      Além de manter o vale refeição inferior para os empregados da Claro, a proposta insiste e manter ambos (Claro e Embratel) congelados, mesmo com os preços das refeições cada dia mais altos.

       

      A Comissão Nacional de Negociação e o Sinttel exigem do grupo que o vale refeição seja unificado pelo valor atualmente pago aos trabalhadores da Embratel e devidamente reajustado, de forma que os empregados da Embratel não fiquem com o benefício novamente congelado. O poder de compra do vale refeição tem que ser assegurado para todos os trabalhadores.

       

      Unificar por cima

       

      A proposta para unificar Acordo Coletivo é estapafúrdia. Uma vergonha! Só os trabalhadores serão prejudicados.  O objetivo é nivelar por baixo, pelo pior e ainda cortar benefícios sociais importantes e conquistas históricas dos trabalhadores. Duas conquista importantes e constantes no Acordo da Claro sucessivamente por 17 anos agora estão ameaçadas. O Grupo Claro propôs excluir as cláusulas que garantem emprego e aposentadoria e adiantamento de férias/empréstimo de férias.

       

      E inaceitável

       

      A comissão rejeitou a proposta da empresa e exige a unificação do acordo pelo que há de melhor nos acordos atuais da Embratel e da Claro, a manutenção das cláusulas sociais e que os trabalhadores não tenham qualquer perda. Até agora, a fusão só foi boa para o Grupo Claro. É hora de estender as vantagens aos trabalhadores.

       

      A categoria precisa se unir na luta pela garantia de conquistas e por um reajuste que reponha as perdas salariais. Isso só é possível com mobilização.

       

    • TIM PROPÕE ABONO, MAS NÃO PROPÕE REAJUSTE

      No último dia 05 de novembro, aconteceu mais uma reunião com a TIM para dar continuidade às negociações do Acordo Coletivo 2015/2016 (cláusulas econômicas). Novidade seria se a empresa não chegasse com o mesmo chororô de sempre ao citar as dificuldades conjunturais, estruturais.

       

      O Sinttel/Fenattel manteve a atitude firme nas negociações e reafirmou à empresa que os trabalhadores estão mobilizados e aguardando um comando de ordem expor ao público as agruras e dificuldades pelas quais passam. A empresa cada dia mais rica e os trabalhadores cada dia mais pobres.

       

      Diante da pressão sindical, a empresa veio com uma contraproposta de abono de 1,5 salário a ser pago em duas vezes. Reajuste dos benefícios em 6%, antecipação da primeira parcela do PPR 2015 para 30 de novembro, antecipação do 13º salário de 2016 em 05 de janeiro de 2016. Aplicação do auxílio creche para até 7 anos completos (após essa idade perde o direito) e renovação dos celulares.

       

      Reajuste de salário ZERO

       

      O Sinttel recusou a proposta por entender que num cenário de inflação galopante todos os preços estão subindo. Então, manter o salário sem reajuste é um gesto de desrespeito da TIM com os trabalhadores que construíram uma das maiores empresas do mercado.

       

      O abono é ilusório, pois não repõe perdas do FGTS, 13º salário e férias, entre outras remunerações, além do que reajustar benefícios em 6% seria bem abaixo da inflação do período, que foi de 9,88.

       

      Os benefícios da TIM ainda estão abaixo das concorrentes e a falta de dinheiro não é motivo para a TIM não aplicar o reajuste na data-base (1º de setembro), pois com as antecipações propostas e abono ela mostrou que pode chegar em patamares razoáveis para os trabalhadores. É só querer.

       

      Nota ZERO para a TIM

       

      Diante disso tudo, novas reuniões ficaram agendadas para acontecerem nos dias 12 e 13 ou 17 e 18 de novembro.

       

    • OI UNIFICA PREÇO DE TARIFAS

      A Oi anunciou que acabou com a cobrança diferenciada de chamada entre operadoras. Com isso a empresa segue a Tim, que também excluiu esses custos extras ao consumidor.

       

      Ambas seguem uma tendência do mercado em abolir o uso de diversos chips. Antes, por conta de promoções e tarifas mais baratas dentro da rede, o usuário se via obrigado a ter números em diversas operadoras. Na hora de salvar o número na agenda era comum colocar “Fulano TIM”, “Fulano Oi”.

       

      Com a chegada do WhatsApp, Viber, Messenger e suas ligações via rede de dados, as teles se viram obrigadas a revisar a estratégia. Agora, o valor de ligação é o mesmo, independentemente da operadora de destino.

       

      “Esse movimento da companhia é uma iniciativa pró-consumidor, em linha com o observado em outros países, que tem um efeito disruptivo. Ele tende a extinguir as redes e comunidades criadas entre clientes de mesma operadora, garantindo mais economia para os consumidores e liberdade de comunicação com qualquer pessoa independentemente de sua operadora, eliminando a necessidade de o consumidor pré-pago ter múltiplos chips”, afirma o diretor de Varejo da Oi, Bernardo Winik.

       

      A Oi também ampliou a franquia de dados. Nas novas ofertas, a companhia chega a triplicar a franquia de dados. Inicialmente, a novidade está direcionada para clientes pré-pagos, com o plano Oi Livre, nas modalidades Por Minuto, Diário, Semanal ou Mensal. No dia 25 de novembro, a novidade será estendida aos planos pós e controle.

       

      http://bit.ly/1NezyYQ

       

    • CAMPANHA SALARIAL NACIONAL DE TELEATENDIMENTO

      O Sinttel inicia a Campanha Salarial Nacional de Teleatendimento 2015/2016 lembrando que a negociação será nacional e unificada, por isso a união de todos os trabalhadores será fundamental.

       

      A pauta de reivindicações já foi entregue no RH de todas as empresas. A data base da categoria é 1º de janeiro e, até agora, as empresas não marcaram a data para a primeira reunião.

       

      O Sinttel e a nossa Federação (FENATTEL) convocam você, trabalhador, para uma grande mobilização nacional que deve ser permanente, pois, apesar dos altos lucros, as empresas afirmam que estão em crise e fogem da negociação.

       

      Vamos exigir que as empresas cumpram com a data-base e iniciem as negociações. Juntos faremos um campanha histórica de muita luta. Nossas principais reivindicações são:

       

      - Piso salarial unificado de R$ 1.300,00

      - Reajuste salarial pelo INPC acumulado + 5% de ganho real;

      - Reajuste dos benefícios - Vale refeição, auxílio creche/babá;

      - Fim do assédio moral e sexual;

      - Fim das metas abusivas;

      - Regras e negociação para pagamento de variável;

      - PPR de 1 salário base;

      - Fim da rotatividade abusiva;

      - Pela valorização do trabalho

       

      Assim garantiremos melhores condições de salário, trabalho e benefícios. O lema de nossa campanha é:  "se não negociar, nós vamos parar!"

       

      #senaonegociarnosvamosparar #FENATTEL #SINTTELPE #RegulamentaJa #Teleatendimento

       

    • OI INICIA NEGOCIAÇÃO COM PROPOSTA ABSURDA

      A Comissão Nacional da Fenattel se reuniu com a diretoria da Oi para negociar os pontos do Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2016 no último dia17. A empresa apresentou seus resultados neste ano, pontuando, como de costume, problemas com receita em baixa e custos em alta. Os representantes tiveram a coragem de afirmar que os números que dispõe para as negociações não contemplam sequer o INPC do período.

       

      Após aprovar um cronograma de reuniões com a Comissão para os próximos dias, a diretoria da Oi ressaltou não ser possível atender aos itens da pauta de reivindicações e mostrou uma proposta completamente indecente: manutenção do atual acordo coletivo até 31/10/2016 e reajuste do tíquete alimentação/refeição em 5,5% a partir de 01/01/2016.

       

      Eles comentaram, ainda, que a Comissão precisará ser muito criativa para convencê-los a um ponto de acordo na negociação. Parece piada de mau gosto, a empresa diz que não tem dinheiro e quer que o trabalhador pague a conta. Não é preciso criatividade, basta saber que a falta de aumento real nos salários transfere capital para o patrão. Enquanto o trabalhador não tem seu salário reajustado, a margem de lucro do patrão só aumenta.

       

      Sobre os números do Placar/PPR 2015, afirmaram que haverá o pagamento do prêmio. Porém, será abaixo das expectativas. Ou seja, migalhas. Foi ressaltado que o presidente da Oi tratará deste assunto nos próximos encontros.

       

      Os dirigentes sindicais repudiaram e rejeitaram a proposta absurda e defenderam a necessidade de aumento real salarial e dos benefícios. A próxima reunião ficou agendada para o dia 25, na sede da empresa no Rio de Janeiro.

       

    • DOMINGO JÁ TEM DISPUTA

      No próximo dia 22 de novembro, acontecerá os jogos eliminatórios do Torneio de Futebol do Sinttel, quando 56 equipes de diversas empresas de telecomunicações disputarão 28 vagas, em jogos estilo mata-mata. Os 28 vencedores formarão com as 04 equipes classificadas no interior do estado um total de 32 equipes que decidirão o título de campeão no domingo seguinte, dia 29 de novembro.

       

      Trabalhador, observe o horário e procure chegar com uma hora de antecedência do seu jogo para identificação dos integrantes, recebimento das senhas de alimentação e orientações gerais. É muito importante chegar cedo para não atrapalhar o fluxo de horário da competição, pois o local tem horário agendado de utilização e, você, que é o responsável pelo seu time terá papel essencial nesse trabalho de conscientização quanto ao horário de chegada do seu grupo.

       

      Clique abaixo para conferir a tabela e regulamento

       

    • SINDICATO REJEITA MAIS UMA PROPOSTA RUIM

      DA VIVO-GVT

      O resultado de mais uma rodada de negociação com a Vivo-GVT não foi dos melhores, pois a empresa manteve a proposta de reajuste de 6% para quem ganha até R$ 6 mil e um valor fixo de R$ 360,00 para os salários acima desse teto. Para piorar mais, o reajuste proposto ainda é proporcional.

       

      Na Vivo, por exemplo, acaba a concessão do auxílio creche aos trabalhadores, esse benefício seria concedido agora apenas às trabalhadoras. Na GVT acaba com a cesta básica de R$ 280,00 do pessoal de campo, parte desse benefício, 55% seria distribuído da seguinte forma: 30% no tíquete-refeição e 25% no piso salarial. Os 45% restantes ficariam com a Vivo.

       

      O sindicato não aceitou a proposta da empresa e exigiu a unificação do acordo por cima sem nenhuma perda para os trabalhadores da Vivo ou da GTV. Com isso, uma nova negociação está marcada para acontecer dia 17 deste mês.

       

      Unificação do processo de pagamento

       

      A Vivo-GVT comunicou a unificação dos pagamento dos trabalhadores das duas empresas. Para não gerar nenhum problema aos trabalhadores, o sindicato negociou e conseguiu um cronograma de pagamentos que permitirá aos trabalhadores se adaptarem a essa mudança.

       

      O pagamento dos salários dos trabalhadores das empresas GVT terá sua data alterada para o 1º dia útil de cada mês, a partir da competência de novembro de 2015. A alteração não causará nenhum prejuízo financeiro aos trabalhadores.

       

      Conforme solicitado pelo sindicato, a empresa promoverá algumas antecipações de pagamentos para que os trabalhadores possam adequar o seu fluxo de pagamentos, por ocasião da mudança, conforme segue:

       

      • 1ª parcela do 13º salário – 27/11/2015

      • Salário competência novembro – 01/12/2015

      • 2ª parcela do 13º salário – 15/12/2015

      • Antecipação de 30% do salário de dezembro – 18/12/2015

      • Salário competência de dezembro – 04/01/2016

       

      A crise não é nossa e não vamos pagar por ela!

       

    • ENFIM, CLARO-EMBRATEL MARCA PRIMEIRA REUNIÃO

      A novela envolvendo as negociações com a Claro-Embratel teve seu primeiro capítulo iniciado, já que a empresa marcou para os dias 10 e 11 deste mês a primeira reunião de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2016.

       

      A data-base é 1º de outubro e, somente após quase quatro meses da pauta ter sido entregue, é que a reunião foi agendada. E isso só foi possível depois de muita pressão do sindicato e da Comissão da Fenattel. Por isso, o sucesso desta campanha, que já teve um início difícil por parte da empresa, depende da mobilização de todos os trabalhadores.

       

      O sindicato convoca todos os trabalhadores a se manterem informados e mobilizados. A luta pela unificação, por reajuste dos benefícios, pisos e salários não será nada fácil. Os trabalhadores precisam se unir para garantir a conquista das cláusulas sociais mais importantes.

       

  • Dezembro

    • VIVO-GVT PROPOSTA FINAL

      Após seis rodadas de negociação, a Vivo-GVT apresentou proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. De início a empresa não queria conceder nenhum reajuste. Depois ofereceu 6% de aumento para salários até R$ 6.000,00. Agora, pouco avançou e propôs 7% de reajuste linear, ou seja, para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc. Cabe a você, trabalhador, decidir em assembleia.

       

      Veja alguns itens propostos:

       

      - Pisos salariais: reajuste de 9,88%;

      - Reajuste - 7% retroativo a 1º de setembro para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc;

      - Antecipação das diferenças salariais, retroativas a setembro, em duas parcelas: 70% em 18 de dezembro e 30% em 4 de janeiro de 2016;

       - Unificação dos acordos Vivo e GVT.

       

      Compareça às assembleias para avaliação da proposta:

       

      DATA: 04/12 (sexta-feira)

       

      Locais e horários:

       

      ? GVT:  08:30 pessoal de campo   10h setor administrativo    14h call center

       

      ? Vivo: 16H

       

      Não deixe que os outros decidam por você!

       

    • PROPOSTA REJEITADA NA VIVO E NA GVT

      Bem que a Vivo/GVT tentou, mas os trabalhadores rejeitaram a proposta indecente de acordo colocada pela empresa. De nada adiantou a tentativa da pressionar os trabalhadores para que votassem sim. A proposta, entre outras perdas, não oferecia reposição integral das perdas salariais e previa, a partir da fusão com a GVT, categorias distintas numa mesma empresa.

       

      O não foi maioria

       

      Na Vivo, foram 88 votos pelo não e 8 pelo sim. Já na GVT, 149 trabalhadores rejeitaram a proposta e 98 foram favoráveis. Essa rejeição foi a resposta ao “pacote de maldades” que a Vivo, sob as orientações do atual presidente do Grupo Telefônica/Vivo no Brasil, Amos Genish, tentou enfiar goela abaixo dos trabalhadores. Agora, a Comissão de Negociação vai cobrar uma nova proposta da empresa. A luta continua!

       

      Proposta Vivo:

      Reajuste salarial -  7% retroativo à 1º de setembro;

      VR/VA - Mantém o valor atual e um abono de R$ 1.000,00;

      Plano de saúde - Amil ou Unimed;

      Auxílio-creche /babá - R$ 505,00 (até 7 anos);

      Auxílio-creche especial - R$ 1.004,00;

      Manutenção do nível de emprego - carta compromisso

       

      Proposta GVT:

       

      Pisos salariais: reajuste de 9,88%;

      Reajuste - 7% retroativo a 1º de setembro para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc;

      Antecipação das diferenças salariais, retroativas a setembro, em duas parcelas: 70% em 18 de dezembro e 30% em 4 de janeiro de 2016;

      Unificação dos acordos Vivo e GVT.

       

    • UNANIMIDADE, PROPOSTA DA VIVO É REJEITADA

      Em assembleia, na manhã de hoje, os trabalhadores da Vivo rejeitaram por unanimidade a proposta de acordo apresentada pela empresa. Esta é a segunda vez que os trabalhadores rejeitam os itens do acordo negociado.

       

      Os principais motivos do descontentamento e da recusa para aprovarem o acordo foram as mudanças no plano médico e implantação do Be Flex. Isso sem falar no reajuste de apenas 7% nos salários. A insatisfação dos trabalhadores também diz respeito ao congelamento dos tíquetes que não teriam reajuste, mas em troca disso seria pago um abono de R$ 1.250,00.

       

      A proposta foi rejeitada em Pernambuco, mas vale lembrar que a negociação é nacional. Por isso, só teremos o resultado final pela aprovação ou rejeição após as assembleias nos restantes dos estados filiados.

       

    • CLARO-EMBRATEL, TRABALHADORES REJEITAM PROPOSTA

      O Grupo América Móvil (Claro-Embratel-Net) ocupa o primeiro lugar no mercado de TV por assinatura com mais de 52%. Já desbancou a Oi ao ocupar o primeiro lugar na telefonia fixa com 31,2%. Está em terceiro no acesso de celulares, com mais de 70 milhões (dados de agosto/2015) e bem próximo das primeiras (VIVO/GVT-79 milhões e TIM-72 milhões) como aponta o site Teleco.

       

      Isso tudo não é levado em consideração pela empresa na hora das negociações para renovação do Acordo Coletivo. Ao unificar em um único CNPJ o Grupo Claro, agora com EMBRATEL, CLARO e NET, precisa de um único acordo coletivo. Mesmo tendo altos lucros, o Grupo ignora o desempenho dos seus trabalhadores e propõe reajustes abaixo do INPC que foi de 9,88%.

       

      Os 6,5% de reajuste não repõem a inflação em nenhum dos casos e o abono para o vale refeição é irrisório, pois o item alimentação vem sendo o maior causador da inflação. Como se não bastasse, ainda pretende retirar o auxílio medicamento e o auxílio matricula dos trabalhadores da Claro, além de não reajustar os valores das diárias e acabar com o reembolso para dirigir veículos.

       

      Na tentativa de impor um retrocesso, o Grupo Claro se manteve irredutível e encerrou as negociações. Diante disso, o sindicato levou a discussão para os trabalhadores decidirem em assembleia na manhã desta quinta-feira, 17. Por 106 votos a 70, os trabalhadores rejeitaram a proposta.

       

    • TELEINFORMAÇÕES DÁ PRESENTE GREGO NESTE NATAL

      Não é de hoje que o Sinttel denúncia as irregularidades e os desmandos da Teleinformações com seus trabalhadores. Motivados por denúncias a diretoria do sindicato foi até à porta da empresa para se juntar aos trabalhadores que estavam sem receber nem ao menos a 1° parcela do 13º salário no último dia 22 de dezembro.

       

      A mobilização foi pacífica e a empresa fez o que pode para deixar o clima tenso. Muitos trabalhadores estavam no piso superior do prédio alegando que o dono da empresa deu ordem para não deixar ninguém sair.

       

      É vergonhosa e digna de todo repúdio essa atitude. O pior é que como represália e perseguição a Teleinformações demitiu por justa causa, todos que, corajosamente, se juntaram ao sindicato para reivindicar seus direitos. Isso só evidência o que já temos dito há muito tempo a respeito da gestão na empresa e de como se comporta Bruno Aladim com aqueles que não aceitam os seus desmandos. Reiteramos que o movimento foi legítimo e legal sem nenhum dano ao patrimônio da empresa como alguns gestores estavam alegando.

       

      "Sabemos que saímos vitoriosos desta batalha, mesmo com uma atitude sem escrúpulos da empresa em demitir por justa causa quem participou do movimento. A empresa pagou a primeira e a segunda parcela do décimo, mas em atraso contrariando o que diz a lei. Já acionamos o jurídico e, agora, nossa briga será na Justiça por esse atraso e pela demissão dos trabalhadores", enfatizou o diretor do Sinttel, Pedro Henrique.

       

      A diretoria jurídica do Sinttel já tinha enviado a VIVO um relatório dos desmandos e das atitudes da empresa com seus funcionários. Na última testa terça (22), no final do ato, o Ministério Público também foi acionado e a Teleinformações vai precisar responder à Justiça.

       

      Irregularidades

       

      As horas extras não são descritas no contra cheque, férias e bonificações em atraso, assédio moral, pagamento de vale alimentação errado. A diretoria do sindicato está à disposição de todos os trabalhadores prejudicados e não descansará enquanto a empresa não cumprir com o que manda a Lei. A contribuição de todos é fundamental para que os desmandos desta empresa acabem.

       

    • NOVO ACORDO COLETIVO DA TIM É APROVADO

      Foi por ampla maioria que os trabalhadores da TIM aprovaram a proposta de Acordo Coletivo 2015/2016 (cláusulas econômicas). A diretoria do sindicato esteve nos prédios da empresa e realizou duas assembleias nesta quinta-feira, 3 de dezembro.

       

      Entre as operadoras a TIM foi a primeira encerrar as negociações. A partir de dezembro, os trabalhadores que ganham até R$ 4 mil (não aplicável ao presidente, diretores, sênior managers, executive managers, especialistas másters, estagiários, jovens aprendizes e aposentados) terão reajuste salarial de 9,88%.

       

      Para quem ganha acima de R$ 4 mil, haverá um abono salarial a ser pago em duas vezes (1 de 60% do salário em 15 de dezembro e outro de 01 salário em 15 de janeiro) e será pago conforme o critério de elegibilidade divulgado pela empresa.

       

      Mesmo havendo a reposição acima da inflação do período por intermédio de abono, a não incorporação nos salários acima de R$ 4 mil gerou perdas salariais. Todavia, a empresa se comprometeu em abril/2016 a negociar com o sindicato. Veja abaixo demais itens aprovados:

       

      - vale-alimentação será corrigido em 10% com pagamento retroativo à 1º de setembro;

      - auxílio-creche será reajustado em 11% e chegará a R$ 350;

      - auxílio PNE aumentará para R$ 600;

      - metade do 13º de 2016 será pago antecipadamente para todos os empregados em fevereiro;

      - troca dos aparelhos celulares será realizada até o dia 20 de dezembro.

       

    • OI OFERECE REAJUSTE DE 9%, 8% EM JANEIRO E

      1% EM JULHO

      Na última quarta-feira, 09 de dezembro, a Comissão da Fenattel esteve reunida com a direção da Oi para tratar da renovação do acordo coletivo. A negociação foi muito difícil e acabou entrando pela noite. Foram quase doze horas de discussões em que a empresa insistiu em justificar a sua proposta mostrando o déficit e os prejuízos que contabilizados

       

      A empresa chegou à reunião com uma proposta de 6% para salários e vale refeição, sendo que o tíquete seria reajustado em dezembro e os salários só em janeiro. A data base da categoria é 1º de novembro. Ao final da reunião chegou-se a uma proposta de reajuste de 9%, sendo 8% em 1º de janeiro e 1% em julho para todos os trabalhadores.

       

      O famigerado escalonamento do reajuste por faixas salariais inicialmente proposto pela Oi foi derrubado e, mesmo assim, a Comissão rejeitou a proposta. A partir daí, as discussões esquentaram e a Comissão rebateu cada justificativa ao enfatizar que os prejuízos foram responsabilidades das sucessivas más gestões na Oi e do resultado da irresponsabilidade do grupo que troca de presidente como se trocasse de roupa.

       

      O trabalhador não pode pagar por erros de gestão e o resultado do seu esforço não pode ser dilapidado levianamente. Depois de horas de embate, a Oi apresentou uma nova proposta que pouco mudava em relação à anterior. Era medíocre e inaceitável aceitar apenas reajuste de 6,5% nos salários e nos tíquetes.

       

      Mais uma vez, a Comissão rejeitou a proposta e voltou a exigir o INPC acumulado que foi de 10,3% em novembro, bem como a aplicação do reajuste aos salários e benefícios retroativamente à 1º de novembro, data base da categoria.

       

      Negociação voltou à estaca zero

       

      Antes de chegar a proposta final, a Oi ainda ofereceu 7,5% em janeiro que também foi rejeitada pela Comissão. Diante do impasse, a Comissão fez uma contraproposta na tentativa de garantir o reajuste na data base, 1º de novembro, mas a Oi não aceitou e pediu uma pausa nas discussões.

       

      Já era quase 21h quando a direção da Oi apresentou a proposta que disse ser a última. Diante disso, não restou outra alternativa a não ser levar para apreciação dos trabalhadores, aos quais cabe a palavra final, pois não é a empresa que determina o fim das negociações, mas sim a categoria.

       

      Na mesa nada mais era possível, por isso vamos submeter para apreciação da categoria em assembleia, dia 16, às 9h, na sede da empresa.  Confira abaixo as propostas:

       

       A proposta final da Oi

       

      - Reajuste salarial de 9% (sendo 8% aplicado em 01/01 e 1% em 01/07) para todos os trabalhadores (exceto para os ocupantes de cargos executivos);

       

      - Tíquete passa a R$ R$ 30,00 em novembro;

      - Creche passa a R$ 435,00 em novembro;

      - Auxílio-medicamento passa a R$ 1.150,00 em novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário de 2016 logo após a assinatura do acordo;

      - Antecipação de 50% do salário por conta do Placar em 08/01;

      - Tíquete-extra de R$ 1.300,00 logo após a assinatura do acordo;

      - Um benefício novo que será a folga no dia do aniversário;

      - Avaliação para um ajuste nos valores das diárias;

      - Manutenção das demais cláusulas do atual acordo coletivo de trabalho.

       

      A proposta final da Oi para as Lojas

       

      - Reajustar todos os salários em 10% em janeiro;

      - Tíquete passará a R$ 21,00 retroativo a novembro;

      - Creche passa a R$ 210,00 retroativo a novembro;

      - Auxílio-medicamento vai para R$ 360,00 retroativo a novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário de 2016 logo após a assinatura do acordo;

      - Antecipação de 30% do salário por conta do Placar logo após a assinatura do acordo;

      - Tíquete-extra de R$ 250,00 logo após a assinatura do acordo;

      - Manutenção dos demais itens do atual acordo.

       

    • VAMOS DIZER NÃO A PROPOSTA DA CLARO-EMBRATEL

      Os trabalhadores do México e de outros países já conhecem a forma como a Claro-Embratel negocia. Agora, a empresa está mostrando sua verdadeira face antissindical, autoritária e de desrespeito para os trabalhadores brasileiros.

       

      Não podemos permitir que esse monstro se crie aqui

       

      Mesmo diante da manifestação de rejeição dos trabalhadores à sua proposta de acordo, que congela e corta benefícios e reajusta os salários abaixo da inflação, o Grupo Claro se negou a retomar as negociações e manteve sua proposta.

       

      Mais de uma vez, o sindicato e a Comissão da Fenattel procuraram a empresa para retomar as negociações, na perspectiva de avançar e chegar a uma proposta, mas de nada adiantou. Ao impor a sua proposta e encerrar a discussão, o Grupo Claro vai ao encontro da posição das demais operadoras que também estão em campanha salarial e todas elas (Oi, Vivo e Tim) tiveram a sensibilidade de ceder já fecharam seus acordos.

       

      É condição imprescindível numa negociação ceder, mas o Grupo Claro quer ganhar no grito e isso não vai acontecer. O sindicato defenderá contra a aceitação da proposta, pela continuidade das negociações ou pelo dissídio, se for o caso. Vamos dizer NÃO! Diante disso, o sindicato é obrigado a submeter a proposta aos trabalhadores em assembleia nesta quinta-feira, dia 17, às 9:30, no auditório da Embratel.

       

      A proposta indecente:

       

      - Reajuste Salarial - 6,5% sobre o salário base de 31/08/2015 e mais 1,41% em jan/16 sobre o salário base de 31/dez/2015;

      - Abono Salarial - 18% sobre o salário base de 31/08/2015 a ser pago cinco dias úteis após aprovação pela assembleia

      Estão excluídos desses reajustes gerentes e diretores dos grades 18,19,20,21,22,23 e 24, assim como, das categorias GS/GVS/GF/GVM/DF/DC/DCS/DE, conforme posição em 31/08/2015 na estrutura de cargos e salários.

      - Auxílio educação infantil - passar para R$ 456,18 mensais, nivelado por baixo

      - Auxílio educação especial - passa para R$ R$ 772,38 mensais, nivelado por baixo

      - Tíquete-refeição - fica congelado em todas as empresas do grupo e pagamento de uma cesta especial a título e compensação pelo congelamento do benefício. Para Claro nos valores da cesta variam de R$ 590,00 a R$ 740,00 a ser pago uma única vez, no mês de dez/15. Para Embratel o valor será de R$740,00 a ser paga uma única vez, em dez/15

      - Hora extra - hoje é praticado percentual superior ao adicional legal, a empresa vai rebaixar e praticar os percentuais legais

       

    • OI MELHORA PROPOSTA E TRABALHADORES

      APROVAM ACORDO

      Diante do cenário de crise e mergulhada pelas sucessivas gestões desastrosas, os trabalhadores da Oi, mesmo sabendo que não são responsáveis por esses desmandos, decidiram por ampla maioria pela aprovação do acordo.

       

      Entre as operadoras a Oi foi uma das que apresentou a pior proposta inicial e isso acabou gerando um clima de revolta e indignação dos trabalhadores. Incialmente, a empresa tentou ressuscitar até o famigerado reajuste escalonado por faixa salarial, excluindo do reajuste os trabalhadores que ganhavam acima de R$ 2 mil.

       

      Somente após várias rodadas de negociação e da pressão da Comissão da Fenattel, a Oi voltou atrás e melhorou sua proposta. “Conseguimos obter alguns avanços ao excluímos o escalonamento por faixa salarial, assim como garantimos o reajuste de 9% para todos”, ressaltou o presidente do Sinttel e membro da Comissão, Marcelo Beltrão.

       

      Nesta sexta-feira, dia 18, a Oi paga antecipação de 50% do 13º salário de 2016 e fará o crédito do tíquete extra no valor de R$ 1.300,00.

       

      Proposta aprovada:

       

      - Reajuste salarial de 9% (sendo 8% aplicado em 01/01 e 1% em 01/07) para todos os trabalhadores (exceto cargos executivos);

      - Tíquete passa a R$ R$ 30,00 em novembro;

      - Creche passa a R$ 435,00 em novembro;

      - Auxílio-medicamento passa a R$ 1.150,00 em novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário;

      - Antecipação de 50% do salário por conta do Placar em 08/01;

      - Um benefício novo que será a folga no dia do aniversário;

      - Avaliação para um ajuste nos valores das diárias;

      - Manutenção das demais cláusulas do atual acordo.

       

  • Janeiro

    • GVT PROPÕE MUDANÇA DA JORNADA DE TRABALHO

      Desde o ano passado, que a GVT colocou em discussão uma proposta para alteração da jornada de trabalho. Segundo a empresa, se trata de uma alteração individual, que será feita aos trabalhadores nacionalmente, e cada empregado terá a liberdade para aceitar ou recusar.

       

      Atualmente, o empregado tem jornada de 40 horas semanais (de segunda a sexta). A empresa propôs implantar jornada de segunda a sábado com as mesmas 40 horas semanais para as atividades de campo e algumas áreas administrativas que dão suporte a esse setor.

       

      A GVT garantiu ao sindicato que não haverá represália para os que preferirem manter a jornada de segunda a sexta, ou seja, ninguém será punido ou demitido por esse motivo. O sindicato orienta o trabalhador a ouvir a proposta e esclarecer suas dúvidas para então tomar a decisão.

       

      Trabalhador, caso você sofra alguma pressão denuncie ao sindicato.

       

    • PRESIDENTE DO TST É CONTRA TERCEIRIZAÇÃO

      Em resposta aos questionamentos do Supremo Tribunal Federal sobre a súmula 331 que limita a prática da terceirização, o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Barros Levenhagen, a defendeu categoricamente.

       

      Segundo ele, ao criar este instrumento que impede a terceirização de atividades-fim, o TST assegurou "a igualdade de condições de trabalho e de salários" e ajudou a solucionar conflitos trabalhistas.

       

      A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) move uma ação contra a súmula 331 e quer que o STF declare inconstitucional a interpretação de que serviços terceirizados só podem ocorrer em três situações específicas - trabalho temporário, segurança e conservação e limpeza - e em uma hipótese geral- quando os serviços se relacionam à atividade-meio do empregador.

       

      Não podemos esperar outra coisa do agronegócio, bem como do empresariado em geral.  Eles querem a todo custo aprovar o PL 4330 que escancara a terceirização para todos os setores da atividade econômica e produtiva, inclusive serviços públicos. O projeto só não foi aprovado até agora devido à luta sem trégua do movimento sindical, particularmente os setores liderados pela CUT. A entidade conseguiu impedir a votação por pelos menos duas vezes e continua em estado de alerta.

       

      O Sinttel que vive o drama da terceirização e da precarização do trabalho (redução de salários e benefícios, jornadas exaustivas e muita pressão) nos diversos setores da categoria, inclusive, em atividades fins, luta junto com a CUT para conseguir que o PL 4330 seja rejeitado. Uma luta de Davi contra Golias, mas o movimento sindical tem o apoio de grande parte dos tribunais regionais e de vários juristas.

       

      A SÚMULA

       

      A Súmula 331 foi editada em 1994. É o único instrumento legal que trata a terceirização trabalhista e traça limites jurídicos para as relações e os direitos trabalhistas.  O relator do caso é o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que, em dezembro, solicitou que o TST justificasse a aplicação da tese, e a resposta do presidente do órgão, ministro Levenhagen, foi protocolada no final de dezembro.

       

      Para Levenhagen , a súmula tem o objetivo de preservar princípios constitucionais como do valor social do trabalho e da isonomia laboral."A terceirização de serviços se qualifica como fenômeno genuinamente econômico, em que o seu indisfarçável objetivo é o de proporcionar maior rendimento para as empresas, com a confessada redução dos custos de mão de obra", declarou o presidente do TST.

       

      Além do processo movido pela Abag, a corte ainda reconheceu repercussão geral de um processo sobre a terceirização de call center em empresas de telefonia (ARE 791.932).

       

      A Procuradoria Geral da República já classificou como fraude a terceirização de atividades-fim. Segundo parecer do órgão, países como Alemanha, Espanha e França consideram que só existe a relação empregatícia direta entre quem presta o trabalho e quem se beneficia dele.

       

      Fonte: Sinttel-Rio

       

    • CSU APRESENTA MÍSERO REAJUSTE

      A data-base do Acordo Coletivo de Trabalho da CSU é 1º de janeiro e, por conta disto, a diretoria do Sinttel vem cobrando insistentemente um posicionamento da empresa referente à contraproposta da pauta de reivindicações já entregue.

       

      Na primeira rodada de negociação, a empresa ofereceu apenas um reajuste de 6% nos salários e nos benefícios, ou seja, um percentual abaixo da inflação do período.  De imediato, a diretoria do sindicato não aceitou este mísero reajuste que nem chega perto das reivindicações da categoria.

       

      A proposta apresentada é um desrespeito aos diversos trabalhadores que dão o suor e se empenham diariamente para o desenvolvimento da empresa. A oportunidade que a CSU tem de reconhecer a dedicação dos seus funcionários é neste momento de negociação e o sindicato precisa da união dos trabalhadores para cobrar uma proposta que ao menos contemple reajustes acima da inflação.

       

      A CSU terá mais uma oportunidade para reconsiderar o que propôs em uma nova rodada de negociações que já está marcada para o início da próxima semana.

       

    • ESTÁ CHEGANDO A HORA

      O clima de folia já se faz presente nas ruas com a concentração de blocos por vários espaços da cidade. O Carnaval se aproxima e a diretoria do Sinttel está organizando os preparativos para o 9º Ligados na Folia, que é a maior prévia carnavalesca dos trabalhadores em telecom. A festa vai acontecer no próximo dia 07, no Clube Internacional, a partir das 21h.

       

      Este ano a agitação vai ficar por conta de Patusco, Orquestra Raízes, Ressaca Elétrica e, para não deixar ninguém desaminar nos intervalos, o som vai rolar solto com DJ David. Novamente, a festa vai ser exclusiva para os sócios do sindicato e cada um terá direito de levar um acompanhante.

       

      A partir da próxima semana, começaremos a distribuir os ingressos nas empresas. Se você ainda não é sócio, não se preocupe, pois haverá fichas de sindicalização no ato da entrega.

       

      Os comes e bebes terão o mesmo precinho especial de sempre. Confira abaixo alguns valores:

       

      Ice – R$ 3,00

      Cerveja – R$ 2,50

      Guaraná – R$ 2,00

      Água – R$ 1,00

      Petiscos (coxinha, espetinho, pizza, hot dog) – R$ 2,50

       

    • PROVIDER, ASSEMBLEIA DISCUTIRÁ

      PROPOSTA DO ACORDO

      Depois de três rodadas de negociação, onde a Provider apenas apresentou números negativos e índices de reajustes abaixo da inflação, finalmente foi possível chegar a uma proposta que pudesse ser levada para apreciação dos trabalhadores. As reuniões tiveram início no ano passado, pois a data-base da categoria é 1º de janeiro.

       

      Proposta final

       

      O piso salarial ficou em R$ 788,00 e os que recebem acima deste valor também terão seus salários reajustados em 6,23%. Com relação ao auxílio creche, foi possível alcançar correção de 6,23% para os filhos com até 24 meses. Para o benefício da alimentação, o reajuste foi de 8% e chegaram ao valor mensal de R$ 140,40.

       

      Estes foram os pontos principais apresentados pela diretoria da Provider. Diante disto, o sindicato convoca os trabalhadores para decidir em assembleia. Sua presença, como sempre, é muito importante. Participe!

       

      Assembleia Provider

      Local: auditório do Sinttel

      Quarta-feira, dia 28, às 17h

       

       

      *A sede do Sinttel fica localizada na rua Afonso Pena, 333 – Boa Vista (próximo à Universidade Católica).

       

    • SERVICOB, PROPOSTA APROVADA

      Foi aprovado na tarde de ontem (28 de janeiro), em assembleia, o Acordo Coletivo de Trabalho da SERVICOB. A diretoria do Sinttel esteve na sede empresa para informar como se desenrolou o processo negocial e esclarecer as dúvidas dos trabalhadores.

       

      Passam a valer para o pessoal com carga horária de 6h, o piso salarial de R$ 788,00 (reajuste de 8,8%). Para os trabalhadores que ganham acima desse piso, o salário também foi reajustado em 8,8%.

       

      O tíquete para os que tem jornada de 8h terá um valor unitário de R$ 16,00. Uma conquista bastante importante deste acordo foi o tíquete para o pessoal com carga horária de 6h que, pela primeira vez, irá receber o benefício no valor de R$ 100,00. Já o auxílio creche teve um reajuste de 10% e será pago aos trabalhadores com filhos com até 24 meses de idade.

       

      Outra conquista que não poderia deixar de citada foi o desconto de 3% no vale transporte, quando o normal é descontar 6%. Vale lembrar que todos os reajustes tiveram ganho real, já que a inflação do período foi de 6,23%.

       

    • TRABALHADORES DE TELECOM VÊEM

      DIFICULDADES EM 2015

      Os empregados do setor de telecomunicações terão um 2015 difícil, dada a previsão de redução no número de operadoras com a eventual compra ou fusão envolvendo a TIM. A tendência é que fiquem apenas três empresas de telecom no Brasil.

       

      Com o ritmo fraco da economia e a consolidação do mercado o setor provavelmente passará por dificuldades. O ramo de telecom emprega mais de 1 milhão de pessoas no país, incluindo funcionários de empresas de call center.

       

      Em caso de fusão da TIM, os trabalhadores que seriam mais afetados seriam os dos grandes centros urbanos. A operadora está em vários Estados, mas a grande concentração é em São Paulo e Rio de Janeiro.

       

      Claro, Oi e Vivo empregam diretamente em média 30 mil pessoas cada uma. A TIM, embora seja a segunda maior em telefonia celular, tem menos de 10 mil funcionários, por ter uma menor operação no negóciofixo.

       

      Com informações da Revista Exame

       

    • CAMPANHA SALARIAL PROVIDER

      As negociações para renovação do Acordo Coletivo com a Provider já começaram e a diretoria do Sinttel esperava que a empresa apresentasse uma proposta que ao menos contemplasse as reivindicações da categoria. Até o momento, aconteceram duas reuniões e, em ambas, os representantes só se lamentaram. A Provider alega inúmeras dificuldades financeiras. Todavia, o trabalhador não pode ser responsabilizado por causa destes problemas.

       

      A proposta inicialmente apresentada pela empresa de reajuste salarial foi de 6% nos salários e nos benefícios para quem recebe acima do piso. A proposta foi rejeitada pelo sindicato e a empresa precisa oferecer algo melhor em reconhecimento ao esforço e à dedicação dos trabalhadores.

       

      Uma nova rodada de negociação está marcada para acontecer no início da próxima semana.  Vale ressaltar que o sindicato tem a missão de negociar. Porém, no final, quem decide são os trabalhadores em assembleia.

       

      Por outro lado, ficou garantido o pagamento na próxima folha salarial de R$ 788,00 para os operadores, o que significa 8,84% de reajuste.

       

    • CONTAX SANTO AMARO 24H PARADA

      Trabalhadores da Contax (site Santo Amaro) não poderão ser transferidos para outros prédios durante a interdição do Ministério do Trabalho. As atividades no site só serão retomadas após o cumprimento das exigências do MTE.

       

    • CSU APRESENTA PROPOSTA FINAL

      Na segunda rodada de negociação, realizada na última semana, aqui em Recife, foi possível avançar em alguns pontos importantes e arrancar dos representantes da CSU algumas mudanças em relação aos itens anteriormente negociados. Ao final da reunião, foi apresentado o que a empresa considera sua proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      Com o objetivo de analisar a proposta negociada, os trabalhadores estão convocados para participar das assembleias que acontecerão nesta terça-feira, 27 de janeiro. Abaixo, confira os principais pontos da proposta:

       

      - Piso salarial de R$ 788,00;

      - Para quem recebe acima do piso, o reajuste será de 6,5%;

      - Auxílio-creche 144,00;

      - Tíquete: R$ 6,60 para o pessoal que trabalha 6h e R$ 11,70 para os que trabalham 8h;

      - Portador de necessidades especiais: 25% do piso salarial.

       

      Assembleias

      Nesta terça-feira, 27 de janeiro, no auditório do Banco do Nordeste, no prédio Apolônio Sales

      1ª assembleia às 10h

      2ª assembleia às 14h

       

    • ACORDO APROVADO NA CSU

      Nesta terça-feira (27 de janeiro), por um placar de 116 votos a favor e 49 contra, os trabalhadores da CSU decidiram, em assembleia, pela aprovação do Acordo Coletivo 2015. Para que todos pudessem participar e deliberar os itens negociados, a diretoria do Sinttel realizou duas assembleias, sendo uma pela manhã e outra no período da tarde.

       

      Pela proposta, o piso salarial ficou em R$ 788,00. Os trabalhadores que ganham acima deste valor tiveram um reajuste de 6,5% (a inflação do período foi de 6,23%). O tíquete será de $ 6,60 para o pessoal que trabalha 6h e R$ 11,70 para os que trabalham 8h. O auxílio creche passou de R$ 135,00 para R$ 144,00 e, a partir agora, se estende para empregadas com filho até 36 meses de idade. É importante lembrar que a data base da categoria é 1º de janeiro e o pagamento do reajuste será retroativo a esta data.

       

  • Fevereiro

    • CAMPANHA SALARIAL CONTAX 2015

      Desde o mês de novembro, o Sinttel e a Fenattel negociam com a empresa a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015 e uma proposta de PPR. As dificuldades foram diversas e as propostas iniciais apresentadas pela empresa não contemplavam as reivindicações e, para piorar, argumentos e números negativos foram utilizados com o propósito de atrasar as negociações e, consequentemente, não reajustar os salários e benefícios em janeiro (mês da data-base).

       

      “Nosso maior objetivo este ano era fazer com que o valor do VR/VA, salários e alguns outros benefícios fossem superiores ou iguais ao da Convenção Nacional, diminuindo assim as diferenças existentes entre os estados”, afirmou o diretor do Sinttel, Edilson Santana.

       

      Com relação ao PPR, desde o início não existia nenhum sinal de recebimento. A empresa vinha negando com o argumento de que o ano de 2014 foi ruim, os resultados foram negativos e, portanto, não teria por que pagar. Só na penúltima reunião, a empresa cedeu e concordou em fazer o pagamento, porém com critérios de faltas injustificadas que excluíam a maioria dos trabalhadores de receber o benefício, além de não contemplar aqueles, que mesmo tendo trabalhado em 2014, já foram desligados.

       

      Foi com este clima que mais uma negociação aconteceu na última terça-feira (03). A reunião começou pela manhã e só acabou após às 21h. O esforço valeu a pena porque os valores do VR/VA e auxílio creche tiveram seus percentuais reajustados bem acima da inflação. Está garantindo também um PPR com os mesmos critérios e percentual do ano passado e, ainda, a retirada de quatro meses (ou seja, as faltas porventura ocorridas nos meses de fevereiro, abril, junho e dezembro não serão computadas, além das semanas em que ocorreram as greves dos rodoviários e da PM). A proposta contempla ainda o abono de cinco dias/ano para acompanhamento de filhos com até 12 anos de idade.

       

      “Consideramos que esta proposta foi um avanço significativo e a própria direção da empresa reconheceu ser importante valorizar seus milhares de empregados, assim como a persistência de todos os sindicatos e da nossa federação. Agora, a decisão estará nas mãos de cada trabalhador que participará democraticamente das assembleias”, declarou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão.

       

      Mais uma vez, a mesa de negociação foi composta por representantes dos três principais estados do Nordeste (Bahia, Ceará e Pernambuco) e contou com a coordenação da Fenattel. Como ainda existem algumas particularidades regionais não definidas, não temos ainda uma data concreta para as assembleias. Só temos a certeza que será na próxima semana, visando garantir o pagamento do PPR para o dia 13 deste mês (nesta segunda-feira, informaremos o dia e o horário das assembleias).

       

      Confira abaixo os principais itens do acordo coletivo e PPR 2015:

       

      Itens do Acordo Coletivo de Trabalho:

       

      -Piso Salarial: 788,00;

      -Demais salários serão reajustados em 6,23%;

      -VR/VA 180h: de R$ 4,50 para R$ 5,31 (reajuste de 18%);

      -Tíquete 220h: reajuste de 6,23%;

      -Auxílio creche: de R$ 158,34 para R$ 171,80 (reajuste de 9,2%);

      -Acompanhamento de filhos: de 2 dias/ano (com idade de até 8 anos) para 5 dias/ano (filhos de até 12 anos).

       

      Proposta de PPR

       

      Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00.

      Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de 90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      -50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      -Exclusos do recebimento da PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

      Pagamento: A PPR será paga em uma única parcela, no dia 13/02/2015.

       

      Demitidos sem justa causa ou a pedido poderão solicitar o recebimento através de carta de próprio punho nos locais onde trabalharam no prazo de 60 dias corridos a partir da realização da assembleia.

       

    • ASSEMBLEIA CONTAX

      O Sinttel convoca todos os trabalhadores da Contax para participarem de assembleia que será realizada nesta quinta-feira (12) no CTC (antiga FAUPE), entre 10h e 17h. Serão discutidos a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015 e o Programa de Participação nos Resultados 2014. Haverá, simultaneamente, assembleias na sede do Sinttel (localizado na rua Afonso Pena, 333 Bairro – Boa Vista /próximo à Universidade Católica).

       

    • ORELHÃO PODE VIRAR PEÇA DE MUSEU

      Na última semana, a Anatel realizou em Brasília uma audiência pública para discutir a substituição do cartão dos orelhões. As concessionárias querem a troca dos cartões indutivos pela chamada calling card. A Anatel, por sua vez, diz que a discussão é motivada pelo fato de a Interprint/Valid, única fabricante existente, ter informado que encerraria a produção dos cartões indutivos em dezembro de 2014, "em função dos baixos volumes adquiridos pelas prestadoras e dos preços praticados". Para a fabricante, a baixa produção torna os cartões economicamente inviáveis. A pergunta a ser feita é: por que as prestadoras adquirem um número tão baixo de cartões?

       

      É bom lembrar que os cartões utilizados hoje possuem tecnologia derivada de anos de estudo do CPqD (Centro de Pesquisa da Telebrás), em época anterior à privatização do setor. Chegou, inclusive, a ser exportada para a China. Até hoje, quase vinte anos depois de sua criação, os cartões indutivos respondem infinitamente bem às demandas dos usuários.

       

      No sistema calling card, o usuário adquire o cartão, raspa para visualizar o número e disca para a operadora usando o mesmo teclado atual do orelhão, uma vez que o novo sistema será virtual. Como os chips de celulares, o cartão tem um "pin", número de identificação do usuário.

       

      Lamentavelmente, as operadoras conseguiram criar uma quase unanimidade em relação ao telefone público, visto como obsoleto, um instrumento que ninguém utiliza. Com isso, sucatearam toda a rede de orelhões (TPs), implantada basicamente com recursos públicos. Não há manutenção, nem incentivo para que as pessoas os utilizem. Não é à toa que na semana passada a Anatel baixou uma cautelar para que a Oi melhore a qualidade de sua rede de orelhões.

       

      Por outro lado, nem a Anatel e muito menos as operadoras, divulgam para a sociedade que uma ligação de um telefônico público para um telefone fixo é cerca de 700% mais barata do que um celular pré-pago para o mesmo telefone fixo.

       

       TP COM PONTO WI FI

       

      Outro aspecto é a modernização dos telefones públicos. Em Nova York, o telefone público serve como ponto wi-fi, possibilitando o acesso à banda larga. Em Londres, muitos telefones públicos possuem um espaço para que os cidadãos possam recarregar a bateria do seu celular. Ou seja, várias medidas que facilitam a vida do cidadão.

       

      Na consulta pública sobre a renovação dos contratos de concessão há uma cláusula obrigando as operadoras a implantarem backhaull com fibra ótica em todos os municípios, em troca da redução do número de orelhões. As prestadoras, convenientemente, concordam com a redução dos TPS, mas não com a obrigação do backhaull. Defendemos a realização de uma consulta pública mais ampla, que leve em consideração a modernização da ainda rede existente de telefones antes que os orelhões, financiados com recursos públicos, virem peças de museu.

       

      www.institutotelecom.com.br

       

    • LIGADOS NA FOLIA 2015, EXPLOSÃO DE ALEGRIA

      Foi ao som de muito frevo, maracatu e caboclinho que os trabalhadores em telecom se esbaldaram neste último sábado (7) para curtir mais um baile de carnaval promovido pelo Sinttel. O Ligados Folia teve sua primeira edição em 2006 e, de lá para cá, a festa anima e interage toda a categoria, tendo como palco da festa o Clube Internacional.

       

      O Ligados na Folia reuniu cerca de 10 mil foliões que dançaram ao som de Patusco, Ressaca Elétrica e Orquestra Raízes. Baile de carnaval que se preze não pode faltar irreverência e a animação da festa não foi diferente das edições anteriores. Os trabalhadores deixaram o estresse do trabalho de lado e se divertiram fantasiados ou não até o dia amanhecer.

       

      A festa não tem pista e nem camarote e a única diferença entre os trabalhadores é a empresa em que trabalhamos, como bem disse o folião e trabalhador Fábio Freitas

       

    • COM VOTAÇÃO RECORDE, ACORDO DA

      CONTAX É APROVADO

      A proposta de Acordo Coletivo 2015 e do Programa de Participação nos Resultados 2014 da Contax foi aprovada por uma maioria esmagadora dos trabalhadores presentes às assembleias. Até chegar à proposta final foram necessárias quatro exaustivas reuniões. Vendo que sem avanços sequer assembleia faríamos, a empresa se viu obrigada a ceder e resolveu pôr fim ao impasse. Só então foi possível avançar e arrancar uma proposta digna.

       

      Para que um maior número de trabalhadores pudessem votar, a diretoria do sindicato disponibilizou urnas em sua sede e no centro de treinamento da Contax durante todo o dia. Ao final, a proposta negociada foi aprovada com 7.129 votos. Do total de votantes, 451 disseram não, 143 votaram nulo e 31 em branco.

       

      “A proposta negociada não atendeu a todas as nossas reivindicações, mas contém avanços e a decisão de aceitar foi feita livremente pelos trabalhadores em assembleia”, enfatizou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão. Destacamos a seguir os itens onde houve avanços:

       

      Principais itens do Acordo Coletivo:

       

      -Piso Salarial: R$ 788,00;

      -Demais salários serão reajustados em 6,23%;

      -VR/VA 180h: de R$ 4,50 para R$ 5,31 (reajuste de 18%);

      -Tíquete 220h: reajuste de 6,23%;

      -Auxílio creche: de R$ 158,34 para R$ 171,80 (reajuste de 9,2%);

      -Acompanhamento de filhos: de 2 dias/ano (com idade de até 8 anos) para 5 dias/ano (filhos de até 12 anos).

       

      Proposta de PPR

       

      - Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00;

      - Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de 90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      -50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      -Exclusos do recebimento da PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

      - Pagamento: A PPR será paga em uma única parcela, no dia 13/02/2015.

       

      * Demitidos sem justa causa ou a pedido poderão solicitar o recebimento através de carta de próprio punho nos locais onde trabalharam no prazo de 60 dias corridos a partir da realização da assembleia.

       

  • Março

    • DATAMÉTRICA, ASSEMBLEIA DISCUTIRÁ PROPOSTA

      Em reunião realizada na última sexta-feira (27) com os diretores da empresa, finalmente, foi possível avançar nas propostas. As negociações começaram no final do ano passado e pareciam que não iam acabar nunca. Mas, felizmente, o bom senso prevaleceu e o que era impasse acabou se tornando um denominador comum.

       

      A proposta final tem como parâmetro que tanto os salários quanto os benefícios sejam corrigidos acima da inflação (que foi de 6,23% no ano). A proposta também traz a solução de alguns problemas que vinham infernizando o dia a dia do trabalhador, como o VT e o VA/VR parcelados.

       

      Assim, todos os trabalhadores estão convocados para participar das assembleias que acontecerão na próxima quarta-feira, 04 de março. Para que ninguém fique de fora, serão realizadas duas assembleias simultâneas na sede da empresa em Olinda e no sindicato. A primeira assembleia irá começar às 10h e a segunda às 16h.  Veja abaixo a proposta final negociada entre as direções do Sinttel e da Datamétrica:

       

      - Piso salarial de R$ 788,00 (8,8% de reajuste);

      - Salários acima do piso (7,3% de reajuste);

      - VA/VR reajustado em 10% e não haverá mais parcelamento. Será pago integral;

      - Vale transporte só poderá ser parcelado, no máximo, em duas vezes;

      - Os salários e benefícios reajustados serão retroativos a 1º de janeiro e a diferença será paga na próxima semana;

      - Passará a ser aceito atestado médico de outros planos de saúde (seja como titular ou dependente);

      - Em até 90 dias será formada uma comissão sindicato/empresa para formular um programa de participação nos lucros ou resultados de 2015.

       

    • LINHAS MÓVEIS TERÃO NONO DÍGITO A PARTIR DE

      31 DE MAIO

      Pernambuco e mais cinco Estados receberão o nono dígito a partir do dia 31 de maio. A mudança visa aumentar a oferta de números de telefone para linhas móveis, segundo determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

       

      Pernambuco (81 e 87), Paraíba (83), Piauí (86, 89), Ceará (85 e 88), Alagoas (82) e Rio Grande do Norte (84) terão que adicionar “9” à frente dos números de celular no dia 31 de maio. Como toda a mudança, algum transtorno é esperado na hora de digitar tantos números. Por isso as operadoras estão com ações para ajudar na transição.

       

      A Oi disse por meio de sua assessoria que vai completar as ligações realizadas com oito dígitos. No entanto, o usuário vai ouvir uma mensagem avisando da adição do 9 à frente do número. A operadora também vai oferecer um canal de atendimento exclusivo para tratar do assunto, com profissionais de T.I, engenharia e relacionamento.

       

      A operadora ainda dispõe de um aplicativo para iOS e Android para ajudar na mudança. Ele inclui automaticamente o 9 na frente dos telefones gravados na agenda.

       

      A Vivo também contará com um aplicativo para atualização automática (iOS e Android). A empresa disse que está fazendo comunicação na fatura e estenderá a divulgação para os seus canais de relacionamento, como Call Center, lojas, redes sociais e no site.

       

      Os clientes que possuem o serviço Vox Fácil, terão a atualização automática do 9° dígito, pois os equipamentos serão adaptados sem nenhum custo pela Vivo. A Claro também possui um aplicativo para inclusão do nono dígito nas lojas da Apple e Android.

       

      Histórico

       

      O acréscimo do nono dígito ocorreu em julho de 2012 e no interior do Estado (DDDs de 12 a 19), em 25 de agosto de 2013. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, com códigos DDDs 21, 22, 24, 27 e 28, a inclusão do dígito ocorreu em 27 de outubro de 2013.

       

      Em novembro 2014, os estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima(DDD 91 ao 99), também tiveram acréscimo do nono digito. Até 2016, todos os números de celular do Brasil, exceto rádios, terão o 9°dígito.

       

      http://bit.ly/1ER4hL4

       

    • OPERADORAS DE TV, TELEFONE E INTERNET

      TEM NOVAS REGRAS

      As operadoras de telefonias fixa, móvel, banda larga e TV por assinatura deverão ser mais transparentes em relação às informações das contas e de cobranças ao consumidor, a partir desta terça-feira (10).

       

      As regras, que foram definidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), obrigam que as operadoras tenham área exclusiva em seus respectivos sites para os clientes com acesso a dados, como condições do contrato do serviço, mecanismo de comparação entre preços e franquias e relatório detalhado dos serviços contratados.

       

      O sufoco de ficar ouvindo musiquinha de telemarketing para cancelar uma assinatura também é coisa do passado. A partir de agora, o cliente terá a opção de encerrar serviços pelo site da empresa,  de forma automática. Tudo tem que ter fim em, no máximo, dois dias úteis.

       

      “São medidas positivas para transparência com o consumidor. E as empresas têm condições de cumprir, já que elas são do ramo da tecnologia”, explica a assessora técnica do Procon-SP, Fátima Lemos.

       

      “Com o consumidor cada vez mais dependente da telecomunicação, é preciso que o serviço seja mais eficiente e tenha mais qualidade”, avalia. “Nisso, é importante a informação sobre o que o cliente está utilizando”.

       

      A intenção da Anatel é fazer com que os serviços melhorem, já que das mais de duas milhões de queixas registradas pela Agência no ano passado, 41% foram sobre telefonia celular. No Procon-SP, das dez empresas que tiveram mais reclamações em 2013, quatro são de telecomunicações.

       

      “Cabe também ao consumidor reclamar sobre dificuldades no serviço para o Procon e para a Anatel”.

       

      Em setembro, entra em vigor outras regulamentações, como a de uma única central telefônica para quem contrata combo de telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura.

       

      Fonte: Site Anatel

       

    • TELEGRINGOS COLHEM LUCROS E SEMEIAM

      DESEMPREGO

      Nos últimos dias, a Embratel, uma das controladas de Carlos Slim no Brasil, demitiu cerca de 60 executivos, notadamente gerentes de contas. A porta da rua permanece escancarada: uma nova temporada de cortes está programada para abril.

       

      Na Telefônica/Vivo, o Dia D é 20 de março, quando deverá ser anunciada uma curiosa mudança no alto-comando da companhia. Na empresa, no entanto, os olhos estão todos voltados a quem chega e não a quem vai. Segundo uma fonte ligada à companhia, o cartão de visitas da nova diretoria será uma navalhada.

       

    • TELEFÔNICA RENUNCIA DIREITOS NA TELECOM ITÁLIA

      PARA COMPRAR GVT

      Para concretizar a aquisição da GVT, a Telefónica renunciou formalmente aos direitos associados à sua participação na Telecom Italia, com o objetivo de cumprir as determinações da Agência Nacional de Telecomunicações.

       

      A Anatel já autorizou a compra, mas impôs algumas exigências para a concretização do negócio, como a saída da operadora espanhola do controle da dona da TIM Brasil. O CADE julga o processo nesta quarta-feira (25).

       

      Em comunicado divulgado na última sexta-feira (20), a Telefónica disse que, "segundo o determinado pela Anatel, a Telefónica se compromete publicamente diante de seus próprios acionistas e o mercado em geral, a cumprir com a renúncia de seus direitos políticos mencionada anteriormente em relação à Telecom Italia".

       

      A Telefónica tem uma participação de cerca de 14,8% na Telecom Italia, e prevê usar parte dessas ações para pagar a compra da operadora de banda larga GVT, depois que as relações entre as partes se deterioraram em meio à competição pela consolidação do setor de telecomunicações no Brasil. A rivalidade surgiu uma vez que a Telecom Italia controla no Brasil a TIM Participações e a Intelig.

       

      Além de exigir da Telefónica a renúncia a seus direitos na Telecom Italia, a Anatel estabeleceu uma série de condições à Vivendi para aprovar a venda da GVT à companhia espanhola. A Telefónica entrou em contato com nove bancos para gerir um aumento de capital de 3 bilhões de euros (3,2 bilhões de dólares) em relação à sua aquisição no Brasil, segundo disse na quinta-feira (19) uma fonte familiarizada com o assunto.

       

      Via Convergência Digital

       

    • TERCEIRIZADAS DA GVT - DESMANDOS COM TRABALHADORES

      Já virou moda entre as terceirizadas buscar formas para reduzir seus custos e com as empresas que prestam serviços para GVT não é diferente. A QUALYTEC, TECNOMULTI, R2T e JCB não estão disponibilizando as folgas semanais para seus trabalhadores como manda a lei. Eles estão trabalhando de domingo a domingo e, para piorar ainda mais, não recebem o pagamento das horas extras.

       

      Os problemas entre as três terceirizadas são comuns e a novidade agora diz respeito aos trabalhadores que exercem mais de uma função (técnico multifunção), ou seja, trabalhadores que instalam simultaneamente (TV+VOZ+ADSL). Estes profissionais, conforme acordo assinado, têm direito a um salário diferenciado. Saibam mais dos desrespeitos que estão acontecendo em cada uma delas:

       

      QUALYTEC – Descumpre quase todos os itens da convenção coletiva, além de atrasos e parcelamentos no pagamento dos salários. Sem falar que existem trabalhadores sem carteira assinada e os que possuem vínculo empregatício não têm direito a plano de saúde. Até quem é demitido sofre para receber as verbas rescisórias que tem direito.  A empresa ainda não efetua o pagamento do agregamento dos veículos.

       

      TECNOMULTI – Por não disponibilizar por completo os EPIs aos trabalhadores, acidentes de trabalho são comuns e a empresa tenta esconder o fato. Receber o salário em dia é outra preocupação dos trabalhadores porque isso nunca acontece. Não existe nenhuma vontade por parte da empresa em implantar o plano de saúde. Outra aflição é em relação ao auxílio-combustível, já que - na maioria das vezes - os trabalhadores precisam mendigar pelo benefício para conseguirem trabalhar.

       

      R2T – A empresa não vem cumprindo a convenção coletiva na cláusula que diz respeito ao fornecimento de empréstimo aos funcionários com carro agregado para quitação do IPVA.

       

      JCB  – A situação dos trabalhadores não é diferente dos demais, pois eles também recebem salários atrasados, o vale- alimentação pago está abaixo da Convenção Coletiva e o pior ainda não possuem plano de saúde.

       

      “Essas denúncias partiram dos trabalhadores e, só assim, vamos poder acionar o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para fazer uma fiscalização e acabar com essas irregularidades. Também vamos denunciar a GVT por descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho”, enfatizou o diretor do Sinttel, Lamartine Vasconcelos.

       

    • IMPASSE COM A DATAMÉTRICA TERMINA E ACORDO

      ESTÁ APROVADO

      A última rodada de negociação entre a diretoria do sindicato e da Datamétrica aconteceu no final de fevereiro e, só então, foi possível chegar a um entendimento. As negociações começaram no final do ano passado e pareciam que não iam acabar nunca.

       

      Como o bom senso prevaleceu, o impasse acabou terminando em um denominador comum e a diretoria do sindicato convocou os trabalhadores para apreciarem a proposta em assembleia de deliberação.

       

      Para que ninguém ficasse de fora, foram realizadas quatro assembleias, sendo duas na sede do sindicato e outras duas na sede da empresa. No total, 545 trabalhadores aprovaram os itens negociados, 19 disseram não e apenas 1 voto de abstenção.

       

      “Esta foi a campanha salarial mais demorada da história da Datamétrica, mas a espera valeu a pena. A proposta negociada e, agora, aprovada por centenas de trabalhadores ficou acima da inflação nos salários e nos tíquetes (com pagamento retroativo a 1º de janeiro). Tamém resolvemos diversas pendências que prejudicavam a todos”, finalizou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão.

       

    • CLARO, FUSÃO E CONFUSÃO

      Com a fusão entre Claro, NET e a Embratel, a pressão para cima dos trabalhadores só aumentou. Os transtornos vão desde as demissões de terceirizados, assim como a de funcionários que sempre ajudaram a construir o que a empresa é hoje, até a intenção da criação de escala de trabalho.

       

      Em Pernambuco, os trabalhadores se vêem obrigados a bater metas, elevar receita, conquistar clientes e manter a qualidade da rede. Tudo isso, sem os recursos necessários. “Nós não temos funcionários suficientes para atender a demanda, por isso o grande volume de hora-extras”, disse o diretor do Sinttel e trabalhador da Claro, Clayton Borges.

       

      A intenção da Claro, para diminuir as horas-extras, é implementar uma escala de trabalho que irá abranger os finais de semana. Isso só prejudicará a qualidade de vida dos trabalhadores, já que terão que modificar suas rotinas de trabalho e pessoal.

       

      Caso isso seja implementado, será necessário um adendo no contrato de trabalho e o sindicato indica que os trabalhadores não assinem este documento. O Sinttel repudia firmemente qualquer tipo de redução de custo, onde quem acaba pagando a conta são os trabalhadores.

       

    • TRABALHADORES VÃO ÀS RUAS EM DEFESA DE

      DIREITOS E DA PETROBRÁS

      A Central Única dos Trabalhadores convoca trabalhadores e militantes para um ato nacional em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da Petrobrás e da Reforma Política. O ato está marcado para o dia 13 de março, em todo o país, e exige o fim das Medidas Provisórias 664 e 665, editadas pelo governo federal em 30 de dezembro de 2014, e que alteram direitos dos trabalhadores.

       

      Além da garantia dos direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo de muitos anos de luta, o ato também tem como foco a defesa da Petrobrás, que sofre forte campanha de desvalorização pela mídia. A terceira bandeira é pelo Plebiscito sobre a Constituinte Exclusiva e Soberana para reforma do sistema político. "A CUT não deixará que os trabalhadores sofram o ônus de medidas fiscais pensadas para a economia. Também não permitirá que a Petrobrás, patrimônio do povo brasileiro, seja desconstruída por vontade de especuladores internacionais. Para defender os direitos de todos os brasileiros vamos às ruas!", afirma Vagner Freitas, presidente nacional da CUT.

       

    • TELEINFORMAÇÕES DIFICULTA NEGOCIAÇÕES

      Desde o início do ano, a Teleinformações não honra com o que prometeu e, como todos sabem, a empresa não vem pagando o vale-alimentação. Vale lembrar que a diretoria do Sinttel, em seu segundo Acordo Coletivo (2014), conquistou este benefício com o empenho de todos os trabalhadores.

       

      O compromisso era para que a empresa começasse a pagar o benefício no início de 2015, o que não ocorreu. O sindicato fez várias denúncias ao Ministério do Trabalho e a empresa foi intimada a prestar esclarecimentos à Justiça por diversas vezes. Finalmente, a empresa aceitou dialogar com o sindicato, mas - até agora - não aconteceu nenhum avanço considerável para os trabalhadores.

       

      Já aconteceram três reuniões e a Teleinformações se nega a cumprir o que foi acordado. O pior é tentar enganar o sindicato com propostas que só privilegiam a empresa a obter mais lucro. Uma das propostas apresentadas pela empresa foi reajustar os salários abaixo da inflação para quem recebe acima do piso, além de atrelar o pagamento do vale-alimentação a metas de vendas e outros indicadores.  Como se não bastasse, a Teleinformações ainda quer reduzir o valor do vale para R$ 2,50/dia algo que nem ao menos começou a pagar.

       

      “Não existe nenhum acordo com as diversas empresas do nosso segmento que adote tais práticas. Por isso, não abriremos mão desta conquista e vamos até as últimas consequências para garantir todo o retroativo e o pagamento imediato do vale-alimentação”, declarou o diretor jurídico do Sinttel, Carlos Eduardo Veras.

       

      Nesta quinta-feira (19), haverá mais uma reunião e a diretoria do sindicato espera que a Teleinformações tenha bom senso e apresente uma proposta que contemple as reivindicações dos trabalhadores. “O nosso recado já foi dado para os representantes da empresa: não aceitaremos nenhum reajuste abaixo da inflação e nem tão pouco o atrelamento a metas ou qualquer outra proposta para pagamento do vale-alimentação. Exigimos também o pagamento de todo o retroativo do vale”, concluiu Eduardo.

       

    • SINTTEL EM PROL DA LUTA CONTRA O PL 4330

      Às vésperas da votação do Projeto de Lei 4330, as centrais sindicais intensificaram a luta contra o Projeto de Lei 4330/2004, que precariza ainda mais as relações de trabalho e escancara a terceirização no Brasil.

       

      A proposta, bancada pelos empresários, está novamente na agenda da Câmara dos Deputados. Por determinação do presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), foi colocado na pauta de votação do dia 07 de abril.

       

      Para ampliar o debate sobre tema, na tarde desta quinta-feira (26/03), a CUT Pernambuco e as demais centrais sindicais (CTB, UGT, CSB, Força Sindical e Nova Central) participaram de Seminário sobre Trabalho e Terceirização no Brasil: Empregos x Precarização do Vínculo. O evento foi realizado no Sindicato dos Bancários de Pernambuco, no bairro da Boa Vista, centro do Recife.

       

      As palestras foram ministradas pela auditora-fiscal do Trabalho, Cristina Serrano; pelo desembargador do Tribunal Regional do Trabalho de Pernambuco, Fábio Farias; e pelo diretor da Contraf-CUT e integrante do Fórum em Defesa dos Trabalhadores Ameaçados pela Terceirização, Miguel Pereira.

       

  • Abril

    • OI PROMOVE MIL DEMISSÕES EM TODO PAÍS

      A diretoria da Fenattel se reuniu na tarde de ontem, em São Paulo, com a direção da Oi para discutirem os resultados da empresa em 2014 e o seu planejamento para 2015. A empresa não teve bons números no ano passado e o resultado líquido consolidado foi muito ruim (R$ 4.4 bi negativos).

       

      Do ponto de vista operacional, 2014 foi um ano perdido e o que salvou foi uma pequena melhora nos indicadores do último trimestre. “Nós insistimos que os erros de gestão não poderiam ser jogados nas nossas costas e que as mudanças na presidência e na diretoria, por óbvio, trariam problemas de descontinuidade administrativa”, ressaltou o presidente do Sinttel-PE e membro da Fenatttel, Marcelo Beltrão.

       

      O pagamento do Placar também foi cobrado e a empresa confirmou para o próximo dia 17 de abril. Apesar dos problemas acumulados em 2014, a Oi cumpriu o acordo do Placar na íntegra e os números oficiais indicam que é o melhor valor já pago de todo o setor de telecom.

       

      Com relação a este ano, a empresa assegurou que está tomando atitudes para retomar o caminho do crescimento. Em contrapartida, anunciou o desligamento de aproximadamente mil trabalhadores em todo o país (sendo metade somente no Rio de Janeiro). A direção da Fenattel rebateu afirmando que este formato de reestruturação poderia aprofundar ainda mais a crise e não o contrário.

       

      A direção da Oi alegou que existe uma sobreposição de pessoal e seria necessário um ajuste para reduzir o quadro dos atuais 18.000 para 17.000 trabalhadores. Para piorar, ainda afirmaram que por ser um número pequeno não fariam nenhum plano de incentivo.

       

      “Nós fizemos questão de falar que tratar bem do empregado é muito importante para o hoje e também para o amanhã de qualquer empresa e algum tipo de proteção social seria muito importante”, enfatizou Marcelo.

       

      Como forma de minimizar os inevitáveis problemas que sempre ocorrem nestes momentos, a diretoria da Fenattel formulou uma proposta para a Oi. No início da manhã de hoje, a proposta foi oficializada após o aval do presidente e atendeu parcialmente às nossas reivindicações. Confira abaixo a proposta final válida para todo país:

       

      - 4 meses de plano de saúde;

      - 3 meses de seguro de vida;

      - Pagamento do Placar junto com os demais trabalhadores em 17/04;

      - Adicional de 0,10 salários por ano trabalhado (além do já previsto no acordo coletivo e na legislação).

       

    • NOVE MOTIVOS PARA SE PREOCUPAR COM A

      NOVA LEI DA TERCEIRIZAÇÃO

      O número de trabalhadores terceirizados deve aumentar caso o Congresso aprove o Projeto de Lei 4.330. A nova lei abre as portas para que as empresas possam subcontratar todos os seus serviços. Hoje, somente atividades secundárias podem ser delegadas a outras empresas, como por exemplo a limpeza e a manutenção de máquinas.

       

      Entidades de trabalhadores, auditores-fiscais, procuradores do trabalho e juízes trabalhistas acreditam que o projeto é nocivo aos trabalhadores e à sociedade. Nesta terça-feira 7, a polícia reprimiu um protesto das centrais sindicais contra o projeto, em frente ao Congresso Nacional.

       

      Descubra por que você deve se preocupar com a mudança:

       

      1- Salários e benefícios devem ser cortados

      O salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos empregados formais, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).  No setor bancário, a diferença é ainda maior: eles ganham em média um terço do salário dos contratados. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, eles não têm participação nos lucros, auxílio-creche e jornada de seis horas.

       

      2- Número de empregos pode cair

      Terceirizados trabalham, em média, 3 horas a mais por semana do que contratados diretamente. Com mais gente fazendo jornadas maiores, deve cair o número de vagas em todos os setores. Se o processo fosse inverso e os terceirizados passassem a trabalhar o mesmo número de horas que os contratados, seriam criadas 882.959 novas vagas, segundo o Dieese.

       

      3- Risco de acidente deve aumentar

      Os terceirizados são os empregados que mais sofrem acidentes. Na Petrobrás, mais de 80% dos mortos em serviço entre 1995 e 2013 eram subcontratados. A segurança é prejudicada porque companhias de menor porte não têm as mesmas condições tecnológicas e econômicas. Além disso, elas recebem menos cobrança para manter um padrão equivalente ao seu porte.

       

      4 - O preconceito no trabalho pode crescer

      A maior ocorrência de denúncias de discriminação está em setores onde há mais terceirizados, como os de limpeza e vigilância, segundo relatório da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Com refeitórios, vestiários e uniformes que os diferenciam, incentiva-se a percepção discriminatória de que são trabalhadores de “segunda classe”.

       

      5- Negociação com patrão ficará mais difícil

      Terceirizados que trabalham em um mesmo local têm patrões diferentes e são representados por sindicatos de setores distintos. Essa divisão afeta a capacidade deles pressionarem por benefícios. Isolados, terão mais dificuldades de negociar de forma conjunta ou de fazer ações como greves.

       

      6- Casos de trabalho escravo podem se multiplicar

      A mão de obra terceirizada é usada para tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Casos como esses já acontecem em setores como mineração, confecções e manutenção elétrica.

       

      7- Maus empregadores sairão impunes

      Com a nova lei, ficará mais difícil responsabilizar empregadores que desrespeitam os direitos trabalhistas porque a relação entre a empresa principal e o funcionário terceirizado fica mais distante e difícil de ser comprovada. Em dezembro do último ano, o Tribunal Superior do Trabalho tinha 15.082 processos sobre terceirização na fila para serem julgados e a perspectiva dos juízes é que esse número aumente. Isso porque é mais difícil provar a responsabilidade dos empregadores sobre lesões a terceirizados.

       

      8- Haverá mais facilidades para a corrupção

      Casos de corrupção como o do bicheiro Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos. Em diversos casos menores, contratos fraudulentos de terceirização também foram usados para desviar dinheiro do Estado. Para o procurador do trabalho Rafael Gomes, a nova lei libera a corrupção nas terceirizações do setor público. A saúde e a educação pública perdem dinheiro com isso.

       

      9- Estado terá menos arrecadação e mais gasto

      Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários para empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado. Ao mesmo tempo, a ampliação da terceirização deve provocar uma sobrecarga adicional ao SUS (Sistema Único de Saúde) e ao INSS. Segundo juízes do TST, isso acontece porque os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais com maior frequência, o que gera gastos ao setor público.

       

      Fontes: Relatórios e pareceres da Procuradoria Geral da República (PGR), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e de juízes do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Entrevistas com o auditor-fiscal Renato Bignami e o procurador do trabalho Rafael Gomes

       

    • ATENÇÃO TRABALHADORES DEMITIDOS DA CONTAX

      O prazo para os trabalhadores demitidos sem justa causa ou a pedido solicitarem o recebimento da participação no lucros da Contax se encerra no próximo dia 13 de abril. Trabalhador, caso ainda não tenha solicitado, procure a empresa onde trabalhou e apresente documento escrito solicitando o benefício.

       

      Veja abaixo o valor e as condições para recebimento do benefício:

       

      - Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00;

      - Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de

      90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      - 50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      - Exclusos do recebimento do PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

       

    • SINTTEL REALIZA ASSEMBLEIA COM OS

      TRABALHADORES DA TELEINFOMRAÇÕES

      O Sinttel realizará nesta sexta-feira (17) de abril, assembleia de apreciação para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho da Teleinformações. As assembleias serão realizadas na sede do sindicato, na rua Afonso Pena, 333, às 10h e às 15h:30.

       

      Sua presença, como sempre, será muito importante.

      Participe! como sempre, será muito importante.

      Participe!

       

    • VEJA QUAIS DEPUTADOS VOTARAM A FAVOR DA TERCEIRIZAÇÃO

      A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira 22, por 230 votos a favor e 203 contra, emenda aglutinativa alterando alguns pontos do projeto que regulamenta a terceirização, o PL 4.330/04. A emenda manteve no texto-base a possibilidade de terceirizar a atividade-fim, o que permite que empresas possam subcontratar para todos seus setores de atividade.

       

      A emenda foi aprovada com apoio de partidos como, por exemplo, PSDB, PMDB, DEM, PSD e Solidariedade, entre outros, enquanto que PT, PCdoB, PSB, PV, PDT, Pros e Psol ficaram contrários à proposta.

       

      Os que continuaram votando a favor do PL 4330:

       

      Mendonça Filho (DEM) - Sim

      Kaio Maniçoba (PHS) - Sim

      Eduardo da Fonte (PP) - Sim

      Fernando Monteiro (PP) - Sim

      Fernando Coelho Filho (PSB) - Sim

      Bruno Araújo (PSDB) - Sim

      Jorge Côrte Real (PTB) - Sim

      Augusto Coutinho (SOLIDARIEDADE) - Sim

      Silvio Costa (PSC) - Sim

       

      Os que recuaram e, agora, votaram contra o PL 4330:

       

      Anderson Ferreira (PR) - Não

      Betinho Gomes (PSDB) - Não

      Carlos Eduardo Cadoca (PCdoB) - Não

      Daniel Coelho (PSDB) - Não

      Gonzaga Patriota (PSB) - Não

      Jarbas Vasconcelos (PMDB) - Não

      João Fernando Coutinho (PSB) - Não

      Luciana Santos (PCdoB) - Não

      Raul Jungmann (PPS) – Não

       

      Os que votaram contra o PL 4330 desde o início:

       

      Luciana Santos (PCdoB) - Não

      Ricardo Teobaldo (PTB) - Não

      Tadeu Alencar (PSB) - Não

      Zeca Cavalcanti (PTB) - Não

       

      Com informações da Carta Capital

       

    • CAMPANHA SALARIAL DOS PRESTADORES

      Aconteceu no último dia 27 de abril, em São Paulo, a primeira rodada de negociação para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho 2015/2016 das prestadoras de serviço em telecom. A campanha envolve trabalhadores da Huawei, Icatel, Nokia, EGS, Nesic e Alcatel, entre outras, com datas base em 1° de abril.

       

      Nesta primeira reunião, o sindicato patronal e as empresas apresentaram uma proposta indecorosa de reajustar em 4% os salários e os benefícios. A Comissão Nacional de Negociação das Prestadoras, que tem como um dos integrantes o diretor do Sinttel, José de Anchieta, recusou de imediato o que foi proposto pelos patrões.

       

      Na próxima rodada de negociação - que acontece nos dias 14 e 15 de maio -  o sindicato espera uma proposta digna e que atenda às reivindicações da categoria. Entre os itens da pauta estão: INPC integral mais 5% de aumento real, piso salarial por função, plano de saúde unificado extensivo aos dependentes, adicional de periculosidade de 40%, fim dos descontos e punições abusivas, entre outros.

       

      É importante ressaltar que as principais reivindicações dos trabalhadores são baseadas em reuniões realizadas em todo o país. Hoje, a conduta dos patrões é reduzir custos a qualquer preço para atender às pressões das operadoras. O trabalhador que se esforça diariamente não pode pagar por isso.

       

    • 07 DE ABRIL, DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O PL 4.330

      A CUT, Centrais Sindicais, Movimentos Sociais e populares vão à luta contra a aprovação do PL 4.330, do empresário e ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), hoje, apadrinhado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que libera a terceirização em todas as atividades empresariais.

       

      Dia 7, em Brasília, sindicalistas de vários estados vão ocupar o Congresso Nacional, para impedir a aprovação do PL 4330 que tira direitos dos trabalhadores, piora as condições de trabalho, saúde e renda. Em nossa pauta: Atos Públicos em todo o País para impedir a votação do Projeto de Lei 4330/04, da terceirização, e conscientizar a sociedade sobre o prejuízo que esse PL representa para a classe trabalhadora; os protestos também serão em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores, da Petrobrás e das reformas política e agrária, da democratização da comunicação e do combate à corrupção.

       

      No Recife, Ato Unificado, com concentração, a partir das 15h, no Parque 13 de Maio, em Santo Amaro/Recife. Sua presença é muito importante.

       

      Atualmente, 12,7 milhões de trabalhadores (6,8%) do mercado de trabalho são terceirizados. E os empresários querem ampliar ainda mais esse contingente de subempregados. O dossiê “Terceirização e Desenvolvimento: uma conta que não fecha”, produzido pela CUT em parceria com o Dieese, mostra que os terceirizados ganham menos, trabalham mais e correm mais risco de sofrerem acidentes, inclusive fatais. Em dezembro de 2013, os trabalhadores terceirizados recebiam 24,7% a menos do que os que tinham contratos diretos com as empresas, tinham uma jornada semanal de 3 horas a mais e eram as maiores vítimas de acidentes de trabalho. Dos 10 maiores grupos de trabalhadores em condições análogas à de escravos resgatados entre 2010 e 2013, 90% eram terceirizados.

       

      O que consta no PL 4330 e o que os empresários defendem:

       

      - Terceirização sem controle;

      - Acaba com a atividade Fim das empresas;

      - Terceirização no setor público de forma a acabar com o concurso público;

      - Não define responsabilidades nem solidária e nem subsidiária;

      - Fim das categorias profissionais;

      - Fim da CLT e do regime Estatutário;

      - Criação do regime PJ (Pessoa Jurídica);

      - Fim de todos os direitos sociais e trabalhistas com férias, 13º salário, licença maternidade entre outros;

      - Enfraquecimento da previdência pública. Trabalhador terceirizado não tem perspectivas de aposentadoria devido a alta rotatividade neste setor;

      - Condições de trabalho precarizante com alto índice de doenças e acidentes de trabalho.

       

      Nós queremos realmente regulamentar

       

      A CUT defende o PL 1621/2007, elaborado pela Central e encampado pelo deputado Vicentinho (PT-SP), que propõe a regulamentação da terceirização desde que haja igualdade de direitos entre terceirizados e efetivos (saúde, ambiente de trabalho, plano de saúde, tíquete refeição etc.), a proibição da terceirização na atividade-fim e a responsabilização da empresa tomadora de serviços, quando a terceirizada deixar de cumprir suas obrigações, como depositar o FGTS e pagar homologações.

       

      Vamos cobrar dos deputados federais e senadores de Pernambuco a dizer NÃO ao PL 4.330/2004, verdadeiro atentado à dignidade do trabalhador brasileiro! E por entregar direitos tão duramente conquistados pela sociedade brasileira, o PL 4.330/2004 deve ser integralmente rejeitado. É nosso dever dizer NÃO a este Projeto de Lei. Juntos somos fortes

       

    • PL 4.330 VEJA QUEM VOTOU CONTRA E A FAVOR

      O Projeto de Lei 4330/2004, que regulamenta a terceirização, foi aprovado nesta quarta-feira (8) por 324 votos a favor, 137 contra e 2 abstenções, pelo plenário da Câmara dos Deputados. Na próxima semana, serão votados os destaques para, então, o PL seguir para apreciação do Senado.

       

      No caso da aprovação do projeto de lei, as condições dos cerca de 12,7 milhões de terceirizados (26,8% do mercado de trabalho) vão piorar, além de ampliar a possibilidade de estender esse modelo para a atividade-fim, a principal da empresa, o que é proibido no Brasil. Fragmenta também a representação sindical e legaliza a diferença de tratamento e direitos entre contratados diretos e terceirizados.

       

      Vejam abaixo quem foram os deputados federais de Pernambuco que votaram sim ou não ao PL da terceirização:

       

      Anderson Ferreira             PR                 Sim

      Augusto Coutinho             Solidariedade  Sim

      Betinho Gomes                PSDB              Sim

      Bruno Araújo                   PSDB              Sim

      Carlos Eduardo Cadoca     PCdoB            Sim

      Daniel Coelho                   PSDB             Sim

      Eduardo da Fonte             PP                 Sim

      Fernando Coelho Filho       PSB               Sim

      Fernando Monteiro           PP                 Sim

      Gonzaga Patriota              PSB               Sim

      Jarbas Vasconcelos           PMDB             Sim

      João Fernando Coutinho    PSB               Sim

      Jorge Côrte Real               PTB                Sim

      Kaio Maniçoba                 PHS               Sim

      Luciana Santos                 PCdoB           Não

      Mendonça Filho                DEM              Sim

      Pastor Eurico                   PSB                Sim

      Raul Jungmann                 PPS                Sim

      Ricardo Teobaldo              PTB               Sim

      Silvio Costa                     PSC                Sim

      Tadeu Alencar                  PSB               Não

      Wolney Queiroz               PDT               Não

      Zeca Cavalcanti                PTB               Não

       

      Total Pernambuco: 23

       

    • 15 DE ABRIL, DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO CONTRA PL 4.330

      No dia 15 de abril, quarta-feira, em todo o país, todos os trabalhadores estão sendo convocados para paralisar suas atividades. Todos contra a terceirização sem limites! Vamos intensificar nossa luta e não deixar que acabem com os nossos direitos, como concurso público, férias, 13º salário, FGTS.

       

      Estamos diante de um verdadeiro retrocesso na história das conquistas da classe trabalhadora. Nesta semana, o projeto será submetido a emendas na Câmara dos Deputados e, posteriormente, encaminhado para o Senado. Em todo esse processo a CUT intensificará a luta e a pressão no Congresso e nas ruas. Considerando a gravidade da situação, conclamamos nossas bases para participar, neste 15 de abril, do Dia Nacional de Paralisação contra o PL 4330.

       

      As respostas da classe trabalhadora e dos movimentos sociais aos patrões serão nas ruas. Vamos parar o Brasil!

       

    • CAMPANHA NACIONAL UNIFICADA DAS PRESTADORAS

      A primeira reunião para renovação do Acordo Coletivo das prestadoras serviço (Icatel, Huawei, Nokia, Nesic e Alcatel) acontecerá no próximo dia 27 de abril. A data-base foi 1º de abril e as negociações envolverão dirigentes de todos os sindicatos do país. Pernambuco estará representado na mesa pelo diretor José de Anchieta

       

      O que queremos:

       

      - Aumento real de salário com valorização do piso salarial;

      - Melhoria no ambiente de trabalho, saúde e segurança do trabalhador

       

      Trabalhadores, fiquem atentos, pois maiores informações serão informadas após a reunião em nosso site e redes sociais.

       

    • DEBATES MARCAM O DIA 28 DE ABRIL

      Nesta terça-feira, 28 de abril, o auditório do Senac foi o palco de discussões sobre terceirização para lembrar o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. O seminário foi promovido pelo Movimento 28 de abril, que congrega várias instituições que atuam na área de saúde do trabalhador, entre eles a CUT, o Sinttel e diversos outros sindicatos.

       

      A programação do seminário começou com debate sobre a situação no setor elétrico, através da palestra “Terceirização e Morte na Celpe”, realizada por Alcedina Leal, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em seguida, a auditora Cristina Serrano, também do Ministério do Trabalho, abordou o tema: Terceirização, assédio moral e adoecimento nos call centers de bancos e teles.

       

      A atuação do Sinttel em denunciar as irregularidades contribuiu com fiscalização do MTE que resultou em uma pesquisa sobre as condições de trabalho dos funcionários da Contax. Entre 2013 e 2014, os auditores levantaram dados alarmantes e níveis epidêmicos de adoecimento com destaque para transtornos mentais, doenças osteomusculares, perda auditiva, distúrbios vocais e doenças do sistema urinário. Ao final do debate, o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão, recebeu a pesquisa das mãos de Cristina Serra.

       

    • NEGOCIAÇÕES DA REDE EXTERNA NÃO EVOLUEM

      Após duas rodadas de negociações, nada evoluiu. Os patrões continuam com o mesmo discurso das duas primeiras reuniões e nenhuma proposta do lado patronal foi formalizada com tantas lamentações. A diretoria do sindicato entende a atual situação financeira do país, mas os trabalhadores não podem pagar por isso.

       

      Devido à resistência do sindicato em não aceitar qualquer coisa, os patrões resolveram tirar do bolso a primeira proposta. Eles tiveram a capacidade de oferecer míseros 7% de reajuste nos salario e nos benefícios, assim como o não pagamento do PLR.  “É inadmissível aceitar uma proposta tão pífia. Da nossa parte colocamos que não era possível aceitar uma proposta muito abaixo do nosso pleito”, declarou o diretor do Sinttel, Eugênio Melo.

       

      Os patrões vão ter mais uma oportunidade de reverem sua proposta inicial na próxima reunião, que ficou marcada para o dia 13 de maio. Caso eles não apresentem uma proposta decente, não vai haver a menor condição de um acordo e uma greve geral não está descartada, a qual irá paralisar os serviços de telefonia do estado de Pernambuco.

       

      “Nós que damos o suor para que as prestadoras de serviço das operadoras tenham lucros precisamos ser recompensados. Não vamos engolir essa conversa fiada de crise e exigimos o pagamento do PLR”, finalizou Eugênio.

       

  • Maio

    • CECUT 2015, SINTTEL CONVOCA ASSEMBLEIA

      A diretoria do Sinttel convoca os trabalhadores para participarem da Assembleia Geral Extraordinária nesta terça-feira, dia 05 de maio, na sede do sindicato, a partir das 17h. Na ocasião, haverá um debate sobre as teses do 14º Congresso Estadual da Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CECUT-PE) e do 12º Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CONCUT), com análises da conjuntura política nacional e internacional; e as políticas organizativas e sindicais que orientam as ações da Central e suas entidades filiadas. Também será feita a escolha dos representantes que irão participar do Congresso.

       

    • COM O TEMA ASSÉDIO MORAL, SINTTEL PARTICIPA DE DEBATE

      O programa “Opinião Pernambuco”, realizado pela TV Universitária na noite de ontem (12), discutiu o tema “assédio moral” e foi apresentado por Andreia Rocha, que contou, ainda, com a participação dos seguintes convidados: Melícia Carvalho (Procuradora do MTE), Kaliani Rocha (psicóloga da UFPE) e do assessor de saúde e psicólogo do Sinttel, Maurício Barbosa.

       

      O conceito de assédio moral, sua repercussão na saúde do trabalhador e as consequências negativas foram alguns dos temas discutidos no debate. Conforme Maurício Barbosa, existem diversos casos de perseguições e sofrimento mental que, em sua grande maioria, acontecem no ambiente do call center. Outro fato interessante é que o assédio moral é mais frequente entre as minorias, como negros, homossexuais e gestantes.

       

       O sindicato tem lutado constantemente contra esse mal que tanto adoece os trabalhadores e ações são realizadas com o objetivo de conscientizar a categoria e encorajar as pessoas para denunciarem. Nossa diretoria de saúde tem se empenhado para atender a todos que são vítimas do assédio, oferecendo a devida orientação e o modo de como proceder nas diversas situações em que os trabalhadores são expostos.

       

      Vale ressaltar que o assédio moral é caracterizado quando a vítima é submetida a situações constrangedoras e humilhantes no ambiente de trabalho, além disso para se fazer a denúncia é importante que o trabalhador reúna provas, como testemunhas ou gravações. Lembrando que a legislação permite gravações entre o empregado e o empregador. Trabalhador, não fique refém do empregador e denunciar os abusos.

       

    • REDE EXTERNA TERÁ ASSEMBLEIA NESTA QUINTA-FEIRA ÀS 19H

      Desde o final de abril, a diretoria do sindicato se reúne com representantes das empresas de rede externa tentando encontrar um ponto de equilíbrio para renovar a Convenção Coletiva de Trabalho em boas condições.

       

      As lamentações dos patrões começaram desde o início que alegavam o momento muito ruim e que a situação das empresas contratantes está de mal a pior. Em todas as ocasiões, eles só falavam em crise e usaram isso para tentar justificar reajustes abaixo da inflação e até mesmo não-reajuste dos veículos. Muito menos pagar qualquer valor a título de PLR.

       

      Mesmo havendo alguma verdade no choro deles, o sindicato não aceitou que o peso da crise recaísse nas costas dos trabalhadores e as pressões foram muitas para que os representantes patronais recuassem e apresentassem uma proposta digna. Não foi nada fácil, mas com muito jogo de cintura por parte da diretoria do sindicato, os patrões tiveram que melhorar sua proposta anteriormente apresentada na mesa de negociação.

       

      Cabe, agora, a você, que trabalha na rede externa, decidir pela aprovação ou pela rejeição da proposta. A assembleia acontecerá na próxima quinta-feira (21), às 19h, no auditório do sindicato.

       

    • PPR 2014 RENDERÁ ATÉ 2,02 SALÁRIOS

      Os representantes da operadora TIM apresentaram à Comissão Nacional de Negociação dos Trabalhadores (Fenattel) o valor apurado no Programa de Participação nos Resultados (PPR/2014). Os números apresentados revelam que os trabalhadores conseguiram atingir as metas do programa.

       

      Ao todo, a média final foi de 106,48% significando pagamento de 2,02 salários de Participação nos Resultados e isso sem considerar os aceleradores individuais. Os números alcançados demonstram que os trabalhadores conseguiram ir além das metas e índices previstos.

       

      Explicando melhor

       

      Se os trabalhadores atingissem 100% do PPR isso daria em torno de 1,9 salários. Considerando os aceleradores individuais, os valores das duas parcelas somadas poderão chegar a 2,77 salários. Vale lembrar que a antecipação de 1,5 salário já foi paga em 30/11/2014.

       

      É importante considerar que o PPR integral é pago aos trabalhadores de acordo com os critérios de elegibilidade. Ficou definido que a data de pagamento da segunda parcela será em 29 de maio. Confira a seguir os valores a serem recebidos na segunda parcela sem considerar eventuais deduções do PPR do imposto de renda sobre a tabela vigente.

       

      DEMAIS ÁREAS

      1,27 superou amplamente as expectativas

      0,95 superou as expectativas

      0,74 atendeu às expectativas

      0,52 não atendeu às expectativas

       

      CALL CENTER

      1,27 salário nota média maior que 95

       

      1,06 salário nota média entre 90 e 94,9

      0,84 salário nota média entre 85 e 89,9

      0,74 salário nota média entre 80 e 84,9

      0,52 salário nota média abaixo de 80

       

    • OS REFLEXOS DA TERCEIRIZAÇÃO NO SETOR

      DE CALL-CENTER

      Na última reunião da Comissão Tripartite do setor de Teleatendimento, dia 19, em Brasília, no Ministério do Trabalho e Emprego, a Comissão da Fenattel (formada por dirigentes da entidade, e representantes de vários sindicatos do país) colocou na mesa um documento com dados do que representa a terceirização para os trabalhadores do teleatendimento em todo o país. Veja a seguir dois trechos do documento da Fenattel que evidenciam a grave situação do teleatendimento depois da terceirização.

       

      "(...) A partir de fatos, denúncias, pesquisas, atuação sindical de Norte a Sul do país, constatamos e podemos afirmar com certeza que a natureza da relação das empresas de teleatendimento (Call Centers) com seus clientes, dada a ingerência dos contratantes sobre o desempenho, metas e scripts para os empregados das contratadas, bem como a interferência direta na Gestão dessas empresas (contratadas), é a raiz do adoecimento e dos afastamentos dos teleatendentes do trabalho e que, perversamente, as empresas cortam direitos, PPR (Participação nos Resultados) dos que sucumbem, o que os obriga a trabalhar doentes.

       

      Para fazer valer as metas improváveis, a contratante impõe a presença de seus fiscais nos locais de trabalho da contratada. As consequências dessa prática estão nos efeitos da pressão psicológica e física sobre os teleoperadores, controle de tempo de ida ao banheiro, script de texto, metas abusivas, corte de direitos coletivos e benefícios, interferência nos atestados médicos públicos e privados, redução dos períodos de afastamento legal para evitar INSS e a estabilidade pós alta médica, constrangimentos a gestantes, assédio moral (haja visto diversas condenações no TST), atuação de back Office (escutas) e censura da análise entre outras condutas desumanas e que ferem as normas do trabalho decente (...)"

       

      A comissão tripartite é constituída de representantes dos trabalhadores (Fenattel e Sindicatos), Associação Brasileira de Telesserviço - ABT (representante das empresas) e Ministério do Trabalho e Emprego, que contou com vários representantes.

       

    • SINTTEL COMPROMETIDO NO COMBATE AO ASSÉDIO MORAL

      O Dia Nacional de Luta Contra o Assédio Moral - celebrado no dia 2 de maio - é mais um momento para ressaltar a importância do combate a prática no ambiente de trabalho e quanto os trabalhadores são vítimas deste tipo de agressão diariamente.

       

      O assédio moral sempre existiu, mas hoje é bem maior com a precarização das relações de trabalho. No assédio moral, a vítima é submetida a situações constrangedoras e humilhantes no ambiente de trabalho. As humilhações sofridas podem desenvolver doenças físicas e mentais, como estresse, doenças cardíacas, neurológicas, síndrome do pânico, depressão, entre outras.

       

      O setor de teleatendimento é um dos líderes em denúncias de assédio moral e a diretoria do Sinttel desaprova qualquer tipo de abuso cometido nas relações de trabalho. Não só nesta data, mas todos os dias. É preciso combater a conduta que, na maioria das vezes, é a política da empresa.

       

      O assédio é muito difícil de ser comprovado e isso acaba desestimulando as denúncias e os trabalhadores precisam ser instruídos para que seja comprovado o abuso. Pensando nisso, a diretoria do Sinttel esteve em frente às empresas para entregar cartilhas de conscientização sobre o mal que tal conduta provoca na saúde dos trabalhadores.

       

      O trabalho é meio e não fim de vida!

       

    • PLENÁRIA REALIZADA PELA CUT CONTA COM

      PARTICIPAÇÃO DO SINTTEL

      Na tarde de hoje (14), diversas entidades filiadas participaram de plenária sindical na sede da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE). O encontro teve como objetivo organizar a mobilização geral do dia 29 de maio: Dia Nacional de Paralisação e Manifestação contra a Terceirização e as Medidas Provisórias (MPs) 664/2014 e 665/2014, que alteram a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

       

      Com atual conjuntura ainda mais conservadora do Congresso Nacional é importante que a classe trabalhadora esteja unida contra qualquer tipo de retrocesso às leis trabalhistas. O Sinttel tem participado das mobilizações em apoio a defesa dos direitos que foram conquistados com muito esforço ao longo de todos esses anos.

       

    • IGUALDADE DE SALÁRIOS E BENEFÍCIOS

      Pela primeira vez este ano, a Comissão Nacional de Negociação da Fenattel reuniu-se com os representantes da Claro/Embratel para iniciar a negociação do Programa de Participação nos Resultados - PPR 2015.

       

      Até o ano passado, havia formas diferentes de negociação, mas a partir da fusão das empresas Claro e Embratel no Grupo América Móvil no Brasil não há por que negociar índices, reajustes e benefícios diferenciados.

       

      Mas essa não é a intenção dos representantes da empresa. Na negociação de 2014, a empresa firmou o compromisso de rediscutir os valores praticados no programa alimentação em abril de 2015, com objetivo de equalizar as diferenças. Porém, em relação ao vale refeição, ainda existem valores diferentes em vários estados brasileiros.

       

       Trabalhadores querem respostas

       

      A equiparação dos valores praticados nos benefícios (auxílios-alimentação, creche, reajustes etc) mais o PPR 2015 são prioridades para os trabalhadores. Esses foram os dois temas que a Comissão quis definir nesta primeira reunião.

       

      Os trabalhadores cobram soluções urgentes, pois convivem com as diferenças lado a lado. A empresa, por sua vez, não apresentou proposta para nenhum deles, alegando que ainda não tem definição, querendo ganhar tempo ou empurrar com a barriga.

       

      Entretanto, seus representantes apresentaram outras propostas para tentar equalizar algumas cláusulas dos acordos da Embratel e Claro. Para surpresa da comissão, todas as propostas eram para precarizar o que já existe hoje. A empresa quer unificar, mas por baixo e ganhar em cima do trabalhador de novo.

       

      De imediato, a comissão mostrou sua indignação sobre todos os pontos apresentados pela Claro/Embratel, acrescentando que todas as cláusulas dos acordos coletivos têm validade até 31/08/15 e que os sindicatos, juntamente com os trabalhadores, não aceitarão a PRECARIZAÇÃO que se está pretendendo.

       

      Quanto ao PPR e à equalização do vale refeição, a empresa informou que está discutindo internamente e que na próxima reunião programada para o dia 08 de junho apresentará uma contraproposta.

       

    • ENCERRADA A CAMPANHA SALARIAL DA REDE EXTERNA

      O auditório do Sinttel ficou lotado, na noite de ontem, com a presença de 510 trabalhadores de diversas empresas da rede externa que não deixaram de participar da assembleia de deliberação para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho(CCT) 2015/16. Diferente de outras assembleias, essa teve uma representação maior de mulheres.

       

      Depois de meses de negociações e de propostas rejeitadas, finalmente a negociação avançou e, por ampla maioria, a CCT foi aprovada. Mais uma vez, o esforço da diretoria do Sinttel foi decisivo para que os patrões recuassem e apresentassem uma proposta decente. Foram quatro rodadas de muita luta e negociação entre o sindicato e as prestadoras de serviços de rede (RM R2, Tecnomut, Serede, JCB e Protele), que resultaram em avanços significativos e ganhos reais para o trabalhador.

       

  • Junho

    • OI, VIVO E CLARO - IMPÉRIOS EM ASCENSÃO

      O processo de consolidação das três irmãs - Grupo Oi, Grupo Claro (Embratel, Net, Claro) e Grupo Telefônica (Telefônica do Brasil/Vivo e GVT) - avança celeremente, transformando essas operadoras em verdadeiros impérios. A receita da Vivo, por exemplo, está orçada em cerca de R$ 40 bilhões. Mas o impacto dessa consolidação, até aqui, tem sido negativo para os trabalhadores do setor, alvos de demissões em massa. O Mesmo cenário de demissões se repete na Oi e na Claro S.A. O que nos leva a questionar: qual a contrapartida social dessas consolidações?

       

      Em 1916, o então presidente da AT&T, Theodore Vail, dizia: "nós reconhecemos uma responsabilidade e um dever de nossa parte em relação ao público o que é algo diferente e maior que a obrigação de outras empresas de serviços públicos não tão entrelaçadas à vida cotidiana da comunidade."

       

      No entanto, 100 anos depois, parece que as operadoras de telecomunicações não se dão conta das suas enormes responsabilidades sociais. Não são apenas empresas para distribuir lucros aos seus acionistas, mas são a base de uma sociedade que tem na informação a sua principal mercadoria. Não há como pensar cultura, educação, trabalho, entretenimento sem pensar numa empresa de telecomunicações, principalmente na infraestrutura de banda larga.

       

      O Governo Federal deu um bom exemplo mantendo o orçamento do Banda Larga para Todos. E esperamos que isso signifique que as promessas de campanha da presidenta Dilma vão se tornar realidade:

       

      1) banda larga como infraestrutura estratégica e essencial para o desenvolvimento do país.

      2) velocidade de 25Mbps por acesso, com 90% de atendimento, basicamente através de fibras ópticas, em parceria com as atuais empresas operadoras num prazo de 4 anos.

      3) apoio à Telebrás para ser o braço do governo nas implantações, principalmente para os pequenos provedores e com intuito de regular a competição.

      A presença do engenheiro Jorge Bittar na presidência da Telebrás é uma expectativa muito positiva para que a empresa tenha um papel estratégico na universalização da banda larga no Brasil.

       

      A Campanha Banda Larga é um Direito Seu tem insistido com o Governo na necessidade da implantação de um fórum nos moldes do Fórum Brasil Conectado que possa estabelecer entre Governo, empresas e sociedade civil um debate sobre qual o melhor modelo para responder as demandas da sociedade.

       

      O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, tem um papel estratégico, pois ele pode convocar imediatamente o FBC, apresentar a proposta do governo e dialogar com a sociedade civil e as operadoras. Dessa negociação poderá surgir um novo modelo para as telecomunicações brasileiras, em particular para a banda larga.

       

      Leia mais em  www.institutotelecom.com.br

       

    • 14º CONGRESSO ESTADUAL DA CUT COMEÇA HOJE

      Começa hoje e vai até o próximo sábado, dia 13, o 14º Congresso Estadual (CECUT) “Educação, Trabalho e Democracia, Direito Não Se Reduz, Se Amplia”, em homenagem ao companheiro Manoel Santos, Mané de Serra, falecido recentemente. O CECUT acontecerá, no Centro de Formação e Lazer (CFL) do Sindsprev, na BR-101/Norte Km 12, Guabiraba, no Recife.

       

      Mais de 300 delegados devem participar do evento, sendo que 17 vão representar o Sinttel-PE. É importante salientar que todas as discussões acontece num momento oportuno para debater temas, como a terceirização e a ameaça à democracia. Com isso, os delegados vão sair mais enriquecidos para defender ainda mais classe trabalhadora.

       

      A abertura do evento será com presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas, às 19h, que fará uma análise de conjuntura juntamente com o secretário geral da entidade, Sérgio Nobre. A programação também contará com a participação de Carmem Foro (vice-presidenta da CUT Nacional) e de Jaci Afonso (secretário de Organização Sindical da CUT Nacional).

       

      O Congresso Estadual da CUT serve ainda de preparação para o 12º CONCUT, previsto para acontecer entre os dias 13 e 16 de outubro, em São Paulo.

       

      A expectativa dos dirigentes do Sinttel e que sejam traçados planos consistentes para que o movimento sindical saia fortalecido e retome a dianteira em defesa dos direitos dos trabalhadores.

       

    • VIVO, NEGOCIAÇÕES DO PPR

      No último dia 22, a Comissão Nacional da Fenattel se reuniu com os representantes da Vivo para discussão do PPR/2015.  As negociações não avançaram porque a empresa informou que ainda não foram definidas as metas corporativas. Os dirigentes sindicais cobraram rapidez nesta definição, pois os trabalhadores precisam saber quais serão as regras do PPR deste ano. Uma nova reunião está marcada para o dia 2 de julho.

       

    • ENTENDIMENTO SOBRE PLACAR 2015

      Após duas rodadas de negociação, a Comissão de Negociação da Fenattel chegou a um entendimento com a diretoria da empresa sobre o Programa de Participação nos Resultados (Placar 2015).

       

      As bases do programa que já contam com alguns anos de acúmulo e debates foram mantidas, mas foi possível avançar e mexer em dois pontos que causavam dificuldades ao conjunto dos sindicatos e à federação: O prêmio ser diferenciado por região do país e o Delta EVA.

       

      O primeiro nos causou uma dificuldade enorme este ano, que apesar do bom prêmio pago, o fez com uma grande variação por regional da empresa (em uma determinada região pagou 3,2 salários em outra pagou 2,2).

       

      Já o segundo sempre foi uma imposição dos acionistas e a comissão nunca concordou (até porque sempre foi muito difícil explicar o fato dele não poder ser calculado mês a mês como os demais indicadores e quase sempre causou surpresas desagradáveis).

       

      Após os debates e a insistência da comissão em tornar o programa verdadeiramente nacional e unificado, juntamente com o esforço em acabar com o Delta EVA, os representantes patronais cederam parcialmente e concordaram com parte importante das propostas.

       

      Assim, foi finalizado as negociações para definição do Placar 2015 com avanços significativos de aprimoramento do programa. O Placar 2015 contará com cinco indicadores unificados nacionalmente (veja abaixo) e os demais pontos do ano passado (como elegibilidade, data de pagamento etc.) estão mantidos. Encerrada as negociações, o Sinttel convoca os trabalhadores para participarem de assembleia nesta quinta-feira (11) às 14h, no auditório da empresa.

       

      -Dívida Bruta (peso de 30%);

      -Opex (peso de 30%);

      -Receita (peso de 15%);

      -Ebitda (peso de 15%);

      -Reclamações Anatel (com o peso de 10%).

       

      Demissões

       

      Apesar de não fazer parte da pauta, mas como os boatos de novas demissões têm circulado em vários estados, os dirigentes sindicais aproveitaram para cobrar uma resposta, a qual foi negada de forma taxativa esta probabilidade.

       

    • NEGOCIAÇÕES CLARO S.A.

      Na última rodada de negociação entre a Comissão Nacional da Fenattel e o grupo Claro S.A. (Embratel, Claro e NET), realizada entre os dias 9 e 11 de junho, em São Paulo, não aconteceram avanços nas negociações do reajuste do vale refeição e do PPR.

       

      A empresa não apresentou nenhuma proposta de reajuste para o vale refeição, como era esperado. Para o PPR da Claro e da Embratel foram apresentados valores diferentes de pagamentos e a comissão rejeitou de imediato.  O diretor do Sinttel e integrante da comissão, Gilberto Oliveira, disse que a proposta tem que ser uma só para todos os trabalhadores.

       

      Uma nova rodada de negociação está marcada para os dias 02 e 03 de julho.

       

  • Julho

    • SINTTEL PROMOVE PRIMEIRO ENCONTRO LGBT

      DA ENTIDADE

      Nesta terça-feira (30), o Sinttel promoveu o I Encontro sobre Saúde e Direito da População LGBT no Mercado de Trabalho. A abertura contou com a participação do presidente Estadual da Fundacentro, além dos representantes do Centro de Combate à Homofobia.

       

      O encontro reuniu diversas pessoas; entre eles, trabalhadores em teleatendimento, integrantes do movimento LGBT e de diversas outras categorias. Paula Danielly, diretora de saúde do Sinttel, abriu o evento e explicou a importância desta reunião de ideias e pessoas para a categoria, pois faz com que o debate acerca do tema se torne mais profundo, diário e tratado da maneira devida, pesando a legislação que afasta discriminações e o dever social de respeito ao indivíduo, seja quem for. O presidente da Fundação, Túlio Gadelha, acrescentou ao discurso que o encontro promovido pelo Sinttel é de extrema importância, pois o momento é de discussão e de inclusão da população LGBT no mercado de trabalho, sem quaisquer distinções.

       

      Na mesa de debates, os palestrantes se fizeram presentes por meio dos integrantes do Centro de Combate à Homofobia. Hugo Felipe, o coordenador, fez explicações quanto às definições de gêneros, sexualidade e a história das siglas que definem o público LGBT. Para a população LGTB em Teleatendimento é uma oportunidade de emprego tal qual para qualquer outro trabalhador que, de alguma forma, sente-se fora do padrão social.

       

      O Centro mantém contato com seu público-alvo por meio de ramal telefônico e de atendimento via web. Essa abertura dada às pessoas é o pontapé inicial para que denúncias sejam feitas e direitos sejam respeitados. É um trabalho em conjunto: o sindicato protege os direitos trabalhistas dos empregados, quem quer que sejam; o Centro faz seu papel social; e a própria população ganha voz na sociedade, seja por meio de seus representantes sindicais, seja por meio de entidades que têm como finalidade a extinção de atos discriminatórios, sejam nas ruas, sejam no ambiente de trabalho.

       

      Por sua vez, Laura Kerstenetzky, advogada do Centro de Combate à Homofobia expôs algumas decisões proferidas por juízes brasileiros concedendo danos morais a trabalhadoras transexuais que sofreram assédio moral devido à sua identidade de gênero, demonstrando que, embora ainda omissa a lei, o Judiciário está atento ao que ocorre.

       

      Para fechar o evento da forma mais concreta e ilustrativa do problema que foi o centro do debate, tivemos o depoimento da trabalhadora Heymilly, que contou sua difícil experiência no mercado de trabalho. Ela, diga-se, embora tenha sido premiada diversas vezes por sempre ter bons resultados na empresa, não era respeitada quando pedia para ser chamada pelo seu nome social; contou que, enfim, decidiu entrar com um processo contra a empresa por assédio moral.

       

    • ARRAIÁ DO SINTTEL 2015, SUCESSO DE PÚBLICO

      E ANIMAÇÃO

      O mês mais festejado em todo o Nordeste acabou e levou com ele o forró, as fogueiras, os fogos e toda aquela animação que tomou conta da região durante todo o mês de junho. Para encerrar os festejos juninos, os trabalhadores em telecom se esbaldaram no Arraiá do Sinttel 2015.

       

      A chuva que caiu durante todo o sábado não espantou os trabalhadores e não sobrou um espaço vazio dentro do Clube Internacional. Foram mais de 10 mil pessoas forrozando ao som da Banda Aquarius, Banda Capital do Sol, Banda Sedutora e do DJ Davi nos intervalos. A multidão não se cansou e a festa terminou com o dia já claro, como manda a tradição!

       

      Foi, sem dúvidas, uma das melhores festas promovidas pelo Sinttel e, por isso, as lembranças vão ficar na memória de cada um que participou da festa. Na lembrança e, é claro, nas imagens captadas pelo sindicato e por cada um que compareceu e fez questão de tirar fotos e selfies, onde não só apareciam os trabalhadores, mas a notória festa individual que, somada, fez do São João do Sinttel se abrilhantar por contar com a categoria mais animada. A diretoria agradece a presença de todos e ano que vem tem mais, trabalhadores.

       

      Nunca nos cansamos de dizer que a existência do sindicato não se resume à assistência prestada a todo e qualquer trabalhador. Estamos sempre dispostos a recebê-los quando assim for necessário. Mas não queremos parar por aí: a intenção do Sinttel é também de fornecer aos seus sindicalizados propostas de descontração, reunião de pessoas que, embora de empresas diferentes, estão ligadas pela mesma causa, pelo mesmo trabalho.

       

      É sempre bom ver os trabalhadores interagindo entre si e contando, no meio de todos, com os diretores e funcionários do Sinttel que, além de trabalharem duro pelas questões mais importantes relativas aos contratos de trabalho, também se empenham em levar felicidade para a vida de cada um.

       

    • DEVO, NÃO PAGO, FUI CLARO

      A CLARO insiste em não cumprir o compromisso de equalização do VR numa CLARA demonstração de DESRESPEITO aos trabalhadores e suas entidades de classe. Como condição para concluir o processo negocial e fazer aprovar sua proposta de Acordo Coletivo 2014/2015, a CLARO prometeu “rediscutir os valores praticados no programa alimentação em abril de 2015, com objetivo de equalizar as diferenças entre as regionais”.

       

      Assim, depois de manter o valor do VR dos trabalhadores da Embratel em R$ 29,95, trocando a não concessão de reajuste por um abono, o que levou apenas os trabalhadores da Claro em São Paulo para aquele patamar. Todos os demais empregados da Claro ficaram com valores abaixo de R$ 29,95. Firmou-se, contudo, o compromisso de acertar tudo em abril passado.

       

      Três meses e três reuniões de negociação depois a empresa insiste em desdizer o que disse antes, não honrando o compromisso assumido com os trabalhadores e formalizado em carta proposta.

       

      A Comissão Nacional de Negociação da FENATTEL e dos sindicatos filiados para a América Móvil, repudia com veemência essa postura desrespeitosa da CLARO para com seus trabalhadores, que já estão amargando com essa “esperteza” um prejuízo de até R$ 696,80. E em se confirmando a pretensão da empresa de continuar enrolando esse debate, o prejuízo só vai ficando maior até a data base (1º de setembro).

       

       A empresa precisa tratar seus trabalhadores com SERIEDADE e RESPONSABILIDADE, negociando com os representantes sindicais as formas de eliminar as diferenças de valores praticados em todo país.  Afinal, esse foi um compromisso assumido em assembleias com os trabalhadores, compromisso esse que exigimos que seja cumprido.

       

      Os trabalhadores da CLARO devem demonstrar toda sua indignação com a postura desrespeitosa da empresa. Este é o momento de cerrar fileiras, de mobilizar e acumular forças para a próxima campanha salarial, que promete ser das mais duras.

       

    • SINDICATO ESTREIA O SINTTEL MÓVEL

      A diretoria do sindicato iniciou uma ação que chega para ficar. É o Sinttel Móvel que irá até as empresas para atender as demandas do trabalhador, assim como prestar assistência jurídica, assistência à saúde, registrar denúncias, esclarecer dúvidas, promover ações de sindicalizações, entregar informes, panfletos, jornais e cartilhas.

       

      Os trabalhadores das empresas Provider e Tivit foram os primeiros a receberem a ação. Durante o dia inteiro, diretores e delegados do Sinttel esclareçam diversas dúvidas. A proposta é fazer um rodízio periódico de atendimento para ficar mais perto de você, trabalhador. Fique atento e participe conosco desta importante iniciativa de informação na defesa dos direitos da classe trabalhadora.

       

    • AMANHÃ É DIA DE SINTTEL MÓVEL

      O Sinttel Móvel é mais uma ação do sindicato para acompanhar o trabalhador ainda mais perto. Diretores vão ficar de PLANTÃO, em frente aos locais de trabalho, juntamente com uma equipe das áreas jurídica, saúde e comunicação para registrar denúncias e receber sugestões. ouvir e tirar suas dúvidas. Amanhã, o Sinttel Movél vai até à Teleinformações para ouvir e tirar as dúvidas dos trabalhadores. Trabalhador bem informado é consciente de seus direitos.

       

    • 04 DE JULHO - DIA DO TELEATENDENTE

      Diariamente, milhares de cidadãos/empregados/indivíduos trabalham falando ao telefone com pessoas em todo o Brasil, seja para vender produtos ou prestar atendimentos variados. Hoje, dia 04 de julho, comemora-se o Dia do Teleatendente e o Sinttel parabeniza todos esses companheiros e companheiras pelo seu dia.

       

      Assim, 4 de julho é a data oficial do trabalhador de teleatendimento. Neste dia, temos que comemorar e, principalmente, refletir sobre a necessidade de redobrar a nossa organização para lutar pela aprovação do Projeto Lei 2.673/07, do Deputado Jorge Brittar, que regulariza a profissão de teleatendente. Precisamos continuar fortes para que, juntos, continuemos avançando nas conquistas por melhores salários, condições de trabalho e fortalecimento categoria .

       

      É importante continuarmos firmes brigando contra o PL 4.333, que sob o pretexto de regulamentar a terceirização no país, acaba por legalizar a fraude e a precarização do emprego.

       

      Salve o Dia 4 de julho, Dia dos trabalhadores (as) em Teleatendimento!

       

    • AUDITÓRIO DO SINTTEL E PALCO DE OFICINA

      DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

      Tendo como objetivo capacitar representantes, organizações e grupos da sociedade civil, o Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom) realizou a Oficina da Mídia Democrática nesta última terça-feira (07).  A formação foi aberta ao público e aconteceu no auditório Sinttel e teve participação de pessoas interessadas na regulamentação dos artigos constitucionais que versam sobre radiodifusão no Brasil.

       

      Um dos principais assuntos abordados foi sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática, que faz parte da campanha “Para Expressar a Liberdade" e que pretende, entre outras coisas, proibir políticos com mandato de serem concessionários de rádio e televisão, estipular cotas de conteúdo local nas transmissões, além de garantir a complementaridade entre os sistemas público, estatal e privado de comunicação. Para que seja apresentado no Congresso Nacional, o projeto precisa reunir mais de 1,3 milhão de assinaturas em todo o Brasil.

       

      De acordo com a jornalista Cátia Oliveira, integrante do Fórum e do Coletivo Intervozes, o debate é importante para que mais indivíduos e entidades possam contribuir para fortalecer a luta pela democratização da comunicação.

       

      “Atualmente existe uma concentração de poder nas mãos de poucas empresas que controlam tudo o que é prejudicial à democracia. Precisamos nos conscientizar de que podemos e devemos fazer alguma coisa para mudar essa situação”, analisou o sociólogo Renato Feitosa, também integrante do Fopecom e do Centro de Cultura Luiz Freire.

       

      Na oficina, ainda foram definidos pontos e ações de coletas de assinaturas para a Lei da Mídia Democrática, assim como estabelecidas metas a serem atingidas nos próximos meses.

       

    • VIVO REVÊ POSIÇÃO E NEGOCIA PPR 2015

      Depois de várias rodadas de negociações, a Vivo finalmente teve o bom senso e apresentou os indicadores e as metas para o pagamento do Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PPR). Isso só foi possível devido ao empenho da Comissão da Fenattel em não aceitar atitudes unilaterais da empresa que a todo momento afirmava não ser possível realizar o pagamento.

       

      Em reunião realizada no dia 14 de julho, a empresa recuou e indicou que as regras para pagamento serão iguais ao do PPR anterior. O target será de 2,2 salários caso 100% das metas sejam atingidas, podendo chegar até 2,75 salários. A pedido da Comissão, a empresa apresentou os resultados do 1º semestre. Os números estão bastante razoáveis e próximos dos 100%. Mas, vale lembrar que o resultado final será fechado em 31 de dezembro.

       

      Com as negociações encerradas, a Vivo se comprometeu a realizar o adiantamento de 1 salário nominal no próximo dia 27. Já o pagamento do resultado anual acontecerá até o dia 31 de março de 2016.

       

    • HOMENAGEM DO SINTTEL AO COMPANHEIRO

      VITO GIANOTTI

      Na sexta-feira (24), o movimento social ficou órfão – ou mesmo sequer conseguimos denominar nosso sentimento de tristeza, porque Vito não era nossa cria: era justamente uma das figuras paternas que ajudava a conduzir nosso trabalho. Para isso, o vocabulário não nos dá uma palavra, mas o sentimento de perda independe de nomenclatura. O companheiro de luta, Vito Gianotti, nos deixou prematuramente e sem aviso prévio. Nascido na Itália, ele escolheu o Brasil para viver e lutar em prol dos trabalhadores. Aqui se firmou, se identificou e foi devidamente reconhecido em vida.

       

      Ao desbravar o país em defesa da comunicação, impulsionou a mídia em diversos sindicatos.  Foi operário, dirigente sindical, educador e comunicador popular. Nos últimos tempos, era coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), o principal centro de treinamento e produção em comunicação popular e sindical do país.

       

      Vito Giannotti foi um exemplo de generosidade, simplicidade, militância e de luta em favor dos oprimidos. Sua perda deixa um grande vazio para a defesa das lutas sociais. A diretoria do Sinttel lamenta sua partida tão repentina. Mas seu legado continua, vivo, tanto quanto sua presença que nos há de acompanhar ao longo do tempo. Como gostava de falar, sem censura e com bastante veemência: “A luta continua, porra!”. E continua. Obrigado, Vito.

       

    • SINTTEL PROTOCOLA DENÚNCIA NO MTE CONTRA TELEINFORMAÇÕES

      A Teleinformações não se cansa de descumprir os itens do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Tem sido assim desde que a empresa se instalou em Pernambuco para prestar serviço à Vivo. As coisas pareciam que iam melhorar depois que o primeiro ACT foi assinado, mas pouca coisa mudou e as reclamações só têm aumentado diariamente.

       

      A diretoria do Sinttel já se reuniu diversas vezes com os representantes da empresa para cobrar soluções, contudo obteve apenas promessas e nenhuma definição foi tomada para que os problemas fossem solucionados.

       

      Desde que o ACT deste ano foi fechado, a empresa se comprometeu em pagar os R$ 91,00 de vale-alimentação e, até agora, nada dos trabalhadores receberem o valor acordado. Já passamos da metade do ano e a Teleinformações ainda não pagou a parcela de R$ 9,10 que deveria estar sendo incorporada ao valor do vale até o fim do ano. Para piorar, a cada mês que passa o valor da recarga do vale-alimentação está baixando.

       

      Os problemas não param por aí

       

      Os trabalhadores que entram de férias não estão recebendo os pagamentos devidos, descumprindo o prazo previsto no artigo 145 da CLT.  Ainda conforme outras denúncias, a Teleinformações não disponibiliza o relatório de vendas realizadas pelos trabalhadores, assim como não vem realizando o respectivo pagamento da remuneração variável. As horas-extras também não estão sendo pagas e nem computadas no contracheque, descumprindo as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      O sindicato cansado das promessas por parte da empresa protocolou uma denúncia no Ministério do Trabalho e Emprego e uma mediação acontecerá no próximo dia 04 de agosto. Contamos com sua presença, trabalhador!

       

  • Agosto

    • PROVIDER NÃO CUMPRE SUAS OBRIGAÇÕES

      Em delicada posição há alguns meses e vendo a situação se agravar, não restou outra opção para Provider senão a de requerer judicialmente o deferimento do processamento de sua recuperação judicial.  A medida foi a saída encontrada pela empresa para não decretar falência e assim superar a crise que considera passageira, uma vez que vislumbra maneiras para se manter aberta.

       

      Tudo começou quando a empresa perdeu contratos importantes e deixou de receber os pagamentos por parte de alguns contratantes. O resultado disso foram diversas demissões tanto em Recife como em Caruaru. Os trabalhadores demitidos ou que pediram demissão ficaram sem receber as verbas rescisórias.

       

      Além desses, muitos outros problemas estão acontecendo. Pensando em encontrar uma solução para diminuir as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores, o Sinttel pediu uma definição para que o Ministério do Trabalho se pronuncie e uma mediação foi marcada para ser realizada nesta terça-feira (04).

       

    • SINTTEL ESCLARECE DENÚNCIAS AOS

      TRABALHADORES DA RM

      A diretoria do Sinttel vem recebendo denúncias graves de trabalhadores da RM que caracterizam assédio moral. As principais queixas dizem respeito a cobranças de supervisores referentes ao cumprimento de metas, realização de serviços que expõe o trabalhador a riscos quanto à segurança do trabalho, assim como erros de pagamentos nos contracheques das horas extras.

       

      Em relação ao cumprimentos das metas, os trabalhadores estão sendo pressionados a ultrapassar os resultados. Todo trabalhador sabe que é preciso alcançar sua meta, porém os supervisores alegavam que o horário de largada só aconteceria depois que essas metas fossem ultrapassadas. Todos sabem o quanto é perigoso para o trabalhador da rede realizar serviços em postes no período de chuvas e a supervisão da RM preocupada em alcançar os resultados negligenciava estes riscos.

       

      Esta semana em reunião com a RM foram apresentadas todas as denúncias para que a empresa tomasse um posicionamento. “É inadmissível que os trabalhadores corram riscos com a finalidade de atingir qualquer tipo de resultado”, enfatizou o diretor do Sinttel, Eugênio Melo.

       

      Já sobre as horas extras a empresa alegou que houve um erro de sistema, o que acabou gerando transtornos e alguns trabalhadores receberam menos do que deveriam. A RM garantiu que a correção destes valores ocorrerá ainda este mês.

       

      Depois de cobrar da RM soluções das denúncias, a diretoria do Sinttel se reuniu com os trabalhadores do setor oeste. O encontro também contou com a participação de um gerente da área. O representante garantiu que nenhum trabalhador deve submeter-se a nenhuma atividade que o coloque em risco.

       

      Só com a colaboração dos trabalhadores é possível que o sindicato cobre da empresa melhorias nas condições das trabalho.

       

    • VIVO-GVT, TRABALHADORES NÃO MERECEM TÃO POUCO

      Em reunião realizada no último dia 14 de agosto, a Vivo/GVT, manteve a proposta anterior para o PPR. Com a habitual ganância de lucrar em cima dos trabalhadores, ela quer pagar 0,25 de salário para os 11.500 trabalhadores da GVT. Para os demais 6.500, a empresa quer manter os mesmos targets do PPR/2014 que varia de 2,15 a 5 salários.

       

      Se os trabalhadores da Telefônica/Vivo receberam em julho/2015 um adiantamento de 1 salário, por que para o pessoal da GVT a proposta é bem inferior?

       

      Os patrões salientaram ainda que os trabalhadores que recebem o target de 0,25 salários também contam com o PIV e chegam a receber 4,40 salários durante o ano. Entretanto, tal informação não foi confirmada pelos trabalhadores, um vez que a grande maioria reclama que as metas são inatingíveis.

       

      Você, trabalhador, sabe quantas pessoas ganham 40% de uma salário por mês de PIV? Na mesa de negociação, o sindicato sempre se posicionou contra este modelo de PPR atrelado ao programa de variáveis (PIV).

       

      PIV – Programa de Incentivos Variáveis que a empresa oferece para quem vende produtos e serviços, assim como para área operacional que instala e dá manutenção. Ele envolve setores como lojas; atendimento e área operacional; relacionamento com clientes e áreas que estão ligadas à qualidade e à produtividade que alavancam os ganhos da empresa.

       

      PAD – Programa de Avaliação de Desempenho = PPR (Programa de Participação nos Resultados). Aplicado a todos os trabalhadores com target de salário linear. É um programa para dividir igualitariamente, em termos salariais, os resultados da empresa entre os trabalhadores.

       

      O sindicato vai lutar até o fim pela unificação dos targets para 2,2 salários, pois os trabalhadores da Vivo e da GVT já estão trabalhando juntos e fazem parte da mesma empresa. Uma nova reunião foi solicitada e o sindicato espera que a empresa tenha uma postura mais flexível.

       

    • CLARO EVITANDO REUNIÃO NACIONAL DE NEGOCIAÇÃO

      A FENATTEL e o Sinttel denunciam a situação inaceitável criada pela Claro que continua evitando realizar a reunião nacional que estava prevista para o primeiro trimestre e foi adiada por diversas oportunidades.

       

      Mesmo com a troca do RH, nada muda, porque a opção da empresa é a de tentar empurrar goela abaixo a sua gestão antissocial. Com isso, soma-se aos adiamentos sucessivos e a recusa de cumprir o que havia prometido no ano passado, que era a equalização do VA-VR.

       

      As empresas concorrentes já negociaram e até já pagaram as parcelas e adiantamentos aos seus empregados. O modelo da Claro é não marcar reunião de negociação para praticar uma concorrência desleal e tentar se viabilizar retirando recursos dos trabalhadores.

       

      O Sinttel aguarda o imediato agendamento da reunião adiada e, caso isso não ocorra na próxima semana haverá convocações de mesas redondas em todos os estados, além de avaliar possíveis denúncias ao MPT. Basta de desrespeito aos trabalhadores e aos dirigentes sindicais que os representam em todo país.

       

    • SINTTEL REALIZA SEMINÁRIO DE TELEATENDIMENTO

      Em evento promovido pelo Sinttel, dirigentes e delegados sindicais da entidade participaram do Seminário de Teleatendimento para discutir sobre as especificidades do setor. O tema da discussão foi Contribuições para construção da pauta nacional de reivindicações dos trabalhadores.

       

      O seminário aconteceu durante o dia inteiro, no auditório do SINDPD, e a abertura do evento foi feita pelo presidente do Sinttel-PE, Marcelo Beltrão. “Em Pernambuco, o setor de teleatendimento é formado em sua grande maioria por jovens. Nosso estado tem uma das maiores bases do país, por isso é muito importante trazer elementos que contribuam para que uma pauta de reivindicação contemple mais conquistas e busque melhorar os salários e as condições de trabalho”, destacou Beltrão.

       

      Com o intuito de aprofundar os debates, o evento contou com palestras apresentadas por profissionais que conhecem a fundo as questões pertinentes ao teleatendimento. Quem iniciou o seminário foi Jackeline Natal, supervisora Técnica do Dieese, que fez um panorama sobre a conjuntura econômica e os impactos na categoria de teleatendimento. Em seguida, foi a vez da advogada Gisele Menezes, que apresentou informações jurídicas relevantes para construção da pauta de reivindicações. Para encerrar, os dirigentes presentes tiveram a oportunidade de assistir à palestra ministrada por José Hélio, Educador - Fundacento/PE, que trouxe diversas reflexões sobre a necessidade de se criar mecanismos que contribuam para a garantia da saúde e segurança do trabalhador.

       

      Após as apresentações dos palestrantes, coube ao secretário geral da Fenattel, Luis Antônio Souza, a orientação dos trabalhos à tarde. O objetivo foi extrair dos delegados e dirigentes os pontos mais importantes que irão compor a pauta nacional de reivindicações. O seminário contou também com a participação de Antônio Toschi, assessor da Fenattel.

       

      A partir dos painéis técnicos apresentados, os delegados e dirigentes ficaram com a tarefa de construir eixos e linhas gerais para a formatação da pauta nacional de reivindicações dos trabalhadores em teleatendimento. “Na próxima campanha salarial, teremos que olhar com bastante cuidado para questões de adoecimentos nos locais de trabalho. Tenho certeza que os demais sindicato do país irão eleger este ano como o ano da saúde do trabalhador”, finalizou a diretoria do Sinttel, Danielly Morais.

       

    • VIVO-GVT, TRABALHO IGUAL PPR IGUAL

      No último dia 05 de agosto, a Comissão da Fenattel (da qual faz parte o diretor do Sinttel, Anchieta Couto) se reuniu com os executivos da Vivo/GVT para tratar do PPR/PAD 2015 dos trabalhadores da GVT.

       

      Os dirigentes foram enfáticos ao afirmar que não admitirão trabalhadores de 1ª e 2ª categorias na mesma empresa, visto que, de acordo com o próprio presidente, só existe uma empresa, a Vivo. Vale lembrar que ela é a operadora mais rentável do Brasil.

       

      O que veio por parte da empresa

       

      A Vivo/GVT com sua habitual ganância em aumentar o lucro dos seus acionistas propõe manter o mesmo modelo de PPR/PAD de 2014 em relação aos valores, ou seja, cerca de 10 mil trabalhadores da GVT receberiam nesta primeira parcela entre R$ 100,00 a R$ 115,00 aproximadamente. Isto é valor de PPR a ser pago pela maior operadora de telecomunicações do país?

       

      É importante ressaltar que o atraso das negociações se deve exclusivamente à empresa que, como nas negociações da Vivo, não apresentou as metas e objetivos para o ano de 2015. A Comissão da Fenattel endureceu as negociações e reivindicou que o PPR/PAD da GVT tenha, no mínimo, o mesmo target da Vivo, ou seja, 2,2 salários. Trabalhador da GVT, não se deixe enganar. Igualdade de direitos e garantia do princípio da isonomia: trabalho igual, PPR igual!

       

      Independentemente do andamento das negociações, o pagamento que é efetuado habitualmente em agosto deve ser mantido. Foi deixado claro para a empresa que os trabalhadores já contam com estes valores.

       

      Diante do impasse nas negociações e visto que a proposta da empresa está muito abaixo das reivindicações da categoria, uma nova reunião ocorrerá no próximo dia 14 de agosto.

       

    • SINTTEL DISCUTE DIRETRIZES PARA O ELACS

      Aconteceu, na tarde da última sexta-feira (14), uma reunião na CUT para discutir as diretrizes do 10º Encontro Latino-Americano e Caribenho de Sindicalistas (ELACS). A plenária teve como pauta apresentar o encontro que acontecerá entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro, no Rio de Janeiro. É a primeira vez que nosso país vai sediar o evento.

       

      O objetivo do encontro é compartilhar experiências em conjunto com os trabalhadores da América Latina e do Caribe para aprofundar os debates e discutir a redução dos direitos dos trabalhadores.

       

      Este é um momento em que os trabalhadores estão sentido o maior peso das medidas. Um exemplo disso é o Projeto de Lei 4330 que sob o pretexto de regulamentar a terceirização no país, acaba por legalizar a fraude e a precarização do emprego. O PL foi aprovado na Câmara dos Deputados ignorando uma consulta popular.

       

      A diretora da CUT e do Sinttel, Paula Danielly, participou da mesa e falou da importância desse encontro para a classe trabalhadora. “A nossa categoria é uma das mais prejudicadas com a terceirização mesmo com a conquista de alguns benefícios através do esforço do movimento sindical.  A CUT e o Sinttel estão juntos com os trabalhadores para tentar diminuir esses impactos na vida do trabalhador”, finalizou Danielly.

       

    • VIVO-GVT ANUNCIA NOVA REESTRUTURAÇÃO

      A Vivo/GVT apresentou ao Sinttel no dia 21 de agosto, o plano de reestruturação da empresa devido à compra da GVT. O RH da empresa informou que será preciso efetuar a eliminação de cargos duplicados.

      Para efetuar a redução necessária em seu quadro de trabalhadores, a empresa abrirá um Processo de Demissão Voluntária (PDV). Com o intuito de minimizar o impacto econômico dos trabalhadores envolvidos nesse processo, o sindicato negociou um pacote de benefícios:

       

      Indenização adicional para Telefônica/VIVO/GVT

       

      TEMPO   DE CASA (anos)                               Nº SALÁRIOS

      0-5                                                                   1

      6-9                                                                   2

      10-14                                                                3

      15-16                                                                5

      17-18                                                                6

      19-20                                                                7

      21-22                                                                8

      23-24                                                                9

      ACIMA DE 25                                                      10

       

      Para Trabalhadores origem Telefônica/VIVO

      - Plano de Saúde: Extensão de 120 dias da assistência médica/odontológica

      - Doação do aparelho celular

      - Não desconto do valor residual do auxílio alimentação

       

      Para Trabalhadores origem GVT

      - extensão até 30 de setembro/15 da assistência médica/odontológica

      - Não desconto do valor residual do auxílio alimentação

       

      O período para inscrição é de 25 a 26 de agosto. Mais informações serão divulgadas pela empresa. Vale lembrar que cada caso será analisado pelo RH, o pedido poderá ou não ser aceito e todos receberão uma resposta sobre a solicitação.

       

      O sindicato, por princípio, é contra demissões. Entretanto, diante de um processo irreversível como a fusão de empresas, na qual há sobreposição dos cargos, buscou ao máximo uma alternativa para abrandar o impacto na vida dos trabalhadores.

       

    • FENATTEL LUTA PELA REGULAMENTAÇÃO DA

      PROFISSÃO DE TELEATENDENTE

      A luta dos trabalhadores em telecom pela regulamentação da profissão de teleatendente foi intensificada a partir do 4º Congresso Nacional da FENATTEL, realizado em São Paulo em 2013.

       

      Depois de sete anos parado no Congresso Nacional, na comissão de Ordem Econômica, o PL 2673/2007 (de autoria do Dep. Jorge Bittar PT- RJ) foi alvo de um abaixo assinado nacional que reuniu mais de 130 mil assinaturas em todo país.

       

      As assinaturas foram impulsionadas por uma intensa coleta em Pernambuco, Bahia, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Santa Catarina. Na ocasião, o então presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), recebeu a delegação da FENATTEL, coordenada pelo presidente Almir Munhoz, e oficializou a entrega do abaixo assinado aos líderes dos partidos.

       

      Designado o Relator, duas conquistas foram alcançadas no ano de 2014 com a aprovação na Comissão de Ordem Econômica, depois de sete anos, e a entrada na Comissão de Constituição e Justiça, onde o então relator, deputado Eli Correa Jr, deu parecer favorável.

       

      Este ano, nova legislatura, e a FENATTEL através da Diretora Executiva de Teleatendimento, com companheira Iara Martins, atuou com firmeza e habilidade junto aos deputados desta Comissão e o novo relator, Valmir Prascidelli (PT-SP), confirmou o voto favorável e garantiu a entrada do PL na pauta.

       

      Na quinta feira (20), mais uma etapa foi concluída, de uma luta que ainda não terminou. Foi aprovado o projeto que regulamenta a profissão de teleatendente a jornada e as condições de trabalho. O PL irá beneficiar milhares de trabalhadores em todo o país que enfrentam péssimas condições de trabalho.

       

      Agora, o PL segue para o Senado, onde a diretoria da FENATTEL e do Sinttel vão se empenhar para sensibilizar os parlamentares para o gigantesco alcance social do projeto que poderá melhorar a vida de mais de um milhão de jovens no país inteiro.

       

  • Setembro

    • PROVIDER DESCUMPRINDO OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS

      Já passamos da metade do ano e a situação da Provider está piorando a cada dia. Não é novidade para ninguém que a empresa não honra com as obrigações trabalhistas e muito menos com o que foi acordado com o sindicato.

       

      A Provider é uma das empresas terceirizadas que prestam serviço ao Governo do Estado responsáveis pelo atendimento na FUSAM. Como é de conhecimento de todos, trabalhadores terceirizados de setores como segurança, educação e saúde estão cobrando que o governo pague os contratos firmados com as empresas que prestam serviços.

       

      Mais uma vez, os trabalhadores procuraram a diretoria do Sinttel para relatar denúncias referente aos atrasos no pagamento dos salários e benefícios, não recolhimento de FGTS, entre outras obrigações trabalhistas. O SINTTEL protocolou denúncias no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e entrou com um pedido de mediação para que a empresa dê explicações.

       

      Na segunda-feira (31), a Provider compareceu à mediação no Ministério do Trabalho e Emprego e confirmou que não tem condições de realizar o pagamento porque está aguardando a quitação dos contratos por parte do governo do Paulo Câmara (PSB). Os representantes da empresa afirmaram que uma reunião aconteceria na terça-feira (1º) e que esperavam sair com solução para o entrave.

       

      Amanhã às 10h, o sindicato se reunirá com os trabalhadores para discutir o encaminhamento dessas questões, assim como uma deliberação de uma greve. Para que os trabalhadores não fiquem desamparados. O Sinttel oferece suporte jurídico para os associados que entram com ações judiciais. Os trabalhadores junto com o sindicato exigem o cumprimento das obrigações trabalhistas da Provider, afinal a responsabilidade direta é do tomador de serviço.

       

    • VIVO-GVT, NEGOCIAÇÕES COMEÇAM E EMPRESAS

      SINALIZAM DIFICULDADES

      A Comissão Nacional de Negociação da Fenattel iniciou as negociações do Acordo Coletivo 2015/2017. As reuniões aconteceram no último dia 15 e 16 de setembro. Como já era esperado, as empresas mostraram um cenário de dificuldades em todos os aspectos nessa primeira rodada.

      Fazendo referência a uma crise que não é dela, pois no primeiro semestre os seus resultados foram positivos, os representantes da empresa não economizaram em apontar diversas dificuldades com o intuito de criar um cenário bastante desfavorável e desastroso para justificar um acordo ruim para os trabalhadores/as.

       

      Não é nenhum segredo que hoje a Vivo conta com 106, 4 milhões de acessos e uma receita operacional líquida que subiu 5,4%, atingindo R$ 10,4 bilhões.

       

      A Comissão enfatizou, também, que os responsáveis pela façanha da Nova Vivo, que é um verdadeiro poderio das telecomunicações, são os diversos trabalhadores e trabalhadores que diariamente contribuem para seu crescimento.

       

      “É importante lembrar que foi a Vivo que comprou a GVT e, portanto, não aceitamos nenhum tipo de precarização no Acordo Coletivo deste ano, sem esquecer que nosso pleito é que o nivelamento das cláusulas seja feito com base no acordo que ofereça as melhores condições”, relatou o diretor do Sinttel, Anchieta Couto.

       

      A pauta de reivindicações é composta por 105 cláusulas que foram debatidas durante as reuniões. As conformidades foram as mínimas possíveis. Com isso, novas reuniões foram agendadas para 29 e 30 de setembro.

       

      A Comissão de Negociação e os trabalhadores não desistirão em lutar para conquistar um Acordo Coletivo vantajoso para a categoria.

       

      Vale lembrar que em 2015 ainda teremos acordos separados, pois a fusão do CNPJ está prevista para ocorrer em abril de 2016.

       

      VAMOS LUTAR POR UM ACORDO DECENTE.

      JUNTOS SOMOS FORTES!

       

    • PROVIDER, TRABALHADORES EM ESTADO DE GREVE

      Antes do ato programado pelo Sinttel para acontecer na manhã desta quarta-feira (02), a Provider entrou em contato com a diretoria do sindicato na tentativa de evitar uma greve. A empresa informou que teve uma longa reunião com o Governo do Estado, o qual garantiu o pagamento dos valores atrasados do contrato da FUSAM até o próximo dia 11 de setembro.

       

      Com isso, a empresa garantiu ao sindicato que até o fim desta quinta-feira (03) os pagamentos em atrasos serão realizados. O sindicato realizou assembleia para repassar as informações dadas pela empresa e, na ocasião, recebeu a confirmação por parte dos trabalhadores de que os benefícios já haviam sido efetuados, porém a empresa ainda está em débito com os salários de julho e agosto.

       

      Os trabalhadores com a participação do sindicato decidiram decretar estado de greve, isto é, se até o fim desta quinta-feira, a Provider não cumprir com suas obrigações trabalhistas a greve será instaurada de fato. O sindicato também não vai aceitar que a empresa desconte os dias em que os trabalhadores estiveram mobilizados para exigir o pagamento dos salários e benefícios.

       

      A diretoria do Sinttel está junto com o trabalhador para garantir os seus direitos e não vai mais aceitar nenhuma desculpa da empresa para não honrar com seus compromissos. Se até a última hora do dia 03 de setembro, o valor não estiver depositado corretamente na conta de cada trabalhador a greve estará instaurada. A Provider precisa aprender de uma vez por todas que não são os trabalhadores que devem pagar a conta por causa da sua má administração.

       

  • Outubro

    • PREPARE-SE QUE A BOLA VAI ROLAR

      Trabalhadores das mais diversas empresas jogando de lado a lado, em uma competição que pretende estimular a prática esportiva e, ao mesmo tempo, promover um momento de integração. Esta é a 6ª edição do Torneio de Futebol Society do Sinttel

       

      Reúna já os colegas para participar deste torneio que promete ser um dos melhores e mais animados dos últimos anos! Forme também a sua torcida! Serão dois dias de intensa disputa, com espírito desportivo, descontração e muita festa.

       

      Como em todas as edições anteriores ao torneio, as fichas de inscrição devem ser enviadas para o e-mail: sinttel-pe@uol.com.br (baixe o link abaixo e pegue sua ficha). A inscrição deve constar o nome do responsável pela equipe e o número de telefone. As regras são iguais a do ano passado e cada equipe deve ter no máximo 10 jogadores inscritos. É importante ressaltar que as inscrições só estarão validadas após recebimento de e-mail de confirmação. As regras são iguais a do ano passado e cada equipe deve ter no máximo 10 jogadores inscritos.

       

      O torneio acontece nos dias 22 e 29 de novembro, na quadra society do Clube Internacional. Para maiores informações entre em contato pelo telefone 3320-8666, pelo facebook e pelo whatsapp (81) 971157216. As inscrições começam no dia 30 de outubro e se encerram dia 13 de novembro. As tabelas serão disponibilizadas a partir do dia 17 de novembro.

       

    • VIVO-GVT, REPÚDIO À FORMA DE NEGOCIAR

      Dando continuidade às negociações, dirigentes de diversos sindicatos do país se reuniram com a Vivo/GVT no último dia 15 de outubro. A reunião começou com os representantes da empresa querendo dar as cartas ao empurrar sua vontade goela abaixo dos sindicalistas.

       

      De forma arbitrária, a corretora TCS (Telefônica Corretora de Seguros) unilateralmente informou à ABET, gestora do PLAMTEL, que este não seria mais o plano de saúde da Telefônica/Vivo dos trabalhadores de São Paulo.

       

      Além da iminente perda de qualidade do plano médico, que é o benefício mais valorizado pelos trabalhadores por assegurar uma boa assistência para suas famílias, a forma de atuação da Vivo nessa questão foi deprimente e traiçoeira, pois foi feito à revelia do Sindicato.

       

      Diante disso, a bancada sindical de São Paulo se retirou da reunião e foi solidariamente acompanhada pelos sindicatos dos demais estados do Brasil, entre eles o Sinttel-PE. As negociações foram suspensas e os dirigentes exigiram da empresa esclarecimentos sobre o assunto. A próxima reunião está agendada para terça-feira, 20 de outubro.

       

      Não permitiremos que mexam em nossos direitos

       

      Trabalhador, temos de resistir a esse ataque aos nossos direitos. Precisamos nos mobilizar e protestar contra essa atitude arrogante e descabida. Qualquer atitude antissindical é repudiada pelo sindicato. O Sinttel juntamente com os trabalhadores exigem da Vivo garantias legais de transparência e compartilhamento de todas as questões que envolvem os mais de 35 mil funcionários. Aguardem novas informações do Sinttel.

       

    • SINTTEL-PE NO ENCONTRO NACIONAL DE TELEOPERADORES

      Entre os dias 06 e 08 de outubro, aconteceu o 1º Encontro Nacional dos Teleoperadores, em Atibaia, São Paulo. O evento, organizado pela Fenattel (Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecomunicações), reuniu dirigentes dos sindicatos de telecomunicações do Brasil filiados à federação, entre eles representantes do Sinttel-PE.

       

      No primeiro dia, a diretoria executiva da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações deu início à Assembleia Geral da Fenattel 2015 com o Seminário de Negociação Coletiva.

       

      As discussões do dia 07 ficaram em volta do setor de teleatedimento e teve a participação da auditora do trabalho de Minas Gerais, Odete Cristina Pereira Reis, que apresentou dados sobre auditoria realizada em empresas de teleatendimento e ainda falou sobre a terceirização, jornada de trabalho e as diversas irregularidades encontradas no setor. Em seguida, o representante da UNI Américas, Alan Sable parabenizou o grupo pela organização dos sindicatos e ressaltou que o Brasil está à frente da organização dos teleoperadores no mundo.

       

      Ainda no segundo dia do encontro, os sindicalistas apresentaram os itens definidos nos seminários estaduais realizados nos meses de setembro e outubro. As pautas regionais foram debatidas até a construção de um documento nacional.  A formação de uma pauta única terá força nas negociações por melhores condições de trabalho e, com isso, vai evitar o jogo sujo de algumas empresas que mudam de estado para pagar menores salários.

       

      O próximo passo da campanha salarial nacional será levar a pré-pauta nacional para a aprovação dos trabalhadores em assembleias estaduais. Após esta etapa, a pauta será entregue para as empresas e as negociações terão início. As principais bandeiras de luta, além de aumento real, são: igualdade de salários e condições de trabalho, PPR digno, fim do assédio moral e sexual e o fim da alta rotatividade.

       

      Com o tema “Unir, resistir e mobilizar para garantir conquistas sociais em defesa da democracia e do estado de direito”, a assembleia da Fenattel elegeu a nova diretoria da entidade no último dia do encontro. O presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão, será o diretor de comunicação da federação e terá como suplente Anchieta Couto também diretor do sindicato.   Foi apresentado ainda o Programa Nacional de Lutas para os próximos quatro anos do setor de telecomunicações.

       

      A federação aprovou também uma moção de apoio à democracia e à governabilidade, onde é contra qualquer tentativa de golpe. Também consta no documento a posição contrária da Federação ao ajuste fiscal do governo. Além disso, aprovou moção de repúdio ao Programa Zorra Total, da TV Globo, que ridiculariza a função do teleoperador, que, na realidade, tem uma rotina exaustiva e cheia de pressão, assim como uma moção de apoio aos auditores fiscais do trabalho.

       

    • CLARO-EMBRATEL, PROPOSTA DE PPR APROVADA

      No último dia 29 de setembro, a diretoria do Sinttel realizou assembleia de apreciação do PPR/2015 com os trabalhadores da Claro e da Embratel. A votação foi secreta e, por ampla maioria, a proposta foi aprovada.  Assembleias também foram realizadas nos demais estados filiados à FENATTEL.

       

      A base de cálculo para o adiantamento do PPR/2015 será o salário base de 30 de junho de 2015. A seguir os avanços conquistados:

       

      - Aumento do adiantamento de ½ para 1 salário;

      - Fim da regionalização, ou seja, a possibilidade de ganhos será igual para todos trabalhadores;

      - A meta global não prejudicará as metas específicas (unidade/área), ou seja, as metas serão independentes;

      - O pagamento da primeira parcela do PPR será paga em 7 de outubro;

      - Inclusão de pagamento proporcional para os trabalhadores que pedirem demissão

       

      A Comissão da Fenattel informou aos representantes da empresa que para o PPR/2016 todas as diferenças deverão ser equalizadas, bem como melhorar os targets e os itens de elegibilidade. O objetivo é que nenhum trabalhador seja excluído e todos tenham os mesmos direitos.

       

    • TIM NÃO PROPÕE REAJUSTE

      Acabou agora a pouco mais uma reunião que seria de negociação salarial, pois a direção da TIM apresentou uma proposta indecente. Já aconteceram outras reuniões e, nem de longe, a empresa demonstrou interesse em reajustes decentes.

       

      Só para que fique claro, a TIM manteve o atual acordo da forma que está, ou seja, sem nenhum mísero reajuste e, para piorar, a validade seria por mais um ano. Isso mesmo, não haverá reajuste nos salários, nem nos tíquetes e nem no auxilio creche etc. Absolutamente nada! Foi proposto também a renovação dos aparelhos celulares em novembro e o adiantamento de 1,5 salário à título de PPR em dezembro.

       

      É um absurdo a TIM apresentar uma proposta desta e a última tentativa de melhorá-la será no próximo dia 05 de novembro, quando acontecerá mais uma reunião. Porque se não melhorar, a gente vai parar.

       

    • O SINTTEL E VOCÊ JUNTOS NESSA CAMPANHA

      Para lembrar a importância da prevenção ao câncer de mama, uma doença que - infelizmente - ainda mata muitas mulheres, a direção do Sinttel vai até à porta das empresas em apoio à campanha Outubro Rosa.

       

      O mês de outubro é marcado pela cor rosa e a iniciativa nasceu do movimento internacional que é realizado em vários países com o objetivo de chamar a atenção para a prevenção ao câncer de mama e estimular a participação da população, empresas e entidades.

       

      São mais de 50 mil casos da doença registrados por ano só no Brasil. O papel do Sinttel, como entidade, ao apoiar a campanha, é chamar atenção sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.

       

    • VIVO-GVT CRIA DIFICULDADES NAS NEGOCIAÇÕES

      Na segunda rodada de negociações, a Vivo/GVT apresentou uma proposta para o Acordo Coletivo 2015/2016 que está muito abaixo das expectativas dos trabalhadores e do porte de uma grande multinacional.

       

      A proposta de 6% não repõe o poder de compra dos salários corroídos pela inflação de quase 10% ao ano — a serem aplicados somente em janeiro/2016 e com faixas salariais. Esse reajuste será apenas para quem ganha até R$ 4.000,00. Aqueles que ganham acima disto terão um valor fixo de R$ 240,00.  Essa pífia proposta causa achatamento salarial, perda do poder de compra e transferência de renda dos assalariados para os acionistas. Simples assim!

       

      A empresa ainda prevê congelamento do vale--refeição para os trabalhadores administrativos da Vivo, bem como reajuste de 6% para os demais trabalhadores a partir de janeiro/2016. É de conhecimento de todos o quanto está mais caro para alimentar-se fora de casa.

       

      O presidente da Vivo afirmou à revista Exame de 28/09 que: “temos que capturar o que há de melhor nas duas companhias”. Os 38 mil trabalhadores ficam felizes com essa preocupação da empresa e esperam que isso também seja aplicado nos salários, benefícios e condições de trabalho.

       

      A FENATTEL reivindica que todos os trabalhadores sejam tratados de forma igualitária. Afinal, foi isso que declarou o presidente da Vivo na mesma entrevista: “Hoje já somos uma organização sob um único comando e com metas e objetivos comuns e claros para todos”.

       

      Os sindicatos têm a consciência que vivemos um processo complicado de fusão de duas grandes empresas. Além disso, o Brasil atravessa uma crise que atinge a economia e muito dela tem natureza de um ataque especulativo. Porém, o setor de telecomunicações não foi afetado como os setores produtivos e a Vivo tem condições de apresentar uma proposta que valorize seus trabalhadores.

       

      Para evitar qualquer tentativa de precarização, é muito importante que os trabalhadores fiquem unidos e mobilizados com o sindicato. Não dê ouvidos a boatos! Siga a orientação do sindicato.

       

  • Novembro

    • TIM APRESENTA CONTRAPROPOSTA

      Na última terça-feira (24), as negociações entraram pela noite na sede da TIM, no Rio de Janeiro. Após seis rodadas de negociações, a empresa finalmente saiu de sua inércia ao reformular seu posicionamento e avançar em sua contraproposta para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      Como proposta final a TIM apresentou um posicionamento que mesmo sem atender por completo as reivindicações da Fenattel e dos sindicatos, tem condição de ser levado às assembleias, nas quais os trabalhadores terão a palavra final. A grande maioria dos empregados (que recebem até R$ 4.000,00) terão reposição integral do INPC, ou seja, 9,88%. Vale destacar que os bancários obtiveram praticamente a mesma coisa, na mesma data-base, com uma greve de 20 dias.

       

      O reajuste será aplicado no salário de dezembro e a empresa pagará também um abono de 60% do salário em 15 de dezembro e mais 50% em 15 de janeiro. Na segunda semana de dezembro, serão pagas a antecipação do PPR (1,5 salário) e o 13º salário corrigido.

       

      Já em relação ao vale-alimentação será corrigido em 10% com pagamento retroativo à 1º de setembro. O auxílio-creche será reajustado em 11% e chegará a R$ 350. O auxílio PNE aumentará para R$ 600. Metade do 13º de 2016 será pago antecipadamente para todos os empregados em fevereiro. A troca dos aparelhos celulares será realizada até o dia 20 de dezembro.

       

      Os trabalhadores com salários superiores a R$ 4.000,00 não terão seus salários reajustados neste momento, entretanto terão 02 abonos compensatórios importantes (1 de 60% do salário em 15 de dezembro e outro de 01 salário em 15 de janeiro.

       

      Esforço foi para avançar mais

       

      “Não faltou esforço da nossa parte para conseguirmos um percentual de reajuste para os trabalhadores que recebem salários superiores à R$ 4.000,00, mas, neste caso, terminamos conquistando um abono equivalente à 1,6 salário”, disse o presidente do Sinttel e integrante da comissão, Marcelo Beltrão. Foi confirmando ainda um acordo de voltar à mesa de negociações em abril do próximo ano para rediscussão de um percentual de reajuste salarial para este grupo.

       

      ASSEMBLEIA, na próxima quinta-feira, 03 de dezembro

      11h às 12h - CRC

      15h - Piedade

       

    • DEFINIDOS OS TIMES DO TORNEIO DE FUTEBOL

      DO SINTTEL

      A bola rolou no gramado society do Clube Internacional na manhã deste domingo, 22. Trabalhadores de quase todas as equipes em telecom entraram em campo para disputarem a primeira fase do tradicional Torneio de Futebol do Sinttel.

       

      Os últimos confrontos foram definidos e das 56 equipes que entraram em campo, 28 se classificaram e formarão com as 04 equipes do interior do estado um total de 32 equipes que decidirão o título de campeão.Haverá ainda as disputas das equipes femininas.

       

       Times classificados:

       

      - 9 equipes da Contax

      - 4 equipes da RM

      - 5 equipes da Datamétrica

      - 4 equipes da Teleinformações

      - 1 equipe da Oi, GVT, Tecnomute, Provider, Vivo e Tim

       

      Acesse o link abaixo e confira mais fotos

       

      http://on.fb.me/1HiGGHm

       

    • BENEFÍCIO PIOR QUE ANTES, REAJUSTE MENOR QUE NUNCA

      Como diz o novo slogan da Vivo, “maior que antes, melhor que nunca”. Mas não é isso que acontece quando diz respeito aos salários e benefícios dos trabalhadores. Em nova rodada de negociações, ocorrida no último dia 17, o que se viu foi o de sempre: a empresa querendo levar vantagem.

       

      A Vivo quer retirar dos trabalhadores direitos adquiridos como auxílio creche para homens, ao invés de ampliar o empréstimo de férias para todos quer excluí-lo, reduzir a idade de 7 para 6 anos no auxílio creche e congelar o VR para os trabalhadores da Vivo Adm. Além disso, ainda oferece 60% da inflação do período como reajuste.

       

      E a maldade não para por aí

       

      A empresa quer pagar aos trabalhadores de campo da GVT um piso salarial inferior ao que é praticado nas empresas terceirizadas que prestam serviços para a própria Vivo.

       

      Descumprimento do acordo ao impor BE FLEX

       

      A empresa mais uma vez atropelou as negociações e divulgou a implantação do Pacote Inteligente (BE FLEX). Como o Acordo Coletivo 2014/2015 ainda está em vigência, a empresa jamais poderia propor mudanças nas relações de trabalho que estão asseguradas em cláusulas do Acordo.

       

      A Comissão da Fenattel, da qual faz parte o diretor do Sinttel, José de Anchieta, conseguiu bloquear a adesão que começaria no dia 16 de novembro e reafirmou que qualquer alteração no modelo de fornecimento dos benefícios só poderá ser feito após a realização das assembleias com os trabalhadores. Para a Vivo, unificar significa retirar direitos. E isso nós não aceitaremos. A filosofia do lucro máximo com custo mínimo precisa acabar.

       

      Proposta recusada pelo sindicato

       

      • Reajuste: 6% para salários até R$ 6 mil. Acima de desse valor, incorporação de R$ 360 sem proporcionalidade (Especialistas, gerentes e diretores estão excluídos do reajuste)

       

      • VA/VR:

      > Vivo Adm: congelar e pagar um abono de R$ 587,72 em tíquete

      > Vivo Lojas e GVT Adm e rede externa: reajuste de 6% em setembro

      Em agosto de 2016 unificar VA/VR com o da Vivo em R$ 816,28 somente para o administrativo

       

      • Auxílio creche até 6 anos e auxílio babá até 3 anos:

      > Vivo Adm: R$ 461,64

      > Vivo Lojas: R$ 207,45

      > GVT: R$ 461,64 (reduzir de 7 para 6 anos)

       

      • Concessão de celular para GVT Adm e Campo em janeiro de 2016;

      • Excluir cláusula de empréstimo de férias;

      • Estender banco de horas para GVT

       

      Próxima reunião de negociação está agendada para acontecer no próximo dia 25

       

    • CLARO-EMBRATEL, PROPOSTA VERGONHOSA

      A primeira reunião aconteceu nos dias 10 e 11 de novembro depois de a Claro-Embratel protelar ao máximo o início das negociações.  Como se não bastasse este atraso, a empresa teve a indecência de oferecer 6% de reajuste salarial, índice muito abaixo da inflação, que já supera os 10% e muito inferior ao INPC de outubro, data base da categoria, que foi de 9,88%.

       

      E não parou por aí

       

      Eles querem unificar o Acordo Coletivo por baixo e impor aos trabalhadores tanto da Claro quanto da Embratel, cortes de conquistas sociais importantes. A proposta foi rejeitada, mas a categoria precisa se mobilizar e cobrar reajuste pelo INPC, ganho real e a garantia das suas conquistas.

       

      Além do reajuste indecente, o grupo propôs manter congelado o valor do vale refeição. Um absurdo inaceitável. Isso significa que os trabalhadores da Embratel ficarão pelo segundo ano consecutivo sem reajuste no benefício e os da Claro, além de não ter o benefício reajustado também não terão o mesmo unificado pelos valores praticados hoje na Embratel. Vale ressaltar que o grupo se comprometeu em unificar esse benefício em março deste ano e não o fez.

       

      Proposta indecorosa

       

      Não há como os trabalhadores permanecerem pelo segundo ano recebendo vales refeição diferentes (numa mesma sala um empregado recebe um valor e seu colega recebe outro, inferior). Isso é um disparate! Trabalhadores de um mesmo grupo sendo discriminados, tratados de modo diferente. A Claro e a Embratel são hoje Grupo Claro S.A, portanto, é inaceitável que continuem sendo tratados de modo desigual.

       

      Além de manter o vale refeição inferior para os empregados da Claro, a proposta insiste e manter ambos (Claro e Embratel) congelados, mesmo com os preços das refeições cada dia mais altos.

       

      A Comissão Nacional de Negociação e o Sinttel exigem do grupo que o vale refeição seja unificado pelo valor atualmente pago aos trabalhadores da Embratel e devidamente reajustado, de forma que os empregados da Embratel não fiquem com o benefício novamente congelado. O poder de compra do vale refeição tem que ser assegurado para todos os trabalhadores.

       

      Unificar por cima

       

      A proposta para unificar Acordo Coletivo é estapafúrdia. Uma vergonha! Só os trabalhadores serão prejudicados.  O objetivo é nivelar por baixo, pelo pior e ainda cortar benefícios sociais importantes e conquistas históricas dos trabalhadores. Duas conquista importantes e constantes no Acordo da Claro sucessivamente por 17 anos agora estão ameaçadas. O Grupo Claro propôs excluir as cláusulas que garantem emprego e aposentadoria e adiantamento de férias/empréstimo de férias.

       

      E inaceitável

       

      A comissão rejeitou a proposta da empresa e exige a unificação do acordo pelo que há de melhor nos acordos atuais da Embratel e da Claro, a manutenção das cláusulas sociais e que os trabalhadores não tenham qualquer perda. Até agora, a fusão só foi boa para o Grupo Claro. É hora de estender as vantagens aos trabalhadores.

       

      A categoria precisa se unir na luta pela garantia de conquistas e por um reajuste que reponha as perdas salariais. Isso só é possível com mobilização.

       

    • TIM PROPÕE ABONO, MAS NÃO PROPÕE REAJUSTE

      No último dia 05 de novembro, aconteceu mais uma reunião com a TIM para dar continuidade às negociações do Acordo Coletivo 2015/2016 (cláusulas econômicas). Novidade seria se a empresa não chegasse com o mesmo chororô de sempre ao citar as dificuldades conjunturais, estruturais.

       

      O Sinttel/Fenattel manteve a atitude firme nas negociações e reafirmou à empresa que os trabalhadores estão mobilizados e aguardando um comando de ordem expor ao público as agruras e dificuldades pelas quais passam. A empresa cada dia mais rica e os trabalhadores cada dia mais pobres.

       

      Diante da pressão sindical, a empresa veio com uma contraproposta de abono de 1,5 salário a ser pago em duas vezes. Reajuste dos benefícios em 6%, antecipação da primeira parcela do PPR 2015 para 30 de novembro, antecipação do 13º salário de 2016 em 05 de janeiro de 2016. Aplicação do auxílio creche para até 7 anos completos (após essa idade perde o direito) e renovação dos celulares.

       

      Reajuste de salário ZERO

       

      O Sinttel recusou a proposta por entender que num cenário de inflação galopante todos os preços estão subindo. Então, manter o salário sem reajuste é um gesto de desrespeito da TIM com os trabalhadores que construíram uma das maiores empresas do mercado.

       

      O abono é ilusório, pois não repõe perdas do FGTS, 13º salário e férias, entre outras remunerações, além do que reajustar benefícios em 6% seria bem abaixo da inflação do período, que foi de 9,88.

       

      Os benefícios da TIM ainda estão abaixo das concorrentes e a falta de dinheiro não é motivo para a TIM não aplicar o reajuste na data-base (1º de setembro), pois com as antecipações propostas e abono ela mostrou que pode chegar em patamares razoáveis para os trabalhadores. É só querer.

       

      Nota ZERO para a TIM

       

      Diante disso tudo, novas reuniões ficaram agendadas para acontecerem nos dias 12 e 13 ou 17 e 18 de novembro.

       

    • OI UNIFICA PREÇO DE TARIFAS

      A Oi anunciou que acabou com a cobrança diferenciada de chamada entre operadoras. Com isso a empresa segue a Tim, que também excluiu esses custos extras ao consumidor.

       

      Ambas seguem uma tendência do mercado em abolir o uso de diversos chips. Antes, por conta de promoções e tarifas mais baratas dentro da rede, o usuário se via obrigado a ter números em diversas operadoras. Na hora de salvar o número na agenda era comum colocar “Fulano TIM”, “Fulano Oi”.

       

      Com a chegada do WhatsApp, Viber, Messenger e suas ligações via rede de dados, as teles se viram obrigadas a revisar a estratégia. Agora, o valor de ligação é o mesmo, independentemente da operadora de destino.

       

      “Esse movimento da companhia é uma iniciativa pró-consumidor, em linha com o observado em outros países, que tem um efeito disruptivo. Ele tende a extinguir as redes e comunidades criadas entre clientes de mesma operadora, garantindo mais economia para os consumidores e liberdade de comunicação com qualquer pessoa independentemente de sua operadora, eliminando a necessidade de o consumidor pré-pago ter múltiplos chips”, afirma o diretor de Varejo da Oi, Bernardo Winik.

       

      A Oi também ampliou a franquia de dados. Nas novas ofertas, a companhia chega a triplicar a franquia de dados. Inicialmente, a novidade está direcionada para clientes pré-pagos, com o plano Oi Livre, nas modalidades Por Minuto, Diário, Semanal ou Mensal. No dia 25 de novembro, a novidade será estendida aos planos pós e controle.

       

      http://bit.ly/1NezyYQ

       

    • CAMPANHA SALARIAL NACIONAL DE TELEATENDIMENTO

      O Sinttel inicia a Campanha Salarial Nacional de Teleatendimento 2015/2016 lembrando que a negociação será nacional e unificada, por isso a união de todos os trabalhadores será fundamental.

       

      A pauta de reivindicações já foi entregue no RH de todas as empresas. A data base da categoria é 1º de janeiro e, até agora, as empresas não marcaram a data para a primeira reunião.

       

      O Sinttel e a nossa Federação (FENATTEL) convocam você, trabalhador, para uma grande mobilização nacional que deve ser permanente, pois, apesar dos altos lucros, as empresas afirmam que estão em crise e fogem da negociação.

       

      Vamos exigir que as empresas cumpram com a data-base e iniciem as negociações. Juntos faremos um campanha histórica de muita luta. Nossas principais reivindicações são:

       

      - Piso salarial unificado de R$ 1.300,00

      - Reajuste salarial pelo INPC acumulado + 5% de ganho real;

      - Reajuste dos benefícios - Vale refeição, auxílio creche/babá;

      - Fim do assédio moral e sexual;

      - Fim das metas abusivas;

      - Regras e negociação para pagamento de variável;

      - PPR de 1 salário base;

      - Fim da rotatividade abusiva;

      - Pela valorização do trabalho

       

      Assim garantiremos melhores condições de salário, trabalho e benefícios. O lema de nossa campanha é:  "se não negociar, nós vamos parar!"

       

      #senaonegociarnosvamosparar #FENATTEL #SINTTELPE #RegulamentaJa #Teleatendimento

       

    • OI INICIA NEGOCIAÇÃO COM PROPOSTA ABSURDA

      A Comissão Nacional da Fenattel se reuniu com a diretoria da Oi para negociar os pontos do Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2016 no último dia17. A empresa apresentou seus resultados neste ano, pontuando, como de costume, problemas com receita em baixa e custos em alta. Os representantes tiveram a coragem de afirmar que os números que dispõe para as negociações não contemplam sequer o INPC do período.

       

      Após aprovar um cronograma de reuniões com a Comissão para os próximos dias, a diretoria da Oi ressaltou não ser possível atender aos itens da pauta de reivindicações e mostrou uma proposta completamente indecente: manutenção do atual acordo coletivo até 31/10/2016 e reajuste do tíquete alimentação/refeição em 5,5% a partir de 01/01/2016.

       

      Eles comentaram, ainda, que a Comissão precisará ser muito criativa para convencê-los a um ponto de acordo na negociação. Parece piada de mau gosto, a empresa diz que não tem dinheiro e quer que o trabalhador pague a conta. Não é preciso criatividade, basta saber que a falta de aumento real nos salários transfere capital para o patrão. Enquanto o trabalhador não tem seu salário reajustado, a margem de lucro do patrão só aumenta.

       

      Sobre os números do Placar/PPR 2015, afirmaram que haverá o pagamento do prêmio. Porém, será abaixo das expectativas. Ou seja, migalhas. Foi ressaltado que o presidente da Oi tratará deste assunto nos próximos encontros.

       

      Os dirigentes sindicais repudiaram e rejeitaram a proposta absurda e defenderam a necessidade de aumento real salarial e dos benefícios. A próxima reunião ficou agendada para o dia 25, na sede da empresa no Rio de Janeiro.

       

    • DOMINGO JÁ TEM DISPUTA

      No próximo dia 22 de novembro, acontecerá os jogos eliminatórios do Torneio de Futebol do Sinttel, quando 56 equipes de diversas empresas de telecomunicações disputarão 28 vagas, em jogos estilo mata-mata. Os 28 vencedores formarão com as 04 equipes classificadas no interior do estado um total de 32 equipes que decidirão o título de campeão no domingo seguinte, dia 29 de novembro.

       

      Trabalhador, observe o horário e procure chegar com uma hora de antecedência do seu jogo para identificação dos integrantes, recebimento das senhas de alimentação e orientações gerais. É muito importante chegar cedo para não atrapalhar o fluxo de horário da competição, pois o local tem horário agendado de utilização e, você, que é o responsável pelo seu time terá papel essencial nesse trabalho de conscientização quanto ao horário de chegada do seu grupo.

       

      Clique abaixo para conferir a tabela e regulamento

       

    • SINDICATO REJEITA MAIS UMA PROPOSTA RUIM

      DA VIVO-GVT

      O resultado de mais uma rodada de negociação com a Vivo-GVT não foi dos melhores, pois a empresa manteve a proposta de reajuste de 6% para quem ganha até R$ 6 mil e um valor fixo de R$ 360,00 para os salários acima desse teto. Para piorar mais, o reajuste proposto ainda é proporcional.

       

      Na Vivo, por exemplo, acaba a concessão do auxílio creche aos trabalhadores, esse benefício seria concedido agora apenas às trabalhadoras. Na GVT acaba com a cesta básica de R$ 280,00 do pessoal de campo, parte desse benefício, 55% seria distribuído da seguinte forma: 30% no tíquete-refeição e 25% no piso salarial. Os 45% restantes ficariam com a Vivo.

       

      O sindicato não aceitou a proposta da empresa e exigiu a unificação do acordo por cima sem nenhuma perda para os trabalhadores da Vivo ou da GTV. Com isso, uma nova negociação está marcada para acontecer dia 17 deste mês.

       

      Unificação do processo de pagamento

       

      A Vivo-GVT comunicou a unificação dos pagamento dos trabalhadores das duas empresas. Para não gerar nenhum problema aos trabalhadores, o sindicato negociou e conseguiu um cronograma de pagamentos que permitirá aos trabalhadores se adaptarem a essa mudança.

       

      O pagamento dos salários dos trabalhadores das empresas GVT terá sua data alterada para o 1º dia útil de cada mês, a partir da competência de novembro de 2015. A alteração não causará nenhum prejuízo financeiro aos trabalhadores.

       

      Conforme solicitado pelo sindicato, a empresa promoverá algumas antecipações de pagamentos para que os trabalhadores possam adequar o seu fluxo de pagamentos, por ocasião da mudança, conforme segue:

       

      • 1ª parcela do 13º salário – 27/11/2015

      • Salário competência novembro – 01/12/2015

      • 2ª parcela do 13º salário – 15/12/2015

      • Antecipação de 30% do salário de dezembro – 18/12/2015

      • Salário competência de dezembro – 04/01/2016

       

      A crise não é nossa e não vamos pagar por ela!

       

    • ENFIM, CLARO-EMBRATEL MARCA PRIMEIRA REUNIÃO

      A novela envolvendo as negociações com a Claro-Embratel teve seu primeiro capítulo iniciado, já que a empresa marcou para os dias 10 e 11 deste mês a primeira reunião de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2016.

       

      A data-base é 1º de outubro e, somente após quase quatro meses da pauta ter sido entregue, é que a reunião foi agendada. E isso só foi possível depois de muita pressão do sindicato e da Comissão da Fenattel. Por isso, o sucesso desta campanha, que já teve um início difícil por parte da empresa, depende da mobilização de todos os trabalhadores.

       

      O sindicato convoca todos os trabalhadores a se manterem informados e mobilizados. A luta pela unificação, por reajuste dos benefícios, pisos e salários não será nada fácil. Os trabalhadores precisam se unir para garantir a conquista das cláusulas sociais mais importantes.

       

  • Dezembro

    • VIVO-GVT PROPOSTA FINAL

      Após seis rodadas de negociação, a Vivo-GVT apresentou proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. De início a empresa não queria conceder nenhum reajuste. Depois ofereceu 6% de aumento para salários até R$ 6.000,00. Agora, pouco avançou e propôs 7% de reajuste linear, ou seja, para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc. Cabe a você, trabalhador, decidir em assembleia.

       

      Veja alguns itens propostos:

       

      - Pisos salariais: reajuste de 9,88%;

      - Reajuste - 7% retroativo a 1º de setembro para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc;

      - Antecipação das diferenças salariais, retroativas a setembro, em duas parcelas: 70% em 18 de dezembro e 30% em 4 de janeiro de 2016;

       - Unificação dos acordos Vivo e GVT.

       

      Compareça às assembleias para avaliação da proposta:

       

      DATA: 04/12 (sexta-feira)

       

      Locais e horários:

       

      ? GVT:  08:30 pessoal de campo   10h setor administrativo    14h call center

       

      ? Vivo: 16H

       

      Não deixe que os outros decidam por você!

       

    • PROPOSTA REJEITADA NA VIVO E NA GVT

      Bem que a Vivo/GVT tentou, mas os trabalhadores rejeitaram a proposta indecente de acordo colocada pela empresa. De nada adiantou a tentativa da pressionar os trabalhadores para que votassem sim. A proposta, entre outras perdas, não oferecia reposição integral das perdas salariais e previa, a partir da fusão com a GVT, categorias distintas numa mesma empresa.

       

      O não foi maioria

       

      Na Vivo, foram 88 votos pelo não e 8 pelo sim. Já na GVT, 149 trabalhadores rejeitaram a proposta e 98 foram favoráveis. Essa rejeição foi a resposta ao “pacote de maldades” que a Vivo, sob as orientações do atual presidente do Grupo Telefônica/Vivo no Brasil, Amos Genish, tentou enfiar goela abaixo dos trabalhadores. Agora, a Comissão de Negociação vai cobrar uma nova proposta da empresa. A luta continua!

       

      Proposta Vivo:

      Reajuste salarial -  7% retroativo à 1º de setembro;

      VR/VA - Mantém o valor atual e um abono de R$ 1.000,00;

      Plano de saúde - Amil ou Unimed;

      Auxílio-creche /babá - R$ 505,00 (até 7 anos);

      Auxílio-creche especial - R$ 1.004,00;

      Manutenção do nível de emprego - carta compromisso

       

      Proposta GVT:

       

      Pisos salariais: reajuste de 9,88%;

      Reajuste - 7% retroativo a 1º de setembro para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc;

      Antecipação das diferenças salariais, retroativas a setembro, em duas parcelas: 70% em 18 de dezembro e 30% em 4 de janeiro de 2016;

      Unificação dos acordos Vivo e GVT.

       

    • UNANIMIDADE, PROPOSTA DA VIVO É REJEITADA

      Em assembleia, na manhã de hoje, os trabalhadores da Vivo rejeitaram por unanimidade a proposta de acordo apresentada pela empresa. Esta é a segunda vez que os trabalhadores rejeitam os itens do acordo negociado.

       

      Os principais motivos do descontentamento e da recusa para aprovarem o acordo foram as mudanças no plano médico e implantação do Be Flex. Isso sem falar no reajuste de apenas 7% nos salários. A insatisfação dos trabalhadores também diz respeito ao congelamento dos tíquetes que não teriam reajuste, mas em troca disso seria pago um abono de R$ 1.250,00.

       

      A proposta foi rejeitada em Pernambuco, mas vale lembrar que a negociação é nacional. Por isso, só teremos o resultado final pela aprovação ou rejeição após as assembleias nos restantes dos estados filiados.

       

    • CLARO-EMBRATEL, TRABALHADORES REJEITAM PROPOSTA

      O Grupo América Móvil (Claro-Embratel-Net) ocupa o primeiro lugar no mercado de TV por assinatura com mais de 52%. Já desbancou a Oi ao ocupar o primeiro lugar na telefonia fixa com 31,2%. Está em terceiro no acesso de celulares, com mais de 70 milhões (dados de agosto/2015) e bem próximo das primeiras (VIVO/GVT-79 milhões e TIM-72 milhões) como aponta o site Teleco.

       

      Isso tudo não é levado em consideração pela empresa na hora das negociações para renovação do Acordo Coletivo. Ao unificar em um único CNPJ o Grupo Claro, agora com EMBRATEL, CLARO e NET, precisa de um único acordo coletivo. Mesmo tendo altos lucros, o Grupo ignora o desempenho dos seus trabalhadores e propõe reajustes abaixo do INPC que foi de 9,88%.

       

      Os 6,5% de reajuste não repõem a inflação em nenhum dos casos e o abono para o vale refeição é irrisório, pois o item alimentação vem sendo o maior causador da inflação. Como se não bastasse, ainda pretende retirar o auxílio medicamento e o auxílio matricula dos trabalhadores da Claro, além de não reajustar os valores das diárias e acabar com o reembolso para dirigir veículos.

       

      Na tentativa de impor um retrocesso, o Grupo Claro se manteve irredutível e encerrou as negociações. Diante disso, o sindicato levou a discussão para os trabalhadores decidirem em assembleia na manhã desta quinta-feira, 17. Por 106 votos a 70, os trabalhadores rejeitaram a proposta.

       

    • TELEINFORMAÇÕES DÁ PRESENTE GREGO NESTE NATAL

      Não é de hoje que o Sinttel denúncia as irregularidades e os desmandos da Teleinformações com seus trabalhadores. Motivados por denúncias a diretoria do sindicato foi até à porta da empresa para se juntar aos trabalhadores que estavam sem receber nem ao menos a 1° parcela do 13º salário no último dia 22 de dezembro.

       

      A mobilização foi pacífica e a empresa fez o que pode para deixar o clima tenso. Muitos trabalhadores estavam no piso superior do prédio alegando que o dono da empresa deu ordem para não deixar ninguém sair.

       

      É vergonhosa e digna de todo repúdio essa atitude. O pior é que como represália e perseguição a Teleinformações demitiu por justa causa, todos que, corajosamente, se juntaram ao sindicato para reivindicar seus direitos. Isso só evidência o que já temos dito há muito tempo a respeito da gestão na empresa e de como se comporta Bruno Aladim com aqueles que não aceitam os seus desmandos. Reiteramos que o movimento foi legítimo e legal sem nenhum dano ao patrimônio da empresa como alguns gestores estavam alegando.

       

      "Sabemos que saímos vitoriosos desta batalha, mesmo com uma atitude sem escrúpulos da empresa em demitir por justa causa quem participou do movimento. A empresa pagou a primeira e a segunda parcela do décimo, mas em atraso contrariando o que diz a lei. Já acionamos o jurídico e, agora, nossa briga será na Justiça por esse atraso e pela demissão dos trabalhadores", enfatizou o diretor do Sinttel, Pedro Henrique.

       

      A diretoria jurídica do Sinttel já tinha enviado a VIVO um relatório dos desmandos e das atitudes da empresa com seus funcionários. Na última testa terça (22), no final do ato, o Ministério Público também foi acionado e a Teleinformações vai precisar responder à Justiça.

       

      Irregularidades

       

      As horas extras não são descritas no contra cheque, férias e bonificações em atraso, assédio moral, pagamento de vale alimentação errado. A diretoria do sindicato está à disposição de todos os trabalhadores prejudicados e não descansará enquanto a empresa não cumprir com o que manda a Lei. A contribuição de todos é fundamental para que os desmandos desta empresa acabem.

       

    • NOVO ACORDO COLETIVO DA TIM É APROVADO

      Foi por ampla maioria que os trabalhadores da TIM aprovaram a proposta de Acordo Coletivo 2015/2016 (cláusulas econômicas). A diretoria do sindicato esteve nos prédios da empresa e realizou duas assembleias nesta quinta-feira, 3 de dezembro.

       

      Entre as operadoras a TIM foi a primeira encerrar as negociações. A partir de dezembro, os trabalhadores que ganham até R$ 4 mil (não aplicável ao presidente, diretores, sênior managers, executive managers, especialistas másters, estagiários, jovens aprendizes e aposentados) terão reajuste salarial de 9,88%.

       

      Para quem ganha acima de R$ 4 mil, haverá um abono salarial a ser pago em duas vezes (1 de 60% do salário em 15 de dezembro e outro de 01 salário em 15 de janeiro) e será pago conforme o critério de elegibilidade divulgado pela empresa.

       

      Mesmo havendo a reposição acima da inflação do período por intermédio de abono, a não incorporação nos salários acima de R$ 4 mil gerou perdas salariais. Todavia, a empresa se comprometeu em abril/2016 a negociar com o sindicato. Veja abaixo demais itens aprovados:

       

      - vale-alimentação será corrigido em 10% com pagamento retroativo à 1º de setembro;

      - auxílio-creche será reajustado em 11% e chegará a R$ 350;

      - auxílio PNE aumentará para R$ 600;

      - metade do 13º de 2016 será pago antecipadamente para todos os empregados em fevereiro;

      - troca dos aparelhos celulares será realizada até o dia 20 de dezembro.

       

    • OI OFERECE REAJUSTE DE 9%, 8% EM JANEIRO E

      1% EM JULHO

      Na última quarta-feira, 09 de dezembro, a Comissão da Fenattel esteve reunida com a direção da Oi para tratar da renovação do acordo coletivo. A negociação foi muito difícil e acabou entrando pela noite. Foram quase doze horas de discussões em que a empresa insistiu em justificar a sua proposta mostrando o déficit e os prejuízos que contabilizados

       

      A empresa chegou à reunião com uma proposta de 6% para salários e vale refeição, sendo que o tíquete seria reajustado em dezembro e os salários só em janeiro. A data base da categoria é 1º de novembro. Ao final da reunião chegou-se a uma proposta de reajuste de 9%, sendo 8% em 1º de janeiro e 1% em julho para todos os trabalhadores.

       

      O famigerado escalonamento do reajuste por faixas salariais inicialmente proposto pela Oi foi derrubado e, mesmo assim, a Comissão rejeitou a proposta. A partir daí, as discussões esquentaram e a Comissão rebateu cada justificativa ao enfatizar que os prejuízos foram responsabilidades das sucessivas más gestões na Oi e do resultado da irresponsabilidade do grupo que troca de presidente como se trocasse de roupa.

       

      O trabalhador não pode pagar por erros de gestão e o resultado do seu esforço não pode ser dilapidado levianamente. Depois de horas de embate, a Oi apresentou uma nova proposta que pouco mudava em relação à anterior. Era medíocre e inaceitável aceitar apenas reajuste de 6,5% nos salários e nos tíquetes.

       

      Mais uma vez, a Comissão rejeitou a proposta e voltou a exigir o INPC acumulado que foi de 10,3% em novembro, bem como a aplicação do reajuste aos salários e benefícios retroativamente à 1º de novembro, data base da categoria.

       

      Negociação voltou à estaca zero

       

      Antes de chegar a proposta final, a Oi ainda ofereceu 7,5% em janeiro que também foi rejeitada pela Comissão. Diante do impasse, a Comissão fez uma contraproposta na tentativa de garantir o reajuste na data base, 1º de novembro, mas a Oi não aceitou e pediu uma pausa nas discussões.

       

      Já era quase 21h quando a direção da Oi apresentou a proposta que disse ser a última. Diante disso, não restou outra alternativa a não ser levar para apreciação dos trabalhadores, aos quais cabe a palavra final, pois não é a empresa que determina o fim das negociações, mas sim a categoria.

       

      Na mesa nada mais era possível, por isso vamos submeter para apreciação da categoria em assembleia, dia 16, às 9h, na sede da empresa.  Confira abaixo as propostas:

       

       A proposta final da Oi

       

      - Reajuste salarial de 9% (sendo 8% aplicado em 01/01 e 1% em 01/07) para todos os trabalhadores (exceto para os ocupantes de cargos executivos);

       

      - Tíquete passa a R$ R$ 30,00 em novembro;

      - Creche passa a R$ 435,00 em novembro;

      - Auxílio-medicamento passa a R$ 1.150,00 em novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário de 2016 logo após a assinatura do acordo;

      - Antecipação de 50% do salário por conta do Placar em 08/01;

      - Tíquete-extra de R$ 1.300,00 logo após a assinatura do acordo;

      - Um benefício novo que será a folga no dia do aniversário;

      - Avaliação para um ajuste nos valores das diárias;

      - Manutenção das demais cláusulas do atual acordo coletivo de trabalho.

       

      A proposta final da Oi para as Lojas

       

      - Reajustar todos os salários em 10% em janeiro;

      - Tíquete passará a R$ 21,00 retroativo a novembro;

      - Creche passa a R$ 210,00 retroativo a novembro;

      - Auxílio-medicamento vai para R$ 360,00 retroativo a novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário de 2016 logo após a assinatura do acordo;

      - Antecipação de 30% do salário por conta do Placar logo após a assinatura do acordo;

      - Tíquete-extra de R$ 250,00 logo após a assinatura do acordo;

      - Manutenção dos demais itens do atual acordo.

       

    • VAMOS DIZER NÃO A PROPOSTA DA CLARO-EMBRATEL

      Os trabalhadores do México e de outros países já conhecem a forma como a Claro-Embratel negocia. Agora, a empresa está mostrando sua verdadeira face antissindical, autoritária e de desrespeito para os trabalhadores brasileiros.

       

      Não podemos permitir que esse monstro se crie aqui

       

      Mesmo diante da manifestação de rejeição dos trabalhadores à sua proposta de acordo, que congela e corta benefícios e reajusta os salários abaixo da inflação, o Grupo Claro se negou a retomar as negociações e manteve sua proposta.

       

      Mais de uma vez, o sindicato e a Comissão da Fenattel procuraram a empresa para retomar as negociações, na perspectiva de avançar e chegar a uma proposta, mas de nada adiantou. Ao impor a sua proposta e encerrar a discussão, o Grupo Claro vai ao encontro da posição das demais operadoras que também estão em campanha salarial e todas elas (Oi, Vivo e Tim) tiveram a sensibilidade de ceder já fecharam seus acordos.

       

      É condição imprescindível numa negociação ceder, mas o Grupo Claro quer ganhar no grito e isso não vai acontecer. O sindicato defenderá contra a aceitação da proposta, pela continuidade das negociações ou pelo dissídio, se for o caso. Vamos dizer NÃO! Diante disso, o sindicato é obrigado a submeter a proposta aos trabalhadores em assembleia nesta quinta-feira, dia 17, às 9:30, no auditório da Embratel.

       

      A proposta indecente:

       

      - Reajuste Salarial - 6,5% sobre o salário base de 31/08/2015 e mais 1,41% em jan/16 sobre o salário base de 31/dez/2015;

      - Abono Salarial - 18% sobre o salário base de 31/08/2015 a ser pago cinco dias úteis após aprovação pela assembleia

      Estão excluídos desses reajustes gerentes e diretores dos grades 18,19,20,21,22,23 e 24, assim como, das categorias GS/GVS/GF/GVM/DF/DC/DCS/DE, conforme posição em 31/08/2015 na estrutura de cargos e salários.

      - Auxílio educação infantil - passar para R$ 456,18 mensais, nivelado por baixo

      - Auxílio educação especial - passa para R$ R$ 772,38 mensais, nivelado por baixo

      - Tíquete-refeição - fica congelado em todas as empresas do grupo e pagamento de uma cesta especial a título e compensação pelo congelamento do benefício. Para Claro nos valores da cesta variam de R$ 590,00 a R$ 740,00 a ser pago uma única vez, no mês de dez/15. Para Embratel o valor será de R$740,00 a ser paga uma única vez, em dez/15

      - Hora extra - hoje é praticado percentual superior ao adicional legal, a empresa vai rebaixar e praticar os percentuais legais

       

    • OI MELHORA PROPOSTA E TRABALHADORES

      APROVAM ACORDO

      Diante do cenário de crise e mergulhada pelas sucessivas gestões desastrosas, os trabalhadores da Oi, mesmo sabendo que não são responsáveis por esses desmandos, decidiram por ampla maioria pela aprovação do acordo.

       

      Entre as operadoras a Oi foi uma das que apresentou a pior proposta inicial e isso acabou gerando um clima de revolta e indignação dos trabalhadores. Incialmente, a empresa tentou ressuscitar até o famigerado reajuste escalonado por faixa salarial, excluindo do reajuste os trabalhadores que ganhavam acima de R$ 2 mil.

       

      Somente após várias rodadas de negociação e da pressão da Comissão da Fenattel, a Oi voltou atrás e melhorou sua proposta. “Conseguimos obter alguns avanços ao excluímos o escalonamento por faixa salarial, assim como garantimos o reajuste de 9% para todos”, ressaltou o presidente do Sinttel e membro da Comissão, Marcelo Beltrão.

       

      Nesta sexta-feira, dia 18, a Oi paga antecipação de 50% do 13º salário de 2016 e fará o crédito do tíquete extra no valor de R$ 1.300,00.

       

      Proposta aprovada:

       

      - Reajuste salarial de 9% (sendo 8% aplicado em 01/01 e 1% em 01/07) para todos os trabalhadores (exceto cargos executivos);

      - Tíquete passa a R$ R$ 30,00 em novembro;

      - Creche passa a R$ 435,00 em novembro;

      - Auxílio-medicamento passa a R$ 1.150,00 em novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário;

      - Antecipação de 50% do salário por conta do Placar em 08/01;

      - Um benefício novo que será a folga no dia do aniversário;

      - Avaliação para um ajuste nos valores das diárias;

      - Manutenção das demais cláusulas do atual acordo.

       

  • Janeiro

    • GVT PROPÕE MUDANÇA DA JORNADA DE TRABALHO

      Desde o ano passado, que a GVT colocou em discussão uma proposta para alteração da jornada de trabalho. Segundo a empresa, se trata de uma alteração individual, que será feita aos trabalhadores nacionalmente, e cada empregado terá a liberdade para aceitar ou recusar.

       

      Atualmente, o empregado tem jornada de 40 horas semanais (de segunda a sexta). A empresa propôs implantar jornada de segunda a sábado com as mesmas 40 horas semanais para as atividades de campo e algumas áreas administrativas que dão suporte a esse setor.

       

      A GVT garantiu ao sindicato que não haverá represália para os que preferirem manter a jornada de segunda a sexta, ou seja, ninguém será punido ou demitido por esse motivo. O sindicato orienta o trabalhador a ouvir a proposta e esclarecer suas dúvidas para então tomar a decisão.

       

      Trabalhador, caso você sofra alguma pressão denuncie ao sindicato.

       

    • PRESIDENTE DO TST É CONTRA TERCEIRIZAÇÃO

      Em resposta aos questionamentos do Supremo Tribunal Federal sobre a súmula 331 que limita a prática da terceirização, o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Barros Levenhagen, a defendeu categoricamente.

       

      Segundo ele, ao criar este instrumento que impede a terceirização de atividades-fim, o TST assegurou "a igualdade de condições de trabalho e de salários" e ajudou a solucionar conflitos trabalhistas.

       

      A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) move uma ação contra a súmula 331 e quer que o STF declare inconstitucional a interpretação de que serviços terceirizados só podem ocorrer em três situações específicas - trabalho temporário, segurança e conservação e limpeza - e em uma hipótese geral- quando os serviços se relacionam à atividade-meio do empregador.

       

      Não podemos esperar outra coisa do agronegócio, bem como do empresariado em geral.  Eles querem a todo custo aprovar o PL 4330 que escancara a terceirização para todos os setores da atividade econômica e produtiva, inclusive serviços públicos. O projeto só não foi aprovado até agora devido à luta sem trégua do movimento sindical, particularmente os setores liderados pela CUT. A entidade conseguiu impedir a votação por pelos menos duas vezes e continua em estado de alerta.

       

      O Sinttel que vive o drama da terceirização e da precarização do trabalho (redução de salários e benefícios, jornadas exaustivas e muita pressão) nos diversos setores da categoria, inclusive, em atividades fins, luta junto com a CUT para conseguir que o PL 4330 seja rejeitado. Uma luta de Davi contra Golias, mas o movimento sindical tem o apoio de grande parte dos tribunais regionais e de vários juristas.

       

      A SÚMULA

       

      A Súmula 331 foi editada em 1994. É o único instrumento legal que trata a terceirização trabalhista e traça limites jurídicos para as relações e os direitos trabalhistas.  O relator do caso é o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que, em dezembro, solicitou que o TST justificasse a aplicação da tese, e a resposta do presidente do órgão, ministro Levenhagen, foi protocolada no final de dezembro.

       

      Para Levenhagen , a súmula tem o objetivo de preservar princípios constitucionais como do valor social do trabalho e da isonomia laboral."A terceirização de serviços se qualifica como fenômeno genuinamente econômico, em que o seu indisfarçável objetivo é o de proporcionar maior rendimento para as empresas, com a confessada redução dos custos de mão de obra", declarou o presidente do TST.

       

      Além do processo movido pela Abag, a corte ainda reconheceu repercussão geral de um processo sobre a terceirização de call center em empresas de telefonia (ARE 791.932).

       

      A Procuradoria Geral da República já classificou como fraude a terceirização de atividades-fim. Segundo parecer do órgão, países como Alemanha, Espanha e França consideram que só existe a relação empregatícia direta entre quem presta o trabalho e quem se beneficia dele.

       

      Fonte: Sinttel-Rio

       

    • CSU APRESENTA MÍSERO REAJUSTE

      A data-base do Acordo Coletivo de Trabalho da CSU é 1º de janeiro e, por conta disto, a diretoria do Sinttel vem cobrando insistentemente um posicionamento da empresa referente à contraproposta da pauta de reivindicações já entregue.

       

      Na primeira rodada de negociação, a empresa ofereceu apenas um reajuste de 6% nos salários e nos benefícios, ou seja, um percentual abaixo da inflação do período.  De imediato, a diretoria do sindicato não aceitou este mísero reajuste que nem chega perto das reivindicações da categoria.

       

      A proposta apresentada é um desrespeito aos diversos trabalhadores que dão o suor e se empenham diariamente para o desenvolvimento da empresa. A oportunidade que a CSU tem de reconhecer a dedicação dos seus funcionários é neste momento de negociação e o sindicato precisa da união dos trabalhadores para cobrar uma proposta que ao menos contemple reajustes acima da inflação.

       

      A CSU terá mais uma oportunidade para reconsiderar o que propôs em uma nova rodada de negociações que já está marcada para o início da próxima semana.

       

    • ESTÁ CHEGANDO A HORA

      O clima de folia já se faz presente nas ruas com a concentração de blocos por vários espaços da cidade. O Carnaval se aproxima e a diretoria do Sinttel está organizando os preparativos para o 9º Ligados na Folia, que é a maior prévia carnavalesca dos trabalhadores em telecom. A festa vai acontecer no próximo dia 07, no Clube Internacional, a partir das 21h.

       

      Este ano a agitação vai ficar por conta de Patusco, Orquestra Raízes, Ressaca Elétrica e, para não deixar ninguém desaminar nos intervalos, o som vai rolar solto com DJ David. Novamente, a festa vai ser exclusiva para os sócios do sindicato e cada um terá direito de levar um acompanhante.

       

      A partir da próxima semana, começaremos a distribuir os ingressos nas empresas. Se você ainda não é sócio, não se preocupe, pois haverá fichas de sindicalização no ato da entrega.

       

      Os comes e bebes terão o mesmo precinho especial de sempre. Confira abaixo alguns valores:

       

      Ice – R$ 3,00

      Cerveja – R$ 2,50

      Guaraná – R$ 2,00

      Água – R$ 1,00

      Petiscos (coxinha, espetinho, pizza, hot dog) – R$ 2,50

       

    • PROVIDER, ASSEMBLEIA DISCUTIRÁ

      PROPOSTA DO ACORDO

      Depois de três rodadas de negociação, onde a Provider apenas apresentou números negativos e índices de reajustes abaixo da inflação, finalmente foi possível chegar a uma proposta que pudesse ser levada para apreciação dos trabalhadores. As reuniões tiveram início no ano passado, pois a data-base da categoria é 1º de janeiro.

       

      Proposta final

       

      O piso salarial ficou em R$ 788,00 e os que recebem acima deste valor também terão seus salários reajustados em 6,23%. Com relação ao auxílio creche, foi possível alcançar correção de 6,23% para os filhos com até 24 meses. Para o benefício da alimentação, o reajuste foi de 8% e chegaram ao valor mensal de R$ 140,40.

       

      Estes foram os pontos principais apresentados pela diretoria da Provider. Diante disto, o sindicato convoca os trabalhadores para decidir em assembleia. Sua presença, como sempre, é muito importante. Participe!

       

      Assembleia Provider

      Local: auditório do Sinttel

      Quarta-feira, dia 28, às 17h

       

       

      *A sede do Sinttel fica localizada na rua Afonso Pena, 333 – Boa Vista (próximo à Universidade Católica).

       

    • SERVICOB, PROPOSTA APROVADA

      Foi aprovado na tarde de ontem (28 de janeiro), em assembleia, o Acordo Coletivo de Trabalho da SERVICOB. A diretoria do Sinttel esteve na sede empresa para informar como se desenrolou o processo negocial e esclarecer as dúvidas dos trabalhadores.

       

      Passam a valer para o pessoal com carga horária de 6h, o piso salarial de R$ 788,00 (reajuste de 8,8%). Para os trabalhadores que ganham acima desse piso, o salário também foi reajustado em 8,8%.

       

      O tíquete para os que tem jornada de 8h terá um valor unitário de R$ 16,00. Uma conquista bastante importante deste acordo foi o tíquete para o pessoal com carga horária de 6h que, pela primeira vez, irá receber o benefício no valor de R$ 100,00. Já o auxílio creche teve um reajuste de 10% e será pago aos trabalhadores com filhos com até 24 meses de idade.

       

      Outra conquista que não poderia deixar de citada foi o desconto de 3% no vale transporte, quando o normal é descontar 6%. Vale lembrar que todos os reajustes tiveram ganho real, já que a inflação do período foi de 6,23%.

       

    • TRABALHADORES DE TELECOM VÊEM

      DIFICULDADES EM 2015

      Os empregados do setor de telecomunicações terão um 2015 difícil, dada a previsão de redução no número de operadoras com a eventual compra ou fusão envolvendo a TIM. A tendência é que fiquem apenas três empresas de telecom no Brasil.

       

      Com o ritmo fraco da economia e a consolidação do mercado o setor provavelmente passará por dificuldades. O ramo de telecom emprega mais de 1 milhão de pessoas no país, incluindo funcionários de empresas de call center.

       

      Em caso de fusão da TIM, os trabalhadores que seriam mais afetados seriam os dos grandes centros urbanos. A operadora está em vários Estados, mas a grande concentração é em São Paulo e Rio de Janeiro.

       

      Claro, Oi e Vivo empregam diretamente em média 30 mil pessoas cada uma. A TIM, embora seja a segunda maior em telefonia celular, tem menos de 10 mil funcionários, por ter uma menor operação no negóciofixo.

       

      Com informações da Revista Exame

       

    • CAMPANHA SALARIAL PROVIDER

      As negociações para renovação do Acordo Coletivo com a Provider já começaram e a diretoria do Sinttel esperava que a empresa apresentasse uma proposta que ao menos contemplasse as reivindicações da categoria. Até o momento, aconteceram duas reuniões e, em ambas, os representantes só se lamentaram. A Provider alega inúmeras dificuldades financeiras. Todavia, o trabalhador não pode ser responsabilizado por causa destes problemas.

       

      A proposta inicialmente apresentada pela empresa de reajuste salarial foi de 6% nos salários e nos benefícios para quem recebe acima do piso. A proposta foi rejeitada pelo sindicato e a empresa precisa oferecer algo melhor em reconhecimento ao esforço e à dedicação dos trabalhadores.

       

      Uma nova rodada de negociação está marcada para acontecer no início da próxima semana.  Vale ressaltar que o sindicato tem a missão de negociar. Porém, no final, quem decide são os trabalhadores em assembleia.

       

      Por outro lado, ficou garantido o pagamento na próxima folha salarial de R$ 788,00 para os operadores, o que significa 8,84% de reajuste.

       

    • CONTAX SANTO AMARO 24H PARADA

      Trabalhadores da Contax (site Santo Amaro) não poderão ser transferidos para outros prédios durante a interdição do Ministério do Trabalho. As atividades no site só serão retomadas após o cumprimento das exigências do MTE.

       

    • CSU APRESENTA PROPOSTA FINAL

      Na segunda rodada de negociação, realizada na última semana, aqui em Recife, foi possível avançar em alguns pontos importantes e arrancar dos representantes da CSU algumas mudanças em relação aos itens anteriormente negociados. Ao final da reunião, foi apresentado o que a empresa considera sua proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      Com o objetivo de analisar a proposta negociada, os trabalhadores estão convocados para participar das assembleias que acontecerão nesta terça-feira, 27 de janeiro. Abaixo, confira os principais pontos da proposta:

       

      - Piso salarial de R$ 788,00;

      - Para quem recebe acima do piso, o reajuste será de 6,5%;

      - Auxílio-creche 144,00;

      - Tíquete: R$ 6,60 para o pessoal que trabalha 6h e R$ 11,70 para os que trabalham 8h;

      - Portador de necessidades especiais: 25% do piso salarial.

       

      Assembleias

      Nesta terça-feira, 27 de janeiro, no auditório do Banco do Nordeste, no prédio Apolônio Sales

      1ª assembleia às 10h

      2ª assembleia às 14h

       

    • ACORDO APROVADO NA CSU

      Nesta terça-feira (27 de janeiro), por um placar de 116 votos a favor e 49 contra, os trabalhadores da CSU decidiram, em assembleia, pela aprovação do Acordo Coletivo 2015. Para que todos pudessem participar e deliberar os itens negociados, a diretoria do Sinttel realizou duas assembleias, sendo uma pela manhã e outra no período da tarde.

       

      Pela proposta, o piso salarial ficou em R$ 788,00. Os trabalhadores que ganham acima deste valor tiveram um reajuste de 6,5% (a inflação do período foi de 6,23%). O tíquete será de $ 6,60 para o pessoal que trabalha 6h e R$ 11,70 para os que trabalham 8h. O auxílio creche passou de R$ 135,00 para R$ 144,00 e, a partir agora, se estende para empregadas com filho até 36 meses de idade. É importante lembrar que a data base da categoria é 1º de janeiro e o pagamento do reajuste será retroativo a esta data.

       

  • Fevereiro

    • CAMPANHA SALARIAL CONTAX 2015

      Desde o mês de novembro, o Sinttel e a Fenattel negociam com a empresa a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015 e uma proposta de PPR. As dificuldades foram diversas e as propostas iniciais apresentadas pela empresa não contemplavam as reivindicações e, para piorar, argumentos e números negativos foram utilizados com o propósito de atrasar as negociações e, consequentemente, não reajustar os salários e benefícios em janeiro (mês da data-base).

       

      “Nosso maior objetivo este ano era fazer com que o valor do VR/VA, salários e alguns outros benefícios fossem superiores ou iguais ao da Convenção Nacional, diminuindo assim as diferenças existentes entre os estados”, afirmou o diretor do Sinttel, Edilson Santana.

       

      Com relação ao PPR, desde o início não existia nenhum sinal de recebimento. A empresa vinha negando com o argumento de que o ano de 2014 foi ruim, os resultados foram negativos e, portanto, não teria por que pagar. Só na penúltima reunião, a empresa cedeu e concordou em fazer o pagamento, porém com critérios de faltas injustificadas que excluíam a maioria dos trabalhadores de receber o benefício, além de não contemplar aqueles, que mesmo tendo trabalhado em 2014, já foram desligados.

       

      Foi com este clima que mais uma negociação aconteceu na última terça-feira (03). A reunião começou pela manhã e só acabou após às 21h. O esforço valeu a pena porque os valores do VR/VA e auxílio creche tiveram seus percentuais reajustados bem acima da inflação. Está garantindo também um PPR com os mesmos critérios e percentual do ano passado e, ainda, a retirada de quatro meses (ou seja, as faltas porventura ocorridas nos meses de fevereiro, abril, junho e dezembro não serão computadas, além das semanas em que ocorreram as greves dos rodoviários e da PM). A proposta contempla ainda o abono de cinco dias/ano para acompanhamento de filhos com até 12 anos de idade.

       

      “Consideramos que esta proposta foi um avanço significativo e a própria direção da empresa reconheceu ser importante valorizar seus milhares de empregados, assim como a persistência de todos os sindicatos e da nossa federação. Agora, a decisão estará nas mãos de cada trabalhador que participará democraticamente das assembleias”, declarou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão.

       

      Mais uma vez, a mesa de negociação foi composta por representantes dos três principais estados do Nordeste (Bahia, Ceará e Pernambuco) e contou com a coordenação da Fenattel. Como ainda existem algumas particularidades regionais não definidas, não temos ainda uma data concreta para as assembleias. Só temos a certeza que será na próxima semana, visando garantir o pagamento do PPR para o dia 13 deste mês (nesta segunda-feira, informaremos o dia e o horário das assembleias).

       

      Confira abaixo os principais itens do acordo coletivo e PPR 2015:

       

      Itens do Acordo Coletivo de Trabalho:

       

      -Piso Salarial: 788,00;

      -Demais salários serão reajustados em 6,23%;

      -VR/VA 180h: de R$ 4,50 para R$ 5,31 (reajuste de 18%);

      -Tíquete 220h: reajuste de 6,23%;

      -Auxílio creche: de R$ 158,34 para R$ 171,80 (reajuste de 9,2%);

      -Acompanhamento de filhos: de 2 dias/ano (com idade de até 8 anos) para 5 dias/ano (filhos de até 12 anos).

       

      Proposta de PPR

       

      Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00.

      Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de 90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      -50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      -Exclusos do recebimento da PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

      Pagamento: A PPR será paga em uma única parcela, no dia 13/02/2015.

       

      Demitidos sem justa causa ou a pedido poderão solicitar o recebimento através de carta de próprio punho nos locais onde trabalharam no prazo de 60 dias corridos a partir da realização da assembleia.

       

    • ASSEMBLEIA CONTAX

      O Sinttel convoca todos os trabalhadores da Contax para participarem de assembleia que será realizada nesta quinta-feira (12) no CTC (antiga FAUPE), entre 10h e 17h. Serão discutidos a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015 e o Programa de Participação nos Resultados 2014. Haverá, simultaneamente, assembleias na sede do Sinttel (localizado na rua Afonso Pena, 333 Bairro – Boa Vista /próximo à Universidade Católica).

       

    • ORELHÃO PODE VIRAR PEÇA DE MUSEU

      Na última semana, a Anatel realizou em Brasília uma audiência pública para discutir a substituição do cartão dos orelhões. As concessionárias querem a troca dos cartões indutivos pela chamada calling card. A Anatel, por sua vez, diz que a discussão é motivada pelo fato de a Interprint/Valid, única fabricante existente, ter informado que encerraria a produção dos cartões indutivos em dezembro de 2014, "em função dos baixos volumes adquiridos pelas prestadoras e dos preços praticados". Para a fabricante, a baixa produção torna os cartões economicamente inviáveis. A pergunta a ser feita é: por que as prestadoras adquirem um número tão baixo de cartões?

       

      É bom lembrar que os cartões utilizados hoje possuem tecnologia derivada de anos de estudo do CPqD (Centro de Pesquisa da Telebrás), em época anterior à privatização do setor. Chegou, inclusive, a ser exportada para a China. Até hoje, quase vinte anos depois de sua criação, os cartões indutivos respondem infinitamente bem às demandas dos usuários.

       

      No sistema calling card, o usuário adquire o cartão, raspa para visualizar o número e disca para a operadora usando o mesmo teclado atual do orelhão, uma vez que o novo sistema será virtual. Como os chips de celulares, o cartão tem um "pin", número de identificação do usuário.

       

      Lamentavelmente, as operadoras conseguiram criar uma quase unanimidade em relação ao telefone público, visto como obsoleto, um instrumento que ninguém utiliza. Com isso, sucatearam toda a rede de orelhões (TPs), implantada basicamente com recursos públicos. Não há manutenção, nem incentivo para que as pessoas os utilizem. Não é à toa que na semana passada a Anatel baixou uma cautelar para que a Oi melhore a qualidade de sua rede de orelhões.

       

      Por outro lado, nem a Anatel e muito menos as operadoras, divulgam para a sociedade que uma ligação de um telefônico público para um telefone fixo é cerca de 700% mais barata do que um celular pré-pago para o mesmo telefone fixo.

       

       TP COM PONTO WI FI

       

      Outro aspecto é a modernização dos telefones públicos. Em Nova York, o telefone público serve como ponto wi-fi, possibilitando o acesso à banda larga. Em Londres, muitos telefones públicos possuem um espaço para que os cidadãos possam recarregar a bateria do seu celular. Ou seja, várias medidas que facilitam a vida do cidadão.

       

      Na consulta pública sobre a renovação dos contratos de concessão há uma cláusula obrigando as operadoras a implantarem backhaull com fibra ótica em todos os municípios, em troca da redução do número de orelhões. As prestadoras, convenientemente, concordam com a redução dos TPS, mas não com a obrigação do backhaull. Defendemos a realização de uma consulta pública mais ampla, que leve em consideração a modernização da ainda rede existente de telefones antes que os orelhões, financiados com recursos públicos, virem peças de museu.

       

      www.institutotelecom.com.br

       

    • LIGADOS NA FOLIA 2015, EXPLOSÃO DE ALEGRIA

      Foi ao som de muito frevo, maracatu e caboclinho que os trabalhadores em telecom se esbaldaram neste último sábado (7) para curtir mais um baile de carnaval promovido pelo Sinttel. O Ligados Folia teve sua primeira edição em 2006 e, de lá para cá, a festa anima e interage toda a categoria, tendo como palco da festa o Clube Internacional.

       

      O Ligados na Folia reuniu cerca de 10 mil foliões que dançaram ao som de Patusco, Ressaca Elétrica e Orquestra Raízes. Baile de carnaval que se preze não pode faltar irreverência e a animação da festa não foi diferente das edições anteriores. Os trabalhadores deixaram o estresse do trabalho de lado e se divertiram fantasiados ou não até o dia amanhecer.

       

      A festa não tem pista e nem camarote e a única diferença entre os trabalhadores é a empresa em que trabalhamos, como bem disse o folião e trabalhador Fábio Freitas

       

    • COM VOTAÇÃO RECORDE, ACORDO DA

      CONTAX É APROVADO

      A proposta de Acordo Coletivo 2015 e do Programa de Participação nos Resultados 2014 da Contax foi aprovada por uma maioria esmagadora dos trabalhadores presentes às assembleias. Até chegar à proposta final foram necessárias quatro exaustivas reuniões. Vendo que sem avanços sequer assembleia faríamos, a empresa se viu obrigada a ceder e resolveu pôr fim ao impasse. Só então foi possível avançar e arrancar uma proposta digna.

       

      Para que um maior número de trabalhadores pudessem votar, a diretoria do sindicato disponibilizou urnas em sua sede e no centro de treinamento da Contax durante todo o dia. Ao final, a proposta negociada foi aprovada com 7.129 votos. Do total de votantes, 451 disseram não, 143 votaram nulo e 31 em branco.

       

      “A proposta negociada não atendeu a todas as nossas reivindicações, mas contém avanços e a decisão de aceitar foi feita livremente pelos trabalhadores em assembleia”, enfatizou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão. Destacamos a seguir os itens onde houve avanços:

       

      Principais itens do Acordo Coletivo:

       

      -Piso Salarial: R$ 788,00;

      -Demais salários serão reajustados em 6,23%;

      -VR/VA 180h: de R$ 4,50 para R$ 5,31 (reajuste de 18%);

      -Tíquete 220h: reajuste de 6,23%;

      -Auxílio creche: de R$ 158,34 para R$ 171,80 (reajuste de 9,2%);

      -Acompanhamento de filhos: de 2 dias/ano (com idade de até 8 anos) para 5 dias/ano (filhos de até 12 anos).

       

      Proposta de PPR

       

      - Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00;

      - Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de 90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      -50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      -Exclusos do recebimento da PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

      - Pagamento: A PPR será paga em uma única parcela, no dia 13/02/2015.

       

      * Demitidos sem justa causa ou a pedido poderão solicitar o recebimento através de carta de próprio punho nos locais onde trabalharam no prazo de 60 dias corridos a partir da realização da assembleia.

       

  • Março

    • DATAMÉTRICA, ASSEMBLEIA DISCUTIRÁ PROPOSTA

      Em reunião realizada na última sexta-feira (27) com os diretores da empresa, finalmente, foi possível avançar nas propostas. As negociações começaram no final do ano passado e pareciam que não iam acabar nunca. Mas, felizmente, o bom senso prevaleceu e o que era impasse acabou se tornando um denominador comum.

       

      A proposta final tem como parâmetro que tanto os salários quanto os benefícios sejam corrigidos acima da inflação (que foi de 6,23% no ano). A proposta também traz a solução de alguns problemas que vinham infernizando o dia a dia do trabalhador, como o VT e o VA/VR parcelados.

       

      Assim, todos os trabalhadores estão convocados para participar das assembleias que acontecerão na próxima quarta-feira, 04 de março. Para que ninguém fique de fora, serão realizadas duas assembleias simultâneas na sede da empresa em Olinda e no sindicato. A primeira assembleia irá começar às 10h e a segunda às 16h.  Veja abaixo a proposta final negociada entre as direções do Sinttel e da Datamétrica:

       

      - Piso salarial de R$ 788,00 (8,8% de reajuste);

      - Salários acima do piso (7,3% de reajuste);

      - VA/VR reajustado em 10% e não haverá mais parcelamento. Será pago integral;

      - Vale transporte só poderá ser parcelado, no máximo, em duas vezes;

      - Os salários e benefícios reajustados serão retroativos a 1º de janeiro e a diferença será paga na próxima semana;

      - Passará a ser aceito atestado médico de outros planos de saúde (seja como titular ou dependente);

      - Em até 90 dias será formada uma comissão sindicato/empresa para formular um programa de participação nos lucros ou resultados de 2015.

       

    • LINHAS MÓVEIS TERÃO NONO DÍGITO A PARTIR DE

      31 DE MAIO

      Pernambuco e mais cinco Estados receberão o nono dígito a partir do dia 31 de maio. A mudança visa aumentar a oferta de números de telefone para linhas móveis, segundo determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

       

      Pernambuco (81 e 87), Paraíba (83), Piauí (86, 89), Ceará (85 e 88), Alagoas (82) e Rio Grande do Norte (84) terão que adicionar “9” à frente dos números de celular no dia 31 de maio. Como toda a mudança, algum transtorno é esperado na hora de digitar tantos números. Por isso as operadoras estão com ações para ajudar na transição.

       

      A Oi disse por meio de sua assessoria que vai completar as ligações realizadas com oito dígitos. No entanto, o usuário vai ouvir uma mensagem avisando da adição do 9 à frente do número. A operadora também vai oferecer um canal de atendimento exclusivo para tratar do assunto, com profissionais de T.I, engenharia e relacionamento.

       

      A operadora ainda dispõe de um aplicativo para iOS e Android para ajudar na mudança. Ele inclui automaticamente o 9 na frente dos telefones gravados na agenda.

       

      A Vivo também contará com um aplicativo para atualização automática (iOS e Android). A empresa disse que está fazendo comunicação na fatura e estenderá a divulgação para os seus canais de relacionamento, como Call Center, lojas, redes sociais e no site.

       

      Os clientes que possuem o serviço Vox Fácil, terão a atualização automática do 9° dígito, pois os equipamentos serão adaptados sem nenhum custo pela Vivo. A Claro também possui um aplicativo para inclusão do nono dígito nas lojas da Apple e Android.

       

      Histórico

       

      O acréscimo do nono dígito ocorreu em julho de 2012 e no interior do Estado (DDDs de 12 a 19), em 25 de agosto de 2013. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, com códigos DDDs 21, 22, 24, 27 e 28, a inclusão do dígito ocorreu em 27 de outubro de 2013.

       

      Em novembro 2014, os estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima(DDD 91 ao 99), também tiveram acréscimo do nono digito. Até 2016, todos os números de celular do Brasil, exceto rádios, terão o 9°dígito.

       

      http://bit.ly/1ER4hL4

       

    • OPERADORAS DE TV, TELEFONE E INTERNET

      TEM NOVAS REGRAS

      As operadoras de telefonias fixa, móvel, banda larga e TV por assinatura deverão ser mais transparentes em relação às informações das contas e de cobranças ao consumidor, a partir desta terça-feira (10).

       

      As regras, que foram definidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), obrigam que as operadoras tenham área exclusiva em seus respectivos sites para os clientes com acesso a dados, como condições do contrato do serviço, mecanismo de comparação entre preços e franquias e relatório detalhado dos serviços contratados.

       

      O sufoco de ficar ouvindo musiquinha de telemarketing para cancelar uma assinatura também é coisa do passado. A partir de agora, o cliente terá a opção de encerrar serviços pelo site da empresa,  de forma automática. Tudo tem que ter fim em, no máximo, dois dias úteis.

       

      “São medidas positivas para transparência com o consumidor. E as empresas têm condições de cumprir, já que elas são do ramo da tecnologia”, explica a assessora técnica do Procon-SP, Fátima Lemos.

       

      “Com o consumidor cada vez mais dependente da telecomunicação, é preciso que o serviço seja mais eficiente e tenha mais qualidade”, avalia. “Nisso, é importante a informação sobre o que o cliente está utilizando”.

       

      A intenção da Anatel é fazer com que os serviços melhorem, já que das mais de duas milhões de queixas registradas pela Agência no ano passado, 41% foram sobre telefonia celular. No Procon-SP, das dez empresas que tiveram mais reclamações em 2013, quatro são de telecomunicações.

       

      “Cabe também ao consumidor reclamar sobre dificuldades no serviço para o Procon e para a Anatel”.

       

      Em setembro, entra em vigor outras regulamentações, como a de uma única central telefônica para quem contrata combo de telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura.

       

      Fonte: Site Anatel

       

    • TELEGRINGOS COLHEM LUCROS E SEMEIAM

      DESEMPREGO

      Nos últimos dias, a Embratel, uma das controladas de Carlos Slim no Brasil, demitiu cerca de 60 executivos, notadamente gerentes de contas. A porta da rua permanece escancarada: uma nova temporada de cortes está programada para abril.

       

      Na Telefônica/Vivo, o Dia D é 20 de março, quando deverá ser anunciada uma curiosa mudança no alto-comando da companhia. Na empresa, no entanto, os olhos estão todos voltados a quem chega e não a quem vai. Segundo uma fonte ligada à companhia, o cartão de visitas da nova diretoria será uma navalhada.

       

    • TELEFÔNICA RENUNCIA DIREITOS NA TELECOM ITÁLIA

      PARA COMPRAR GVT

      Para concretizar a aquisição da GVT, a Telefónica renunciou formalmente aos direitos associados à sua participação na Telecom Italia, com o objetivo de cumprir as determinações da Agência Nacional de Telecomunicações.

       

      A Anatel já autorizou a compra, mas impôs algumas exigências para a concretização do negócio, como a saída da operadora espanhola do controle da dona da TIM Brasil. O CADE julga o processo nesta quarta-feira (25).

       

      Em comunicado divulgado na última sexta-feira (20), a Telefónica disse que, "segundo o determinado pela Anatel, a Telefónica se compromete publicamente diante de seus próprios acionistas e o mercado em geral, a cumprir com a renúncia de seus direitos políticos mencionada anteriormente em relação à Telecom Italia".

       

      A Telefónica tem uma participação de cerca de 14,8% na Telecom Italia, e prevê usar parte dessas ações para pagar a compra da operadora de banda larga GVT, depois que as relações entre as partes se deterioraram em meio à competição pela consolidação do setor de telecomunicações no Brasil. A rivalidade surgiu uma vez que a Telecom Italia controla no Brasil a TIM Participações e a Intelig.

       

      Além de exigir da Telefónica a renúncia a seus direitos na Telecom Italia, a Anatel estabeleceu uma série de condições à Vivendi para aprovar a venda da GVT à companhia espanhola. A Telefónica entrou em contato com nove bancos para gerir um aumento de capital de 3 bilhões de euros (3,2 bilhões de dólares) em relação à sua aquisição no Brasil, segundo disse na quinta-feira (19) uma fonte familiarizada com o assunto.

       

      Via Convergência Digital

       

    • TERCEIRIZADAS DA GVT - DESMANDOS COM TRABALHADORES

      Já virou moda entre as terceirizadas buscar formas para reduzir seus custos e com as empresas que prestam serviços para GVT não é diferente. A QUALYTEC, TECNOMULTI, R2T e JCB não estão disponibilizando as folgas semanais para seus trabalhadores como manda a lei. Eles estão trabalhando de domingo a domingo e, para piorar ainda mais, não recebem o pagamento das horas extras.

       

      Os problemas entre as três terceirizadas são comuns e a novidade agora diz respeito aos trabalhadores que exercem mais de uma função (técnico multifunção), ou seja, trabalhadores que instalam simultaneamente (TV+VOZ+ADSL). Estes profissionais, conforme acordo assinado, têm direito a um salário diferenciado. Saibam mais dos desrespeitos que estão acontecendo em cada uma delas:

       

      QUALYTEC – Descumpre quase todos os itens da convenção coletiva, além de atrasos e parcelamentos no pagamento dos salários. Sem falar que existem trabalhadores sem carteira assinada e os que possuem vínculo empregatício não têm direito a plano de saúde. Até quem é demitido sofre para receber as verbas rescisórias que tem direito.  A empresa ainda não efetua o pagamento do agregamento dos veículos.

       

      TECNOMULTI – Por não disponibilizar por completo os EPIs aos trabalhadores, acidentes de trabalho são comuns e a empresa tenta esconder o fato. Receber o salário em dia é outra preocupação dos trabalhadores porque isso nunca acontece. Não existe nenhuma vontade por parte da empresa em implantar o plano de saúde. Outra aflição é em relação ao auxílio-combustível, já que - na maioria das vezes - os trabalhadores precisam mendigar pelo benefício para conseguirem trabalhar.

       

      R2T – A empresa não vem cumprindo a convenção coletiva na cláusula que diz respeito ao fornecimento de empréstimo aos funcionários com carro agregado para quitação do IPVA.

       

      JCB  – A situação dos trabalhadores não é diferente dos demais, pois eles também recebem salários atrasados, o vale- alimentação pago está abaixo da Convenção Coletiva e o pior ainda não possuem plano de saúde.

       

      “Essas denúncias partiram dos trabalhadores e, só assim, vamos poder acionar o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para fazer uma fiscalização e acabar com essas irregularidades. Também vamos denunciar a GVT por descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho”, enfatizou o diretor do Sinttel, Lamartine Vasconcelos.

       

    • IMPASSE COM A DATAMÉTRICA TERMINA E ACORDO

      ESTÁ APROVADO

      A última rodada de negociação entre a diretoria do sindicato e da Datamétrica aconteceu no final de fevereiro e, só então, foi possível chegar a um entendimento. As negociações começaram no final do ano passado e pareciam que não iam acabar nunca.

       

      Como o bom senso prevaleceu, o impasse acabou terminando em um denominador comum e a diretoria do sindicato convocou os trabalhadores para apreciarem a proposta em assembleia de deliberação.

       

      Para que ninguém ficasse de fora, foram realizadas quatro assembleias, sendo duas na sede do sindicato e outras duas na sede da empresa. No total, 545 trabalhadores aprovaram os itens negociados, 19 disseram não e apenas 1 voto de abstenção.

       

      “Esta foi a campanha salarial mais demorada da história da Datamétrica, mas a espera valeu a pena. A proposta negociada e, agora, aprovada por centenas de trabalhadores ficou acima da inflação nos salários e nos tíquetes (com pagamento retroativo a 1º de janeiro). Tamém resolvemos diversas pendências que prejudicavam a todos”, finalizou o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão.

       

    • CLARO, FUSÃO E CONFUSÃO

      Com a fusão entre Claro, NET e a Embratel, a pressão para cima dos trabalhadores só aumentou. Os transtornos vão desde as demissões de terceirizados, assim como a de funcionários que sempre ajudaram a construir o que a empresa é hoje, até a intenção da criação de escala de trabalho.

       

      Em Pernambuco, os trabalhadores se vêem obrigados a bater metas, elevar receita, conquistar clientes e manter a qualidade da rede. Tudo isso, sem os recursos necessários. “Nós não temos funcionários suficientes para atender a demanda, por isso o grande volume de hora-extras”, disse o diretor do Sinttel e trabalhador da Claro, Clayton Borges.

       

      A intenção da Claro, para diminuir as horas-extras, é implementar uma escala de trabalho que irá abranger os finais de semana. Isso só prejudicará a qualidade de vida dos trabalhadores, já que terão que modificar suas rotinas de trabalho e pessoal.

       

      Caso isso seja implementado, será necessário um adendo no contrato de trabalho e o sindicato indica que os trabalhadores não assinem este documento. O Sinttel repudia firmemente qualquer tipo de redução de custo, onde quem acaba pagando a conta são os trabalhadores.

       

    • TRABALHADORES VÃO ÀS RUAS EM DEFESA DE

      DIREITOS E DA PETROBRÁS

      A Central Única dos Trabalhadores convoca trabalhadores e militantes para um ato nacional em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da Petrobrás e da Reforma Política. O ato está marcado para o dia 13 de março, em todo o país, e exige o fim das Medidas Provisórias 664 e 665, editadas pelo governo federal em 30 de dezembro de 2014, e que alteram direitos dos trabalhadores.

       

      Além da garantia dos direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo de muitos anos de luta, o ato também tem como foco a defesa da Petrobrás, que sofre forte campanha de desvalorização pela mídia. A terceira bandeira é pelo Plebiscito sobre a Constituinte Exclusiva e Soberana para reforma do sistema político. "A CUT não deixará que os trabalhadores sofram o ônus de medidas fiscais pensadas para a economia. Também não permitirá que a Petrobrás, patrimônio do povo brasileiro, seja desconstruída por vontade de especuladores internacionais. Para defender os direitos de todos os brasileiros vamos às ruas!", afirma Vagner Freitas, presidente nacional da CUT.

       

    • TELEINFORMAÇÕES DIFICULTA NEGOCIAÇÕES

      Desde o início do ano, a Teleinformações não honra com o que prometeu e, como todos sabem, a empresa não vem pagando o vale-alimentação. Vale lembrar que a diretoria do Sinttel, em seu segundo Acordo Coletivo (2014), conquistou este benefício com o empenho de todos os trabalhadores.

       

      O compromisso era para que a empresa começasse a pagar o benefício no início de 2015, o que não ocorreu. O sindicato fez várias denúncias ao Ministério do Trabalho e a empresa foi intimada a prestar esclarecimentos à Justiça por diversas vezes. Finalmente, a empresa aceitou dialogar com o sindicato, mas - até agora - não aconteceu nenhum avanço considerável para os trabalhadores.

       

      Já aconteceram três reuniões e a Teleinformações se nega a cumprir o que foi acordado. O pior é tentar enganar o sindicato com propostas que só privilegiam a empresa a obter mais lucro. Uma das propostas apresentadas pela empresa foi reajustar os salários abaixo da inflação para quem recebe acima do piso, além de atrelar o pagamento do vale-alimentação a metas de vendas e outros indicadores.  Como se não bastasse, a Teleinformações ainda quer reduzir o valor do vale para R$ 2,50/dia algo que nem ao menos começou a pagar.

       

      “Não existe nenhum acordo com as diversas empresas do nosso segmento que adote tais práticas. Por isso, não abriremos mão desta conquista e vamos até as últimas consequências para garantir todo o retroativo e o pagamento imediato do vale-alimentação”, declarou o diretor jurídico do Sinttel, Carlos Eduardo Veras.

       

      Nesta quinta-feira (19), haverá mais uma reunião e a diretoria do sindicato espera que a Teleinformações tenha bom senso e apresente uma proposta que contemple as reivindicações dos trabalhadores. “O nosso recado já foi dado para os representantes da empresa: não aceitaremos nenhum reajuste abaixo da inflação e nem tão pouco o atrelamento a metas ou qualquer outra proposta para pagamento do vale-alimentação. Exigimos também o pagamento de todo o retroativo do vale”, concluiu Eduardo.

       

    • SINTTEL EM PROL DA LUTA CONTRA O PL 4330

      Às vésperas da votação do Projeto de Lei 4330, as centrais sindicais intensificaram a luta contra o Projeto de Lei 4330/2004, que precariza ainda mais as relações de trabalho e escancara a terceirização no Brasil.

       

      A proposta, bancada pelos empresários, está novamente na agenda da Câmara dos Deputados. Por determinação do presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), foi colocado na pauta de votação do dia 07 de abril.

       

      Para ampliar o debate sobre tema, na tarde desta quinta-feira (26/03), a CUT Pernambuco e as demais centrais sindicais (CTB, UGT, CSB, Força Sindical e Nova Central) participaram de Seminário sobre Trabalho e Terceirização no Brasil: Empregos x Precarização do Vínculo. O evento foi realizado no Sindicato dos Bancários de Pernambuco, no bairro da Boa Vista, centro do Recife.

       

      As palestras foram ministradas pela auditora-fiscal do Trabalho, Cristina Serrano; pelo desembargador do Tribunal Regional do Trabalho de Pernambuco, Fábio Farias; e pelo diretor da Contraf-CUT e integrante do Fórum em Defesa dos Trabalhadores Ameaçados pela Terceirização, Miguel Pereira.

       

  • Abril

    • OI PROMOVE MIL DEMISSÕES EM TODO PAÍS

      A diretoria da Fenattel se reuniu na tarde de ontem, em São Paulo, com a direção da Oi para discutirem os resultados da empresa em 2014 e o seu planejamento para 2015. A empresa não teve bons números no ano passado e o resultado líquido consolidado foi muito ruim (R$ 4.4 bi negativos).

       

      Do ponto de vista operacional, 2014 foi um ano perdido e o que salvou foi uma pequena melhora nos indicadores do último trimestre. “Nós insistimos que os erros de gestão não poderiam ser jogados nas nossas costas e que as mudanças na presidência e na diretoria, por óbvio, trariam problemas de descontinuidade administrativa”, ressaltou o presidente do Sinttel-PE e membro da Fenatttel, Marcelo Beltrão.

       

      O pagamento do Placar também foi cobrado e a empresa confirmou para o próximo dia 17 de abril. Apesar dos problemas acumulados em 2014, a Oi cumpriu o acordo do Placar na íntegra e os números oficiais indicam que é o melhor valor já pago de todo o setor de telecom.

       

      Com relação a este ano, a empresa assegurou que está tomando atitudes para retomar o caminho do crescimento. Em contrapartida, anunciou o desligamento de aproximadamente mil trabalhadores em todo o país (sendo metade somente no Rio de Janeiro). A direção da Fenattel rebateu afirmando que este formato de reestruturação poderia aprofundar ainda mais a crise e não o contrário.

       

      A direção da Oi alegou que existe uma sobreposição de pessoal e seria necessário um ajuste para reduzir o quadro dos atuais 18.000 para 17.000 trabalhadores. Para piorar, ainda afirmaram que por ser um número pequeno não fariam nenhum plano de incentivo.

       

      “Nós fizemos questão de falar que tratar bem do empregado é muito importante para o hoje e também para o amanhã de qualquer empresa e algum tipo de proteção social seria muito importante”, enfatizou Marcelo.

       

      Como forma de minimizar os inevitáveis problemas que sempre ocorrem nestes momentos, a diretoria da Fenattel formulou uma proposta para a Oi. No início da manhã de hoje, a proposta foi oficializada após o aval do presidente e atendeu parcialmente às nossas reivindicações. Confira abaixo a proposta final válida para todo país:

       

      - 4 meses de plano de saúde;

      - 3 meses de seguro de vida;

      - Pagamento do Placar junto com os demais trabalhadores em 17/04;

      - Adicional de 0,10 salários por ano trabalhado (além do já previsto no acordo coletivo e na legislação).

       

    • NOVE MOTIVOS PARA SE PREOCUPAR COM A

      NOVA LEI DA TERCEIRIZAÇÃO

      O número de trabalhadores terceirizados deve aumentar caso o Congresso aprove o Projeto de Lei 4.330. A nova lei abre as portas para que as empresas possam subcontratar todos os seus serviços. Hoje, somente atividades secundárias podem ser delegadas a outras empresas, como por exemplo a limpeza e a manutenção de máquinas.

       

      Entidades de trabalhadores, auditores-fiscais, procuradores do trabalho e juízes trabalhistas acreditam que o projeto é nocivo aos trabalhadores e à sociedade. Nesta terça-feira 7, a polícia reprimiu um protesto das centrais sindicais contra o projeto, em frente ao Congresso Nacional.

       

      Descubra por que você deve se preocupar com a mudança:

       

      1- Salários e benefícios devem ser cortados

      O salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos empregados formais, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).  No setor bancário, a diferença é ainda maior: eles ganham em média um terço do salário dos contratados. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, eles não têm participação nos lucros, auxílio-creche e jornada de seis horas.

       

      2- Número de empregos pode cair

      Terceirizados trabalham, em média, 3 horas a mais por semana do que contratados diretamente. Com mais gente fazendo jornadas maiores, deve cair o número de vagas em todos os setores. Se o processo fosse inverso e os terceirizados passassem a trabalhar o mesmo número de horas que os contratados, seriam criadas 882.959 novas vagas, segundo o Dieese.

       

      3- Risco de acidente deve aumentar

      Os terceirizados são os empregados que mais sofrem acidentes. Na Petrobrás, mais de 80% dos mortos em serviço entre 1995 e 2013 eram subcontratados. A segurança é prejudicada porque companhias de menor porte não têm as mesmas condições tecnológicas e econômicas. Além disso, elas recebem menos cobrança para manter um padrão equivalente ao seu porte.

       

      4 - O preconceito no trabalho pode crescer

      A maior ocorrência de denúncias de discriminação está em setores onde há mais terceirizados, como os de limpeza e vigilância, segundo relatório da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Com refeitórios, vestiários e uniformes que os diferenciam, incentiva-se a percepção discriminatória de que são trabalhadores de “segunda classe”.

       

      5- Negociação com patrão ficará mais difícil

      Terceirizados que trabalham em um mesmo local têm patrões diferentes e são representados por sindicatos de setores distintos. Essa divisão afeta a capacidade deles pressionarem por benefícios. Isolados, terão mais dificuldades de negociar de forma conjunta ou de fazer ações como greves.

       

      6- Casos de trabalho escravo podem se multiplicar

      A mão de obra terceirizada é usada para tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Casos como esses já acontecem em setores como mineração, confecções e manutenção elétrica.

       

      7- Maus empregadores sairão impunes

      Com a nova lei, ficará mais difícil responsabilizar empregadores que desrespeitam os direitos trabalhistas porque a relação entre a empresa principal e o funcionário terceirizado fica mais distante e difícil de ser comprovada. Em dezembro do último ano, o Tribunal Superior do Trabalho tinha 15.082 processos sobre terceirização na fila para serem julgados e a perspectiva dos juízes é que esse número aumente. Isso porque é mais difícil provar a responsabilidade dos empregadores sobre lesões a terceirizados.

       

      8- Haverá mais facilidades para a corrupção

      Casos de corrupção como o do bicheiro Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos. Em diversos casos menores, contratos fraudulentos de terceirização também foram usados para desviar dinheiro do Estado. Para o procurador do trabalho Rafael Gomes, a nova lei libera a corrupção nas terceirizações do setor público. A saúde e a educação pública perdem dinheiro com isso.

       

      9- Estado terá menos arrecadação e mais gasto

      Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários para empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado. Ao mesmo tempo, a ampliação da terceirização deve provocar uma sobrecarga adicional ao SUS (Sistema Único de Saúde) e ao INSS. Segundo juízes do TST, isso acontece porque os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais com maior frequência, o que gera gastos ao setor público.

       

      Fontes: Relatórios e pareceres da Procuradoria Geral da República (PGR), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e de juízes do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Entrevistas com o auditor-fiscal Renato Bignami e o procurador do trabalho Rafael Gomes

       

    • ATENÇÃO TRABALHADORES DEMITIDOS DA CONTAX

      O prazo para os trabalhadores demitidos sem justa causa ou a pedido solicitarem o recebimento da participação no lucros da Contax se encerra no próximo dia 13 de abril. Trabalhador, caso ainda não tenha solicitado, procure a empresa onde trabalhou e apresente documento escrito solicitando o benefício.

       

      Veja abaixo o valor e as condições para recebimento do benefício:

       

      - Valor: 35% do salário nominal vigente do mês de dezembro de 2014, limitado a R$ 700,00;

      - Elegibilidade: Ter mais de 90 dias de efetivo trabalho no período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2014. O pagamento será proporcional para os trabalhadores com mais de

      90 (noventa) e menos de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias de trabalho efetivo no período base;

      -100% do valor para os empregados com até 5 (cinco) faltas injustificadas no ano de 2014;

      - 50% do valor para aqueles com 6 (seis) a 8 (oito) faltas injustificadas em 2014;

      - Exclusos do recebimento do PPR aqueles com 9 (nove) ou mais faltas injustificadas em 2014;

       

    • SINTTEL REALIZA ASSEMBLEIA COM OS

      TRABALHADORES DA TELEINFOMRAÇÕES

      O Sinttel realizará nesta sexta-feira (17) de abril, assembleia de apreciação para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho da Teleinformações. As assembleias serão realizadas na sede do sindicato, na rua Afonso Pena, 333, às 10h e às 15h:30.

       

      Sua presença, como sempre, será muito importante.

      Participe! como sempre, será muito importante.

      Participe!

       

    • VEJA QUAIS DEPUTADOS VOTARAM A FAVOR DA TERCEIRIZAÇÃO

      A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira 22, por 230 votos a favor e 203 contra, emenda aglutinativa alterando alguns pontos do projeto que regulamenta a terceirização, o PL 4.330/04. A emenda manteve no texto-base a possibilidade de terceirizar a atividade-fim, o que permite que empresas possam subcontratar para todos seus setores de atividade.

       

      A emenda foi aprovada com apoio de partidos como, por exemplo, PSDB, PMDB, DEM, PSD e Solidariedade, entre outros, enquanto que PT, PCdoB, PSB, PV, PDT, Pros e Psol ficaram contrários à proposta.

       

      Os que continuaram votando a favor do PL 4330:

       

      Mendonça Filho (DEM) - Sim

      Kaio Maniçoba (PHS) - Sim

      Eduardo da Fonte (PP) - Sim

      Fernando Monteiro (PP) - Sim

      Fernando Coelho Filho (PSB) - Sim

      Bruno Araújo (PSDB) - Sim

      Jorge Côrte Real (PTB) - Sim

      Augusto Coutinho (SOLIDARIEDADE) - Sim

      Silvio Costa (PSC) - Sim

       

      Os que recuaram e, agora, votaram contra o PL 4330:

       

      Anderson Ferreira (PR) - Não

      Betinho Gomes (PSDB) - Não

      Carlos Eduardo Cadoca (PCdoB) - Não

      Daniel Coelho (PSDB) - Não

      Gonzaga Patriota (PSB) - Não

      Jarbas Vasconcelos (PMDB) - Não

      João Fernando Coutinho (PSB) - Não

      Luciana Santos (PCdoB) - Não

      Raul Jungmann (PPS) – Não

       

      Os que votaram contra o PL 4330 desde o início:

       

      Luciana Santos (PCdoB) - Não

      Ricardo Teobaldo (PTB) - Não

      Tadeu Alencar (PSB) - Não

      Zeca Cavalcanti (PTB) - Não

       

      Com informações da Carta Capital

       

    • CAMPANHA SALARIAL DOS PRESTADORES

      Aconteceu no último dia 27 de abril, em São Paulo, a primeira rodada de negociação para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho 2015/2016 das prestadoras de serviço em telecom. A campanha envolve trabalhadores da Huawei, Icatel, Nokia, EGS, Nesic e Alcatel, entre outras, com datas base em 1° de abril.

       

      Nesta primeira reunião, o sindicato patronal e as empresas apresentaram uma proposta indecorosa de reajustar em 4% os salários e os benefícios. A Comissão Nacional de Negociação das Prestadoras, que tem como um dos integrantes o diretor do Sinttel, José de Anchieta, recusou de imediato o que foi proposto pelos patrões.

       

      Na próxima rodada de negociação - que acontece nos dias 14 e 15 de maio -  o sindicato espera uma proposta digna e que atenda às reivindicações da categoria. Entre os itens da pauta estão: INPC integral mais 5% de aumento real, piso salarial por função, plano de saúde unificado extensivo aos dependentes, adicional de periculosidade de 40%, fim dos descontos e punições abusivas, entre outros.

       

      É importante ressaltar que as principais reivindicações dos trabalhadores são baseadas em reuniões realizadas em todo o país. Hoje, a conduta dos patrões é reduzir custos a qualquer preço para atender às pressões das operadoras. O trabalhador que se esforça diariamente não pode pagar por isso.

       

    • 07 DE ABRIL, DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O PL 4.330

      A CUT, Centrais Sindicais, Movimentos Sociais e populares vão à luta contra a aprovação do PL 4.330, do empresário e ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), hoje, apadrinhado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que libera a terceirização em todas as atividades empresariais.

       

      Dia 7, em Brasília, sindicalistas de vários estados vão ocupar o Congresso Nacional, para impedir a aprovação do PL 4330 que tira direitos dos trabalhadores, piora as condições de trabalho, saúde e renda. Em nossa pauta: Atos Públicos em todo o País para impedir a votação do Projeto de Lei 4330/04, da terceirização, e conscientizar a sociedade sobre o prejuízo que esse PL representa para a classe trabalhadora; os protestos também serão em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores, da Petrobrás e das reformas política e agrária, da democratização da comunicação e do combate à corrupção.

       

      No Recife, Ato Unificado, com concentração, a partir das 15h, no Parque 13 de Maio, em Santo Amaro/Recife. Sua presença é muito importante.

       

      Atualmente, 12,7 milhões de trabalhadores (6,8%) do mercado de trabalho são terceirizados. E os empresários querem ampliar ainda mais esse contingente de subempregados. O dossiê “Terceirização e Desenvolvimento: uma conta que não fecha”, produzido pela CUT em parceria com o Dieese, mostra que os terceirizados ganham menos, trabalham mais e correm mais risco de sofrerem acidentes, inclusive fatais. Em dezembro de 2013, os trabalhadores terceirizados recebiam 24,7% a menos do que os que tinham contratos diretos com as empresas, tinham uma jornada semanal de 3 horas a mais e eram as maiores vítimas de acidentes de trabalho. Dos 10 maiores grupos de trabalhadores em condições análogas à de escravos resgatados entre 2010 e 2013, 90% eram terceirizados.

       

      O que consta no PL 4330 e o que os empresários defendem:

       

      - Terceirização sem controle;

      - Acaba com a atividade Fim das empresas;

      - Terceirização no setor público de forma a acabar com o concurso público;

      - Não define responsabilidades nem solidária e nem subsidiária;

      - Fim das categorias profissionais;

      - Fim da CLT e do regime Estatutário;

      - Criação do regime PJ (Pessoa Jurídica);

      - Fim de todos os direitos sociais e trabalhistas com férias, 13º salário, licença maternidade entre outros;

      - Enfraquecimento da previdência pública. Trabalhador terceirizado não tem perspectivas de aposentadoria devido a alta rotatividade neste setor;

      - Condições de trabalho precarizante com alto índice de doenças e acidentes de trabalho.

       

      Nós queremos realmente regulamentar

       

      A CUT defende o PL 1621/2007, elaborado pela Central e encampado pelo deputado Vicentinho (PT-SP), que propõe a regulamentação da terceirização desde que haja igualdade de direitos entre terceirizados e efetivos (saúde, ambiente de trabalho, plano de saúde, tíquete refeição etc.), a proibição da terceirização na atividade-fim e a responsabilização da empresa tomadora de serviços, quando a terceirizada deixar de cumprir suas obrigações, como depositar o FGTS e pagar homologações.

       

      Vamos cobrar dos deputados federais e senadores de Pernambuco a dizer NÃO ao PL 4.330/2004, verdadeiro atentado à dignidade do trabalhador brasileiro! E por entregar direitos tão duramente conquistados pela sociedade brasileira, o PL 4.330/2004 deve ser integralmente rejeitado. É nosso dever dizer NÃO a este Projeto de Lei. Juntos somos fortes

       

    • PL 4.330 VEJA QUEM VOTOU CONTRA E A FAVOR

      O Projeto de Lei 4330/2004, que regulamenta a terceirização, foi aprovado nesta quarta-feira (8) por 324 votos a favor, 137 contra e 2 abstenções, pelo plenário da Câmara dos Deputados. Na próxima semana, serão votados os destaques para, então, o PL seguir para apreciação do Senado.

       

      No caso da aprovação do projeto de lei, as condições dos cerca de 12,7 milhões de terceirizados (26,8% do mercado de trabalho) vão piorar, além de ampliar a possibilidade de estender esse modelo para a atividade-fim, a principal da empresa, o que é proibido no Brasil. Fragmenta também a representação sindical e legaliza a diferença de tratamento e direitos entre contratados diretos e terceirizados.

       

      Vejam abaixo quem foram os deputados federais de Pernambuco que votaram sim ou não ao PL da terceirização:

       

      Anderson Ferreira             PR                 Sim

      Augusto Coutinho             Solidariedade  Sim

      Betinho Gomes                PSDB              Sim

      Bruno Araújo                   PSDB              Sim

      Carlos Eduardo Cadoca     PCdoB            Sim

      Daniel Coelho                   PSDB             Sim

      Eduardo da Fonte             PP                 Sim

      Fernando Coelho Filho       PSB               Sim

      Fernando Monteiro           PP                 Sim

      Gonzaga Patriota              PSB               Sim

      Jarbas Vasconcelos           PMDB             Sim

      João Fernando Coutinho    PSB               Sim

      Jorge Côrte Real               PTB                Sim

      Kaio Maniçoba                 PHS               Sim

      Luciana Santos                 PCdoB           Não

      Mendonça Filho                DEM              Sim

      Pastor Eurico                   PSB                Sim

      Raul Jungmann                 PPS                Sim

      Ricardo Teobaldo              PTB               Sim

      Silvio Costa                     PSC                Sim

      Tadeu Alencar                  PSB               Não

      Wolney Queiroz               PDT               Não

      Zeca Cavalcanti                PTB               Não

       

      Total Pernambuco: 23

       

    • 15 DE ABRIL, DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO CONTRA PL 4.330

      No dia 15 de abril, quarta-feira, em todo o país, todos os trabalhadores estão sendo convocados para paralisar suas atividades. Todos contra a terceirização sem limites! Vamos intensificar nossa luta e não deixar que acabem com os nossos direitos, como concurso público, férias, 13º salário, FGTS.

       

      Estamos diante de um verdadeiro retrocesso na história das conquistas da classe trabalhadora. Nesta semana, o projeto será submetido a emendas na Câmara dos Deputados e, posteriormente, encaminhado para o Senado. Em todo esse processo a CUT intensificará a luta e a pressão no Congresso e nas ruas. Considerando a gravidade da situação, conclamamos nossas bases para participar, neste 15 de abril, do Dia Nacional de Paralisação contra o PL 4330.

       

      As respostas da classe trabalhadora e dos movimentos sociais aos patrões serão nas ruas. Vamos parar o Brasil!

       

    • CAMPANHA NACIONAL UNIFICADA DAS PRESTADORAS

      A primeira reunião para renovação do Acordo Coletivo das prestadoras serviço (Icatel, Huawei, Nokia, Nesic e Alcatel) acontecerá no próximo dia 27 de abril. A data-base foi 1º de abril e as negociações envolverão dirigentes de todos os sindicatos do país. Pernambuco estará representado na mesa pelo diretor José de Anchieta

       

      O que queremos:

       

      - Aumento real de salário com valorização do piso salarial;

      - Melhoria no ambiente de trabalho, saúde e segurança do trabalhador

       

      Trabalhadores, fiquem atentos, pois maiores informações serão informadas após a reunião em nosso site e redes sociais.

       

    • DEBATES MARCAM O DIA 28 DE ABRIL

      Nesta terça-feira, 28 de abril, o auditório do Senac foi o palco de discussões sobre terceirização para lembrar o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. O seminário foi promovido pelo Movimento 28 de abril, que congrega várias instituições que atuam na área de saúde do trabalhador, entre eles a CUT, o Sinttel e diversos outros sindicatos.

       

      A programação do seminário começou com debate sobre a situação no setor elétrico, através da palestra “Terceirização e Morte na Celpe”, realizada por Alcedina Leal, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em seguida, a auditora Cristina Serrano, também do Ministério do Trabalho, abordou o tema: Terceirização, assédio moral e adoecimento nos call centers de bancos e teles.

       

      A atuação do Sinttel em denunciar as irregularidades contribuiu com fiscalização do MTE que resultou em uma pesquisa sobre as condições de trabalho dos funcionários da Contax. Entre 2013 e 2014, os auditores levantaram dados alarmantes e níveis epidêmicos de adoecimento com destaque para transtornos mentais, doenças osteomusculares, perda auditiva, distúrbios vocais e doenças do sistema urinário. Ao final do debate, o presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão, recebeu a pesquisa das mãos de Cristina Serra.

       

    • NEGOCIAÇÕES DA REDE EXTERNA NÃO EVOLUEM

      Após duas rodadas de negociações, nada evoluiu. Os patrões continuam com o mesmo discurso das duas primeiras reuniões e nenhuma proposta do lado patronal foi formalizada com tantas lamentações. A diretoria do sindicato entende a atual situação financeira do país, mas os trabalhadores não podem pagar por isso.

       

      Devido à resistência do sindicato em não aceitar qualquer coisa, os patrões resolveram tirar do bolso a primeira proposta. Eles tiveram a capacidade de oferecer míseros 7% de reajuste nos salario e nos benefícios, assim como o não pagamento do PLR.  “É inadmissível aceitar uma proposta tão pífia. Da nossa parte colocamos que não era possível aceitar uma proposta muito abaixo do nosso pleito”, declarou o diretor do Sinttel, Eugênio Melo.

       

      Os patrões vão ter mais uma oportunidade de reverem sua proposta inicial na próxima reunião, que ficou marcada para o dia 13 de maio. Caso eles não apresentem uma proposta decente, não vai haver a menor condição de um acordo e uma greve geral não está descartada, a qual irá paralisar os serviços de telefonia do estado de Pernambuco.

       

      “Nós que damos o suor para que as prestadoras de serviço das operadoras tenham lucros precisamos ser recompensados. Não vamos engolir essa conversa fiada de crise e exigimos o pagamento do PLR”, finalizou Eugênio.

       

  • Maio

    • CECUT 2015, SINTTEL CONVOCA ASSEMBLEIA

      A diretoria do Sinttel convoca os trabalhadores para participarem da Assembleia Geral Extraordinária nesta terça-feira, dia 05 de maio, na sede do sindicato, a partir das 17h. Na ocasião, haverá um debate sobre as teses do 14º Congresso Estadual da Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco (CECUT-PE) e do 12º Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CONCUT), com análises da conjuntura política nacional e internacional; e as políticas organizativas e sindicais que orientam as ações da Central e suas entidades filiadas. Também será feita a escolha dos representantes que irão participar do Congresso.

       

    • COM O TEMA ASSÉDIO MORAL, SINTTEL PARTICIPA DE DEBATE

      O programa “Opinião Pernambuco”, realizado pela TV Universitária na noite de ontem (12), discutiu o tema “assédio moral” e foi apresentado por Andreia Rocha, que contou, ainda, com a participação dos seguintes convidados: Melícia Carvalho (Procuradora do MTE), Kaliani Rocha (psicóloga da UFPE) e do assessor de saúde e psicólogo do Sinttel, Maurício Barbosa.

       

      O conceito de assédio moral, sua repercussão na saúde do trabalhador e as consequências negativas foram alguns dos temas discutidos no debate. Conforme Maurício Barbosa, existem diversos casos de perseguições e sofrimento mental que, em sua grande maioria, acontecem no ambiente do call center. Outro fato interessante é que o assédio moral é mais frequente entre as minorias, como negros, homossexuais e gestantes.

       

       O sindicato tem lutado constantemente contra esse mal que tanto adoece os trabalhadores e ações são realizadas com o objetivo de conscientizar a categoria e encorajar as pessoas para denunciarem. Nossa diretoria de saúde tem se empenhado para atender a todos que são vítimas do assédio, oferecendo a devida orientação e o modo de como proceder nas diversas situações em que os trabalhadores são expostos.

       

      Vale ressaltar que o assédio moral é caracterizado quando a vítima é submetida a situações constrangedoras e humilhantes no ambiente de trabalho, além disso para se fazer a denúncia é importante que o trabalhador reúna provas, como testemunhas ou gravações. Lembrando que a legislação permite gravações entre o empregado e o empregador. Trabalhador, não fique refém do empregador e denunciar os abusos.

       

    • REDE EXTERNA TERÁ ASSEMBLEIA NESTA QUINTA-FEIRA ÀS 19H

      Desde o final de abril, a diretoria do sindicato se reúne com representantes das empresas de rede externa tentando encontrar um ponto de equilíbrio para renovar a Convenção Coletiva de Trabalho em boas condições.

       

      As lamentações dos patrões começaram desde o início que alegavam o momento muito ruim e que a situação das empresas contratantes está de mal a pior. Em todas as ocasiões, eles só falavam em crise e usaram isso para tentar justificar reajustes abaixo da inflação e até mesmo não-reajuste dos veículos. Muito menos pagar qualquer valor a título de PLR.

       

      Mesmo havendo alguma verdade no choro deles, o sindicato não aceitou que o peso da crise recaísse nas costas dos trabalhadores e as pressões foram muitas para que os representantes patronais recuassem e apresentassem uma proposta digna. Não foi nada fácil, mas com muito jogo de cintura por parte da diretoria do sindicato, os patrões tiveram que melhorar sua proposta anteriormente apresentada na mesa de negociação.

       

      Cabe, agora, a você, que trabalha na rede externa, decidir pela aprovação ou pela rejeição da proposta. A assembleia acontecerá na próxima quinta-feira (21), às 19h, no auditório do sindicato.

       

    • PPR 2014 RENDERÁ ATÉ 2,02 SALÁRIOS

      Os representantes da operadora TIM apresentaram à Comissão Nacional de Negociação dos Trabalhadores (Fenattel) o valor apurado no Programa de Participação nos Resultados (PPR/2014). Os números apresentados revelam que os trabalhadores conseguiram atingir as metas do programa.

       

      Ao todo, a média final foi de 106,48% significando pagamento de 2,02 salários de Participação nos Resultados e isso sem considerar os aceleradores individuais. Os números alcançados demonstram que os trabalhadores conseguiram ir além das metas e índices previstos.

       

      Explicando melhor

       

      Se os trabalhadores atingissem 100% do PPR isso daria em torno de 1,9 salários. Considerando os aceleradores individuais, os valores das duas parcelas somadas poderão chegar a 2,77 salários. Vale lembrar que a antecipação de 1,5 salário já foi paga em 30/11/2014.

       

      É importante considerar que o PPR integral é pago aos trabalhadores de acordo com os critérios de elegibilidade. Ficou definido que a data de pagamento da segunda parcela será em 29 de maio. Confira a seguir os valores a serem recebidos na segunda parcela sem considerar eventuais deduções do PPR do imposto de renda sobre a tabela vigente.

       

      DEMAIS ÁREAS

      1,27 superou amplamente as expectativas

      0,95 superou as expectativas

      0,74 atendeu às expectativas

      0,52 não atendeu às expectativas

       

      CALL CENTER

      1,27 salário nota média maior que 95

       

      1,06 salário nota média entre 90 e 94,9

      0,84 salário nota média entre 85 e 89,9

      0,74 salário nota média entre 80 e 84,9

      0,52 salário nota média abaixo de 80

       

    • OS REFLEXOS DA TERCEIRIZAÇÃO NO SETOR

      DE CALL-CENTER

      Na última reunião da Comissão Tripartite do setor de Teleatendimento, dia 19, em Brasília, no Ministério do Trabalho e Emprego, a Comissão da Fenattel (formada por dirigentes da entidade, e representantes de vários sindicatos do país) colocou na mesa um documento com dados do que representa a terceirização para os trabalhadores do teleatendimento em todo o país. Veja a seguir dois trechos do documento da Fenattel que evidenciam a grave situação do teleatendimento depois da terceirização.

       

      "(...) A partir de fatos, denúncias, pesquisas, atuação sindical de Norte a Sul do país, constatamos e podemos afirmar com certeza que a natureza da relação das empresas de teleatendimento (Call Centers) com seus clientes, dada a ingerência dos contratantes sobre o desempenho, metas e scripts para os empregados das contratadas, bem como a interferência direta na Gestão dessas empresas (contratadas), é a raiz do adoecimento e dos afastamentos dos teleatendentes do trabalho e que, perversamente, as empresas cortam direitos, PPR (Participação nos Resultados) dos que sucumbem, o que os obriga a trabalhar doentes.

       

      Para fazer valer as metas improváveis, a contratante impõe a presença de seus fiscais nos locais de trabalho da contratada. As consequências dessa prática estão nos efeitos da pressão psicológica e física sobre os teleoperadores, controle de tempo de ida ao banheiro, script de texto, metas abusivas, corte de direitos coletivos e benefícios, interferência nos atestados médicos públicos e privados, redução dos períodos de afastamento legal para evitar INSS e a estabilidade pós alta médica, constrangimentos a gestantes, assédio moral (haja visto diversas condenações no TST), atuação de back Office (escutas) e censura da análise entre outras condutas desumanas e que ferem as normas do trabalho decente (...)"

       

      A comissão tripartite é constituída de representantes dos trabalhadores (Fenattel e Sindicatos), Associação Brasileira de Telesserviço - ABT (representante das empresas) e Ministério do Trabalho e Emprego, que contou com vários representantes.

       

    • SINTTEL COMPROMETIDO NO COMBATE AO ASSÉDIO MORAL

      O Dia Nacional de Luta Contra o Assédio Moral - celebrado no dia 2 de maio - é mais um momento para ressaltar a importância do combate a prática no ambiente de trabalho e quanto os trabalhadores são vítimas deste tipo de agressão diariamente.

       

      O assédio moral sempre existiu, mas hoje é bem maior com a precarização das relações de trabalho. No assédio moral, a vítima é submetida a situações constrangedoras e humilhantes no ambiente de trabalho. As humilhações sofridas podem desenvolver doenças físicas e mentais, como estresse, doenças cardíacas, neurológicas, síndrome do pânico, depressão, entre outras.

       

      O setor de teleatendimento é um dos líderes em denúncias de assédio moral e a diretoria do Sinttel desaprova qualquer tipo de abuso cometido nas relações de trabalho. Não só nesta data, mas todos os dias. É preciso combater a conduta que, na maioria das vezes, é a política da empresa.

       

      O assédio é muito difícil de ser comprovado e isso acaba desestimulando as denúncias e os trabalhadores precisam ser instruídos para que seja comprovado o abuso. Pensando nisso, a diretoria do Sinttel esteve em frente às empresas para entregar cartilhas de conscientização sobre o mal que tal conduta provoca na saúde dos trabalhadores.

       

      O trabalho é meio e não fim de vida!

       

    • PLENÁRIA REALIZADA PELA CUT CONTA COM

      PARTICIPAÇÃO DO SINTTEL

      Na tarde de hoje (14), diversas entidades filiadas participaram de plenária sindical na sede da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE). O encontro teve como objetivo organizar a mobilização geral do dia 29 de maio: Dia Nacional de Paralisação e Manifestação contra a Terceirização e as Medidas Provisórias (MPs) 664/2014 e 665/2014, que alteram a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

       

      Com atual conjuntura ainda mais conservadora do Congresso Nacional é importante que a classe trabalhadora esteja unida contra qualquer tipo de retrocesso às leis trabalhistas. O Sinttel tem participado das mobilizações em apoio a defesa dos direitos que foram conquistados com muito esforço ao longo de todos esses anos.

       

    • IGUALDADE DE SALÁRIOS E BENEFÍCIOS

      Pela primeira vez este ano, a Comissão Nacional de Negociação da Fenattel reuniu-se com os representantes da Claro/Embratel para iniciar a negociação do Programa de Participação nos Resultados - PPR 2015.

       

      Até o ano passado, havia formas diferentes de negociação, mas a partir da fusão das empresas Claro e Embratel no Grupo América Móvil no Brasil não há por que negociar índices, reajustes e benefícios diferenciados.

       

      Mas essa não é a intenção dos representantes da empresa. Na negociação de 2014, a empresa firmou o compromisso de rediscutir os valores praticados no programa alimentação em abril de 2015, com objetivo de equalizar as diferenças. Porém, em relação ao vale refeição, ainda existem valores diferentes em vários estados brasileiros.

       

       Trabalhadores querem respostas

       

      A equiparação dos valores praticados nos benefícios (auxílios-alimentação, creche, reajustes etc) mais o PPR 2015 são prioridades para os trabalhadores. Esses foram os dois temas que a Comissão quis definir nesta primeira reunião.

       

      Os trabalhadores cobram soluções urgentes, pois convivem com as diferenças lado a lado. A empresa, por sua vez, não apresentou proposta para nenhum deles, alegando que ainda não tem definição, querendo ganhar tempo ou empurrar com a barriga.

       

      Entretanto, seus representantes apresentaram outras propostas para tentar equalizar algumas cláusulas dos acordos da Embratel e Claro. Para surpresa da comissão, todas as propostas eram para precarizar o que já existe hoje. A empresa quer unificar, mas por baixo e ganhar em cima do trabalhador de novo.

       

      De imediato, a comissão mostrou sua indignação sobre todos os pontos apresentados pela Claro/Embratel, acrescentando que todas as cláusulas dos acordos coletivos têm validade até 31/08/15 e que os sindicatos, juntamente com os trabalhadores, não aceitarão a PRECARIZAÇÃO que se está pretendendo.

       

      Quanto ao PPR e à equalização do vale refeição, a empresa informou que está discutindo internamente e que na próxima reunião programada para o dia 08 de junho apresentará uma contraproposta.

       

    • ENCERRADA A CAMPANHA SALARIAL DA REDE EXTERNA

      O auditório do Sinttel ficou lotado, na noite de ontem, com a presença de 510 trabalhadores de diversas empresas da rede externa que não deixaram de participar da assembleia de deliberação para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho(CCT) 2015/16. Diferente de outras assembleias, essa teve uma representação maior de mulheres.

       

      Depois de meses de negociações e de propostas rejeitadas, finalmente a negociação avançou e, por ampla maioria, a CCT foi aprovada. Mais uma vez, o esforço da diretoria do Sinttel foi decisivo para que os patrões recuassem e apresentassem uma proposta decente. Foram quatro rodadas de muita luta e negociação entre o sindicato e as prestadoras de serviços de rede (RM R2, Tecnomut, Serede, JCB e Protele), que resultaram em avanços significativos e ganhos reais para o trabalhador.

       

  • Junho

    • OI, VIVO E CLARO - IMPÉRIOS EM ASCENSÃO

      O processo de consolidação das três irmãs - Grupo Oi, Grupo Claro (Embratel, Net, Claro) e Grupo Telefônica (Telefônica do Brasil/Vivo e GVT) - avança celeremente, transformando essas operadoras em verdadeiros impérios. A receita da Vivo, por exemplo, está orçada em cerca de R$ 40 bilhões. Mas o impacto dessa consolidação, até aqui, tem sido negativo para os trabalhadores do setor, alvos de demissões em massa. O Mesmo cenário de demissões se repete na Oi e na Claro S.A. O que nos leva a questionar: qual a contrapartida social dessas consolidações?

       

      Em 1916, o então presidente da AT&T, Theodore Vail, dizia: "nós reconhecemos uma responsabilidade e um dever de nossa parte em relação ao público o que é algo diferente e maior que a obrigação de outras empresas de serviços públicos não tão entrelaçadas à vida cotidiana da comunidade."

       

      No entanto, 100 anos depois, parece que as operadoras de telecomunicações não se dão conta das suas enormes responsabilidades sociais. Não são apenas empresas para distribuir lucros aos seus acionistas, mas são a base de uma sociedade que tem na informação a sua principal mercadoria. Não há como pensar cultura, educação, trabalho, entretenimento sem pensar numa empresa de telecomunicações, principalmente na infraestrutura de banda larga.

       

      O Governo Federal deu um bom exemplo mantendo o orçamento do Banda Larga para Todos. E esperamos que isso signifique que as promessas de campanha da presidenta Dilma vão se tornar realidade:

       

      1) banda larga como infraestrutura estratégica e essencial para o desenvolvimento do país.

      2) velocidade de 25Mbps por acesso, com 90% de atendimento, basicamente através de fibras ópticas, em parceria com as atuais empresas operadoras num prazo de 4 anos.

      3) apoio à Telebrás para ser o braço do governo nas implantações, principalmente para os pequenos provedores e com intuito de regular a competição.

      A presença do engenheiro Jorge Bittar na presidência da Telebrás é uma expectativa muito positiva para que a empresa tenha um papel estratégico na universalização da banda larga no Brasil.

       

      A Campanha Banda Larga é um Direito Seu tem insistido com o Governo na necessidade da implantação de um fórum nos moldes do Fórum Brasil Conectado que possa estabelecer entre Governo, empresas e sociedade civil um debate sobre qual o melhor modelo para responder as demandas da sociedade.

       

      O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, tem um papel estratégico, pois ele pode convocar imediatamente o FBC, apresentar a proposta do governo e dialogar com a sociedade civil e as operadoras. Dessa negociação poderá surgir um novo modelo para as telecomunicações brasileiras, em particular para a banda larga.

       

      Leia mais em  www.institutotelecom.com.br

       

    • 14º CONGRESSO ESTADUAL DA CUT COMEÇA HOJE

      Começa hoje e vai até o próximo sábado, dia 13, o 14º Congresso Estadual (CECUT) “Educação, Trabalho e Democracia, Direito Não Se Reduz, Se Amplia”, em homenagem ao companheiro Manoel Santos, Mané de Serra, falecido recentemente. O CECUT acontecerá, no Centro de Formação e Lazer (CFL) do Sindsprev, na BR-101/Norte Km 12, Guabiraba, no Recife.

       

      Mais de 300 delegados devem participar do evento, sendo que 17 vão representar o Sinttel-PE. É importante salientar que todas as discussões acontece num momento oportuno para debater temas, como a terceirização e a ameaça à democracia. Com isso, os delegados vão sair mais enriquecidos para defender ainda mais classe trabalhadora.

       

      A abertura do evento será com presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas, às 19h, que fará uma análise de conjuntura juntamente com o secretário geral da entidade, Sérgio Nobre. A programação também contará com a participação de Carmem Foro (vice-presidenta da CUT Nacional) e de Jaci Afonso (secretário de Organização Sindical da CUT Nacional).

       

      O Congresso Estadual da CUT serve ainda de preparação para o 12º CONCUT, previsto para acontecer entre os dias 13 e 16 de outubro, em São Paulo.

       

      A expectativa dos dirigentes do Sinttel e que sejam traçados planos consistentes para que o movimento sindical saia fortalecido e retome a dianteira em defesa dos direitos dos trabalhadores.

       

    • VIVO, NEGOCIAÇÕES DO PPR

      No último dia 22, a Comissão Nacional da Fenattel se reuniu com os representantes da Vivo para discussão do PPR/2015.  As negociações não avançaram porque a empresa informou que ainda não foram definidas as metas corporativas. Os dirigentes sindicais cobraram rapidez nesta definição, pois os trabalhadores precisam saber quais serão as regras do PPR deste ano. Uma nova reunião está marcada para o dia 2 de julho.

       

    • ENTENDIMENTO SOBRE PLACAR 2015

      Após duas rodadas de negociação, a Comissão de Negociação da Fenattel chegou a um entendimento com a diretoria da empresa sobre o Programa de Participação nos Resultados (Placar 2015).

       

      As bases do programa que já contam com alguns anos de acúmulo e debates foram mantidas, mas foi possível avançar e mexer em dois pontos que causavam dificuldades ao conjunto dos sindicatos e à federação: O prêmio ser diferenciado por região do país e o Delta EVA.

       

      O primeiro nos causou uma dificuldade enorme este ano, que apesar do bom prêmio pago, o fez com uma grande variação por regional da empresa (em uma determinada região pagou 3,2 salários em outra pagou 2,2).

       

      Já o segundo sempre foi uma imposição dos acionistas e a comissão nunca concordou (até porque sempre foi muito difícil explicar o fato dele não poder ser calculado mês a mês como os demais indicadores e quase sempre causou surpresas desagradáveis).

       

      Após os debates e a insistência da comissão em tornar o programa verdadeiramente nacional e unificado, juntamente com o esforço em acabar com o Delta EVA, os representantes patronais cederam parcialmente e concordaram com parte importante das propostas.

       

      Assim, foi finalizado as negociações para definição do Placar 2015 com avanços significativos de aprimoramento do programa. O Placar 2015 contará com cinco indicadores unificados nacionalmente (veja abaixo) e os demais pontos do ano passado (como elegibilidade, data de pagamento etc.) estão mantidos. Encerrada as negociações, o Sinttel convoca os trabalhadores para participarem de assembleia nesta quinta-feira (11) às 14h, no auditório da empresa.

       

      -Dívida Bruta (peso de 30%);

      -Opex (peso de 30%);

      -Receita (peso de 15%);

      -Ebitda (peso de 15%);

      -Reclamações Anatel (com o peso de 10%).

       

      Demissões

       

      Apesar de não fazer parte da pauta, mas como os boatos de novas demissões têm circulado em vários estados, os dirigentes sindicais aproveitaram para cobrar uma resposta, a qual foi negada de forma taxativa esta probabilidade.

       

    • NEGOCIAÇÕES CLARO S.A.

      Na última rodada de negociação entre a Comissão Nacional da Fenattel e o grupo Claro S.A. (Embratel, Claro e NET), realizada entre os dias 9 e 11 de junho, em São Paulo, não aconteceram avanços nas negociações do reajuste do vale refeição e do PPR.

       

      A empresa não apresentou nenhuma proposta de reajuste para o vale refeição, como era esperado. Para o PPR da Claro e da Embratel foram apresentados valores diferentes de pagamentos e a comissão rejeitou de imediato.  O diretor do Sinttel e integrante da comissão, Gilberto Oliveira, disse que a proposta tem que ser uma só para todos os trabalhadores.

       

      Uma nova rodada de negociação está marcada para os dias 02 e 03 de julho.

       

  • Julho

    • SINTTEL PROMOVE PRIMEIRO ENCONTRO LGBT

      DA ENTIDADE

      Nesta terça-feira (30), o Sinttel promoveu o I Encontro sobre Saúde e Direito da População LGBT no Mercado de Trabalho. A abertura contou com a participação do presidente Estadual da Fundacentro, além dos representantes do Centro de Combate à Homofobia.

       

      O encontro reuniu diversas pessoas; entre eles, trabalhadores em teleatendimento, integrantes do movimento LGBT e de diversas outras categorias. Paula Danielly, diretora de saúde do Sinttel, abriu o evento e explicou a importância desta reunião de ideias e pessoas para a categoria, pois faz com que o debate acerca do tema se torne mais profundo, diário e tratado da maneira devida, pesando a legislação que afasta discriminações e o dever social de respeito ao indivíduo, seja quem for. O presidente da Fundação, Túlio Gadelha, acrescentou ao discurso que o encontro promovido pelo Sinttel é de extrema importância, pois o momento é de discussão e de inclusão da população LGBT no mercado de trabalho, sem quaisquer distinções.

       

      Na mesa de debates, os palestrantes se fizeram presentes por meio dos integrantes do Centro de Combate à Homofobia. Hugo Felipe, o coordenador, fez explicações quanto às definições de gêneros, sexualidade e a história das siglas que definem o público LGBT. Para a população LGTB em Teleatendimento é uma oportunidade de emprego tal qual para qualquer outro trabalhador que, de alguma forma, sente-se fora do padrão social.

       

      O Centro mantém contato com seu público-alvo por meio de ramal telefônico e de atendimento via web. Essa abertura dada às pessoas é o pontapé inicial para que denúncias sejam feitas e direitos sejam respeitados. É um trabalho em conjunto: o sindicato protege os direitos trabalhistas dos empregados, quem quer que sejam; o Centro faz seu papel social; e a própria população ganha voz na sociedade, seja por meio de seus representantes sindicais, seja por meio de entidades que têm como finalidade a extinção de atos discriminatórios, sejam nas ruas, sejam no ambiente de trabalho.

       

      Por sua vez, Laura Kerstenetzky, advogada do Centro de Combate à Homofobia expôs algumas decisões proferidas por juízes brasileiros concedendo danos morais a trabalhadoras transexuais que sofreram assédio moral devido à sua identidade de gênero, demonstrando que, embora ainda omissa a lei, o Judiciário está atento ao que ocorre.

       

      Para fechar o evento da forma mais concreta e ilustrativa do problema que foi o centro do debate, tivemos o depoimento da trabalhadora Heymilly, que contou sua difícil experiência no mercado de trabalho. Ela, diga-se, embora tenha sido premiada diversas vezes por sempre ter bons resultados na empresa, não era respeitada quando pedia para ser chamada pelo seu nome social; contou que, enfim, decidiu entrar com um processo contra a empresa por assédio moral.

       

    • ARRAIÁ DO SINTTEL 2015, SUCESSO DE PÚBLICO

      E ANIMAÇÃO

      O mês mais festejado em todo o Nordeste acabou e levou com ele o forró, as fogueiras, os fogos e toda aquela animação que tomou conta da região durante todo o mês de junho. Para encerrar os festejos juninos, os trabalhadores em telecom se esbaldaram no Arraiá do Sinttel 2015.

       

      A chuva que caiu durante todo o sábado não espantou os trabalhadores e não sobrou um espaço vazio dentro do Clube Internacional. Foram mais de 10 mil pessoas forrozando ao som da Banda Aquarius, Banda Capital do Sol, Banda Sedutora e do DJ Davi nos intervalos. A multidão não se cansou e a festa terminou com o dia já claro, como manda a tradição!

       

      Foi, sem dúvidas, uma das melhores festas promovidas pelo Sinttel e, por isso, as lembranças vão ficar na memória de cada um que participou da festa. Na lembrança e, é claro, nas imagens captadas pelo sindicato e por cada um que compareceu e fez questão de tirar fotos e selfies, onde não só apareciam os trabalhadores, mas a notória festa individual que, somada, fez do São João do Sinttel se abrilhantar por contar com a categoria mais animada. A diretoria agradece a presença de todos e ano que vem tem mais, trabalhadores.

       

      Nunca nos cansamos de dizer que a existência do sindicato não se resume à assistência prestada a todo e qualquer trabalhador. Estamos sempre dispostos a recebê-los quando assim for necessário. Mas não queremos parar por aí: a intenção do Sinttel é também de fornecer aos seus sindicalizados propostas de descontração, reunião de pessoas que, embora de empresas diferentes, estão ligadas pela mesma causa, pelo mesmo trabalho.

       

      É sempre bom ver os trabalhadores interagindo entre si e contando, no meio de todos, com os diretores e funcionários do Sinttel que, além de trabalharem duro pelas questões mais importantes relativas aos contratos de trabalho, também se empenham em levar felicidade para a vida de cada um.

       

    • DEVO, NÃO PAGO, FUI CLARO

      A CLARO insiste em não cumprir o compromisso de equalização do VR numa CLARA demonstração de DESRESPEITO aos trabalhadores e suas entidades de classe. Como condição para concluir o processo negocial e fazer aprovar sua proposta de Acordo Coletivo 2014/2015, a CLARO prometeu “rediscutir os valores praticados no programa alimentação em abril de 2015, com objetivo de equalizar as diferenças entre as regionais”.

       

      Assim, depois de manter o valor do VR dos trabalhadores da Embratel em R$ 29,95, trocando a não concessão de reajuste por um abono, o que levou apenas os trabalhadores da Claro em São Paulo para aquele patamar. Todos os demais empregados da Claro ficaram com valores abaixo de R$ 29,95. Firmou-se, contudo, o compromisso de acertar tudo em abril passado.

       

      Três meses e três reuniões de negociação depois a empresa insiste em desdizer o que disse antes, não honrando o compromisso assumido com os trabalhadores e formalizado em carta proposta.

       

      A Comissão Nacional de Negociação da FENATTEL e dos sindicatos filiados para a América Móvil, repudia com veemência essa postura desrespeitosa da CLARO para com seus trabalhadores, que já estão amargando com essa “esperteza” um prejuízo de até R$ 696,80. E em se confirmando a pretensão da empresa de continuar enrolando esse debate, o prejuízo só vai ficando maior até a data base (1º de setembro).

       

       A empresa precisa tratar seus trabalhadores com SERIEDADE e RESPONSABILIDADE, negociando com os representantes sindicais as formas de eliminar as diferenças de valores praticados em todo país.  Afinal, esse foi um compromisso assumido em assembleias com os trabalhadores, compromisso esse que exigimos que seja cumprido.

       

      Os trabalhadores da CLARO devem demonstrar toda sua indignação com a postura desrespeitosa da empresa. Este é o momento de cerrar fileiras, de mobilizar e acumular forças para a próxima campanha salarial, que promete ser das mais duras.

       

    • SINDICATO ESTREIA O SINTTEL MÓVEL

      A diretoria do sindicato iniciou uma ação que chega para ficar. É o Sinttel Móvel que irá até as empresas para atender as demandas do trabalhador, assim como prestar assistência jurídica, assistência à saúde, registrar denúncias, esclarecer dúvidas, promover ações de sindicalizações, entregar informes, panfletos, jornais e cartilhas.

       

      Os trabalhadores das empresas Provider e Tivit foram os primeiros a receberem a ação. Durante o dia inteiro, diretores e delegados do Sinttel esclareçam diversas dúvidas. A proposta é fazer um rodízio periódico de atendimento para ficar mais perto de você, trabalhador. Fique atento e participe conosco desta importante iniciativa de informação na defesa dos direitos da classe trabalhadora.

       

    • AMANHÃ É DIA DE SINTTEL MÓVEL

      O Sinttel Móvel é mais uma ação do sindicato para acompanhar o trabalhador ainda mais perto. Diretores vão ficar de PLANTÃO, em frente aos locais de trabalho, juntamente com uma equipe das áreas jurídica, saúde e comunicação para registrar denúncias e receber sugestões. ouvir e tirar suas dúvidas. Amanhã, o Sinttel Movél vai até à Teleinformações para ouvir e tirar as dúvidas dos trabalhadores. Trabalhador bem informado é consciente de seus direitos.

       

    • 04 DE JULHO - DIA DO TELEATENDENTE

      Diariamente, milhares de cidadãos/empregados/indivíduos trabalham falando ao telefone com pessoas em todo o Brasil, seja para vender produtos ou prestar atendimentos variados. Hoje, dia 04 de julho, comemora-se o Dia do Teleatendente e o Sinttel parabeniza todos esses companheiros e companheiras pelo seu dia.

       

      Assim, 4 de julho é a data oficial do trabalhador de teleatendimento. Neste dia, temos que comemorar e, principalmente, refletir sobre a necessidade de redobrar a nossa organização para lutar pela aprovação do Projeto Lei 2.673/07, do Deputado Jorge Brittar, que regulariza a profissão de teleatendente. Precisamos continuar fortes para que, juntos, continuemos avançando nas conquistas por melhores salários, condições de trabalho e fortalecimento categoria .

       

      É importante continuarmos firmes brigando contra o PL 4.333, que sob o pretexto de regulamentar a terceirização no país, acaba por legalizar a fraude e a precarização do emprego.

       

      Salve o Dia 4 de julho, Dia dos trabalhadores (as) em Teleatendimento!

       

    • AUDITÓRIO DO SINTTEL E PALCO DE OFICINA

      DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

      Tendo como objetivo capacitar representantes, organizações e grupos da sociedade civil, o Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom) realizou a Oficina da Mídia Democrática nesta última terça-feira (07).  A formação foi aberta ao público e aconteceu no auditório Sinttel e teve participação de pessoas interessadas na regulamentação dos artigos constitucionais que versam sobre radiodifusão no Brasil.

       

      Um dos principais assuntos abordados foi sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática, que faz parte da campanha “Para Expressar a Liberdade" e que pretende, entre outras coisas, proibir políticos com mandato de serem concessionários de rádio e televisão, estipular cotas de conteúdo local nas transmissões, além de garantir a complementaridade entre os sistemas público, estatal e privado de comunicação. Para que seja apresentado no Congresso Nacional, o projeto precisa reunir mais de 1,3 milhão de assinaturas em todo o Brasil.

       

      De acordo com a jornalista Cátia Oliveira, integrante do Fórum e do Coletivo Intervozes, o debate é importante para que mais indivíduos e entidades possam contribuir para fortalecer a luta pela democratização da comunicação.

       

      “Atualmente existe uma concentração de poder nas mãos de poucas empresas que controlam tudo o que é prejudicial à democracia. Precisamos nos conscientizar de que podemos e devemos fazer alguma coisa para mudar essa situação”, analisou o sociólogo Renato Feitosa, também integrante do Fopecom e do Centro de Cultura Luiz Freire.

       

      Na oficina, ainda foram definidos pontos e ações de coletas de assinaturas para a Lei da Mídia Democrática, assim como estabelecidas metas a serem atingidas nos próximos meses.

       

    • VIVO REVÊ POSIÇÃO E NEGOCIA PPR 2015

      Depois de várias rodadas de negociações, a Vivo finalmente teve o bom senso e apresentou os indicadores e as metas para o pagamento do Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PPR). Isso só foi possível devido ao empenho da Comissão da Fenattel em não aceitar atitudes unilaterais da empresa que a todo momento afirmava não ser possível realizar o pagamento.

       

      Em reunião realizada no dia 14 de julho, a empresa recuou e indicou que as regras para pagamento serão iguais ao do PPR anterior. O target será de 2,2 salários caso 100% das metas sejam atingidas, podendo chegar até 2,75 salários. A pedido da Comissão, a empresa apresentou os resultados do 1º semestre. Os números estão bastante razoáveis e próximos dos 100%. Mas, vale lembrar que o resultado final será fechado em 31 de dezembro.

       

      Com as negociações encerradas, a Vivo se comprometeu a realizar o adiantamento de 1 salário nominal no próximo dia 27. Já o pagamento do resultado anual acontecerá até o dia 31 de março de 2016.

       

    • HOMENAGEM DO SINTTEL AO COMPANHEIRO

      VITO GIANOTTI

      Na sexta-feira (24), o movimento social ficou órfão – ou mesmo sequer conseguimos denominar nosso sentimento de tristeza, porque Vito não era nossa cria: era justamente uma das figuras paternas que ajudava a conduzir nosso trabalho. Para isso, o vocabulário não nos dá uma palavra, mas o sentimento de perda independe de nomenclatura. O companheiro de luta, Vito Gianotti, nos deixou prematuramente e sem aviso prévio. Nascido na Itália, ele escolheu o Brasil para viver e lutar em prol dos trabalhadores. Aqui se firmou, se identificou e foi devidamente reconhecido em vida.

       

      Ao desbravar o país em defesa da comunicação, impulsionou a mídia em diversos sindicatos.  Foi operário, dirigente sindical, educador e comunicador popular. Nos últimos tempos, era coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), o principal centro de treinamento e produção em comunicação popular e sindical do país.

       

      Vito Giannotti foi um exemplo de generosidade, simplicidade, militância e de luta em favor dos oprimidos. Sua perda deixa um grande vazio para a defesa das lutas sociais. A diretoria do Sinttel lamenta sua partida tão repentina. Mas seu legado continua, vivo, tanto quanto sua presença que nos há de acompanhar ao longo do tempo. Como gostava de falar, sem censura e com bastante veemência: “A luta continua, porra!”. E continua. Obrigado, Vito.

       

    • SINTTEL PROTOCOLA DENÚNCIA NO MTE CONTRA TELEINFORMAÇÕES

      A Teleinformações não se cansa de descumprir os itens do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Tem sido assim desde que a empresa se instalou em Pernambuco para prestar serviço à Vivo. As coisas pareciam que iam melhorar depois que o primeiro ACT foi assinado, mas pouca coisa mudou e as reclamações só têm aumentado diariamente.

       

      A diretoria do Sinttel já se reuniu diversas vezes com os representantes da empresa para cobrar soluções, contudo obteve apenas promessas e nenhuma definição foi tomada para que os problemas fossem solucionados.

       

      Desde que o ACT deste ano foi fechado, a empresa se comprometeu em pagar os R$ 91,00 de vale-alimentação e, até agora, nada dos trabalhadores receberem o valor acordado. Já passamos da metade do ano e a Teleinformações ainda não pagou a parcela de R$ 9,10 que deveria estar sendo incorporada ao valor do vale até o fim do ano. Para piorar, a cada mês que passa o valor da recarga do vale-alimentação está baixando.

       

      Os problemas não param por aí

       

      Os trabalhadores que entram de férias não estão recebendo os pagamentos devidos, descumprindo o prazo previsto no artigo 145 da CLT.  Ainda conforme outras denúncias, a Teleinformações não disponibiliza o relatório de vendas realizadas pelos trabalhadores, assim como não vem realizando o respectivo pagamento da remuneração variável. As horas-extras também não estão sendo pagas e nem computadas no contracheque, descumprindo as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      O sindicato cansado das promessas por parte da empresa protocolou uma denúncia no Ministério do Trabalho e Emprego e uma mediação acontecerá no próximo dia 04 de agosto. Contamos com sua presença, trabalhador!

       

  • Agosto

    • PROVIDER NÃO CUMPRE SUAS OBRIGAÇÕES

      Em delicada posição há alguns meses e vendo a situação se agravar, não restou outra opção para Provider senão a de requerer judicialmente o deferimento do processamento de sua recuperação judicial.  A medida foi a saída encontrada pela empresa para não decretar falência e assim superar a crise que considera passageira, uma vez que vislumbra maneiras para se manter aberta.

       

      Tudo começou quando a empresa perdeu contratos importantes e deixou de receber os pagamentos por parte de alguns contratantes. O resultado disso foram diversas demissões tanto em Recife como em Caruaru. Os trabalhadores demitidos ou que pediram demissão ficaram sem receber as verbas rescisórias.

       

      Além desses, muitos outros problemas estão acontecendo. Pensando em encontrar uma solução para diminuir as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores, o Sinttel pediu uma definição para que o Ministério do Trabalho se pronuncie e uma mediação foi marcada para ser realizada nesta terça-feira (04).

       

    • SINTTEL ESCLARECE DENÚNCIAS AOS

      TRABALHADORES DA RM

      A diretoria do Sinttel vem recebendo denúncias graves de trabalhadores da RM que caracterizam assédio moral. As principais queixas dizem respeito a cobranças de supervisores referentes ao cumprimento de metas, realização de serviços que expõe o trabalhador a riscos quanto à segurança do trabalho, assim como erros de pagamentos nos contracheques das horas extras.

       

      Em relação ao cumprimentos das metas, os trabalhadores estão sendo pressionados a ultrapassar os resultados. Todo trabalhador sabe que é preciso alcançar sua meta, porém os supervisores alegavam que o horário de largada só aconteceria depois que essas metas fossem ultrapassadas. Todos sabem o quanto é perigoso para o trabalhador da rede realizar serviços em postes no período de chuvas e a supervisão da RM preocupada em alcançar os resultados negligenciava estes riscos.

       

      Esta semana em reunião com a RM foram apresentadas todas as denúncias para que a empresa tomasse um posicionamento. “É inadmissível que os trabalhadores corram riscos com a finalidade de atingir qualquer tipo de resultado”, enfatizou o diretor do Sinttel, Eugênio Melo.

       

      Já sobre as horas extras a empresa alegou que houve um erro de sistema, o que acabou gerando transtornos e alguns trabalhadores receberam menos do que deveriam. A RM garantiu que a correção destes valores ocorrerá ainda este mês.

       

      Depois de cobrar da RM soluções das denúncias, a diretoria do Sinttel se reuniu com os trabalhadores do setor oeste. O encontro também contou com a participação de um gerente da área. O representante garantiu que nenhum trabalhador deve submeter-se a nenhuma atividade que o coloque em risco.

       

      Só com a colaboração dos trabalhadores é possível que o sindicato cobre da empresa melhorias nas condições das trabalho.

       

    • VIVO-GVT, TRABALHADORES NÃO MERECEM TÃO POUCO

      Em reunião realizada no último dia 14 de agosto, a Vivo/GVT, manteve a proposta anterior para o PPR. Com a habitual ganância de lucrar em cima dos trabalhadores, ela quer pagar 0,25 de salário para os 11.500 trabalhadores da GVT. Para os demais 6.500, a empresa quer manter os mesmos targets do PPR/2014 que varia de 2,15 a 5 salários.

       

      Se os trabalhadores da Telefônica/Vivo receberam em julho/2015 um adiantamento de 1 salário, por que para o pessoal da GVT a proposta é bem inferior?

       

      Os patrões salientaram ainda que os trabalhadores que recebem o target de 0,25 salários também contam com o PIV e chegam a receber 4,40 salários durante o ano. Entretanto, tal informação não foi confirmada pelos trabalhadores, um vez que a grande maioria reclama que as metas são inatingíveis.

       

      Você, trabalhador, sabe quantas pessoas ganham 40% de uma salário por mês de PIV? Na mesa de negociação, o sindicato sempre se posicionou contra este modelo de PPR atrelado ao programa de variáveis (PIV).

       

      PIV – Programa de Incentivos Variáveis que a empresa oferece para quem vende produtos e serviços, assim como para área operacional que instala e dá manutenção. Ele envolve setores como lojas; atendimento e área operacional; relacionamento com clientes e áreas que estão ligadas à qualidade e à produtividade que alavancam os ganhos da empresa.

       

      PAD – Programa de Avaliação de Desempenho = PPR (Programa de Participação nos Resultados). Aplicado a todos os trabalhadores com target de salário linear. É um programa para dividir igualitariamente, em termos salariais, os resultados da empresa entre os trabalhadores.

       

      O sindicato vai lutar até o fim pela unificação dos targets para 2,2 salários, pois os trabalhadores da Vivo e da GVT já estão trabalhando juntos e fazem parte da mesma empresa. Uma nova reunião foi solicitada e o sindicato espera que a empresa tenha uma postura mais flexível.

       

    • CLARO EVITANDO REUNIÃO NACIONAL DE NEGOCIAÇÃO

      A FENATTEL e o Sinttel denunciam a situação inaceitável criada pela Claro que continua evitando realizar a reunião nacional que estava prevista para o primeiro trimestre e foi adiada por diversas oportunidades.

       

      Mesmo com a troca do RH, nada muda, porque a opção da empresa é a de tentar empurrar goela abaixo a sua gestão antissocial. Com isso, soma-se aos adiamentos sucessivos e a recusa de cumprir o que havia prometido no ano passado, que era a equalização do VA-VR.

       

      As empresas concorrentes já negociaram e até já pagaram as parcelas e adiantamentos aos seus empregados. O modelo da Claro é não marcar reunião de negociação para praticar uma concorrência desleal e tentar se viabilizar retirando recursos dos trabalhadores.

       

      O Sinttel aguarda o imediato agendamento da reunião adiada e, caso isso não ocorra na próxima semana haverá convocações de mesas redondas em todos os estados, além de avaliar possíveis denúncias ao MPT. Basta de desrespeito aos trabalhadores e aos dirigentes sindicais que os representam em todo país.

       

    • SINTTEL REALIZA SEMINÁRIO DE TELEATENDIMENTO

      Em evento promovido pelo Sinttel, dirigentes e delegados sindicais da entidade participaram do Seminário de Teleatendimento para discutir sobre as especificidades do setor. O tema da discussão foi Contribuições para construção da pauta nacional de reivindicações dos trabalhadores.

       

      O seminário aconteceu durante o dia inteiro, no auditório do SINDPD, e a abertura do evento foi feita pelo presidente do Sinttel-PE, Marcelo Beltrão. “Em Pernambuco, o setor de teleatendimento é formado em sua grande maioria por jovens. Nosso estado tem uma das maiores bases do país, por isso é muito importante trazer elementos que contribuam para que uma pauta de reivindicação contemple mais conquistas e busque melhorar os salários e as condições de trabalho”, destacou Beltrão.

       

      Com o intuito de aprofundar os debates, o evento contou com palestras apresentadas por profissionais que conhecem a fundo as questões pertinentes ao teleatendimento. Quem iniciou o seminário foi Jackeline Natal, supervisora Técnica do Dieese, que fez um panorama sobre a conjuntura econômica e os impactos na categoria de teleatendimento. Em seguida, foi a vez da advogada Gisele Menezes, que apresentou informações jurídicas relevantes para construção da pauta de reivindicações. Para encerrar, os dirigentes presentes tiveram a oportunidade de assistir à palestra ministrada por José Hélio, Educador - Fundacento/PE, que trouxe diversas reflexões sobre a necessidade de se criar mecanismos que contribuam para a garantia da saúde e segurança do trabalhador.

       

      Após as apresentações dos palestrantes, coube ao secretário geral da Fenattel, Luis Antônio Souza, a orientação dos trabalhos à tarde. O objetivo foi extrair dos delegados e dirigentes os pontos mais importantes que irão compor a pauta nacional de reivindicações. O seminário contou também com a participação de Antônio Toschi, assessor da Fenattel.

       

      A partir dos painéis técnicos apresentados, os delegados e dirigentes ficaram com a tarefa de construir eixos e linhas gerais para a formatação da pauta nacional de reivindicações dos trabalhadores em teleatendimento. “Na próxima campanha salarial, teremos que olhar com bastante cuidado para questões de adoecimentos nos locais de trabalho. Tenho certeza que os demais sindicato do país irão eleger este ano como o ano da saúde do trabalhador”, finalizou a diretoria do Sinttel, Danielly Morais.

       

    • VIVO-GVT, TRABALHO IGUAL PPR IGUAL

      No último dia 05 de agosto, a Comissão da Fenattel (da qual faz parte o diretor do Sinttel, Anchieta Couto) se reuniu com os executivos da Vivo/GVT para tratar do PPR/PAD 2015 dos trabalhadores da GVT.

       

      Os dirigentes foram enfáticos ao afirmar que não admitirão trabalhadores de 1ª e 2ª categorias na mesma empresa, visto que, de acordo com o próprio presidente, só existe uma empresa, a Vivo. Vale lembrar que ela é a operadora mais rentável do Brasil.

       

      O que veio por parte da empresa

       

      A Vivo/GVT com sua habitual ganância em aumentar o lucro dos seus acionistas propõe manter o mesmo modelo de PPR/PAD de 2014 em relação aos valores, ou seja, cerca de 10 mil trabalhadores da GVT receberiam nesta primeira parcela entre R$ 100,00 a R$ 115,00 aproximadamente. Isto é valor de PPR a ser pago pela maior operadora de telecomunicações do país?

       

      É importante ressaltar que o atraso das negociações se deve exclusivamente à empresa que, como nas negociações da Vivo, não apresentou as metas e objetivos para o ano de 2015. A Comissão da Fenattel endureceu as negociações e reivindicou que o PPR/PAD da GVT tenha, no mínimo, o mesmo target da Vivo, ou seja, 2,2 salários. Trabalhador da GVT, não se deixe enganar. Igualdade de direitos e garantia do princípio da isonomia: trabalho igual, PPR igual!

       

      Independentemente do andamento das negociações, o pagamento que é efetuado habitualmente em agosto deve ser mantido. Foi deixado claro para a empresa que os trabalhadores já contam com estes valores.

       

      Diante do impasse nas negociações e visto que a proposta da empresa está muito abaixo das reivindicações da categoria, uma nova reunião ocorrerá no próximo dia 14 de agosto.

       

    • SINTTEL DISCUTE DIRETRIZES PARA O ELACS

      Aconteceu, na tarde da última sexta-feira (14), uma reunião na CUT para discutir as diretrizes do 10º Encontro Latino-Americano e Caribenho de Sindicalistas (ELACS). A plenária teve como pauta apresentar o encontro que acontecerá entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro, no Rio de Janeiro. É a primeira vez que nosso país vai sediar o evento.

       

      O objetivo do encontro é compartilhar experiências em conjunto com os trabalhadores da América Latina e do Caribe para aprofundar os debates e discutir a redução dos direitos dos trabalhadores.

       

      Este é um momento em que os trabalhadores estão sentido o maior peso das medidas. Um exemplo disso é o Projeto de Lei 4330 que sob o pretexto de regulamentar a terceirização no país, acaba por legalizar a fraude e a precarização do emprego. O PL foi aprovado na Câmara dos Deputados ignorando uma consulta popular.

       

      A diretora da CUT e do Sinttel, Paula Danielly, participou da mesa e falou da importância desse encontro para a classe trabalhadora. “A nossa categoria é uma das mais prejudicadas com a terceirização mesmo com a conquista de alguns benefícios através do esforço do movimento sindical.  A CUT e o Sinttel estão juntos com os trabalhadores para tentar diminuir esses impactos na vida do trabalhador”, finalizou Danielly.

       

    • VIVO-GVT ANUNCIA NOVA REESTRUTURAÇÃO

      A Vivo/GVT apresentou ao Sinttel no dia 21 de agosto, o plano de reestruturação da empresa devido à compra da GVT. O RH da empresa informou que será preciso efetuar a eliminação de cargos duplicados.

      Para efetuar a redução necessária em seu quadro de trabalhadores, a empresa abrirá um Processo de Demissão Voluntária (PDV). Com o intuito de minimizar o impacto econômico dos trabalhadores envolvidos nesse processo, o sindicato negociou um pacote de benefícios:

       

      Indenização adicional para Telefônica/VIVO/GVT

       

      TEMPO   DE CASA (anos)                               Nº SALÁRIOS

      0-5                                                                   1

      6-9                                                                   2

      10-14                                                                3

      15-16                                                                5

      17-18                                                                6

      19-20                                                                7

      21-22                                                                8

      23-24                                                                9

      ACIMA DE 25                                                      10

       

      Para Trabalhadores origem Telefônica/VIVO

      - Plano de Saúde: Extensão de 120 dias da assistência médica/odontológica

      - Doação do aparelho celular

      - Não desconto do valor residual do auxílio alimentação

       

      Para Trabalhadores origem GVT

      - extensão até 30 de setembro/15 da assistência médica/odontológica

      - Não desconto do valor residual do auxílio alimentação

       

      O período para inscrição é de 25 a 26 de agosto. Mais informações serão divulgadas pela empresa. Vale lembrar que cada caso será analisado pelo RH, o pedido poderá ou não ser aceito e todos receberão uma resposta sobre a solicitação.

       

      O sindicato, por princípio, é contra demissões. Entretanto, diante de um processo irreversível como a fusão de empresas, na qual há sobreposição dos cargos, buscou ao máximo uma alternativa para abrandar o impacto na vida dos trabalhadores.

       

    • FENATTEL LUTA PELA REGULAMENTAÇÃO DA

      PROFISSÃO DE TELEATENDENTE

      A luta dos trabalhadores em telecom pela regulamentação da profissão de teleatendente foi intensificada a partir do 4º Congresso Nacional da FENATTEL, realizado em São Paulo em 2013.

       

      Depois de sete anos parado no Congresso Nacional, na comissão de Ordem Econômica, o PL 2673/2007 (de autoria do Dep. Jorge Bittar PT- RJ) foi alvo de um abaixo assinado nacional que reuniu mais de 130 mil assinaturas em todo país.

       

      As assinaturas foram impulsionadas por uma intensa coleta em Pernambuco, Bahia, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Santa Catarina. Na ocasião, o então presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), recebeu a delegação da FENATTEL, coordenada pelo presidente Almir Munhoz, e oficializou a entrega do abaixo assinado aos líderes dos partidos.

       

      Designado o Relator, duas conquistas foram alcançadas no ano de 2014 com a aprovação na Comissão de Ordem Econômica, depois de sete anos, e a entrada na Comissão de Constituição e Justiça, onde o então relator, deputado Eli Correa Jr, deu parecer favorável.

       

      Este ano, nova legislatura, e a FENATTEL através da Diretora Executiva de Teleatendimento, com companheira Iara Martins, atuou com firmeza e habilidade junto aos deputados desta Comissão e o novo relator, Valmir Prascidelli (PT-SP), confirmou o voto favorável e garantiu a entrada do PL na pauta.

       

      Na quinta feira (20), mais uma etapa foi concluída, de uma luta que ainda não terminou. Foi aprovado o projeto que regulamenta a profissão de teleatendente a jornada e as condições de trabalho. O PL irá beneficiar milhares de trabalhadores em todo o país que enfrentam péssimas condições de trabalho.

       

      Agora, o PL segue para o Senado, onde a diretoria da FENATTEL e do Sinttel vão se empenhar para sensibilizar os parlamentares para o gigantesco alcance social do projeto que poderá melhorar a vida de mais de um milhão de jovens no país inteiro.

       

  • Setembro

    • PROVIDER DESCUMPRINDO OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS

      Já passamos da metade do ano e a situação da Provider está piorando a cada dia. Não é novidade para ninguém que a empresa não honra com as obrigações trabalhistas e muito menos com o que foi acordado com o sindicato.

       

      A Provider é uma das empresas terceirizadas que prestam serviço ao Governo do Estado responsáveis pelo atendimento na FUSAM. Como é de conhecimento de todos, trabalhadores terceirizados de setores como segurança, educação e saúde estão cobrando que o governo pague os contratos firmados com as empresas que prestam serviços.

       

      Mais uma vez, os trabalhadores procuraram a diretoria do Sinttel para relatar denúncias referente aos atrasos no pagamento dos salários e benefícios, não recolhimento de FGTS, entre outras obrigações trabalhistas. O SINTTEL protocolou denúncias no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e entrou com um pedido de mediação para que a empresa dê explicações.

       

      Na segunda-feira (31), a Provider compareceu à mediação no Ministério do Trabalho e Emprego e confirmou que não tem condições de realizar o pagamento porque está aguardando a quitação dos contratos por parte do governo do Paulo Câmara (PSB). Os representantes da empresa afirmaram que uma reunião aconteceria na terça-feira (1º) e que esperavam sair com solução para o entrave.

       

      Amanhã às 10h, o sindicato se reunirá com os trabalhadores para discutir o encaminhamento dessas questões, assim como uma deliberação de uma greve. Para que os trabalhadores não fiquem desamparados. O Sinttel oferece suporte jurídico para os associados que entram com ações judiciais. Os trabalhadores junto com o sindicato exigem o cumprimento das obrigações trabalhistas da Provider, afinal a responsabilidade direta é do tomador de serviço.

       

    • VIVO-GVT, NEGOCIAÇÕES COMEÇAM E EMPRESAS

      SINALIZAM DIFICULDADES

      A Comissão Nacional de Negociação da Fenattel iniciou as negociações do Acordo Coletivo 2015/2017. As reuniões aconteceram no último dia 15 e 16 de setembro. Como já era esperado, as empresas mostraram um cenário de dificuldades em todos os aspectos nessa primeira rodada.

      Fazendo referência a uma crise que não é dela, pois no primeiro semestre os seus resultados foram positivos, os representantes da empresa não economizaram em apontar diversas dificuldades com o intuito de criar um cenário bastante desfavorável e desastroso para justificar um acordo ruim para os trabalhadores/as.

       

      Não é nenhum segredo que hoje a Vivo conta com 106, 4 milhões de acessos e uma receita operacional líquida que subiu 5,4%, atingindo R$ 10,4 bilhões.

       

      A Comissão enfatizou, também, que os responsáveis pela façanha da Nova Vivo, que é um verdadeiro poderio das telecomunicações, são os diversos trabalhadores e trabalhadores que diariamente contribuem para seu crescimento.

       

      “É importante lembrar que foi a Vivo que comprou a GVT e, portanto, não aceitamos nenhum tipo de precarização no Acordo Coletivo deste ano, sem esquecer que nosso pleito é que o nivelamento das cláusulas seja feito com base no acordo que ofereça as melhores condições”, relatou o diretor do Sinttel, Anchieta Couto.

       

      A pauta de reivindicações é composta por 105 cláusulas que foram debatidas durante as reuniões. As conformidades foram as mínimas possíveis. Com isso, novas reuniões foram agendadas para 29 e 30 de setembro.

       

      A Comissão de Negociação e os trabalhadores não desistirão em lutar para conquistar um Acordo Coletivo vantajoso para a categoria.

       

      Vale lembrar que em 2015 ainda teremos acordos separados, pois a fusão do CNPJ está prevista para ocorrer em abril de 2016.

       

      VAMOS LUTAR POR UM ACORDO DECENTE.

      JUNTOS SOMOS FORTES!

       

    • PROVIDER, TRABALHADORES EM ESTADO DE GREVE

      Antes do ato programado pelo Sinttel para acontecer na manhã desta quarta-feira (02), a Provider entrou em contato com a diretoria do sindicato na tentativa de evitar uma greve. A empresa informou que teve uma longa reunião com o Governo do Estado, o qual garantiu o pagamento dos valores atrasados do contrato da FUSAM até o próximo dia 11 de setembro.

       

      Com isso, a empresa garantiu ao sindicato que até o fim desta quinta-feira (03) os pagamentos em atrasos serão realizados. O sindicato realizou assembleia para repassar as informações dadas pela empresa e, na ocasião, recebeu a confirmação por parte dos trabalhadores de que os benefícios já haviam sido efetuados, porém a empresa ainda está em débito com os salários de julho e agosto.

       

      Os trabalhadores com a participação do sindicato decidiram decretar estado de greve, isto é, se até o fim desta quinta-feira, a Provider não cumprir com suas obrigações trabalhistas a greve será instaurada de fato. O sindicato também não vai aceitar que a empresa desconte os dias em que os trabalhadores estiveram mobilizados para exigir o pagamento dos salários e benefícios.

       

      A diretoria do Sinttel está junto com o trabalhador para garantir os seus direitos e não vai mais aceitar nenhuma desculpa da empresa para não honrar com seus compromissos. Se até a última hora do dia 03 de setembro, o valor não estiver depositado corretamente na conta de cada trabalhador a greve estará instaurada. A Provider precisa aprender de uma vez por todas que não são os trabalhadores que devem pagar a conta por causa da sua má administração.

       

  • Outubro

    • PREPARE-SE QUE A BOLA VAI ROLAR

      Trabalhadores das mais diversas empresas jogando de lado a lado, em uma competição que pretende estimular a prática esportiva e, ao mesmo tempo, promover um momento de integração. Esta é a 6ª edição do Torneio de Futebol Society do Sinttel

       

      Reúna já os colegas para participar deste torneio que promete ser um dos melhores e mais animados dos últimos anos! Forme também a sua torcida! Serão dois dias de intensa disputa, com espírito desportivo, descontração e muita festa.

       

      Como em todas as edições anteriores ao torneio, as fichas de inscrição devem ser enviadas para o e-mail: sinttel-pe@uol.com.br (baixe o link abaixo e pegue sua ficha). A inscrição deve constar o nome do responsável pela equipe e o número de telefone. As regras são iguais a do ano passado e cada equipe deve ter no máximo 10 jogadores inscritos. É importante ressaltar que as inscrições só estarão validadas após recebimento de e-mail de confirmação. As regras são iguais a do ano passado e cada equipe deve ter no máximo 10 jogadores inscritos.

       

      O torneio acontece nos dias 22 e 29 de novembro, na quadra society do Clube Internacional. Para maiores informações entre em contato pelo telefone 3320-8666, pelo facebook e pelo whatsapp (81) 971157216. As inscrições começam no dia 30 de outubro e se encerram dia 13 de novembro. As tabelas serão disponibilizadas a partir do dia 17 de novembro.

       

    • VIVO-GVT, REPÚDIO À FORMA DE NEGOCIAR

      Dando continuidade às negociações, dirigentes de diversos sindicatos do país se reuniram com a Vivo/GVT no último dia 15 de outubro. A reunião começou com os representantes da empresa querendo dar as cartas ao empurrar sua vontade goela abaixo dos sindicalistas.

       

      De forma arbitrária, a corretora TCS (Telefônica Corretora de Seguros) unilateralmente informou à ABET, gestora do PLAMTEL, que este não seria mais o plano de saúde da Telefônica/Vivo dos trabalhadores de São Paulo.

       

      Além da iminente perda de qualidade do plano médico, que é o benefício mais valorizado pelos trabalhadores por assegurar uma boa assistência para suas famílias, a forma de atuação da Vivo nessa questão foi deprimente e traiçoeira, pois foi feito à revelia do Sindicato.

       

      Diante disso, a bancada sindical de São Paulo se retirou da reunião e foi solidariamente acompanhada pelos sindicatos dos demais estados do Brasil, entre eles o Sinttel-PE. As negociações foram suspensas e os dirigentes exigiram da empresa esclarecimentos sobre o assunto. A próxima reunião está agendada para terça-feira, 20 de outubro.

       

      Não permitiremos que mexam em nossos direitos

       

      Trabalhador, temos de resistir a esse ataque aos nossos direitos. Precisamos nos mobilizar e protestar contra essa atitude arrogante e descabida. Qualquer atitude antissindical é repudiada pelo sindicato. O Sinttel juntamente com os trabalhadores exigem da Vivo garantias legais de transparência e compartilhamento de todas as questões que envolvem os mais de 35 mil funcionários. Aguardem novas informações do Sinttel.

       

    • SINTTEL-PE NO ENCONTRO NACIONAL DE TELEOPERADORES

      Entre os dias 06 e 08 de outubro, aconteceu o 1º Encontro Nacional dos Teleoperadores, em Atibaia, São Paulo. O evento, organizado pela Fenattel (Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecomunicações), reuniu dirigentes dos sindicatos de telecomunicações do Brasil filiados à federação, entre eles representantes do Sinttel-PE.

       

      No primeiro dia, a diretoria executiva da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações deu início à Assembleia Geral da Fenattel 2015 com o Seminário de Negociação Coletiva.

       

      As discussões do dia 07 ficaram em volta do setor de teleatedimento e teve a participação da auditora do trabalho de Minas Gerais, Odete Cristina Pereira Reis, que apresentou dados sobre auditoria realizada em empresas de teleatendimento e ainda falou sobre a terceirização, jornada de trabalho e as diversas irregularidades encontradas no setor. Em seguida, o representante da UNI Américas, Alan Sable parabenizou o grupo pela organização dos sindicatos e ressaltou que o Brasil está à frente da organização dos teleoperadores no mundo.

       

      Ainda no segundo dia do encontro, os sindicalistas apresentaram os itens definidos nos seminários estaduais realizados nos meses de setembro e outubro. As pautas regionais foram debatidas até a construção de um documento nacional.  A formação de uma pauta única terá força nas negociações por melhores condições de trabalho e, com isso, vai evitar o jogo sujo de algumas empresas que mudam de estado para pagar menores salários.

       

      O próximo passo da campanha salarial nacional será levar a pré-pauta nacional para a aprovação dos trabalhadores em assembleias estaduais. Após esta etapa, a pauta será entregue para as empresas e as negociações terão início. As principais bandeiras de luta, além de aumento real, são: igualdade de salários e condições de trabalho, PPR digno, fim do assédio moral e sexual e o fim da alta rotatividade.

       

      Com o tema “Unir, resistir e mobilizar para garantir conquistas sociais em defesa da democracia e do estado de direito”, a assembleia da Fenattel elegeu a nova diretoria da entidade no último dia do encontro. O presidente do Sinttel, Marcelo Beltrão, será o diretor de comunicação da federação e terá como suplente Anchieta Couto também diretor do sindicato.   Foi apresentado ainda o Programa Nacional de Lutas para os próximos quatro anos do setor de telecomunicações.

       

      A federação aprovou também uma moção de apoio à democracia e à governabilidade, onde é contra qualquer tentativa de golpe. Também consta no documento a posição contrária da Federação ao ajuste fiscal do governo. Além disso, aprovou moção de repúdio ao Programa Zorra Total, da TV Globo, que ridiculariza a função do teleoperador, que, na realidade, tem uma rotina exaustiva e cheia de pressão, assim como uma moção de apoio aos auditores fiscais do trabalho.

       

    • CLARO-EMBRATEL, PROPOSTA DE PPR APROVADA

      No último dia 29 de setembro, a diretoria do Sinttel realizou assembleia de apreciação do PPR/2015 com os trabalhadores da Claro e da Embratel. A votação foi secreta e, por ampla maioria, a proposta foi aprovada.  Assembleias também foram realizadas nos demais estados filiados à FENATTEL.

       

      A base de cálculo para o adiantamento do PPR/2015 será o salário base de 30 de junho de 2015. A seguir os avanços conquistados:

       

      - Aumento do adiantamento de ½ para 1 salário;

      - Fim da regionalização, ou seja, a possibilidade de ganhos será igual para todos trabalhadores;

      - A meta global não prejudicará as metas específicas (unidade/área), ou seja, as metas serão independentes;

      - O pagamento da primeira parcela do PPR será paga em 7 de outubro;

      - Inclusão de pagamento proporcional para os trabalhadores que pedirem demissão

       

      A Comissão da Fenattel informou aos representantes da empresa que para o PPR/2016 todas as diferenças deverão ser equalizadas, bem como melhorar os targets e os itens de elegibilidade. O objetivo é que nenhum trabalhador seja excluído e todos tenham os mesmos direitos.

       

    • TIM NÃO PROPÕE REAJUSTE

      Acabou agora a pouco mais uma reunião que seria de negociação salarial, pois a direção da TIM apresentou uma proposta indecente. Já aconteceram outras reuniões e, nem de longe, a empresa demonstrou interesse em reajustes decentes.

       

      Só para que fique claro, a TIM manteve o atual acordo da forma que está, ou seja, sem nenhum mísero reajuste e, para piorar, a validade seria por mais um ano. Isso mesmo, não haverá reajuste nos salários, nem nos tíquetes e nem no auxilio creche etc. Absolutamente nada! Foi proposto também a renovação dos aparelhos celulares em novembro e o adiantamento de 1,5 salário à título de PPR em dezembro.

       

      É um absurdo a TIM apresentar uma proposta desta e a última tentativa de melhorá-la será no próximo dia 05 de novembro, quando acontecerá mais uma reunião. Porque se não melhorar, a gente vai parar.

       

    • O SINTTEL E VOCÊ JUNTOS NESSA CAMPANHA

      Para lembrar a importância da prevenção ao câncer de mama, uma doença que - infelizmente - ainda mata muitas mulheres, a direção do Sinttel vai até à porta das empresas em apoio à campanha Outubro Rosa.

       

      O mês de outubro é marcado pela cor rosa e a iniciativa nasceu do movimento internacional que é realizado em vários países com o objetivo de chamar a atenção para a prevenção ao câncer de mama e estimular a participação da população, empresas e entidades.

       

      São mais de 50 mil casos da doença registrados por ano só no Brasil. O papel do Sinttel, como entidade, ao apoiar a campanha, é chamar atenção sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.

       

    • VIVO-GVT CRIA DIFICULDADES NAS NEGOCIAÇÕES

      Na segunda rodada de negociações, a Vivo/GVT apresentou uma proposta para o Acordo Coletivo 2015/2016 que está muito abaixo das expectativas dos trabalhadores e do porte de uma grande multinacional.

       

      A proposta de 6% não repõe o poder de compra dos salários corroídos pela inflação de quase 10% ao ano — a serem aplicados somente em janeiro/2016 e com faixas salariais. Esse reajuste será apenas para quem ganha até R$ 4.000,00. Aqueles que ganham acima disto terão um valor fixo de R$ 240,00.  Essa pífia proposta causa achatamento salarial, perda do poder de compra e transferência de renda dos assalariados para os acionistas. Simples assim!

       

      A empresa ainda prevê congelamento do vale--refeição para os trabalhadores administrativos da Vivo, bem como reajuste de 6% para os demais trabalhadores a partir de janeiro/2016. É de conhecimento de todos o quanto está mais caro para alimentar-se fora de casa.

       

      O presidente da Vivo afirmou à revista Exame de 28/09 que: “temos que capturar o que há de melhor nas duas companhias”. Os 38 mil trabalhadores ficam felizes com essa preocupação da empresa e esperam que isso também seja aplicado nos salários, benefícios e condições de trabalho.

       

      A FENATTEL reivindica que todos os trabalhadores sejam tratados de forma igualitária. Afinal, foi isso que declarou o presidente da Vivo na mesma entrevista: “Hoje já somos uma organização sob um único comando e com metas e objetivos comuns e claros para todos”.

       

      Os sindicatos têm a consciência que vivemos um processo complicado de fusão de duas grandes empresas. Além disso, o Brasil atravessa uma crise que atinge a economia e muito dela tem natureza de um ataque especulativo. Porém, o setor de telecomunicações não foi afetado como os setores produtivos e a Vivo tem condições de apresentar uma proposta que valorize seus trabalhadores.

       

      Para evitar qualquer tentativa de precarização, é muito importante que os trabalhadores fiquem unidos e mobilizados com o sindicato. Não dê ouvidos a boatos! Siga a orientação do sindicato.

       

  • Novembro

    • TIM APRESENTA CONTRAPROPOSTA

      Na última terça-feira (24), as negociações entraram pela noite na sede da TIM, no Rio de Janeiro. Após seis rodadas de negociações, a empresa finalmente saiu de sua inércia ao reformular seu posicionamento e avançar em sua contraproposta para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.

       

      Como proposta final a TIM apresentou um posicionamento que mesmo sem atender por completo as reivindicações da Fenattel e dos sindicatos, tem condição de ser levado às assembleias, nas quais os trabalhadores terão a palavra final. A grande maioria dos empregados (que recebem até R$ 4.000,00) terão reposição integral do INPC, ou seja, 9,88%. Vale destacar que os bancários obtiveram praticamente a mesma coisa, na mesma data-base, com uma greve de 20 dias.

       

      O reajuste será aplicado no salário de dezembro e a empresa pagará também um abono de 60% do salário em 15 de dezembro e mais 50% em 15 de janeiro. Na segunda semana de dezembro, serão pagas a antecipação do PPR (1,5 salário) e o 13º salário corrigido.

       

      Já em relação ao vale-alimentação será corrigido em 10% com pagamento retroativo à 1º de setembro. O auxílio-creche será reajustado em 11% e chegará a R$ 350. O auxílio PNE aumentará para R$ 600. Metade do 13º de 2016 será pago antecipadamente para todos os empregados em fevereiro. A troca dos aparelhos celulares será realizada até o dia 20 de dezembro.

       

      Os trabalhadores com salários superiores a R$ 4.000,00 não terão seus salários reajustados neste momento, entretanto terão 02 abonos compensatórios importantes (1 de 60% do salário em 15 de dezembro e outro de 01 salário em 15 de janeiro.

       

      Esforço foi para avançar mais

       

      “Não faltou esforço da nossa parte para conseguirmos um percentual de reajuste para os trabalhadores que recebem salários superiores à R$ 4.000,00, mas, neste caso, terminamos conquistando um abono equivalente à 1,6 salário”, disse o presidente do Sinttel e integrante da comissão, Marcelo Beltrão. Foi confirmando ainda um acordo de voltar à mesa de negociações em abril do próximo ano para rediscussão de um percentual de reajuste salarial para este grupo.

       

      ASSEMBLEIA, na próxima quinta-feira, 03 de dezembro

      11h às 12h - CRC

      15h - Piedade

       

    • DEFINIDOS OS TIMES DO TORNEIO DE FUTEBOL

      DO SINTTEL

      A bola rolou no gramado society do Clube Internacional na manhã deste domingo, 22. Trabalhadores de quase todas as equipes em telecom entraram em campo para disputarem a primeira fase do tradicional Torneio de Futebol do Sinttel.

       

      Os últimos confrontos foram definidos e das 56 equipes que entraram em campo, 28 se classificaram e formarão com as 04 equipes do interior do estado um total de 32 equipes que decidirão o título de campeão.Haverá ainda as disputas das equipes femininas.

       

       Times classificados:

       

      - 9 equipes da Contax

      - 4 equipes da RM

      - 5 equipes da Datamétrica

      - 4 equipes da Teleinformações

      - 1 equipe da Oi, GVT, Tecnomute, Provider, Vivo e Tim

       

      Acesse o link abaixo e confira mais fotos

       

      http://on.fb.me/1HiGGHm

       

    • BENEFÍCIO PIOR QUE ANTES, REAJUSTE MENOR QUE NUNCA

      Como diz o novo slogan da Vivo, “maior que antes, melhor que nunca”. Mas não é isso que acontece quando diz respeito aos salários e benefícios dos trabalhadores. Em nova rodada de negociações, ocorrida no último dia 17, o que se viu foi o de sempre: a empresa querendo levar vantagem.

       

      A Vivo quer retirar dos trabalhadores direitos adquiridos como auxílio creche para homens, ao invés de ampliar o empréstimo de férias para todos quer excluí-lo, reduzir a idade de 7 para 6 anos no auxílio creche e congelar o VR para os trabalhadores da Vivo Adm. Além disso, ainda oferece 60% da inflação do período como reajuste.

       

      E a maldade não para por aí

       

      A empresa quer pagar aos trabalhadores de campo da GVT um piso salarial inferior ao que é praticado nas empresas terceirizadas que prestam serviços para a própria Vivo.

       

      Descumprimento do acordo ao impor BE FLEX

       

      A empresa mais uma vez atropelou as negociações e divulgou a implantação do Pacote Inteligente (BE FLEX). Como o Acordo Coletivo 2014/2015 ainda está em vigência, a empresa jamais poderia propor mudanças nas relações de trabalho que estão asseguradas em cláusulas do Acordo.

       

      A Comissão da Fenattel, da qual faz parte o diretor do Sinttel, José de Anchieta, conseguiu bloquear a adesão que começaria no dia 16 de novembro e reafirmou que qualquer alteração no modelo de fornecimento dos benefícios só poderá ser feito após a realização das assembleias com os trabalhadores. Para a Vivo, unificar significa retirar direitos. E isso nós não aceitaremos. A filosofia do lucro máximo com custo mínimo precisa acabar.

       

      Proposta recusada pelo sindicato

       

      • Reajuste: 6% para salários até R$ 6 mil. Acima de desse valor, incorporação de R$ 360 sem proporcionalidade (Especialistas, gerentes e diretores estão excluídos do reajuste)

       

      • VA/VR:

      > Vivo Adm: congelar e pagar um abono de R$ 587,72 em tíquete

      > Vivo Lojas e GVT Adm e rede externa: reajuste de 6% em setembro

      Em agosto de 2016 unificar VA/VR com o da Vivo em R$ 816,28 somente para o administrativo

       

      • Auxílio creche até 6 anos e auxílio babá até 3 anos:

      > Vivo Adm: R$ 461,64

      > Vivo Lojas: R$ 207,45

      > GVT: R$ 461,64 (reduzir de 7 para 6 anos)

       

      • Concessão de celular para GVT Adm e Campo em janeiro de 2016;

      • Excluir cláusula de empréstimo de férias;

      • Estender banco de horas para GVT

       

      Próxima reunião de negociação está agendada para acontecer no próximo dia 25

       

    • CLARO-EMBRATEL, PROPOSTA VERGONHOSA

      A primeira reunião aconteceu nos dias 10 e 11 de novembro depois de a Claro-Embratel protelar ao máximo o início das negociações.  Como se não bastasse este atraso, a empresa teve a indecência de oferecer 6% de reajuste salarial, índice muito abaixo da inflação, que já supera os 10% e muito inferior ao INPC de outubro, data base da categoria, que foi de 9,88%.

       

      E não parou por aí

       

      Eles querem unificar o Acordo Coletivo por baixo e impor aos trabalhadores tanto da Claro quanto da Embratel, cortes de conquistas sociais importantes. A proposta foi rejeitada, mas a categoria precisa se mobilizar e cobrar reajuste pelo INPC, ganho real e a garantia das suas conquistas.

       

      Além do reajuste indecente, o grupo propôs manter congelado o valor do vale refeição. Um absurdo inaceitável. Isso significa que os trabalhadores da Embratel ficarão pelo segundo ano consecutivo sem reajuste no benefício e os da Claro, além de não ter o benefício reajustado também não terão o mesmo unificado pelos valores praticados hoje na Embratel. Vale ressaltar que o grupo se comprometeu em unificar esse benefício em março deste ano e não o fez.

       

      Proposta indecorosa

       

      Não há como os trabalhadores permanecerem pelo segundo ano recebendo vales refeição diferentes (numa mesma sala um empregado recebe um valor e seu colega recebe outro, inferior). Isso é um disparate! Trabalhadores de um mesmo grupo sendo discriminados, tratados de modo diferente. A Claro e a Embratel são hoje Grupo Claro S.A, portanto, é inaceitável que continuem sendo tratados de modo desigual.

       

      Além de manter o vale refeição inferior para os empregados da Claro, a proposta insiste e manter ambos (Claro e Embratel) congelados, mesmo com os preços das refeições cada dia mais altos.

       

      A Comissão Nacional de Negociação e o Sinttel exigem do grupo que o vale refeição seja unificado pelo valor atualmente pago aos trabalhadores da Embratel e devidamente reajustado, de forma que os empregados da Embratel não fiquem com o benefício novamente congelado. O poder de compra do vale refeição tem que ser assegurado para todos os trabalhadores.

       

      Unificar por cima

       

      A proposta para unificar Acordo Coletivo é estapafúrdia. Uma vergonha! Só os trabalhadores serão prejudicados.  O objetivo é nivelar por baixo, pelo pior e ainda cortar benefícios sociais importantes e conquistas históricas dos trabalhadores. Duas conquista importantes e constantes no Acordo da Claro sucessivamente por 17 anos agora estão ameaçadas. O Grupo Claro propôs excluir as cláusulas que garantem emprego e aposentadoria e adiantamento de férias/empréstimo de férias.

       

      E inaceitável

       

      A comissão rejeitou a proposta da empresa e exige a unificação do acordo pelo que há de melhor nos acordos atuais da Embratel e da Claro, a manutenção das cláusulas sociais e que os trabalhadores não tenham qualquer perda. Até agora, a fusão só foi boa para o Grupo Claro. É hora de estender as vantagens aos trabalhadores.

       

      A categoria precisa se unir na luta pela garantia de conquistas e por um reajuste que reponha as perdas salariais. Isso só é possível com mobilização.

       

    • TIM PROPÕE ABONO, MAS NÃO PROPÕE REAJUSTE

      No último dia 05 de novembro, aconteceu mais uma reunião com a TIM para dar continuidade às negociações do Acordo Coletivo 2015/2016 (cláusulas econômicas). Novidade seria se a empresa não chegasse com o mesmo chororô de sempre ao citar as dificuldades conjunturais, estruturais.

       

      O Sinttel/Fenattel manteve a atitude firme nas negociações e reafirmou à empresa que os trabalhadores estão mobilizados e aguardando um comando de ordem expor ao público as agruras e dificuldades pelas quais passam. A empresa cada dia mais rica e os trabalhadores cada dia mais pobres.

       

      Diante da pressão sindical, a empresa veio com uma contraproposta de abono de 1,5 salário a ser pago em duas vezes. Reajuste dos benefícios em 6%, antecipação da primeira parcela do PPR 2015 para 30 de novembro, antecipação do 13º salário de 2016 em 05 de janeiro de 2016. Aplicação do auxílio creche para até 7 anos completos (após essa idade perde o direito) e renovação dos celulares.

       

      Reajuste de salário ZERO

       

      O Sinttel recusou a proposta por entender que num cenário de inflação galopante todos os preços estão subindo. Então, manter o salário sem reajuste é um gesto de desrespeito da TIM com os trabalhadores que construíram uma das maiores empresas do mercado.

       

      O abono é ilusório, pois não repõe perdas do FGTS, 13º salário e férias, entre outras remunerações, além do que reajustar benefícios em 6% seria bem abaixo da inflação do período, que foi de 9,88.

       

      Os benefícios da TIM ainda estão abaixo das concorrentes e a falta de dinheiro não é motivo para a TIM não aplicar o reajuste na data-base (1º de setembro), pois com as antecipações propostas e abono ela mostrou que pode chegar em patamares razoáveis para os trabalhadores. É só querer.

       

      Nota ZERO para a TIM

       

      Diante disso tudo, novas reuniões ficaram agendadas para acontecerem nos dias 12 e 13 ou 17 e 18 de novembro.

       

    • OI UNIFICA PREÇO DE TARIFAS

      A Oi anunciou que acabou com a cobrança diferenciada de chamada entre operadoras. Com isso a empresa segue a Tim, que também excluiu esses custos extras ao consumidor.

       

      Ambas seguem uma tendência do mercado em abolir o uso de diversos chips. Antes, por conta de promoções e tarifas mais baratas dentro da rede, o usuário se via obrigado a ter números em diversas operadoras. Na hora de salvar o número na agenda era comum colocar “Fulano TIM”, “Fulano Oi”.

       

      Com a chegada do WhatsApp, Viber, Messenger e suas ligações via rede de dados, as teles se viram obrigadas a revisar a estratégia. Agora, o valor de ligação é o mesmo, independentemente da operadora de destino.

       

      “Esse movimento da companhia é uma iniciativa pró-consumidor, em linha com o observado em outros países, que tem um efeito disruptivo. Ele tende a extinguir as redes e comunidades criadas entre clientes de mesma operadora, garantindo mais economia para os consumidores e liberdade de comunicação com qualquer pessoa independentemente de sua operadora, eliminando a necessidade de o consumidor pré-pago ter múltiplos chips”, afirma o diretor de Varejo da Oi, Bernardo Winik.

       

      A Oi também ampliou a franquia de dados. Nas novas ofertas, a companhia chega a triplicar a franquia de dados. Inicialmente, a novidade está direcionada para clientes pré-pagos, com o plano Oi Livre, nas modalidades Por Minuto, Diário, Semanal ou Mensal. No dia 25 de novembro, a novidade será estendida aos planos pós e controle.

       

      http://bit.ly/1NezyYQ

       

    • CAMPANHA SALARIAL NACIONAL DE TELEATENDIMENTO

      O Sinttel inicia a Campanha Salarial Nacional de Teleatendimento 2015/2016 lembrando que a negociação será nacional e unificada, por isso a união de todos os trabalhadores será fundamental.

       

      A pauta de reivindicações já foi entregue no RH de todas as empresas. A data base da categoria é 1º de janeiro e, até agora, as empresas não marcaram a data para a primeira reunião.

       

      O Sinttel e a nossa Federação (FENATTEL) convocam você, trabalhador, para uma grande mobilização nacional que deve ser permanente, pois, apesar dos altos lucros, as empresas afirmam que estão em crise e fogem da negociação.

       

      Vamos exigir que as empresas cumpram com a data-base e iniciem as negociações. Juntos faremos um campanha histórica de muita luta. Nossas principais reivindicações são:

       

      - Piso salarial unificado de R$ 1.300,00

      - Reajuste salarial pelo INPC acumulado + 5% de ganho real;

      - Reajuste dos benefícios - Vale refeição, auxílio creche/babá;

      - Fim do assédio moral e sexual;

      - Fim das metas abusivas;

      - Regras e negociação para pagamento de variável;

      - PPR de 1 salário base;

      - Fim da rotatividade abusiva;

      - Pela valorização do trabalho

       

      Assim garantiremos melhores condições de salário, trabalho e benefícios. O lema de nossa campanha é:  "se não negociar, nós vamos parar!"

       

      #senaonegociarnosvamosparar #FENATTEL #SINTTELPE #RegulamentaJa #Teleatendimento

       

    • OI INICIA NEGOCIAÇÃO COM PROPOSTA ABSURDA

      A Comissão Nacional da Fenattel se reuniu com a diretoria da Oi para negociar os pontos do Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2016 no último dia17. A empresa apresentou seus resultados neste ano, pontuando, como de costume, problemas com receita em baixa e custos em alta. Os representantes tiveram a coragem de afirmar que os números que dispõe para as negociações não contemplam sequer o INPC do período.

       

      Após aprovar um cronograma de reuniões com a Comissão para os próximos dias, a diretoria da Oi ressaltou não ser possível atender aos itens da pauta de reivindicações e mostrou uma proposta completamente indecente: manutenção do atual acordo coletivo até 31/10/2016 e reajuste do tíquete alimentação/refeição em 5,5% a partir de 01/01/2016.

       

      Eles comentaram, ainda, que a Comissão precisará ser muito criativa para convencê-los a um ponto de acordo na negociação. Parece piada de mau gosto, a empresa diz que não tem dinheiro e quer que o trabalhador pague a conta. Não é preciso criatividade, basta saber que a falta de aumento real nos salários transfere capital para o patrão. Enquanto o trabalhador não tem seu salário reajustado, a margem de lucro do patrão só aumenta.

       

      Sobre os números do Placar/PPR 2015, afirmaram que haverá o pagamento do prêmio. Porém, será abaixo das expectativas. Ou seja, migalhas. Foi ressaltado que o presidente da Oi tratará deste assunto nos próximos encontros.

       

      Os dirigentes sindicais repudiaram e rejeitaram a proposta absurda e defenderam a necessidade de aumento real salarial e dos benefícios. A próxima reunião ficou agendada para o dia 25, na sede da empresa no Rio de Janeiro.

       

    • DOMINGO JÁ TEM DISPUTA

      No próximo dia 22 de novembro, acontecerá os jogos eliminatórios do Torneio de Futebol do Sinttel, quando 56 equipes de diversas empresas de telecomunicações disputarão 28 vagas, em jogos estilo mata-mata. Os 28 vencedores formarão com as 04 equipes classificadas no interior do estado um total de 32 equipes que decidirão o título de campeão no domingo seguinte, dia 29 de novembro.

       

      Trabalhador, observe o horário e procure chegar com uma hora de antecedência do seu jogo para identificação dos integrantes, recebimento das senhas de alimentação e orientações gerais. É muito importante chegar cedo para não atrapalhar o fluxo de horário da competição, pois o local tem horário agendado de utilização e, você, que é o responsável pelo seu time terá papel essencial nesse trabalho de conscientização quanto ao horário de chegada do seu grupo.

       

      Clique abaixo para conferir a tabela e regulamento

       

    • SINDICATO REJEITA MAIS UMA PROPOSTA RUIM

      DA VIVO-GVT

      O resultado de mais uma rodada de negociação com a Vivo-GVT não foi dos melhores, pois a empresa manteve a proposta de reajuste de 6% para quem ganha até R$ 6 mil e um valor fixo de R$ 360,00 para os salários acima desse teto. Para piorar mais, o reajuste proposto ainda é proporcional.

       

      Na Vivo, por exemplo, acaba a concessão do auxílio creche aos trabalhadores, esse benefício seria concedido agora apenas às trabalhadoras. Na GVT acaba com a cesta básica de R$ 280,00 do pessoal de campo, parte desse benefício, 55% seria distribuído da seguinte forma: 30% no tíquete-refeição e 25% no piso salarial. Os 45% restantes ficariam com a Vivo.

       

      O sindicato não aceitou a proposta da empresa e exigiu a unificação do acordo por cima sem nenhuma perda para os trabalhadores da Vivo ou da GTV. Com isso, uma nova negociação está marcada para acontecer dia 17 deste mês.

       

      Unificação do processo de pagamento

       

      A Vivo-GVT comunicou a unificação dos pagamento dos trabalhadores das duas empresas. Para não gerar nenhum problema aos trabalhadores, o sindicato negociou e conseguiu um cronograma de pagamentos que permitirá aos trabalhadores se adaptarem a essa mudança.

       

      O pagamento dos salários dos trabalhadores das empresas GVT terá sua data alterada para o 1º dia útil de cada mês, a partir da competência de novembro de 2015. A alteração não causará nenhum prejuízo financeiro aos trabalhadores.

       

      Conforme solicitado pelo sindicato, a empresa promoverá algumas antecipações de pagamentos para que os trabalhadores possam adequar o seu fluxo de pagamentos, por ocasião da mudança, conforme segue:

       

      • 1ª parcela do 13º salário – 27/11/2015

      • Salário competência novembro – 01/12/2015

      • 2ª parcela do 13º salário – 15/12/2015

      • Antecipação de 30% do salário de dezembro – 18/12/2015

      • Salário competência de dezembro – 04/01/2016

       

      A crise não é nossa e não vamos pagar por ela!

       

    • ENFIM, CLARO-EMBRATEL MARCA PRIMEIRA REUNIÃO

      A novela envolvendo as negociações com a Claro-Embratel teve seu primeiro capítulo iniciado, já que a empresa marcou para os dias 10 e 11 deste mês a primeira reunião de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2016.

       

      A data-base é 1º de outubro e, somente após quase quatro meses da pauta ter sido entregue, é que a reunião foi agendada. E isso só foi possível depois de muita pressão do sindicato e da Comissão da Fenattel. Por isso, o sucesso desta campanha, que já teve um início difícil por parte da empresa, depende da mobilização de todos os trabalhadores.

       

      O sindicato convoca todos os trabalhadores a se manterem informados e mobilizados. A luta pela unificação, por reajuste dos benefícios, pisos e salários não será nada fácil. Os trabalhadores precisam se unir para garantir a conquista das cláusulas sociais mais importantes.

       

  • Dezembro

    • VIVO-GVT PROPOSTA FINAL

      Após seis rodadas de negociação, a Vivo-GVT apresentou proposta final para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. De início a empresa não queria conceder nenhum reajuste. Depois ofereceu 6% de aumento para salários até R$ 6.000,00. Agora, pouco avançou e propôs 7% de reajuste linear, ou seja, para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc. Cabe a você, trabalhador, decidir em assembleia.

       

      Veja alguns itens propostos:

       

      - Pisos salariais: reajuste de 9,88%;

      - Reajuste - 7% retroativo a 1º de setembro para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc;

      - Antecipação das diferenças salariais, retroativas a setembro, em duas parcelas: 70% em 18 de dezembro e 30% em 4 de janeiro de 2016;

       - Unificação dos acordos Vivo e GVT.

       

      Compareça às assembleias para avaliação da proposta:

       

      DATA: 04/12 (sexta-feira)

       

      Locais e horários:

       

      ? GVT:  08:30 pessoal de campo   10h setor administrativo    14h call center

       

      ? Vivo: 16H

       

      Não deixe que os outros decidam por você!

       

    • PROPOSTA REJEITADA NA VIVO E NA GVT

      Bem que a Vivo/GVT tentou, mas os trabalhadores rejeitaram a proposta indecente de acordo colocada pela empresa. De nada adiantou a tentativa da pressionar os trabalhadores para que votassem sim. A proposta, entre outras perdas, não oferecia reposição integral das perdas salariais e previa, a partir da fusão com a GVT, categorias distintas numa mesma empresa.

       

      O não foi maioria

       

      Na Vivo, foram 88 votos pelo não e 8 pelo sim. Já na GVT, 149 trabalhadores rejeitaram a proposta e 98 foram favoráveis. Essa rejeição foi a resposta ao “pacote de maldades” que a Vivo, sob as orientações do atual presidente do Grupo Telefônica/Vivo no Brasil, Amos Genish, tentou enfiar goela abaixo dos trabalhadores. Agora, a Comissão de Negociação vai cobrar uma nova proposta da empresa. A luta continua!

       

      Proposta Vivo:

      Reajuste salarial -  7% retroativo à 1º de setembro;

      VR/VA - Mantém o valor atual e um abono de R$ 1.000,00;

      Plano de saúde - Amil ou Unimed;

      Auxílio-creche /babá - R$ 505,00 (até 7 anos);

      Auxílio-creche especial - R$ 1.004,00;

      Manutenção do nível de emprego - carta compromisso

       

      Proposta GVT:

       

      Pisos salariais: reajuste de 9,88%;

      Reajuste - 7% retroativo a 1º de setembro para todos os trabalhadores, exceto os cargos executivos, aprendizes, estagiários etc;

      Antecipação das diferenças salariais, retroativas a setembro, em duas parcelas: 70% em 18 de dezembro e 30% em 4 de janeiro de 2016;

      Unificação dos acordos Vivo e GVT.

       

    • UNANIMIDADE, PROPOSTA DA VIVO É REJEITADA

      Em assembleia, na manhã de hoje, os trabalhadores da Vivo rejeitaram por unanimidade a proposta de acordo apresentada pela empresa. Esta é a segunda vez que os trabalhadores rejeitam os itens do acordo negociado.

       

      Os principais motivos do descontentamento e da recusa para aprovarem o acordo foram as mudanças no plano médico e implantação do Be Flex. Isso sem falar no reajuste de apenas 7% nos salários. A insatisfação dos trabalhadores também diz respeito ao congelamento dos tíquetes que não teriam reajuste, mas em troca disso seria pago um abono de R$ 1.250,00.

       

      A proposta foi rejeitada em Pernambuco, mas vale lembrar que a negociação é nacional. Por isso, só teremos o resultado final pela aprovação ou rejeição após as assembleias nos restantes dos estados filiados.

       

    • CLARO-EMBRATEL, TRABALHADORES REJEITAM PROPOSTA

      O Grupo América Móvil (Claro-Embratel-Net) ocupa o primeiro lugar no mercado de TV por assinatura com mais de 52%. Já desbancou a Oi ao ocupar o primeiro lugar na telefonia fixa com 31,2%. Está em terceiro no acesso de celulares, com mais de 70 milhões (dados de agosto/2015) e bem próximo das primeiras (VIVO/GVT-79 milhões e TIM-72 milhões) como aponta o site Teleco.

       

      Isso tudo não é levado em consideração pela empresa na hora das negociações para renovação do Acordo Coletivo. Ao unificar em um único CNPJ o Grupo Claro, agora com EMBRATEL, CLARO e NET, precisa de um único acordo coletivo. Mesmo tendo altos lucros, o Grupo ignora o desempenho dos seus trabalhadores e propõe reajustes abaixo do INPC que foi de 9,88%.

       

      Os 6,5% de reajuste não repõem a inflação em nenhum dos casos e o abono para o vale refeição é irrisório, pois o item alimentação vem sendo o maior causador da inflação. Como se não bastasse, ainda pretende retirar o auxílio medicamento e o auxílio matricula dos trabalhadores da Claro, além de não reajustar os valores das diárias e acabar com o reembolso para dirigir veículos.

       

      Na tentativa de impor um retrocesso, o Grupo Claro se manteve irredutível e encerrou as negociações. Diante disso, o sindicato levou a discussão para os trabalhadores decidirem em assembleia na manhã desta quinta-feira, 17. Por 106 votos a 70, os trabalhadores rejeitaram a proposta.

       

    • TELEINFORMAÇÕES DÁ PRESENTE GREGO NESTE NATAL

      Não é de hoje que o Sinttel denúncia as irregularidades e os desmandos da Teleinformações com seus trabalhadores. Motivados por denúncias a diretoria do sindicato foi até à porta da empresa para se juntar aos trabalhadores que estavam sem receber nem ao menos a 1° parcela do 13º salário no último dia 22 de dezembro.

       

      A mobilização foi pacífica e a empresa fez o que pode para deixar o clima tenso. Muitos trabalhadores estavam no piso superior do prédio alegando que o dono da empresa deu ordem para não deixar ninguém sair.

       

      É vergonhosa e digna de todo repúdio essa atitude. O pior é que como represália e perseguição a Teleinformações demitiu por justa causa, todos que, corajosamente, se juntaram ao sindicato para reivindicar seus direitos. Isso só evidência o que já temos dito há muito tempo a respeito da gestão na empresa e de como se comporta Bruno Aladim com aqueles que não aceitam os seus desmandos. Reiteramos que o movimento foi legítimo e legal sem nenhum dano ao patrimônio da empresa como alguns gestores estavam alegando.

       

      "Sabemos que saímos vitoriosos desta batalha, mesmo com uma atitude sem escrúpulos da empresa em demitir por justa causa quem participou do movimento. A empresa pagou a primeira e a segunda parcela do décimo, mas em atraso contrariando o que diz a lei. Já acionamos o jurídico e, agora, nossa briga será na Justiça por esse atraso e pela demissão dos trabalhadores", enfatizou o diretor do Sinttel, Pedro Henrique.

       

      A diretoria jurídica do Sinttel já tinha enviado a VIVO um relatório dos desmandos e das atitudes da empresa com seus funcionários. Na última testa terça (22), no final do ato, o Ministério Público também foi acionado e a Teleinformações vai precisar responder à Justiça.

       

      Irregularidades

       

      As horas extras não são descritas no contra cheque, férias e bonificações em atraso, assédio moral, pagamento de vale alimentação errado. A diretoria do sindicato está à disposição de todos os trabalhadores prejudicados e não descansará enquanto a empresa não cumprir com o que manda a Lei. A contribuição de todos é fundamental para que os desmandos desta empresa acabem.

       

    • NOVO ACORDO COLETIVO DA TIM É APROVADO

      Foi por ampla maioria que os trabalhadores da TIM aprovaram a proposta de Acordo Coletivo 2015/2016 (cláusulas econômicas). A diretoria do sindicato esteve nos prédios da empresa e realizou duas assembleias nesta quinta-feira, 3 de dezembro.

       

      Entre as operadoras a TIM foi a primeira encerrar as negociações. A partir de dezembro, os trabalhadores que ganham até R$ 4 mil (não aplicável ao presidente, diretores, sênior managers, executive managers, especialistas másters, estagiários, jovens aprendizes e aposentados) terão reajuste salarial de 9,88%.

       

      Para quem ganha acima de R$ 4 mil, haverá um abono salarial a ser pago em duas vezes (1 de 60% do salário em 15 de dezembro e outro de 01 salário em 15 de janeiro) e será pago conforme o critério de elegibilidade divulgado pela empresa.

       

      Mesmo havendo a reposição acima da inflação do período por intermédio de abono, a não incorporação nos salários acima de R$ 4 mil gerou perdas salariais. Todavia, a empresa se comprometeu em abril/2016 a negociar com o sindicato. Veja abaixo demais itens aprovados:

       

      - vale-alimentação será corrigido em 10% com pagamento retroativo à 1º de setembro;

      - auxílio-creche será reajustado em 11% e chegará a R$ 350;

      - auxílio PNE aumentará para R$ 600;

      - metade do 13º de 2016 será pago antecipadamente para todos os empregados em fevereiro;

      - troca dos aparelhos celulares será realizada até o dia 20 de dezembro.

       

    • OI OFERECE REAJUSTE DE 9%, 8% EM JANEIRO E

      1% EM JULHO

      Na última quarta-feira, 09 de dezembro, a Comissão da Fenattel esteve reunida com a direção da Oi para tratar da renovação do acordo coletivo. A negociação foi muito difícil e acabou entrando pela noite. Foram quase doze horas de discussões em que a empresa insistiu em justificar a sua proposta mostrando o déficit e os prejuízos que contabilizados

       

      A empresa chegou à reunião com uma proposta de 6% para salários e vale refeição, sendo que o tíquete seria reajustado em dezembro e os salários só em janeiro. A data base da categoria é 1º de novembro. Ao final da reunião chegou-se a uma proposta de reajuste de 9%, sendo 8% em 1º de janeiro e 1% em julho para todos os trabalhadores.

       

      O famigerado escalonamento do reajuste por faixas salariais inicialmente proposto pela Oi foi derrubado e, mesmo assim, a Comissão rejeitou a proposta. A partir daí, as discussões esquentaram e a Comissão rebateu cada justificativa ao enfatizar que os prejuízos foram responsabilidades das sucessivas más gestões na Oi e do resultado da irresponsabilidade do grupo que troca de presidente como se trocasse de roupa.

       

      O trabalhador não pode pagar por erros de gestão e o resultado do seu esforço não pode ser dilapidado levianamente. Depois de horas de embate, a Oi apresentou uma nova proposta que pouco mudava em relação à anterior. Era medíocre e inaceitável aceitar apenas reajuste de 6,5% nos salários e nos tíquetes.

       

      Mais uma vez, a Comissão rejeitou a proposta e voltou a exigir o INPC acumulado que foi de 10,3% em novembro, bem como a aplicação do reajuste aos salários e benefícios retroativamente à 1º de novembro, data base da categoria.

       

      Negociação voltou à estaca zero

       

      Antes de chegar a proposta final, a Oi ainda ofereceu 7,5% em janeiro que também foi rejeitada pela Comissão. Diante do impasse, a Comissão fez uma contraproposta na tentativa de garantir o reajuste na data base, 1º de novembro, mas a Oi não aceitou e pediu uma pausa nas discussões.

       

      Já era quase 21h quando a direção da Oi apresentou a proposta que disse ser a última. Diante disso, não restou outra alternativa a não ser levar para apreciação dos trabalhadores, aos quais cabe a palavra final, pois não é a empresa que determina o fim das negociações, mas sim a categoria.

       

      Na mesa nada mais era possível, por isso vamos submeter para apreciação da categoria em assembleia, dia 16, às 9h, na sede da empresa.  Confira abaixo as propostas:

       

       A proposta final da Oi

       

      - Reajuste salarial de 9% (sendo 8% aplicado em 01/01 e 1% em 01/07) para todos os trabalhadores (exceto para os ocupantes de cargos executivos);

       

      - Tíquete passa a R$ R$ 30,00 em novembro;

      - Creche passa a R$ 435,00 em novembro;

      - Auxílio-medicamento passa a R$ 1.150,00 em novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário de 2016 logo após a assinatura do acordo;

      - Antecipação de 50% do salário por conta do Placar em 08/01;

      - Tíquete-extra de R$ 1.300,00 logo após a assinatura do acordo;

      - Um benefício novo que será a folga no dia do aniversário;

      - Avaliação para um ajuste nos valores das diárias;

      - Manutenção das demais cláusulas do atual acordo coletivo de trabalho.

       

      A proposta final da Oi para as Lojas

       

      - Reajustar todos os salários em 10% em janeiro;

      - Tíquete passará a R$ 21,00 retroativo a novembro;

      - Creche passa a R$ 210,00 retroativo a novembro;

      - Auxílio-medicamento vai para R$ 360,00 retroativo a novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário de 2016 logo após a assinatura do acordo;

      - Antecipação de 30% do salário por conta do Placar logo após a assinatura do acordo;

      - Tíquete-extra de R$ 250,00 logo após a assinatura do acordo;

      - Manutenção dos demais itens do atual acordo.

       

    • VAMOS DIZER NÃO A PROPOSTA DA CLARO-EMBRATEL

      Os trabalhadores do México e de outros países já conhecem a forma como a Claro-Embratel negocia. Agora, a empresa está mostrando sua verdadeira face antissindical, autoritária e de desrespeito para os trabalhadores brasileiros.

       

      Não podemos permitir que esse monstro se crie aqui

       

      Mesmo diante da manifestação de rejeição dos trabalhadores à sua proposta de acordo, que congela e corta benefícios e reajusta os salários abaixo da inflação, o Grupo Claro se negou a retomar as negociações e manteve sua proposta.

       

      Mais de uma vez, o sindicato e a Comissão da Fenattel procuraram a empresa para retomar as negociações, na perspectiva de avançar e chegar a uma proposta, mas de nada adiantou. Ao impor a sua proposta e encerrar a discussão, o Grupo Claro vai ao encontro da posição das demais operadoras que também estão em campanha salarial e todas elas (Oi, Vivo e Tim) tiveram a sensibilidade de ceder já fecharam seus acordos.

       

      É condição imprescindível numa negociação ceder, mas o Grupo Claro quer ganhar no grito e isso não vai acontecer. O sindicato defenderá contra a aceitação da proposta, pela continuidade das negociações ou pelo dissídio, se for o caso. Vamos dizer NÃO! Diante disso, o sindicato é obrigado a submeter a proposta aos trabalhadores em assembleia nesta quinta-feira, dia 17, às 9:30, no auditório da Embratel.

       

      A proposta indecente:

       

      - Reajuste Salarial - 6,5% sobre o salário base de 31/08/2015 e mais 1,41% em jan/16 sobre o salário base de 31/dez/2015;

      - Abono Salarial - 18% sobre o salário base de 31/08/2015 a ser pago cinco dias úteis após aprovação pela assembleia

      Estão excluídos desses reajustes gerentes e diretores dos grades 18,19,20,21,22,23 e 24, assim como, das categorias GS/GVS/GF/GVM/DF/DC/DCS/DE, conforme posição em 31/08/2015 na estrutura de cargos e salários.

      - Auxílio educação infantil - passar para R$ 456,18 mensais, nivelado por baixo

      - Auxílio educação especial - passa para R$ R$ 772,38 mensais, nivelado por baixo

      - Tíquete-refeição - fica congelado em todas as empresas do grupo e pagamento de uma cesta especial a título e compensação pelo congelamento do benefício. Para Claro nos valores da cesta variam de R$ 590,00 a R$ 740,00 a ser pago uma única vez, no mês de dez/15. Para Embratel o valor será de R$740,00 a ser paga uma única vez, em dez/15

      - Hora extra - hoje é praticado percentual superior ao adicional legal, a empresa vai rebaixar e praticar os percentuais legais

       

    • OI MELHORA PROPOSTA E TRABALHADORES

      APROVAM ACORDO

      Diante do cenário de crise e mergulhada pelas sucessivas gestões desastrosas, os trabalhadores da Oi, mesmo sabendo que não são responsáveis por esses desmandos, decidiram por ampla maioria pela aprovação do acordo.

       

      Entre as operadoras a Oi foi uma das que apresentou a pior proposta inicial e isso acabou gerando um clima de revolta e indignação dos trabalhadores. Incialmente, a empresa tentou ressuscitar até o famigerado reajuste escalonado por faixa salarial, excluindo do reajuste os trabalhadores que ganhavam acima de R$ 2 mil.

       

      Somente após várias rodadas de negociação e da pressão da Comissão da Fenattel, a Oi voltou atrás e melhorou sua proposta. “Conseguimos obter alguns avanços ao excluímos o escalonamento por faixa salarial, assim como garantimos o reajuste de 9% para todos”, ressaltou o presidente do Sinttel e membro da Comissão, Marcelo Beltrão.

       

      Nesta sexta-feira, dia 18, a Oi paga antecipação de 50% do 13º salário de 2016 e fará o crédito do tíquete extra no valor de R$ 1.300,00.

       

      Proposta aprovada:

       

      - Reajuste salarial de 9% (sendo 8% aplicado em 01/01 e 1% em 01/07) para todos os trabalhadores (exceto cargos executivos);

      - Tíquete passa a R$ R$ 30,00 em novembro;

      - Creche passa a R$ 435,00 em novembro;

      - Auxílio-medicamento passa a R$ 1.150,00 em novembro;

      - Antecipação de 50% do 13º salário;

      - Antecipação de 50% do salário por conta do Placar em 08/01;

      - Um benefício novo que será a folga no dia do aniversário;

      - Avaliação para um ajuste nos valores das diárias;

      - Manutenção das demais cláusulas do atual acordo.